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Q3073648 Português
O Papel das Políticas Públicas na Redução das
Desigualdades Sociais

As desigualdades sociais são um desafio persistente em muitas sociedades modernas, influenciando a qualidade de vida e o bem-estar das populações de forma significativa. Nesse contexto, as políticas públicas desempenham um papel crucial na tentativa de mitigar essas disparidades e promover uma maior equidade social. Entretanto, a eficácia dessas políticas varia amplamente dependendo de como são formuladas e implementadas. 

Primeiramente, é essencial reconhecer que as políticas públicas voltadas para a redução das desigualdades sociais podem ter múltiplas formas e objetivos. Programas de transferência de renda, como o Bolsa Família no Brasil, são exemplos de iniciativas que visam proporcionar um alívio imediato às famílias em situação de vulnerabilidade. Tais programas têm como objetivo garantir um mínimo de dignidade e atender necessidades básicas, como alimentação e saúde. No entanto, sua eficácia a longo prazo pode ser limitada se não forem acompanhados de medidas estruturais que promovam o acesso à educação e ao mercado de trabalho.

Além disso, a qualidade das políticas públicas está frequentemente atrelada à capacidade do Estado em realizar uma adequada alocação de recursos. Investimentos em educação e saúde são fundamentais para proporcionar igualdade de oportunidades e melhorar a mobilidade social. Entretanto, a falta de recursos e a má gestão podem comprometer esses esforços, perpetuando as desigualdades em vez de mitigá-las. 

Outro aspecto relevante é a participação social no processo de formulação das políticas públicas. A inclusão de diversas vozes e perspectivas na construção de políticas é crucial para garantir que as necessidades de diferentes grupos sociais sejam atendidas de maneira justa e eficaz. A participação cidadã pode contribuir para a criação de políticas mais representativas e adaptadas às realidades locais, aumentando a probabilidade de sucesso na redução das desigualdades. 

No entanto, é importante observar que, mesmo com boas intenções e políticas bem elaboradas, a implementação dessas medidas enfrenta desafios significativos. A corrupção, a burocracia e a resistência de grupos políticos e econômicos podem minar os esforços para promover a equidade social. Portanto, para que as políticas públicas sejam eficazes, é necessário um compromisso contínuo com a transparência, a responsabilidade e a avaliação constante de seus impactos.

Além disso, a redução das desigualdades sociais requer um esforço conjunto de diferentes setores da sociedade. Governos, empresas e organizações não governamentais devem colaborar para criar soluções integradas que abordem as causas estruturais das desigualdades. Somente através de uma abordagem multifacetada será possível alcançar uma redução significativa nas disparidades sociais e promover uma sociedade mais justa e equitativa.

Em síntese, as políticas públicas desempenham um papel vital na tentativa de reduzir as desigualdades sociais, mas sua eficácia depende da qualidade da formulação, da implementação adequada e da capacidade de adaptação às necessidades reais da população. É fundamental que os esforços sejam contínuos e colaborativos, envolvendo a participação ativa da sociedade para garantir que as medidas adotadas resultem em melhorias reais e duradouras na vida das pessoas. 


Qual é um dos principais objetivos dos programas de transferência de renda mencionados no texto?  
Alternativas
Q3073647 Português

O Impacto das Novas Tecnologias no Mercado de

Trabalho


A ascensão das novas tecnologias tem transformado profundamente o mercado de trabalho, trazendo consigo uma série de desafios e oportunidades que merecem uma análise detalhada. O avanço das tecnologias digitais, inteligência artificial (IA) e automação tem remodelado a maneira como trabalhamos, alterando as dinâmicas de emprego e exigindo uma adaptação tanto das empresas quanto dos trabalhadores. 


Primeiramente, as novas tecnologias têm contribuído para a automação de tarefas repetitivas e manuais, permitindo que as empresas aumentem sua eficiência e reduzam custos operacionais. Robôs industriais e sistemas automatizados têm substituído trabalhos que anteriormente eram executados por humanos, principalmente em setores como manufatura e logística. Esse fenômeno levanta questões sobre o futuro do emprego, uma vez que muitas funções tradicionais estão sendo eliminadas. 


Por outro lado, a automação e a digitalização também têm gerado novas oportunidades de emprego em áreas emergentes. Profissões relacionadas à tecnologia da informação, desenvolvimento de software e análise de dados estão em alta demanda. A necessidade de habilidades técnicas específicas está crescendo, o que implica uma mudança significativa no perfil dos trabalhadores e a importância da educação e treinamento contínuos. 


Além disso, o avanço da inteligência artificial tem implicações diretas na tomada de decisões empresariais. Algoritmos de IA são utilizados para analisar grandes volumes de dados e fornecer insights que auxiliam na formulação de estratégias empresariais. Essa transformação pode levar a uma maior precisão nas decisões, mas também levanta preocupações sobre a privacidade e a segurança dos dados. 


