Questões de Concurso Comentadas para bibliotecário

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Ano: 2013 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Pinhais - PR
Q1198708 Biblioteconomia
Relacione as colunas conforme as normas da ABNT e, em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.
1. NBR 6021 2 NBR 6022 3. NBR 6023 4. NBR 6033 5. NBR 10520 6. NBR 6029
( ) Apresentação de periódicos.
( ) Apresentação de livros.
( ) Informação e documentação – Referências – Elaboração.
( ) Ordem alfabética.
( ) Apresentação de artigos em publicações periódicas.
( ) Informação e documentação – Citações e documentos – Apresentação.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FURB Órgão: FURB - SC
Q1198492 Biblioteconomia
A publicação seriada é aquela que utiliza qualquer tipo de suporte, editado em partes sucessivas com designações numéricas ou cronológicas e destinado a ser continuada indefinidamente. Analise os exemplos a seguir dessas publicações e assinale, com V, as que são exemplos de periódicos e, com F, as que não são: 
(  ) Jornais e relatórios. (  ) Revistas e memórias. (  ) Anuários e revistas. (  ) Atas e Livros. (  ) Comunicações de sociedades. 
Assinale a sequência correta:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR
Q1194468 Biblioteconomia
Qual é a norma ISO que descreve uma estrutura generalizada, estrutura projetada especialmente para a comunicação entre sistemas de processamento de dados e que é um formato para intercâmbio de informação bibliográfica?
Alternativas
Q1188906 Legislação Estadual
A Política de Meio Ambiente do Estado do Pará estabelece que o potencial genético do Estado é composto pelos(as) 
Alternativas
Ano: 2013 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR
Q1188254 Biblioteconomia
 As fontes de informação são geralmente classificadas como primárias, secundárias e terciárias. Assinale a alternativa que apresenta somente fontes primárias.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR
Q1188229 Biblioteconomia
Um dos indicadores usados para a avaliação de fontes de informação na internet é a Arquitetura da Informação. Sobre o tema, considere os seguintes critérios de análise:
1. Organização – as informações devem estar apresentadas em categorias adequadas, que reúnem as similares, com possibilidade de inserção de novos itens.

2. Usabilidade – recursos utilizados para aprimorar e facilitar ao usuário a consulta ou uso efetivo da informação.

3. Acessibilidade – possibilidade de um produto informacional atingir o maior número de usuários, atendendo preferências e necessidades de informação.

4.Preço – importância cobrada pela editora pelo acesso à fonte de informação, em relação ao índice de usabilidade e acessibilidade apresentados.

Os critérios de análise pertinentes a esse indicador são:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR
Q1186925 Biblioteconomia
A Câmara Brasileira do Livro (CBL) é um dos órgãos responsáveis pela Catalogação na Publicação no Brasil. De acordo com o regulamento da CBL para a prestação desse serviço, considere as seguintes afirmativas:
1. Todos os livros publicados no Brasil devem conter a Catalogação na Publicação, de acordo com o padrão internacional estabelecido em 1986 (Cataloging in Publication – CIP) e com o artigo 2º do Capítulo 1º da “Lei do Livro e das Bibliotecas”.

2. A Catalogação na Publicação reúne num único lugar, geralmente no verso da página de rosto, dados pertinentes à obra, como nome do autor, editora, ano de publicação, ISBN e assunto.

