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Q3416204 Biblioteconomia
De acordo com as diretrizes da AACR-2, qual das alternativas a seguir apresenta o cabeçalho correto para um chefe de Estado?
Alternativas
Q3416203 Biblioteconomia
Durante o século XX, a legitimidade teórica e conceitual da documentação foi estabelecida por pesquisadores em diversos países, incluindo o Reino Unido, França e Espanha. Quais são os três autores que contribuíram significativamente para a expansão dos estudos de documentação nesses países?
Alternativas
Q3416202 Biblioteconomia
Em qual evento internacional Henri La Fontaine e Paul Otlet sugeriram inicialmente a Classificação Decimal Universal (CDU) em 1895?
Alternativas
Q3416201 Biblioteconomia
Considerando o índice automático cumulativo para o qual se prevê a inserção imediata das entradas novas, de acordo com a disponibilidade dos registros informativos, marque a alternativa correspondente.
Alternativas
Q3416200 Biblioteconomia
Como as tecnologias de informação e comunicação têm impactado a evolução da autoria e da organização bibliográfica? 
Alternativas
Q3416174 Português
PÁSCOA, SUBSTANTIVO FEMININO. As lendas e reviravoltas que fizeram da lebre um coelho.


Às vezes as ideias nos tomam a mente sem aviso — aconteceu comigo na última semana, em meio à compra dos ovos de Páscoa da família. No afã de prolongar a magia da data para as crianças, ia escrevendo no cartão dos chocolates "de: Coelho/para: ..." e, de repente, hesitei. E se fosse coelha?


As pessoas costumam se perguntar sobre o porquê do coelhinho da Páscoa. Não é mesmo evidente o elo entre a festa religiosa celebrada no próximo domingo e um mamífero espalhando ovos por aí — de chocolate, ainda por cima.


Em geral, elas se dão por satisfeitas com a explicação de que o ovo é um símbolo de vida e por isso se liga à ressurreição de Cristo, enquanto o coelho nos lembra a origem pagã da festa, a celebração da primavera no Hemisfério Norte. Entre março e abril, quando a vida se revigora, nascem as crias desse animal, conhecido pela fertilidade.


Para mim, a coisa se complica justo nesse ponto. Por que o coelho da festa é macho e as únicas coelhas lembradas (por motivos nada sagrados) são as da revista Playboy? Não seria o caso de dar o mérito e o lugar de honra à coelha?


Pois bem, fui pesquisar e, no início da tradição europeia, havia mesmo uma coelha. A bem da verdade, uma lebre fêmea (maior e mais orelhuda que sua prima, embora tão fértil quanto ela).


A lebre era sagrada para certos povos antes de Cristo. Júlio César chegou a observar que, nos territórios da atual Grã--Bretanha, ela não servia de alimento, devido a esse significado religioso. Na Grécia Antiga, era associada a Afrodite, a deusa do amor. Mais adiante, no século XIX, Jacob, um dos irmãos Grimm famosos pelos contos de fadas, escreveu sobre uma divindade feminina alemã ligada à fertilidade e à abundância (e outro alemão da mesma época a relacionou à lebre).


Diversas figuras femininas de fecundidade eram festejadas na Europa, nos meses promissores depois do frio, quando as lebres saltavam pelos campos com a filharada. Em algum momento, talvez para explicar às crianças como os ovos de Páscoa tinham ido parar nos jardins das casas, os animais começaram a fazer parte da festa, responsáveis pela distribuição. Daí para virar coelho, foi um pulo.


De uma deusa para outra, a lebre vira coelho, coelho não é coelha, se fosse também não botaria ovo, e o ovo nem de galinha é. Uma miscelânea bem plausível de contestação. Mas, rigores históricos e biológicos à parte, são as mulheres, divinas ou não, as que geram a vida. Por onde se olhe, uma fêmea, fosse de lebre ou de coelho, encaixaria melhor na lenda.


Veja se não estou certa. Os mais conservadores diriam ser papel feminino nutrir a família com afeto, cuidar do preparo dos chocolates e agradar às crianças com os doces. Já outros poderiam afirmar que hoje não faz sentido o distribuidor de presentes ser um homem (ou coelho, no caso). Afinal, há décadas a mulher não depende dele como provedor — aliás, segundo o IBGE, no Brasil são elas as chefes da maior parte das famílias.


Ainda assim, e a despeito de a equidade de gênero ser uma das bandeiras mais levantadas e debatidas atualmente, permanece comum nas decorações e ilustrações pascais o alegre coelho branco, geralmente vestindo roupas masculinas.


