Questões de Concurso Comentadas para enfermeiro - psf

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Q1267624 Português

Leia o trecho abaixo para responder à questão.


No início ________ século, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro fizeram uma campanha de saúde pública em que se ofereciam 100 réis por cada rato levado ao incinerador público. _______ época, o lixo vivia espalhado por todo lado e esses animais proliferavam em abundância, transmitindo doenças à população.

Francisco Luiz Rodrigues e Vilma Maria Calvinatto. Lixo: de onde vem? Para onde vai? 1 ed. São Paulo: Moderna, 1997.

O texto acima deve ser considerado:
Alternativas
Q1267623 Português

Leia o trecho abaixo para responder à questão.


No início ________ século, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro fizeram uma campanha de saúde pública em que se ofereciam 100 réis por cada rato levado ao incinerador público. _______ época, o lixo vivia espalhado por todo lado e esses animais proliferavam em abundância, transmitindo doenças à população.

Francisco Luiz Rodrigues e Vilma Maria Calvinatto. Lixo: de onde vem? Para onde vai? 1 ed. São Paulo: Moderna, 1997.

A conjunção em destaque, no período do trecho: “Nessa época, o lixo vivia espalhado por todo lado e esses animais proliferavam em abundância...”, assume o mesmo valor de:
Alternativas
Q1267621 Português

Leia o trecho abaixo para responder à questão.


No início ________ século, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro fizeram uma campanha de saúde pública em que se ofereciam 100 réis por cada rato levado ao incinerador público. _______ época, o lixo vivia espalhado por todo lado e esses animais proliferavam em abundância, transmitindo doenças à população.

Francisco Luiz Rodrigues e Vilma Maria Calvinatto. Lixo: de onde vem? Para onde vai? 1 ed. São Paulo: Moderna, 1997.

As palavras que completam as lacunas da questão anterior são classificadas como:
Alternativas
Q1267620 Português

Leia o trecho abaixo para responder à questão.


No início ________ século, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro fizeram uma campanha de saúde pública em que se ofereciam 100 réis por cada rato levado ao incinerador público. _______ época, o lixo vivia espalhado por todo lado e esses animais proliferavam em abundância, transmitindo doenças à população.

Francisco Luiz Rodrigues e Vilma Maria Calvinatto. Lixo: de onde vem? Para onde vai? 1 ed. São Paulo: Moderna, 1997.

Assinale a alternativa que completa, respectivamente, as lacunas presentes no trecho acima:
Alternativas
Q1019308 Português

TEXTO 1

O "cidadão de bem", os Direitos Humanos e a opinião pública

É comum que a opinião pública adote, conforme o quadro social, determinados posicionamentos que predominam nos populares. Trata-se de uma uniformização de discursos, um consenso entre a maioria dos cidadãos sobre certo assunto. É evidente que o discurso não é sempre correto. O número de pessoas que fala a mesma coisa não é capaz de alterar o mundo dos fatos. Em outras palavras, quantidade não é qualidade.

No entanto, desde os primórdios, a intelectualidade gosta de nadar contra a maré. Dizer o contrário do que a maioria da população diz e acredita já deu causa a diversas descobertas, hoje consensos: antes de Galileu Galilei, a opinião pública acreditava que a Terra era plana; antes de Copérnico, era a Terra o centro do Universo. Isso não significa,todavia, que adotar posições antagônicas à opinião pública o tornará um descobridor, um visionário. Há muitas coisas em que a opinião pública está correta. [...]

Cada dia mais há publicações irônicas acerca do chamado "cidadão de bem", questionando a diferenciação desse com relação ao marginal. Há muito tempo o conceito de criminoso nato foi abandonado. Não há traços físicos de pessoas tendentes ao cometimento de delitos. Ademais, qualquer indivíduo está sujeito ao cometimento de práticas delituosas, uma vez que os dispositivos penais nem sempre refletem o sentimento coletivo ou mesmo individual do que é, de fato, uma grave transgressão.

Não se pode desconsiderar, todavia, que a prática criminosa reiterada deriva de desvios de conduta decorrentes de uma formação moral frágil, ou da simples ausência dela. Em uma sociedade, há quem não tenha coragem de subtrair um alfinete, enquanto outros estão dispostos a matar se for preciso ("necessidade" essa não tão latente quanto possa parecer).

