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1 “Reedição da marcha com Deus, manifiestações racistas e homofóbicas, justiça com
2 as próprias mãos, pedidos de volta da ditadura. A extrema direita volta a mostrar a
3 cara. Quem abre o Facebook ou participa de grupos de discussão na Internet já se
4 deparou com o samba do direitista maluco. Aqueles que (1) têm estômago fraco
5 pulem as (2) próximas linhas até o final deste parágrafo porque (3) contêm
6 exemplos explícitos do que se anda escrevendo por aí: ‘Sociedade quer que os
7 militares voltem a governar o Brasil.’ ‘Governo é cúmplice do terrorismo internacional.
8 Forças Armadas são nossa última esperança.’ (...) ‘Contra a doutrinação gay nas
9 cartilhas e na TV.’ (...).”
Quanto aos termos numerados entre parênteses e sublinhados em destaque no texto, é correto afirmar que:
“O morro do Vidigal é um clássico do Rio de Janeiro. A vista dá para Ipanema e a favela é pequena e relativamente segura. Há pousadas com diárias de até 200 reais por dia por pessoa. Nos últimos anos, festas bacanas passaram a atrair um público rico e descolado. Um hotel de luxo está sendo erguido. Aos poucos, casas de um padrão mais alto estão sendo construídas. Artistas plásticos e gringos compraram imóveis ali. Os moradores recebem propostas atraentes e se mudam. Não são propostas milionárias. Apenas o suficiente para se transferirem para um lugar mais longe e um pouco — pouco — melhor. Os novos habitantes, aos poucos, impõem uma nova rotina e uma nova cara.
O que ocorre com o Vidigal é um processo de “gentrificação”, uma palavra horrenda, anglicismo não dicionarizado que deriva de “gentry” (o que é “de origem nobre”). Foi usada pela primeira vez para definir a mudança na paisagem urbana de San Francisco e de Toronto. E será cada vez mais ouvida.”
Fragmento do texto O que é ‘gentrifcação’ e por que ela está gerando tanto barulho no Brasil
http://www.diariodocentrodomundo.com.br
Ao que tudo indica, o novo fenômeno urbano e sua designação, com o vocábulo gentrificação, vieram para fcar. Quanto à classe gramatical da nova palavra, é correto afirmar que se trata de um:

Fonte: contramachismo.wordpress.com
2014, como se pode ver, está sendo um ano pleno de acontecimentos e significados que não apenas nos remetem ao passado histórico como também, por isso mesmo, nos inquietam quanto ao presente e nos inspiram para melhorar o tempo futuro. Um desses eventos foi a celebração, em 25 de abril, dos 40 anos da Revolução dos Cravos, que pôs fim a décadas de ditadura e obscurantismo e restabeleceu as condições para uma vida democrática em Portugal.
O texto abaixo é a letra da primeira versão da música Tanto Mar, que Chico Buarque compôs, em 1974, para homenagear o povo português por sua conquista. Censurada pela ditadura brasileira, esta versão foi editada apenas em Portugal, em 1975. Leia-a, com atenção, e responda à questão.
“TANTO MAR
Sei que estás em festa, pá / Fico contente / E enquanto estou ausente / (1) Guarda um cravo para mim Eu queria estar na festa, pá / Com a tua gente / E (2) colher pessoalmente / Uma for do teu jardim Sei que há léguas a nos separar / Tanto mar, tanto mar / Sei também quanto é / preciso, pá / Navegar, navegar Lá faz primavera, pá / Cá estou doente / (3) Manda urgentemente / Algum cheirinho de alecrim"
Quanto à regência, os verbos numerados e sublinhados no texto são, respectivamente:

“(...) O comandante olhou Fermina Daza e viu em suas pestanas (1) os primeiros lampejos de um orvalho de inverno. Depois olhou Florentino Ariza, seu domínio invencível, seu amor impávido, e se assustou com a suspeita tardia de que é a vida, mais que a morte, a que não tem limites.
– E até quando acredita o senhor que podemos continuar neste ir e vir do caralho? – perguntou.