3. A CIP auxilia as bibliotecas na seleção e compra de livros.

4.Por questões de segurança, o processo de produção da Ficha Catalográfica pela CBL é feito manualmente, e a ficha é enviada pelo correio em até cinco dias úteis.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR
Q1186041 Administração Pública
Acerca da estabilidade do servidor público, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1184157 Biblioteconomia
A segunda metade do século XX tem sido considerada como um período marcante de transformações. Nesse período, surge, no Brasil, uma biblioteca digital, desenvolvida em multimídia e que apoia a educação brasileira. Essa instituição identifica-se como
Alternativas
Ano: 2013 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1184021 Biblioteconomia
No Brasil, o acesso livre à informação científica tem gerado discussões e manifestações favoráveis à implantação e à gestão de repositórios institucionais. Desse modo, o Manifesto brasileiro de apoio ao acesso livre à informação científica foi lançado pelo (a)
Alternativas
Ano: 2013 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1183998 Biblioteconomia
As Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) têm possibilitado a reorganização de informações técnico-científicas. Na esfera acadêmica, emerge uma fonte de informação científica que se constitui de gêneros textuais acadêmicos, em níveis de pós-graduação, reconhecida como
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Pinhais - PR
Q1183730 Turismo
Foz do Iguaçu, localizada no Estado do Paraná, sediou um evento em Maio de 2013 que reuniu atletas de diferentes partes do Mundo. A corrida, que integra a Liga de Ouro de corridas de rua do Brasil, ocorreu em um percurso esculpido pela natureza, as Cataratas do Iguaçu, uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza. Qual é o nome desse evento?
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FURB Órgão: FURB - SC
Q1181578 Biblioteconomia
Como é chamado um documento que contém textos, sons, imagens e vídeos e que utiliza ligações hipertexto para permitir que os usuários saltem de um texto para outro documento ou mude de documento? 
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Pinhais - PR
Q1181423 Português
Degraus da ilusão
Lya Luft
1.§ Fala-se muito na ascensão das classes menos favorecidas, formando uma “nova classe média”, realizada por degraus que levam a outro patamar social e econômico (cultural, não ouço falar). Em teoria, seria um grande passo para reduzir a catastrófica desigualdade que aqui reina.
2.§ Porém receio que, do modo como está se realizando, seja uma ilusão que pode acabar em sérios problemas para quem mereceria coisa melhor. Todos desejam uma vida digna para os despossuídos, boa escolaridade para os iletrados, serviços públicos ótimos para a população inteira, isto é, em educação, saúde, transporte, energia elétrica, segurança, água, e tudo de que precisam cidadãos decentes. 
3.§ Porém, o que vejo são multidões consumindo, estimuladas a consumir como se isso constituísse um bem em si e promovesse real crescimento do país. Compramos com os juros mais altos do mundo, pagamos os impostos mais altos do mundo e temos os serviços (saúde, comunicação, energia, transportes e outros) entre os piores do mundo. Mas palavras de ordem nos impelem a comprar, autoridades nos pedem para consumir, somos convocados a adquirir o supérfluo, até o danoso, como botar mais carros em nossas ruas atravancadas ou em nossas péssimas estradas.
4.§ Além disso, a inadimplência cresce de maneira preocupante, levando famílias que compraram seu carrinho a não ter como pagar a gasolina para tirar seu novo tesouro do pátio no fim de semana. Tesouro esse que logo vão perder, pois há meses não conseguem pagar as prestações, que ainda se estendem por anos.
5.§ Estamos enforcados em dívidas impagáveis, mas nos convidam a gastar ainda mais, de maneira impiedosa, até cruel. Em lugar de instruírem, esclarecerem, formarem uma opinião sensata e positiva, tomam novas medidas para que esse consumo insensato continue crescendo – e, como somos alienados e pouco informados, tocamos a comprar.
6.§ Sou de uma classe média em que a gente crescia com quatro ensinamentos básicos: ter seu diploma, ter sua casinha, ter sua poupança e trabalhar firme para manter e, quem sabe, expandir isso. Para garantir uma velhice independente de ajuda de filhos ou de estranhos; para deixar aos filhos algo com que pudessem começar a própria vida com dignidade.