João trabalha há 30 anos em uma empresa de vigilância. Exerce uma carga horária de 8 horas, de segunda a sexta-feira, com uma remuneração um pouco superior a 1 salário mínimo e meio. Já foi assaltado 12 vezes e teve um filho morto em um assalto a mão armada. Pedro, por sua vez, não exerce função remunerada regular. Tem extensa ficha criminal, sobrevive com pequenos bicos e roubos a mão armada. Um deles sai à noite do trabalho temendo os altos índices de violência na cidade em que mora; o outro, é grande colaborador para os índices apontados. É fácil perceber que a arma nas mãos de um deles seria um exclusivo meio de defesa, para o outro, um objeto para práticas delituosas.

O disposto a cometer crimes, provavelmente, não se importará de transgredir outra lei penal: adquirirá ilegalmente uma arma também. Mas quem gostaria de tê-la como meio de defesa respeita as normas impostas pelo Estado e fica à mercê da criminalidade e da ineficaz segurança pública. Entre João e Pedro não é difícil visualizar qual é considerado "cidadão de bem" e qual não é.

Se a opinião pública encabeça, atualmente, um movimento cada vez mais punitivista, é porque se cansou de ficar à deriva, entre um Estado que não o protege (e não o deixa se defender) e uma criminalidade que cresce de forma exponencial. Ainda assim, toda vez que João liga a televisão, ouve ONGs de Direitos Humanos afirmando que os presídios estão superlotados; que é preciso desencarcerar; que os apenados sofrem com a opressão do Estado; que prisão não resolve, porque não cumpre sua finalidade ressocializadora.

É evidente que o indivíduo vê-se exausto de "ver prosperar a desonra, de ver crescer a injustiça" e demoniza os Direitos Humanos. Não que os Direitos Humanos em si sejam algo negativo, mas as instituições que os representam atualmente têm deturpado as suas finalidades. Há que se reconhecer o benefício histórico do movimento, sobretudo quando, em tempos sombrios, o Estado se excedia em face do indivíduo. Mas é preciso ponderação.

Os indivíduos devem deixar de transgredir por princípios morais, mas também por temer as consequências de seus atos. Se a educação não resolveu, o desvio precisa ser coibido. É preciso prevenção, mas também repressão. Por isso,a teoria não pode, jamais, desconsiderar a prática. Atacar a opinião pública sem analisar a sua perspectiva é injusto com quem é compelido a seguir os padrões morais e legais impostos pela vida em sociedade. E talvez o "cidadão debem" não esteja tão errado assim...

Hyago de Souza Otto. Disponível em: https://hyagootto.jusbrasil.com.br/artigos/421032742/o-cidadao-de-bem-os-direitos-humanos-e-a-opiniao-publica?ref=topic_feed. Acesso em: 29/01/2019. Adaptado.

Releia o seguinte trecho do Texto 1: “O número de pessoas que fala a mesma coisa não é capaz de alterar o mundo dos fatos.”.

O segmento em destaque desempenha no enunciado uma função:

Alternativas
Q1019303 Português

TEXTO 1

O "cidadão de bem", os Direitos Humanos e a opinião pública

É comum que a opinião pública adote, conforme o quadro social, determinados posicionamentos que predominam nos populares. Trata-se de uma uniformização de discursos, um consenso entre a maioria dos cidadãos sobre certo assunto. É evidente que o discurso não é sempre correto. O número de pessoas que fala a mesma coisa não é capaz de alterar o mundo dos fatos. Em outras palavras, quantidade não é qualidade.

No entanto, desde os primórdios, a intelectualidade gosta de nadar contra a maré. Dizer o contrário do que a maioria da população diz e acredita já deu causa a diversas descobertas, hoje consensos: antes de Galileu Galilei, a opinião pública acreditava que a Terra era plana; antes de Copérnico, era a Terra o centro do Universo. Isso não significa,todavia, que adotar posições antagônicas à opinião pública o tornará um descobridor, um visionário. Há muitas coisas em que a opinião pública está correta. [...]

Cada dia mais há publicações irônicas acerca do chamado "cidadão de bem", questionando a diferenciação desse com relação ao marginal. Há muito tempo o conceito de criminoso nato foi abandonado. Não há traços físicos de pessoas tendentes ao cometimento de delitos. Ademais, qualquer indivíduo está sujeito ao cometimento de práticas delituosas, uma vez que os dispositivos penais nem sempre refletem o sentimento coletivo ou mesmo individual do que é, de fato, uma grave transgressão.