A adaptação às novas tecnologias não é uniforme entre todos os setores da economia. Enquanto áreas como a tecnologia e a saúde se beneficiam enormemente dos avanços tecnológicos, setores mais tradicionais enfrentam desafios significativos. O ritmo acelerado das mudanças tecnológicas pode criar uma disparidade entre setores que conseguem se adaptar rapidamente e aqueles que não têm a mesma capacidade de inovação. 


Outro aspecto relevante é a questão da desigualdade no mercado de trabalho. A velocidade das mudanças tecnológicas pode acirrar a competição por empregos entre aqueles que possuem habilidades técnicas avançadas e aqueles que não têm acesso a educação ou treinamento adequado. Isso pode levar a uma polarização crescente entre empregos altamente qualificados e posições menos qualificadas.


As novas tecnologias também impactam a natureza do trabalho, com o aumento do trabalho remoto e a flexibilidade nas formas de trabalho. Plataformas digitais permitem que os trabalhadores realizem suas tarefas de qualquer lugar, proporcionando maior autonomia, mas também impondo desafios relacionados ao equilíbrio entre vida profissional e pessoal e à gestão do tempo.


Em suma, o impacto das novas tecnologias no mercado de trabalho é multifacetado, envolvendo tanto oportunidades quanto desafios. Compreender essas dinâmicas é fundamental para que trabalhadores, empresas e governos possam tomar decisões informadas e se adaptar às transformações em curso. 





Qual é um dos riscos mencionados no texto sobre a desigualdade no mercado de trabalho causado pelas novas tecnologias? 
Alternativas
Q3073646 Português

O Impacto das Novas Tecnologias no Mercado de

Trabalho


A ascensão das novas tecnologias tem transformado profundamente o mercado de trabalho, trazendo consigo uma série de desafios e oportunidades que merecem uma análise detalhada. O avanço das tecnologias digitais, inteligência artificial (IA) e automação tem remodelado a maneira como trabalhamos, alterando as dinâmicas de emprego e exigindo uma adaptação tanto das empresas quanto dos trabalhadores. 


Primeiramente, as novas tecnologias têm contribuído para a automação de tarefas repetitivas e manuais, permitindo que as empresas aumentem sua eficiência e reduzam custos operacionais. Robôs industriais e sistemas automatizados têm substituído trabalhos que anteriormente eram executados por humanos, principalmente em setores como manufatura e logística. Esse fenômeno levanta questões sobre o futuro do emprego, uma vez que muitas funções tradicionais estão sendo eliminadas. 


Por outro lado, a automação e a digitalização também têm gerado novas oportunidades de emprego em áreas emergentes. Profissões relacionadas à tecnologia da informação, desenvolvimento de software e análise de dados estão em alta demanda. A necessidade de habilidades técnicas específicas está crescendo, o que implica uma mudança significativa no perfil dos trabalhadores e a importância da educação e treinamento contínuos. 


Além disso, o avanço da inteligência artificial tem implicações diretas na tomada de decisões empresariais. Algoritmos de IA são utilizados para analisar grandes volumes de dados e fornecer insights que auxiliam na formulação de estratégias empresariais. Essa transformação pode levar a uma maior precisão nas decisões, mas também levanta preocupações sobre a privacidade e a segurança dos dados. 


A adaptação às novas tecnologias não é uniforme entre todos os setores da economia. Enquanto áreas como a tecnologia e a saúde se beneficiam enormemente dos avanços tecnológicos, setores mais tradicionais enfrentam desafios significativos. O ritmo acelerado das mudanças tecnológicas pode criar uma disparidade entre setores que conseguem se adaptar rapidamente e aqueles que não têm a mesma capacidade de inovação. 


Outro aspecto relevante é a questão da desigualdade no mercado de trabalho. A velocidade das mudanças tecnológicas pode acirrar a competição por empregos entre aqueles que possuem habilidades técnicas avançadas e aqueles que não têm acesso a educação ou treinamento adequado. Isso pode levar a uma polarização crescente entre empregos altamente qualificados e posições menos qualificadas.


As novas tecnologias também impactam a natureza do trabalho, com o aumento do trabalho remoto e a flexibilidade nas formas de trabalho. Plataformas digitais permitem que os trabalhadores realizem suas tarefas de qualquer lugar, proporcionando maior autonomia, mas também impondo desafios relacionados ao equilíbrio entre vida profissional e pessoal e à gestão do tempo.


