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Q3813690 Pedagogia
As vivências éticas na Educação Infantil envolvem atitudes de convivência que promovem respeito, responsabilidade compartilhada e compreensão das regras de uso dos espaços e brinquedos. Tais vivências se manifestam no cotidiano da creche, especialmente quando as crianças aprendem a considerar o outro e a agir de forma cooperativa. A seguir, apresentam-se exemplos desse tipo de vivência. Assinale a alternativa que não corresponde a uma vivência ética.
Alternativas
Q3813689 Noções de Primeiros Socorros
A conduta adequada diante de obstrução leve de vias aéreas é:
Alternativas
Q3813688 Pedagogia
As crianças possuem identidades singulares e convivem com diferentes realidades familiares, étnicas, culturais e econômicas. Na creche, essas diferenças enriquecem o brincar e estendem o repertório cultural do grupo. A interação entre crianças de distintas origens permite que aprendam umas com as outras, reconheçam a estética de seus próprios grupos e valorizem modos diversos de viver, brincar e imaginar. Assinale a alternativa que não corresponde a um exemplo coerente com esse processo de construção da identidade.
Alternativas
Q3813686 Pedagogia
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
Ao organizar um ambiente que favoreça o conhecimento de si e do mundo, a professora utiliza um ___________, permitindo que o bebê se veja, perceba seus gestos e reconheça sua própria imagem em múltiplas posições. 
Alternativas
Q3813685 Pedagogia
Para bebês de 0 a 1 ano e meio, determinados materiais favorecem a exploração sensorial e a descoberta de relações entre ações e efeitos. Entre as alternativas a seguir, assinale aquela que corretamente corresponde a essa finalidade. 
Alternativas
Q3813684 Pedagogia
A rotina diária pode ser utilizada para desenvolver noções de número, variação e registro. Qual alternativa apresenta uma brincadeira coerente com esse tipo de aprendizagem?
Alternativas
Q3813683 Pedagogia
As crianças apresentam modos distintos de falar, brincar, aprender e se relacionar, pois vivem em contextos sociais, culturais e familiares diversos. Em muitos espaços educativos, porém, ainda se observa a tendência de planejar práticas homogêneas, esperando que todas respondam da mesma maneira às propostas. Frente à heterogeneidade do grupo, qual princípio deve conduzir a ação pedagógica? 
Alternativas
Q3813682 Pedagogia
É garantido à criança o acesso a informações e conteúdos que respeitem sua condição peculiar de pessoa em desenvolvimento. Qual das práticas a seguir corresponde a essa garantia? 
Alternativas
Q3813681 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Situações que submetem crianças ou adolescentes a práticas desrespeitosas, opressivas ou que violem sua dignidade são incompatíveis com a proteção jurídica que lhes é assegurada. Diante disso, qual das alternativas a seguir apresenta o direito que deve orientar as práticas educativas para com as crianças?
Alternativas
Q3813680 Pedagogia
As experiências narrativas do bebê emergem no cotidiano das interações, quando ele tenta comunicar intenções, emoções e modos de participar do brincar, mesmo antes de dominar a linguagem verbal. Sob a ótica dessa concepção de narrativa infantil, assinale a alternativa que corresponde a um recurso expressivo próprio desse período do desenvolvimento.
Alternativas
Q3813679 Pedagogia
“Desenvolver um currículo por meio da brincadeira difere de um currículo baseado em conteúdos disciplinares, pois este tende a favorecer a ação do adulto e não exige participação ativa da criança. Já no brincar, a experiência só acontece quando a própria criança é atuante e brincante. Assim, propostas curriculares que valorizam o brincar permitem que noções como peso, equilíbrio e fluxo sejam vivenciadas pelas crianças em situações concretas, como o uso da balança, da gangorra ou de recipientes com água.”
Brinquedos e Brincadeiras de Creche – Manual de Orientação Pedagógica, p. 55.
A partir disso, pode-se inferir que o brincar exige uma condição fundamental; a criança é a:
Alternativas
Q3813668 Português
Imagem associada para resolução da questão


Na expressão “Não porque eles são mais experientes”, empregada na charge acima, a palavra destacada possui o sentido de: 
Alternativas
Q3813667 Português
Assinale a alternativa que apresenta os elementos que preenchem corretamente as lacunas dos enunciados abaixo, na mesma ordem:
- Prefiro chocolate ___ doces em geral.
- Eis o lugar ___ fui ontem.
- Eis a casa ___ estive ontem. 
Alternativas
Q3813666 Português
Assinale a alternativa cuja expressão destacada possui valor adjetivo, qualificando algum elemento dentro do enunciado.
Alternativas
Q3813665 Português
Havia muito livro na biblioteca daquela escola.”
Analise as formas seguintes, correspondentes ao plural da expressão destacada acima, utilizando dois verbos com o mesmo sentido. A seguir, assinale a alternativa que apresenta todas as formas corretas.
(I) Havia muitos livros
(II) Haviam muitos livros
(III) Existia muitos livros
(IV) Existiam muitos livros 
Alternativas
Q3813664 Português
Assinale a alternativa em que o pronome pessoal destacado está corretamente colocado junto ao verbo que o acompanha.
Alternativas
Q3813663 Português
Assinale a alternativa cuja lacuna pode ser preenchida corretamente tanto com “a” quanto com “à”.
Alternativas
Q3813662 Português
Assinale a alternativa em que a palavra “praia” está sendo empregada em seu sentido próprio.
Alternativas
Q3813661 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O quanto da sua vida é baseado na internet?