Não se pode desconsiderar, todavia, que a prática criminosa reiterada deriva de desvios de conduta decorrentes de uma formação moral frágil, ou da simples ausência dela. Em uma sociedade, há quem não tenha coragem de subtrair um alfinete, enquanto outros estão dispostos a matar se for preciso ("necessidade" essa não tão latente quanto possa parecer).

João trabalha há 30 anos em uma empresa de vigilância. Exerce uma carga horária de 8 horas, de segunda a sexta-feira, com uma remuneração um pouco superior a 1 salário mínimo e meio. Já foi assaltado 12 vezes e teve um filho morto em um assalto a mão armada. Pedro, por sua vez, não exerce função remunerada regular. Tem extensa ficha criminal, sobrevive com pequenos bicos e roubos a mão armada. Um deles sai à noite do trabalho temendo os altos índices de violência na cidade em que mora; o outro, é grande colaborador para os índices apontados. É fácil perceber que a arma nas mãos de um deles seria um exclusivo meio de defesa, para o outro, um objeto para práticas delituosas.

O disposto a cometer crimes, provavelmente, não se importará de transgredir outra lei penal: adquirirá ilegalmente uma arma também. Mas quem gostaria de tê-la como meio de defesa respeita as normas impostas pelo Estado e fica à mercê da criminalidade e da ineficaz segurança pública. Entre João e Pedro não é difícil visualizar qual é considerado "cidadão de bem" e qual não é.

Se a opinião pública encabeça, atualmente, um movimento cada vez mais punitivista, é porque se cansou de ficar à deriva, entre um Estado que não o protege (e não o deixa se defender) e uma criminalidade que cresce de forma exponencial. Ainda assim, toda vez que João liga a televisão, ouve ONGs de Direitos Humanos afirmando que os presídios estão superlotados; que é preciso desencarcerar; que os apenados sofrem com a opressão do Estado; que prisão não resolve, porque não cumpre sua finalidade ressocializadora.

É evidente que o indivíduo vê-se exausto de "ver prosperar a desonra, de ver crescer a injustiça" e demoniza os Direitos Humanos. Não que os Direitos Humanos em si sejam algo negativo, mas as instituições que os representam atualmente têm deturpado as suas finalidades. Há que se reconhecer o benefício histórico do movimento, sobretudo quando, em tempos sombrios, o Estado se excedia em face do indivíduo. Mas é preciso ponderação.

Os indivíduos devem deixar de transgredir por princípios morais, mas também por temer as consequências de seus atos. Se a educação não resolveu, o desvio precisa ser coibido. É preciso prevenção, mas também repressão. Por isso,a teoria não pode, jamais, desconsiderar a prática. Atacar a opinião pública sem analisar a sua perspectiva é injusto com quem é compelido a seguir os padrões morais e legais impostos pela vida em sociedade. E talvez o "cidadão debem" não esteja tão errado assim...

Hyago de Souza Otto. Disponível em: https://hyagootto.jusbrasil.com.br/artigos/421032742/o-cidadao-de-bem-os-direitos-humanos-e-a-opiniao-publica?ref=topic_feed. Acesso em: 29/01/2019. Adaptado.

Encontramos, no Texto 1, a defesa de que
Alternativas
Q991202 Português

Considere os destaques nos enunciados a seguir:


I- Depois que a chuva passou, um sol forte iluminou a cidade.

II- Nas eleições de 2018, o candidato X estava em primeiro lugar nas pesquisas eleitorais, mas o candidato Y, nas últimas pesquisas, passou o seu adversário e conquistou o primeiro lugar.

III- Por mais de duas décadas, um agente secreto americano passou informações militares para os russos.

IV- Com a reestruturação administrativa da empresa, o competente funcionário passou a diretor comercial.


Considerando-se as questões relacionadas à regência verbal, julgue cada uma das afirmações acerca dos enunciados e, em seguida, marque V para Verdadeiro e, F para Falso.

( ) Em todas as orações, o verbo passar tem o mesmo significado.

( ) Em I,passar significa “chegar ao fim” e é um verbo intransitivo.

( ) Em II, passar significa “superar” e é um verbo transitivo direto.

( ) Em III, passar significa “transmitir”, “transferir” e tem dois objetos: “segredos militares” (objeto direto) e “para os russos” (objeto indireto).

( ) Em II e IV, passar tem significados diferentes, mas têm a mesma transitividade.

( ) Em IV, passar significa “tornar-se, transformar-se em” e funciona como verbo de ligação, tendo como predicativo o termo “diretor comercial”.