Em suma, o impacto das novas tecnologias no mercado de trabalho é multifacetado, envolvendo tanto oportunidades quanto desafios. Compreender essas dinâmicas é fundamental para que trabalhadores, empresas e governos possam tomar decisões informadas e se adaptar às transformações em curso. 





Como o texto descreve o impacto da inteligência artificial nas decisões empresariais? 
Alternativas
Q3073645 Português

O Impacto das Novas Tecnologias no Mercado de

Trabalho


A ascensão das novas tecnologias tem transformado profundamente o mercado de trabalho, trazendo consigo uma série de desafios e oportunidades que merecem uma análise detalhada. O avanço das tecnologias digitais, inteligência artificial (IA) e automação tem remodelado a maneira como trabalhamos, alterando as dinâmicas de emprego e exigindo uma adaptação tanto das empresas quanto dos trabalhadores. 


Primeiramente, as novas tecnologias têm contribuído para a automação de tarefas repetitivas e manuais, permitindo que as empresas aumentem sua eficiência e reduzam custos operacionais. Robôs industriais e sistemas automatizados têm substituído trabalhos que anteriormente eram executados por humanos, principalmente em setores como manufatura e logística. Esse fenômeno levanta questões sobre o futuro do emprego, uma vez que muitas funções tradicionais estão sendo eliminadas. 


Por outro lado, a automação e a digitalização também têm gerado novas oportunidades de emprego em áreas emergentes. Profissões relacionadas à tecnologia da informação, desenvolvimento de software e análise de dados estão em alta demanda. A necessidade de habilidades técnicas específicas está crescendo, o que implica uma mudança significativa no perfil dos trabalhadores e a importância da educação e treinamento contínuos. 


Além disso, o avanço da inteligência artificial tem implicações diretas na tomada de decisões empresariais. Algoritmos de IA são utilizados para analisar grandes volumes de dados e fornecer insights que auxiliam na formulação de estratégias empresariais. Essa transformação pode levar a uma maior precisão nas decisões, mas também levanta preocupações sobre a privacidade e a segurança dos dados. 


A adaptação às novas tecnologias não é uniforme entre todos os setores da economia. Enquanto áreas como a tecnologia e a saúde se beneficiam enormemente dos avanços tecnológicos, setores mais tradicionais enfrentam desafios significativos. O ritmo acelerado das mudanças tecnológicas pode criar uma disparidade entre setores que conseguem se adaptar rapidamente e aqueles que não têm a mesma capacidade de inovação. 


Outro aspecto relevante é a questão da desigualdade no mercado de trabalho. A velocidade das mudanças tecnológicas pode acirrar a competição por empregos entre aqueles que possuem habilidades técnicas avançadas e aqueles que não têm acesso a educação ou treinamento adequado. Isso pode levar a uma polarização crescente entre empregos altamente qualificados e posições menos qualificadas.


As novas tecnologias também impactam a natureza do trabalho, com o aumento do trabalho remoto e a flexibilidade nas formas de trabalho. Plataformas digitais permitem que os trabalhadores realizem suas tarefas de qualquer lugar, proporcionando maior autonomia, mas também impondo desafios relacionados ao equilíbrio entre vida profissional e pessoal e à gestão do tempo.


Em suma, o impacto das novas tecnologias no mercado de trabalho é multifacetado, envolvendo tanto oportunidades quanto desafios. Compreender essas dinâmicas é fundamental para que trabalhadores, empresas e governos possam tomar decisões informadas e se adaptar às transformações em curso. 





Qual é um dos desafios mencionados no texto relacionado à adaptação às novas tecnologias? 
Alternativas
Q3073644 Português

O Impacto das Novas Tecnologias no Mercado de

Trabalho


A ascensão das novas tecnologias tem transformado profundamente o mercado de trabalho, trazendo consigo uma série de desafios e oportunidades que merecem uma análise detalhada. O avanço das tecnologias digitais, inteligência artificial (IA) e automação tem remodelado a maneira como trabalhamos, alterando as dinâmicas de emprego e exigindo uma adaptação tanto das empresas quanto dos trabalhadores. 


Primeiramente, as novas tecnologias têm contribuído para a automação de tarefas repetitivas e manuais, permitindo que as empresas aumentem sua eficiência e reduzam custos operacionais. Robôs industriais e sistemas automatizados têm substituído trabalhos que anteriormente eram executados por humanos, principalmente em setores como manufatura e logística. Esse fenômeno levanta questões sobre o futuro do emprego, uma vez que muitas funções tradicionais estão sendo eliminadas. 


Por outro lado, a automação e a digitalização também têm gerado novas oportunidades de emprego em áreas emergentes. Profissões relacionadas à tecnologia da informação, desenvolvimento de software e análise de dados estão em alta demanda. A necessidade de habilidades técnicas específicas está crescendo, o que implica uma mudança significativa no perfil dos trabalhadores e a importância da educação e treinamento contínuos. 