De minha parte, fecho este texto com uma constatação singela, mas essa, sim, incontestável. Em bom português, Páscoa é um substantivo feminino.


(Lucília Diniz,Veja 29 de março de 2024)

PÁSCOA, SUBSTANTIVO FEMININO. As lendas e reviravoltas que fizeram da lebre um coelho.


Às vezes as ideias nos tomam a mente sem aviso — aconteceu comigo na última semana, em meio à compra dos ovos de Páscoa da família. No afã de prolongar a magia da data para as crianças, ia escrevendo no cartão dos chocolates "de: Coelho/para: ..." e, de repente, hesitei. E se fosse coelha?


As pessoas costumam se perguntar sobre o porquê do coelhinho da Páscoa. Não é mesmo evidente o elo entre a festa religiosa celebrada no próximo domingo e um mamífero espalhando ovos por aí — de chocolate, ainda por cima.


Em geral, elas se dão por satisfeitas com a explicação de que o ovo é um símbolo de vida e por isso se liga à ressurreição de Cristo, enquanto o coelho nos lembra a origem pagã da festa, a celebração da primavera no Hemisfério Norte. Entre março e abril, quando a vida se revigora, nascem as crias desse animal, conhecido pela fertilidade.


Para mim, a coisa se complica justo nesse ponto. Por que o coelho da festa é macho e as únicas coelhas lembradas (por motivos nada sagrados) são as da revista Playboy? Não seria o caso de dar o mérito e o lugar de honra à coelha?


Pois bem, fui pesquisar e, no início da tradição europeia, havia mesmo uma coelha. A bem da verdade, uma lebre fêmea (maior e mais orelhuda que sua prima, embora tão fértil quanto ela).


A lebre era sagrada para certos povos antes de Cristo. Júlio César chegou a observar que, nos territórios da atual Grã--Bretanha, ela não servia de alimento, devido a esse significado religioso. Na Grécia Antiga, era associada a Afrodite, a deusa do amor. Mais adiante, no século XIX, Jacob, um dos irmãos Grimm famosos pelos contos de fadas, escreveu sobre uma divindade feminina alemã ligada à fertilidade e à abundância (e outro alemão da mesma época a relacionou à lebre).


Diversas figuras femininas de fecundidade eram festejadas na Europa, nos meses promissores depois do frio, quando as lebres saltavam pelos campos com a filharada. Em algum momento, talvez para explicar às crianças como os ovos de Páscoa tinham ido parar nos jardins das casas, os animais começaram a fazer parte da festa, responsáveis pela distribuição. Daí para virar coelho, foi um pulo.


De uma deusa para outra, a lebre vira coelho, coelho não é coelha, se fosse também não botaria ovo, e o ovo nem de galinha é. Uma miscelânea bem plausível de contestação. Mas, rigores históricos e biológicos à parte, são as mulheres, divinas ou não, as que geram a vida. Por onde se olhe, uma fêmea, fosse de lebre ou de coelho, encaixaria melhor na lenda.


Veja se não estou certa. Os mais conservadores diriam ser papel feminino nutrir a família com afeto, cuidar do preparo dos chocolates e agradar às crianças com os doces. Já outros poderiam afirmar que hoje não faz sentido o distribuidor de presentes ser um homem (ou coelho, no caso). Afinal, há décadas a mulher não depende dele como provedor — aliás, segundo o IBGE, no Brasil são elas as chefes da maior parte das famílias.


Ainda assim, e a despeito de a equidade de gênero ser uma das bandeiras mais levantadas e debatidas atualmente, permanece comum nas decorações e ilustrações pascais o alegre coelho branco, geralmente vestindo roupas masculinas.


De minha parte, fecho este texto com uma constatação singela, mas essa, sim, incontestável. Em bom português, Páscoa é um substantivo feminino.


(Lucília Diniz,Veja 29 de março de 2024)

Não é correto afirmar sobre: "Entre março e abril, quando a vida se revigora (...)".
Alternativas
Q3399946 Biblioteconomia
É o serviço de recuperação da informação mais adequado para um usuário que busca informações sobre um tema específico, mas não tem conhecimento prévio sobre o assunto e precisa de orientação e suporte profissional: 
Alternativas
Q3399945 Biblioteconomia
É tipo de catálogo é menos adequado para uma biblioteca pública que busca oferecer acesso à informação para um público amplo e diversificado, com diferentes níveis de conhecimento e familiaridade com a biblioteca: 
Alternativas
Q3399944 Biblioteconomia
É método de pesquisa é mais adequado para identificar as necessidades de informação de um grupo específico de usuários de uma biblioteca: 
Alternativas
Q3399943 Biblioteconomia
Um bibliotecário precisa indexar um livro sobre a história da internet no Brasil. Qual tipo de descritor seria mais adequado para essa tarefa, considerando a necessidade de recuperar o material com alto grau de precisão e detalhamento?
Alternativas
Q3399942 Biblioteconomia
Uma biblioteca precisa classificar um livro sobre a culinária italiana. É a tabela de notação de assunto que seria mais adequada para essa tarefa, considerando a necessidade de recuperar o material com alto grau de precisão e detalhamento, além de permitir a integração com outros materiais sobre o mesmo tema em diferentes suportes: 
Alternativas
Q3399941 Biblioteconomia
Um bibliotecário precisa criar um código de autor para um livro escrito por José de Alencar. É a tabela de notação de autor mais adequada para essa tarefa, considerando a necessidade de um código curto e fácil de lembrar, que também seja compatível com o sistema de classificação CDD: 
Alternativas
Q3399940 Biblioteconomia
Um bibliotecário precisa classificar um livro sobre a história da internet no Brasil. Dos sistemas de classificação, seria o mais adequado para essa tarefa, considerando a necessidade de recuperar o material com alto grau de precisão e detalhamento, além de permitir a integração com outros materiais sobre o mesmo tema em diferentes suportes: 
Alternativas
Q3399938 Biblioteconomia
“A Tabela PHA é utilizada como ferramenta para a construção da notação de autor no número de chamada”.

Assim, o número de chamada tem como função:
Alternativas
Q3399937 Biblioteconomia
“Ato de identificar e de escrever os pontos de acesso de um item bibliográfico e suas características físicas, baseado em padrões, com a finalidade de possibilitar o acesso às informações contidas nesse item.”.

A descrição acima refere-se ao processo de: 
Alternativas
Q3399936 Biblioteconomia
Analise as duas afirmativas abaixo e depois assinale a alternativa correta:

I- As medidas de extensão e os coeficientes de recuperabilidade estão diretamente relacionados à eficiência dos sistemas de recuperação da informação.
II- Os coeficientes de recuperabilidade são classificados em coeficiente de precisão e coeficiente de repetição. 
Alternativas
Q3399935 Biblioteconomia
Sobre a indexação, julgue os itens a seguir:

I. A indexação representa um conjunto de normas ou procedimentos realizados pelo indexador, facilitando o esclarecimento aos sistemas de informações e aos usuários.
II. A indexação não precisa se preocupar com a identificação de conceitos mais pertinentes ao conteúdo do documento.
III. A indexação é considerada uma das partes mais importante dentro de um sistema de recuperação da informação, já que a partir da realização desse processo que os resultados da questão de busca do usuário estarão condicionados.
IV. O processo de indexação abrange a representação temática dos assuntos dos documentos, para posteriormente, viabilizar a recuperação do seu conteúdo.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3399934 Biblioteconomia
“Bibliotecária francesa, chamada por muitos de Madame Documentation, considerada uma autêntica documentalista. Pertencia a um seleto grupo que desejava renovar a profissão de bibliotecário por meio da ampliação do conceito de documento, buscando valorizar a exploração da informação e os meios que permitiam alcançá-la como a indexação ou a classificação, adaptando o seu trabalho de bibliotecária às novas técnicas que emergiam na época”.

(Fonte: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/1184)

O texto acima faz referência a: 
Alternativas
Q3399933 Biblioteconomia
Responsável pelos trabalhos de síntese e classificação utilizando materiais próprios e, estabelecendo assim, as bases de conversão em sistemas de classificação biblioteco-bibliográfica:
Alternativas
Q3399932 Biblioteconomia
“Documentação é o processo que consiste na criação, coleta, organização, armazenamento e disseminação de documentos ou informações. A teoria da documentação surgiu a partir de 1870, em decorrência do desenvolvimento da indústria gráfica.”

Com base em seus conhecimentos, a afirmativa acima está:
Alternativas
Respostas
2861: C
2862: C
2863: A
2864: A
2865: D
2866: B
2867: C
2868: A
2869: D
2870: B
2871: D
2872: C
2873: B
2874: C
2875: B
2876: A
2877: C
2878: D
2879: A
2880: B