O preenchimento CORRETO dos parênteses está na alternativa:

Alternativas
Q2715870 Enfermagem

É um dos indicadores de acesso aos serviços de atenção à saúde materna e infantil bastante utilizado na análise dos riscos de morte materna, fetal e infantil:

Alternativas
Q2715869 Enfermagem

A existência de um número tão grande de pessoas em situação de rua - PSR no Brasil é fruto do agravamento de questões sociais. Diversos fatores colaboraram para esse agravamento e, consequentemente, para o crescimento da quantidade de indivíduos nessa situação, entre eles: a rápida urbanização ocorrida no século 20, a migração para grandes cidades, a formação de grandes centros urbanos, a desigualdade social, a pobreza, o desemprego, o preconceito da sociedade com relação a esse grupo populacional e, muitas vezes, a ausência de políticas públicas. A porta de entrada da PSR no SUS se dá:

Alternativas
Q2715868 Enfermagem

As intervenções em saúde mental devem promover novas possibilidades de modificar e qualificar as condições e modos de vida, orientando-se pela produção de vida e de saúde e não se restringindo à cura de doenças. Sendo assim considera-se ações terapeuticas que podem ser realizadas por todos os profissionais da Atenção Básica, nos mais diversos dispositivos de cuidado:

Alternativas
Q2715866 Enfermagem

O envelhecimento da população é um fenômeno mundial que, nos anos mais recentes, ganha maior importância nos países em desenvolvimento. No Brasil, o crescimento da população idosa é cada vez mais relevante, tanto em termos absolutos quanto proporcionais. Conforme o Estatuto do Idoso:

Alternativas
Q2715865 Enfermagem

O perfil epidemiológico da população idosa brasileira é caracterizado pela tripla carga de doenças, com forte predomínio das condições crônicas, prevalência de elevada mortalidade e morbidade por condições agudas decorrentes de causas externas e agudizações de condições crônicas. Por tais características a política de saúde da pessoa idosa deve:

Alternativas
Q2715864 Enfermagem

Considera-se sinais de alarme na dengue o que está descrito no ítem:

Alternativas
Q2715863 Enfermagem

A fase aguda ou febril da chikungunya é caracterizada principalmente por febre de início súbito, e surgimento de intensa poliartralgia, geralmente acompanhada de dores nas costas, rash cutâneo, cefaleia e fadiga. Sobre a poliartalgia marque a única opção correta:

Alternativas
Q2715860 Enfermagem

A hanseníase é uma doença infecciosa crônica que tem grande importância para a saúde pública, em virtude da sua magnitude. É proveniente da infecção causada pela Mycobacterium leprae. Classifique como Verdadeiro ou Falso as seguintes proposições e depois assinale a ÚNICA opção correta:

( ) A hanseníase é uma doença infectocontagiosa de evolução lenta, transmitida pelo contato íntimo e prolongado com o doente sem tratamento, através das vias aéreas (respiração, espirro, tosse, fala).

( ) As principais manifestações clínicas da doença são aquelas relacionadas ao comprometimento neurológico periférico, que resulta em um grande potencial para provocar incapacidades físicas.

( ) Todas as formas clínicas da hanseníase são consideradas contagiantes e, portanto, passíveis de transmissão, quando o doente ainda não iniciou o tratamento.

( ) Para o tratamento da hanseníase, é recomendado o uso dos medicamentos rifampicina e dapsona para todos os pacientes durante seis meses.

( ) O bacilo da hanseníase apresenta alta infectividade e alta patogenicidade.

A ÚNICA opção correta é:

Alternativas
Q2715859 Enfermagem

A investigação epidemiológica para o diagnóstico precoce de Hanseníase tem como objetivo a descoberta de doentes e é feita por meio do atendimento da demanda espontânea, busca ativa de casos novos, Vigilância de contatos. Sobre a vigilância dos contatos marque a única opção correta:

Alternativas
Q2715858 Enfermagem

Quanto a Estratificação de Risco (ER) a pessoa com Diabetes Mellitus, leia as assertivas e coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso:

( ) É considerado baixo risco, pessoas com pré diabetes, pois tem maior risco para desenvolvimento do DM, aqueles com DM que apresentam controle glicêmico adequado (GJ = 130mg/dl + GPP = 180mg/dl + A1c = ̃́7%); não apresentam sinais/sintomas de hiperglicemia; apresentam níveis pressóricos ótimos ou normais; e não apresentam LOA ou CCA.

