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Com relação à avaliação dos serviços de informação no que se refere à busca em bases de dados, sejam elas impressas ou eletrônicas, é possível identificar algumas deficiência segundo os coeficientes de revocação e precisão.
Assinale a alternativa que não apresenta uma causa de deficiências de revocação.
Atividade realizada nas bibliotecas, nos sistemas de informação e de recuperação da informação, cuja função é descrever os documentos tanto do ponto de vista físico como temático, resultando na produção de representações documentais. Não é uma atividade isolada. Pode variar o nível de detalhamento dependendo do tipo de biblioteca / SRI e pode ser manual ou informatizada.
Essa atividade trata-se de:
Considerando que a Classificação Decimal Universal (CDU) possui dois tipos de tabelas de classificação, as tabelas principais ou sistemáticas e as tabelas auxiliares que completam as principais utilizando sinais auxiliares comuns e auxiliares especiais, relacione a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando cada sinal a seu referente grupo.
COLUNA I
1. Auxiliares comuns
2. Auxiliares especiais
COLUNA II
( ) Séries de apóstrofos – sua função é principalmente sintética ou interativa e não partitiva ou analítica.
( ) De relação – são auxiliares de coordenação ou adição e indicam relacionamento entre dois ou mais números principais.
( ) Independentes – auxiliares de língua, forma, lugar, raça e tempo.
( ) Analíticas de traço – indicam detalhes do número principal.
( ) Analíticas de ponto – indicam conjuntos e subconjuntos de conceitos.
Assinale a sequência CORRETA.
Com relação aos sistemas de classificação, é correto afirmar:
Trata-se de um conjunto de símbolos destinados a representar os termos da classificação, traduzindo em linguagem codificada o assunto dos documentos e indicando sua localização nas estantes, nos catálogos e nas tabelas de classificação.
Essa definição refere-se a:
No processo de catalogação, quanto a escolha de pontos de acesso conforme a regra 21.1C1 [AACR2, 2002], a entrada de uma obra é feita por título principal ou pelo título uniforme, quando couber, EXCETO, se:
De acordo com o sistema de pontuação utilizado para descrição de um item na catalogação, constante da regra 1.0C e 1.0C1 [AACR2, 2002], analise as afirmativas a seguir.
I. A pontuação precede, separa e identifica áreas e elementos da descrição.
II. A vírgula é usada como na escrita comum, sem espaço antes e com espaço depois.
III. Para elementos adjacentes dentro de uma mesma área, devem ser usados quantos pares de colchetes forem necessários, exceto quando um deles for designação geral do material.
IV. Colchetes são usados nas diversas áreas da descrição para interpolações prescritas, transcrição de elementos tirados fora da fonte principal de informação e, quando hipotéticas, são seguidas de um ponto de interrogação.
Estão corretas as afirmativas:
As figuras 1 e 2 foram geradas pela planilha eletrônica Calc.
A |
|
1 |
78 |
2 |
25 |
3 |
43 |
Figura 1
A |
|
1 |
25 |
2 |
43 |
3 |
78 |
Figura 2
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a função que transforma a figura 1 na figura 2.
I As promoções serão obrigatoriamente realizadas de doze em doze meses, sempre no dia consagrado ao funcionário, desde que verificada a existência de vaga, na forma da regulamentação própria.
II O funcionário em exercício de mandato eletivo federal, estadual ou municipal pode ser promovido por antiguidade e por merecimento.
III Na promoção dos ocupantes dos cargos de classe inicial de série de classes, o primeiro desempate se determinará pela classificação obtida em concurso.
Das afirmativas acima:
I É vedada a fixação de limite máximo de idade para candidatos a concurso público no Município.
II É obrigatória a participação do Sindicato dos Funcionários Municipais nas negociações coletivas de trabalho.
III É vedada à nomeação ou designação para qualquer cargo, emprego ou função pública de livre nomeação e exoneração na Administração Pública Municipal de Niterói, Direta e Indireta, Autárquica ou Fundacional dos Poderes Executivo e Legislativo, de quem seja inelegível em razão de condenação decorrente de ato ilícito, nos termos da Legislação Federal, Lei Complementar nº 135/2010.
Das afirmativas acima:
O Brasil é minha morada
1 Permita-me que lhes confesse que o Brasil é a minha morada. O meu teto quente, a minha sopa fumegante. É casa da minha carne e do meu espírito. O alojamento provisório dos meus mortos. A caixa mágica e inexplicável onde se abrigam e se consomem os dias essenciais da minha vida.
2 É a terra onde nascem as bananas da minha infância e as palavras do meu sempre precário vocabulário. Neste país conheci emoções revestidas de opulenta carnalidade que nem sempre transportavam no pescoço o sinete da advertência, justificativa lógica para sua existência.
3 Sem dúvida, o Brasil é o paraíso essencial da minha memória. O que a vida ali fez brotar com abundância, excedeu ao que eu sabia. Pois cada lembrança brasileira corresponde à memória do mundo, onde esteja o universo resguardado. Portanto, ao apresentar-me aqui como brasileira, automaticamente sou romana, sou egípcia, sou hebraica. Sou todas as civilizações que aportaram neste acampamento brasileiro.
4 Nesta terra, onde plantando-se nascem a traição, a sordidez, a banalidade, também afloram a alegria, a ingenuidade, a esperança, a generosidade, atributos alimentados pelo feijão bem temperado, o arroz soltinho, o bolo de milho, o bife acebolado, e tantos outros anjos feitos com gema de ovo, que deita raízes no mundo árabe, no mundo luso.