7.§ Tais ensinamentos parecem abolidos, ultrapassadas a prudência e a cautela, pouco estimulados o desejo de crescimento firme e a construção de uma vida mais segura. Pois tudo é uma construção: a vida pessoal, a profissão, os ganhos, as relações de amor e amizade, a família, a velhice (naturalmente tudo isso sujeito a fatalidades como doença e outras, que ninguém controla). Mas, mesmo em tempos de fatalidade, ter um pouco de economia, ter uma casinha, ter um diploma, ter objetivos certamente ajuda a enfrentar seja o que for. Podemos ser derrotados, mas não estaremos jogados na cova dos leões do destino, totalmente desarmados.
8.§ Somos uma sociedade alçada na maré do consumo compulsivo, interessada em “aproveitar a vida”, seja o que isso for, e em adquirir mais e mais coisas, mesmo que inúteis, quando deveríamos estar cuidando, com muito afinco e seriedade, de melhores escolas e universidades, tecnologia mais avançada, transportes muito mais eficientes, saúde excelente, e verdadeiro crescimento do país. Mas corremos atrás de tanta conversa vã, não protegidos, mas embaixo de peneiras com grandes furos, que só um cego ou um grande tolo não vê.
9.§ A mais forte raiz de tantos dos nossos males é a falta de informação e orientação, isto é, de educação. E o melhor remédio é investir fortemente, abundantemente, decididamente, em educação: impossível repetir isso em demasia. Mas não vejo isso como nossa prioridade.
10.§ Fosse o contrário, estaríamos atentos aos nossos gastos e aquisições, mais interessados num crescimento real e sensato do que em itens desnecessários em tempos de crise. Isso não é subir de classe social: é saracotear diante de uma perigosa ladeira. Não tenho ilusão de que algo mude, mas deixo aqui meu quase solitário (e antiquado) protesto.
Revista Veja, de 06 de junho de 2012.
A expressão que NÃO foi empregada em sentido figurado é
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Pinhais - PR
Q1181418 Português
Degraus da ilusão
Lya Luft
1.§ Fala-se muito na ascensão das classes menos favorecidas, formando uma “nova classe média”, realizada por degraus que levam a outro patamar social e econômico (cultural, não ouço falar). Em teoria, seria um grande passo para reduzir a catastrófica desigualdade que aqui reina.
2.§ Porém receio que, do modo como está se realizando, seja uma ilusão que pode acabar em sérios problemas para quem mereceria coisa melhor. Todos desejam uma vida digna para os despossuídos, boa escolaridade para os iletrados, serviços públicos ótimos para a população inteira, isto é, em educação, saúde, transporte, energia elétrica, segurança, água, e tudo de que precisam cidadãos decentes. 
3.§ Porém, o que vejo são multidões consumindo, estimuladas a consumir como se isso constituísse um bem em si e promovesse real crescimento do país. Compramos com os juros mais altos do mundo, pagamos os impostos mais altos do mundo e temos os serviços (saúde, comunicação, energia, transportes e outros) entre os piores do mundo. Mas palavras de ordem nos impelem a comprar, autoridades nos pedem para consumir, somos convocados a adquirir o supérfluo, até o danoso, como botar mais carros em nossas ruas atravancadas ou em nossas péssimas estradas.
4.§ Além disso, a inadimplência cresce de maneira preocupante, levando famílias que compraram seu carrinho a não ter como pagar a gasolina para tirar seu novo tesouro do pátio no fim de semana. Tesouro esse que logo vão perder, pois há meses não conseguem pagar as prestações, que ainda se estendem por anos.
5.§ Estamos enforcados em dívidas impagáveis, mas nos convidam a gastar ainda mais, de maneira impiedosa, até cruel. Em lugar de instruírem, esclarecerem, formarem uma opinião sensata e positiva, tomam novas medidas para que esse consumo insensato continue crescendo – e, como somos alienados e pouco informados, tocamos a comprar.
6.§ Sou de uma classe média em que a gente crescia com quatro ensinamentos básicos: ter seu diploma, ter sua casinha, ter sua poupança e trabalhar firme para manter e, quem sabe, expandir isso. Para garantir uma velhice independente de ajuda de filhos ou de estranhos; para deixar aos filhos algo com que pudessem começar a própria vida com dignidade.