( ) Risco médio, são pessoas com controle glicêmico adequado dentro dos seguintes parâmetros: 140mg/dl < GJ = 150mg/dl + 180mg/dl < GPP = 200mg/dl + 7% < HbA1c ≅ 8%; não apresentam sinais/sintomas de hiperglicemia; níveis pressóricos limítrofes; e apresentam LOA ou CCA.

( ) Risco alto indivíduos com controle glicêmico inadequado dentro dos seguintes parâmetros: 150 < GJ < 200mgg /dl + 200mg/dl < GPP < 270mg/dl + 8% < 9 %; podem ou não apresentar sintomas de hiperglicemia; níveis pressóricos no estagio I ou II; apresentando ou não LOA; porém sem apresentar CCA.

( ) Risco muito alto são pessoas com controle glicêmico inadequado acima dos seguintes parâmetros: GJ = 200mg/dl + GPP = 270mg/dl + HbA1c = 9%; com níveis pressóricos no estágio I ou II com LOA e CCA, assim todos que apresentam níveis pressóricos no estagio III, independe de terem ou não LOA ou CCA.

Marque a sequência correta:

Alternativas
Q2715857 Enfermagem

Conforme o Projeto Qualifica APSUS Ceará (2015), a estratificação da população por riscos é um elemento fundamental no modelo de atenção às condições crônicas (MACC) ao dividir uma população total em diferentes tipos de subpopulações, segundo os riscos singulares.

Quanto a Estratificação de risco cardiovascular global e classificação da PA, Uma pessoa de 52 anos, filha de pais hipertensos e diabéticos, procura a unidade de saúde e após avaliação do profissional de saúde apresenta PA 160X100mmHg, não apresenta lesões em órgãos alvo (LOA), nega condições clínicas associadas (CCA) como DM e outras doenças. Conforme a situação, esta pessoa apresenta:

Alternativas
Q2715856 Enfermagem

As ações de prevenção contra violências deverão estar incorporadas em todos os programas, planos e projetos de atenção, de cuidado e de proteção da criança, lembrando que estas extrapolam as políticas de saúde. Sobre este tema leia e analise as assertivas e depois marque a única opção correta:

I. A violência na infância afeta a saúde física e mental da criança, sua abordagem requer o desenvolvimento de metodologias que reconheçam a singularidade de cada caso, mesmo sabendo que não há comprometimento em seu crescimento e desenvolvimento.

II. Os casos de suspeita ou de confirmação de violência contra crianças são de notificação obrigatória por parte dos profissionais de saúde, de educação e de assistência social, devendo os mesmos serem comunicados ao Conselho Tutelar.

III. Por causarem danos físicos e emocionais, quanto mais precoce for a identificação da violência maior é a possibilidade de prevenir as consequências e as sequelas, além de diminuir os custos biopsicossociais e econômicos associados a elas.

IV. É recomendável que a abordagem da violência seja feita após a avaliação nutricional, sendo investigada sua possibilidade em todas as crianças de 2 meses a 5 anos de idade que sejam atendidas por qualquer causa.

Alternativas
Q2715855 Enfermagem

A Estratégia de Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância (Aidpi Criança) tem por objetivo diminuir a morbidade e a mortalidade de crianças entre 2 meses a 5 anos de idade, por meio da melhoria da qualidade da atenção prestada à criança por profissionais de saúde, em especial na Atenção Básica à Saúde. Conforme a estratégia AIDIPI criança, analise a situação e marque a única opção correta:

Maria Clara tem 4 meses, pesa 6 kg e apresenta temperatura de 39ºC. Sua mãe levou-o à unidade de saúde porque tinha tosse e febre. Essa é sua primeira consulta por esse problema. O profissional de saúde verificou que Maria Clara não apresentava os sinais gerais de perigo (consegue beber, não está vomitando, não teve convulsões e não está letárgico nem inconsciente, não apresenta tempo de enchimento capilar > 2 segundos). A mãe de Maria Clara, informa que ela está tossindo há três dias.

O profissional de saúde avaliou que a criança não apresenta sibilância, nem tiragem subcostal e, após contar o número de respirações da criança em 1 minuto, observou que apresentava 70 rpm.

Conforme a situação o profissional classificou Maria Clara como:

Alternativas
Respostas
281: D
282: A
283: B
284: C
285: D
286: B
287: E
288: D
289: A
290: B
291: B
292: C
293: C
294: B
295: C
296: A
297: B
298: B
299: A
300: C