    WhatsApp, Instagram, Pinterest. Twitter, para alguns. Facebook virou coisa “de gente velha”. Snapchat ainda existe? Tumblr pra ler, Spotify para ouvir, YouTube para assistir; tantos blogs nessas interwebs que já nem dá pra contar – nunca deu, na verdade.
    Eu sei que parece hipócrita uma crônica num blog, dentro da internet, fazer uma análise sobre como vivemos aqui na web. Mas, ei, é pra isso que estamos aqui! Se não pudermos usar do ciberespaço para criticar o uso do próprio por nós mesmos, qual o ponto?
    Enquanto conversava com um amigo de infância – nos conhecemos desde a sexta série – comentamos sobre como estão alguns de nossos colegas do ensino médio, até que foi mencionado que há muito não via um deles pessoalmente. “A gente acha que ver as pessoas na internet é o suficiente, né?”, disse ele, após rir. Depois que ele foi embora, coloquei-me a pensar nessa frase. Desde a faculdade que estudo sobre internet e suas nuances, então, frases e discussões do tipo sempre ficam martelando na minha cabeça.
    E aí, pensei naquele clichê que já falamos mil vezes e, ainda assim, insistimos em não levar a sério. O quanto da sua vida é baseado no que se vê na internet? O quanto você mostra ou deixa de mostrar nas fotos do Instagram, nos tweets, nos stories? (...)
    E, de novo, parece clichê, parece óbvio, mas por que a gente não se escuta? Por que é tão difícil deixar o celular para ler um bom livro? Apreciar uma ida a uma praça, o tempo com alguém querido ou até mesmo um tempo de ócio consigo mesmo? (...)

VALADARES, Thiarlley. O quanto da sua vida é baseado na internet? Apenas fugindo. Disponível em . https://www.apenasfugindo.com/2020/01/croni
“E, de novo, parece clichê, parece óbvio, mas por que a gente não se escuta?”
A expressão destacada no trecho acima pode ser reescrita corretamente como:
Alternativas
Q3813660 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O quanto da sua vida é baseado na internet?

    WhatsApp, Instagram, Pinterest. Twitter, para alguns. Facebook virou coisa “de gente velha”. Snapchat ainda existe? Tumblr pra ler, Spotify para ouvir, YouTube para assistir; tantos blogs nessas interwebs que já nem dá pra contar – nunca deu, na verdade.
    Eu sei que parece hipócrita uma crônica num blog, dentro da internet, fazer uma análise sobre como vivemos aqui na web. Mas, ei, é pra isso que estamos aqui! Se não pudermos usar do ciberespaço para criticar o uso do próprio por nós mesmos, qual o ponto?
    Enquanto conversava com um amigo de infância – nos conhecemos desde a sexta série – comentamos sobre como estão alguns de nossos colegas do ensino médio, até que foi mencionado que há muito não via um deles pessoalmente. “A gente acha que ver as pessoas na internet é o suficiente, né?”, disse ele, após rir. Depois que ele foi embora, coloquei-me a pensar nessa frase. Desde a faculdade que estudo sobre internet e suas nuances, então, frases e discussões do tipo sempre ficam martelando na minha cabeça.
    E aí, pensei naquele clichê que já falamos mil vezes e, ainda assim, insistimos em não levar a sério. O quanto da sua vida é baseado no que se vê na internet? O quanto você mostra ou deixa de mostrar nas fotos do Instagram, nos tweets, nos stories? (...)
    E, de novo, parece clichê, parece óbvio, mas por que a gente não se escuta? Por que é tão difícil deixar o celular para ler um bom livro? Apreciar uma ida a uma praça, o tempo com alguém querido ou até mesmo um tempo de ócio consigo mesmo? (...)

VALADARES, Thiarlley. O quanto da sua vida é baseado na internet? Apenas fugindo. Disponível em . https://www.apenasfugindo.com/2020/01/croni
“Eu sei que parece hipócrita uma crônica num blog, dentro da internet, fazer uma análise sobre como vivemos aqui na web.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de: 
Alternativas
Respostas
1081: D
1082: A
1083: E
1084: E
1085: B
1086: B
1087: A
1088: B
1089: E
1090: D
1091: C
1092: C
1093: E
1094: B
1095: D
1096: A
1097: C
1098: B
1099: D
1100: E