7.§ Tais ensinamentos parecem abolidos, ultrapassadas a prudência e a cautela, pouco estimulados o desejo de crescimento firme e a construção de uma vida mais segura. Pois tudo é uma construção: a vida pessoal, a profissão, os ganhos, as relações de amor e amizade, a família, a velhice (naturalmente tudo isso sujeito a fatalidades como doença e outras, que ninguém controla). Mas, mesmo em tempos de fatalidade, ter um pouco de economia, ter uma casinha, ter um diploma, ter objetivos certamente ajuda a enfrentar seja o que for. Podemos ser derrotados, mas não estaremos jogados na cova dos leões do destino, totalmente desarmados.
8.§ Somos uma sociedade alçada na maré do consumo compulsivo, interessada em “aproveitar a vida”, seja o que isso for, e em adquirir mais e mais coisas, mesmo que inúteis, quando deveríamos estar cuidando, com muito afinco e seriedade, de melhores escolas e universidades, tecnologia mais avançada, transportes muito mais eficientes, saúde excelente, e verdadeiro crescimento do país. Mas corremos atrás de tanta conversa vã, não protegidos, mas embaixo de peneiras com grandes furos, que só um cego ou um grande tolo não vê.
9.§ A mais forte raiz de tantos dos nossos males é a falta de informação e orientação, isto é, de educação. E o melhor remédio é investir fortemente, abundantemente, decididamente, em educação: impossível repetir isso em demasia. Mas não vejo isso como nossa prioridade.
10.§ Fosse o contrário, estaríamos atentos aos nossos gastos e aquisições, mais interessados num crescimento real e sensato do que em itens desnecessários em tempos de crise. Isso não é subir de classe social: é saracotear diante de uma perigosa ladeira. Não tenho ilusão de que algo mude, mas deixo aqui meu quase solitário (e antiquado) protesto.
Revista Veja, de 06 de junho de 2012.
A sequência verbal que NÃO constitui um exemplo de locução verbal é
Alternativas
Q1008120 Biblioteconomia
As recomendações relacionadas à temática sobre aspectos políticos para a indexação na catalogação em bibliotecas universitárias brasileiras vêm sendo consideradas no âmbito de um grupo de pesquisadores que se aprofundam em estudos sobre catálogos em redes de bibliotecas universitárias (FUJITA, 2009). Uma das alternativas seguintes NÃO corresponde ao pensamento desse grupo de pesquisadores:
Alternativas
Q1008119 Biblioteconomia
As etapas consideradas no processo de análise de assunto são representadas pela leitura e posterior segmentação do texto em unidades que sintetizam o conteúdo dos documentos. Referindo-se a essas etapas, Wanderley (apud DODEBEI, 2002, p. 45) usou uma expressão equivalente. Assinale a alternativa correta, correspondente ao enunciado:
Alternativas
Q1008118 Biblioteconomia
Mantém forte relação com as AACR2, mas delas difere em muito, devido a três características: baseia-se numa estrutura teórica, foi projetada para ambiente digital e o seu escopo é mais abrangente do que o das AACR2. Trata-se de uma Norma projetada para focar a atenção no usuário nas tarefas que ele executa no processo de descobrimento de recursos. A finalidade de registrar dados é apoiar a tarefa do usuário (OLIVER, 2010, p. 1). De acordo com a questão enunciada assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1008117 Biblioteconomia
“Sabemos que os princípios permanecerão, mesmo que os nomes, os códigos, os úmeros das regras se modifiquem” (MEY; SILVEIRA, 2009, p. viii). Nesse recorte, as autoras citadas apresentam a obra intitulada catalogação no plural. Suscitam ponderações sobre um fato: os catalogadores mais do que em outras épocas encontram-se diante de cenário profissional mutante, “pois o minuto que vem trará certamente outras novas, outros ares, outras obras”. Sob essa ótica do novo, assinale a alternativa NÃO correspondente às tarefas (ou funções) de bibliografias nacionais e catálogos de bibliotecas, identificadas pelo modelo FRBR nas abordagens centradas no usuário:
Alternativas
Q1008116 Biblioteconomia
Denominação atribuída a um dos conceitos fundamentais da teoria da classificação que se refere à qualidade ou atributo escolhido para servir de base à classificação ou à divisão (PIEDADE, 1983). Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
17061: A
17062: B
17063: B
17064: A
17065: A
17066: C
17067: B
17068: C
17069: C
17070: A
17071: D
17072: D
17073: B
17074: C
17075: D
17076: D
17077: A
17078: E
17079: B
17080: D