Florentino Ariza tinha a resposta preparada havia cinquenta e três anos, sete meses e onze dias com as respectivas noites.
– Toda a vida – disse."
A expressão (1), destacada no trecho, mostra uma bela “figura de linguagem" utilizada por García Márquez. Assinale, dentre as alternativas adiante, aquela que a nomeia corretamente.
O texto adiante relaciona trechos de matéria publicada em 14 de abril de 2014 no Portal Brasil, página eletrônica de comunicação do governo federal, e apresenta diversos defeitos e incorreções. Leia-o, atentamente, e responda à questão proposta.
“Nove a cada dez jovens acreditam que é possível mudar o mundo”
“Segundo o Censo 2010, último censo do Instituto Brasileiro de Geografa e Estatística (IBGE), os jovens ocupam, hoje, um quarto da população do País. (...) Um levantamento feito entre abril e maio de 2013, pela Secretaria Nacional da Juventude (SNJ) da Secretaria Geral da Presidência da República, para analisar o perfil dos jovens brasileiros, detalha um pouco mais essa porcentagem. (...).
Entre os assuntos que os jovens consideram mais importantes para serem discutidos pela sociedade estão a desigualdade social e pobreza, para 40%, e drogas e violência, para 38% dos jovens que participaram da pesquisa da Secretaria Nacional da Juventude. Em seguida vêm política (33%), cidadania e direitos humanos (32%), educação e futuro profissional (25%), racismo (25%) e meio-ambiente e desenvolvimento sustentável (24%). E por fim, o que os jovens avaliam como mais positivo no Brasil é, em primeiro lugar, a possibilidade de estudar (63%) e em segundo lugar, a liberdade de expressão. Apenas 4% dos jovens declaram que não há nada de positivo no País.
Podendo aí se subentender uma característica de sonhador e batalhador do jovem brasileiro, (1) o estudo da SNJ mostra também que é muito clara para eles a percepção sobre a capacidade da juventude de mudar o mundo. Cerca de nove em cada dez dos entrevistados responderam que os jovens podem mudar o mundo, sendo que para 7, eles podem mudá-lo e muito.”
Fonte: Portal Brasil, com informações do Instituto Brasileiro de Geografa e Estatística, da Secretaria Nacional da Juventude e do Ministério do Trabalho e Emprego
Enquanto a União Metropolitana de Estudantes (UME) preparava um plebiscito nacional sobre a Lei Suplicy de Lacerda, que interveio na livre organização estudantil; “Castelo Branco1 recebia uma estrondosa vaia, na presença do corpo (1) diplomático, na aula inaugural da Universidade do Brasil, em março de 1965, na Escola Nacional de Arquitetura, na Ilha do Fundão. Cinco dos estudantes que vaiaram o chefe do governo foram presos pela Polícia do (2) Exército (...) O Conselho Universitário aprovou (...) a suspensão de 30 dias, recomendada para os estudantes pela comissão especial incumbida de apurar as origens da vaia a Castelo Branco.”
1 O general Humberto de Alencar Castelo Branco foi o primeiro ditador empossado na Presidência da República em consequência do golpe civil-militar que, em 1° de abril de 1964, depôs o presidente constitucional João Goulart.
Quanto às palavras (1) e (2) sublinhadas no texto podemos afirmar que:
1. Auxiliar comum de lugar
2. Auxiliar comum de língua
3. Auxiliar comum de forma
4. Auxiliar comum de tempo
5. Auxiliar comum de grupos humanos, etnias e nacionalidade
( ) Tabela 1c
( ) Tabela 1f
( ) Tabela 1e
( ) Tabela 1d
( ) Tabela 1g
( ) + (sinal de mais).
( ) / (sinal de barra oblíqua).
( ) : (sinal de dois pontos).
( ) :: (sinal de dois pontos duplos).
( ) [] (sinal de parênteses retos).
( ) * (sinal de asterisco).
( ) A/Z Especifcação alfabética (A/Z).
1. Tabela 1a
2. Tabela 1b
3. Tabela 1h
( ) O sumário deve ser localizado como último elemento pré-textual.