5 Deste país surgiram inesgotáveis sagas, narradores astutos, alegres mentirosos. Seres anônimos, heróis de si mesmos, poetas dos sonhos e do sarcasmo, senhores de máscaras venezianas, africanas, ora carnavalescas, ora mortuárias. Criaturas que, afinadas com a torpeza e as inquietudes do seu tempo, acomodam-se esplêndidas à sombra da mangueira só pelo prazer de dedilhar as cordas da guitarra e do coração.
6 Neste litoral, que foi berço de heróis, de marinheiros, onde os saveiros da imaginação cruzavam as águas dos mares bravios em busca de peixes, de sereias e da proteção de Iemanjá, ali se instalaram civilizações feitas das sobras de outras tantas culturas. Cada qual fincando hábitos, expressões, loucas demências nos nossos peitos.
7 Este Brasil que critico, examino, amo, do qual nasceu Machado de Assis, cujo determinismo falhou ao não prever a própria grandeza. Mas como poderia este mulato, este negro, este branco, esta alma miscigenada, sempre pessimista e feroz, acatar uma existência que contrariava regras, previsões, fatalidades? Como pôde ele, gênio das Américas, abraçar o Brasil, ser sua face, soçobrar com ele e revivê-lo ao mesmo tempo?
8 Fomos portugueses, espanhóis e holandeses, até sermos brasileiros. Uma grei de etnias ávidas e belas, atraída pelas aventuras terrestres e marítimas. Inventora, cada qual, de uma nação foragida da realidade mesquinha, uma espécie de ficção compatível com uma fábula que nos habilite a frequentar com desenvoltura o teatro da história.
(PIÑON, Nélida. Aprendiz de Homero. Rio de Janeiro: Editora
Record, 2008, p. 241-243, fragmento.)
“Criaturas que, afinadas com a torpEZA e as inquietudes do seu tempo”. (5º §)
São sinônimos, respectivamente, dos sufixos em destaque nos vocábulos acima os sufixos empregados na formação das palavras:
O Brasil é minha morada
1 Permita-me que lhes confesse que o Brasil é a minha morada. O meu teto quente, a minha sopa fumegante. É casa da minha carne e do meu espírito. O alojamento provisório dos meus mortos. A caixa mágica e inexplicável onde se abrigam e se consomem os dias essenciais da minha vida.
2 É a terra onde nascem as bananas da minha infância e as palavras do meu sempre precário vocabulário. Neste país conheci emoções revestidas de opulenta carnalidade que nem sempre transportavam no pescoço o sinete da advertência, justificativa lógica para sua existência.
3 Sem dúvida, o Brasil é o paraíso essencial da minha memória. O que a vida ali fez brotar com abundância, excedeu ao que eu sabia. Pois cada lembrança brasileira corresponde à memória do mundo, onde esteja o universo resguardado. Portanto, ao apresentar-me aqui como brasileira, automaticamente sou romana, sou egípcia, sou hebraica. Sou todas as civilizações que aportaram neste acampamento brasileiro.
4 Nesta terra, onde plantando-se nascem a traição, a sordidez, a banalidade, também afloram a alegria, a ingenuidade, a esperança, a generosidade, atributos alimentados pelo feijão bem temperado, o arroz soltinho, o bolo de milho, o bife acebolado, e tantos outros anjos feitos com gema de ovo, que deita raízes no mundo árabe, no mundo luso.
5 Deste país surgiram inesgotáveis sagas, narradores astutos, alegres mentirosos. Seres anônimos, heróis de si mesmos, poetas dos sonhos e do sarcasmo, senhores de máscaras venezianas, africanas, ora carnavalescas, ora mortuárias. Criaturas que, afinadas com a torpeza e as inquietudes do seu tempo, acomodam-se esplêndidas à sombra da mangueira só pelo prazer de dedilhar as cordas da guitarra e do coração.
6 Neste litoral, que foi berço de heróis, de marinheiros, onde os saveiros da imaginação cruzavam as águas dos mares bravios em busca de peixes, de sereias e da proteção de Iemanjá, ali se instalaram civilizações feitas das sobras de outras tantas culturas. Cada qual fincando hábitos, expressões, loucas demências nos nossos peitos.
7 Este Brasil que critico, examino, amo, do qual nasceu Machado de Assis, cujo determinismo falhou ao não prever a própria grandeza. Mas como poderia este mulato, este negro, este branco, esta alma miscigenada, sempre pessimista e feroz, acatar uma existência que contrariava regras, previsões, fatalidades? Como pôde ele, gênio das Américas, abraçar o Brasil, ser sua face, soçobrar com ele e revivê-lo ao mesmo tempo?
8 Fomos portugueses, espanhóis e holandeses, até sermos brasileiros. Uma grei de etnias ávidas e belas, atraída pelas aventuras terrestres e marítimas. Inventora, cada qual, de uma nação foragida da realidade mesquinha, uma espécie de ficção compatível com uma fábula que nos habilite a frequentar com desenvoltura o teatro da história.
(PIÑON, Nélida. Aprendiz de Homero. Rio de Janeiro: Editora
Record, 2008, p. 241-243, fragmento.)
Das alterações feitas na oração adjetiva iniciada pelo pronome relativo em destaque, aquela que está INADEQUADA às normas de regência, de acordo com o padrão culto da língua, é: