Questões de Concurso Comentadas para técnico

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Q3522945 Radiologia
Durante o exame físico de um paciente, o médico detecta a presença de crepitação e estalidos ao realizar movimentos de flexão e extensão em uma articulação. Qual é a possível interpretação desses achados?
Alternativas
Q3522944 Radiologia
Um paciente se queixa de dor no quadrante abdominal inferior direito e apresenta sinais de irritação peritoneal durante o exame físico, incluindo defesa muscular e sinal de Blumberg positivo. Qual é a suspeita diagnóstica mais provável com base nesses achados?
Alternativas
Q3522943 Radiologia
Durante um exame de radiografia simples de tórax, qual é a posição mais comum em que o paciente é solicitado a ficar?
Alternativas
Q3522942 Radiologia
Qual é o propósito principal de um exame de Tomografia Computadorizada (TC)?
Alternativas
Q3522941 Radiologia
Durante um procedimento de fluoroscopia, qual é o principal benefício dessa técnica em comparação com a radiografia convencional?
Alternativas
Q3522940 Radiologia
Durante um procedimento de Fluoroscopia, o Técnico em Radiologia está exposto a altos níveis de radiação devido à natureza prolongada do procedimento. Qual das seguintes práticas é mais apropriada para reduzir a exposição do Técnico em Radiologia à radiação durante a Fluoroscopia?
Alternativas
Q3522939 Radiologia
Durante uma radiografia de tórax, o Técnico em Radiologia deve seguir medidas adequadas de proteção radiológica para minimizar a exposição à radiação. Qual das seguintes práticas é mais eficaz para proteger tanto o paciente quanto o Técnico em Radiologia durante o procedimento?
Alternativas
Q3522938 Radiologia
O que significa o termo "tempo de meia-vida" no contexto da radioatividade?
Alternativas
Q3522937 Radiologia
Qual das seguintes medidas é mais eficaz para prevenir a transmissão de infecções em ambientes de assistência à saúde?
Alternativas
Q3522936 Segurança e Saúde no Trabalho
Durante a manipulação de materiais biológicos, qual é a prática recomendada em relação ao uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)?
Alternativas
Q3522935 Radiologia
O que é a diáfise de um osso longo?
Alternativas
Q3522934 Radiologia
Qual é o nome do osso longo localizado no antebraço, que é articulado proximalmente com o úmero e distalmente com os ossos do carpo?
Alternativas
Q3522933 Radiologia
Qual das seguintes estruturas ósseas é responsável por proteger o cérebro e abrigar os órgãos sensoriais da Visão e do Olfato?
Alternativas
Q3522932 Radiologia
Qual é o nome do osso que forma a parte posterior do crânio e articula-se com a primeira vértebra cervical, permitindo o movimento de inclinação da cabeça para frente e para trás?
Alternativas
Q3521546 Radiologia
Assinale a alternativa errada sobre as terminologias radiográficas:
Alternativas
Q3521545 Radiologia
No que se refere a modalidade de aquisição de imagem, ressonância magnética, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3521544 Radiologia
Considerando o Código de Ética dos Profissionais em Radiologia, marque a alternativa incorreta:
Alternativas
Q3521543 Radiologia
Considerando a proteção radiológica, marque a alternativa incorreta:
Alternativas
Q3521542 Radiologia
Sobre o tema radiologia digital, marque a alternativa incorreta:
Alternativas
Q3521516 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


COMIDAS DO FIM DO MUNDO


Os kits de alimentos para bunkers apresentados pela indústria como soluções para o caos se baseiam no medo, mas em um suposto planeta pós-apocalíptico as saídas não seriam pelo individualismo, e sim pelo compartilhamento e cooperação. Denise Mirás


Para um planeta retratado em filmes e discursos fanáticos como à beira do caos, destruído por extremos climáticos, pandemias e guerras, os kits de comidas para o pós-apocalipse andam florescendo entre consumidores, principalmente dos EUA. Não apenas alimentos muitas vezes ultraprocessados — o oposto dos frescos e saudáveis — mas também latas e vidros para conservas e até construção de bunkers em casas fazem parte dos negócios. Ofertas desses kits para o fim do mundo se espalham em sites, muitos deles ligados a extremistas, com cardápios e preços variados, por ordem de validade para armazenamento, e que vão de manteiga de amendoim a atum enlatado, de feijões a leite em pó. A Technavio, agência de análise de mercados, prevê aumento de US$ 3,20 bilhões nesse setor até 2028, com potencial de retorno calculado em 7,35%. A questão é: além dos investidores que apostam no medo do caos, os consumidores desses kits têm algum ganho no mundo real?


 A resposta é negativa para a nutricionista Karine Durães, especialista em comportamento alimentar, e para o psiquiatra Filipe Doutel. As saídas para um suposto planeta pós-apocalíptico não estariam no individualismo, e sim no compartilhamento. Ninguém, ou nenhuma família, sobreviveria apenas com a própria comida em meio a cidades em ruínas se não houvesse um trabalho de reconstrução com a cooperação de todos.


"Na verdade, já estamos destruindo o planeta, por escolhas do dia a dia. Não acredito em estocar alimentos e se manter distante da realidade da fome: quem não come nem hoje, não tem tempo de guardar comida", diz Karine, lembrando que "esperar o pior tira a pessoa do presente; ela se prepara para o abstrato, deixando de lado o agora". Essas neuroses inclusive induzem à ansiedade e à compulsão por comer, como explica a nutricionista. Para ela, ao contrário do individualismo, alimentação tem a ver com troca, inclusive no preparo. "E ninguém sobrevive só de comida em um bunker. Precisa de gente ao redor."


 Filipe observa que já vivemos em condições ambientais mais extremadas e pandemias mais frequentes. "Não é ficção científica, é realidade. E se fechar, estocando comida em um bunker, não serve de nada", afirma. Essa sensação de Apocalipse, segundo o psiquiatra, é alimentada pelo medo e pelo ódio, sentimentos primitivos, instintivos, ao contrário de amor e tristeza, que são mais elaborados. "É preciso sair dessas estruturas toscas, preto ou branco, comprando armas ou 'se armando' de comida", assinala. "Para dificuldades coletivas, as soluções têm de ser coletivas."


(ISTOÉ,abril2024)

Sobre o excerto "É preciso sair dessas estruturas toscas, preto ou branco, comprando armas ou 'se armando' de comida", a análise correta acontece em:
Alternativas
Respostas
1601: C
1602: A
1603: C
1604: C
1605: D
1606: D
1607: C
1608: A
1609: A
1610: D
1611: C
1612: C
1613: B
1614: A
1615: A
1616: D
1617: B
1618: B
1619: B
1620: A