( ) Enumerar as principais divisões, seções e outras partes de um documento, na mesma ordem em que a matéria nele se sucede.
( ) Não são empregados algarismos arábicos na numeração.
( ) O indicativo da seção deve ser alinhado na margem direita, precedendo o título, dele separado por um espaço.
( ) Os elementos pré-textuais não podem constar no sumário.
1. Ibiden
2. sic
3. iden
4. op cit
5. apud
( ) Mesmo autor
( ) Citado por
( ) Na mesma obra
( ) Assim
( ) Obra citada
Identificada a autoria da obra, a regra é seguir a forma usada no idioma do nome do autor, existindo situações especiais, dependendo da língua, ou mesmo do nome adotado pelo autor. Assinale a alternativa INCORRETA de autoria.
Bibliografa brasileira de direito [recurso eletrônico]. – 1980/2001- . – Dados eletrônicos. – Brasília : Senado Federal, Subsecretaria de Biblioteca, 2002- (Senado Federal, Secretaria Especial de Editoração e Publicação) CD-ROM ; 4 ¾ pol. + 1 folheto Anual (edições retrospectivas acumuladas). Sistema requerido: Microcomputador 486 (ou superior), unidade leitora de CD-ROM, monitor SVGA-256 cores; Windows 95 (ou superior): 8MB RAM; Windows NT Workstation 3.51 (ou superior): 12MB RAM; espaço em disco: aproximado 20MB. Título da etiqueta. Reprodução e continuação da publicação impressa (1980/1981-1998), suspensa. Primeira edição em CD- ROM: Edição comemorativa de milênio, 1980/2001, abril 2002. Índices de autores, títulos e assuntos. Disponível também: < http://www.senado.gov.br/ livrosdo.htm > I. Brasil. Congresso. Senado Federal. Subsecretaria de Biblioteca.
Assinale alternativa correta dos campos MARC 21 presente.
Stengel, Richard. “Você é o máximo!” : a história do puxa-saquismo / Richard Stengel. – Rio de Janeiro: Ed. Campus, c2001. 277 p. ; 23 cm. Tradução de: “You’re too kind: a brief history of fattery”. Tradutor: Feitosa Rosas. ISBN 85-352-0737-6.
Como fica a entrada por título, analisando MARC 21 e AACR2? Analise as informações e assinale a alternativa correta.
Villa-Lobos, Heitor, 1887-1959. [Francette ficou triste. Francês] Francette est triste – [música] = Francette ficou triste / H. Villa-Lobos. – Paris : M. Eschig, 1954, c1929. 1 partitura (2 p.) ; 31 cm. – (Francette & Piá ; 7) Título da página de rosto em lista, em francês, português, inglês e alemão. “Histoire d’un petit indien qui est venu en France et a connu une petite flle française = História de um indiozinho que veio à França e conheceu uma menina francesa.” “Cours d’Enfants de Madame Marguerite Long.” Max Eschig : 2283
I. Cours d’enfants de Madame Marguerite Long. II. Título. III. Título: Francette ficou triste. IV. Série. Quais campos MARC colocamos as informações de: número de editor, DGM, nota de idioma? Analise as informações acima e assinale a alternativa correta.
Reestruturação do espaço urbano e regional no Brasil / organizadoras, Lena Lavinas, Liana Maria da Frota Carleial, Maria Regina Nabuco ; autores, Cassio Frederico Camargo Rolim ... [et al.]. – São Paulo : HUCITEC, 1993. 205 p. ; 23 cm. – (Geografa : teoria e realidade ; 19) Co-edição com a ANPUR- Associação Nacional de Pós-Graduação em Planejamento Urbano e Regional. Apoio FINEP. ISBN 85-271-0221-8.
Quais os campos MARC aparecem nas informações dadas? Analise as informações e assinale a alternativa correta.
I. Construção da informação (crescimento da informação; atores da construção; as instituições).
II. Comunicação da informação (as práticas da comunicação; os processos de comunicação).
III. Uso da informação (necessidade de informação; interação informacional; uso da informação e dos sistemas; usabilidade da informação e das técnicas).
IV. Infometria (medida da atividade de informação; métodos infométricos).