Além disso, o avanço da inteligência artificial tem implicações diretas na tomada de decisões empresariais. Algoritmos de IA são utilizados para analisar grandes volumes de dados e fornecer insights que auxiliam na formulação de estratégias empresariais. Essa transformação pode levar a uma maior precisão nas decisões, mas também levanta preocupações sobre a privacidade e a segurança dos dados. 


A adaptação às novas tecnologias não é uniforme entre todos os setores da economia. Enquanto áreas como a tecnologia e a saúde se beneficiam enormemente dos avanços tecnológicos, setores mais tradicionais enfrentam desafios significativos. O ritmo acelerado das mudanças tecnológicas pode criar uma disparidade entre setores que conseguem se adaptar rapidamente e aqueles que não têm a mesma capacidade de inovação. 


Outro aspecto relevante é a questão da desigualdade no mercado de trabalho. A velocidade das mudanças tecnológicas pode acirrar a competição por empregos entre aqueles que possuem habilidades técnicas avançadas e aqueles que não têm acesso a educação ou treinamento adequado. Isso pode levar a uma polarização crescente entre empregos altamente qualificados e posições menos qualificadas.


As novas tecnologias também impactam a natureza do trabalho, com o aumento do trabalho remoto e a flexibilidade nas formas de trabalho. Plataformas digitais permitem que os trabalhadores realizem suas tarefas de qualquer lugar, proporcionando maior autonomia, mas também impondo desafios relacionados ao equilíbrio entre vida profissional e pessoal e à gestão do tempo.


Em suma, o impacto das novas tecnologias no mercado de trabalho é multifacetado, envolvendo tanto oportunidades quanto desafios. Compreender essas dinâmicas é fundamental para que trabalhadores, empresas e governos possam tomar decisões informadas e se adaptar às transformações em curso. 





Segundo o texto, como as novas tecnologias afetam o perfil dos trabalhadores? 
Alternativas
Q3073643 Português

O Impacto das Novas Tecnologias no Mercado de

Trabalho


A ascensão das novas tecnologias tem transformado profundamente o mercado de trabalho, trazendo consigo uma série de desafios e oportunidades que merecem uma análise detalhada. O avanço das tecnologias digitais, inteligência artificial (IA) e automação tem remodelado a maneira como trabalhamos, alterando as dinâmicas de emprego e exigindo uma adaptação tanto das empresas quanto dos trabalhadores. 


Primeiramente, as novas tecnologias têm contribuído para a automação de tarefas repetitivas e manuais, permitindo que as empresas aumentem sua eficiência e reduzam custos operacionais. Robôs industriais e sistemas automatizados têm substituído trabalhos que anteriormente eram executados por humanos, principalmente em setores como manufatura e logística. Esse fenômeno levanta questões sobre o futuro do emprego, uma vez que muitas funções tradicionais estão sendo eliminadas. 


Por outro lado, a automação e a digitalização também têm gerado novas oportunidades de emprego em áreas emergentes. Profissões relacionadas à tecnologia da informação, desenvolvimento de software e análise de dados estão em alta demanda. A necessidade de habilidades técnicas específicas está crescendo, o que implica uma mudança significativa no perfil dos trabalhadores e a importância da educação e treinamento contínuos. 


Além disso, o avanço da inteligência artificial tem implicações diretas na tomada de decisões empresariais. Algoritmos de IA são utilizados para analisar grandes volumes de dados e fornecer insights que auxiliam na formulação de estratégias empresariais. Essa transformação pode levar a uma maior precisão nas decisões, mas também levanta preocupações sobre a privacidade e a segurança dos dados. 


A adaptação às novas tecnologias não é uniforme entre todos os setores da economia. Enquanto áreas como a tecnologia e a saúde se beneficiam enormemente dos avanços tecnológicos, setores mais tradicionais enfrentam desafios significativos. O ritmo acelerado das mudanças tecnológicas pode criar uma disparidade entre setores que conseguem se adaptar rapidamente e aqueles que não têm a mesma capacidade de inovação. 


Outro aspecto relevante é a questão da desigualdade no mercado de trabalho. A velocidade das mudanças tecnológicas pode acirrar a competição por empregos entre aqueles que possuem habilidades técnicas avançadas e aqueles que não têm acesso a educação ou treinamento adequado. Isso pode levar a uma polarização crescente entre empregos altamente qualificados e posições menos qualificadas.


As novas tecnologias também impactam a natureza do trabalho, com o aumento do trabalho remoto e a flexibilidade nas formas de trabalho. Plataformas digitais permitem que os trabalhadores realizem suas tarefas de qualquer lugar, proporcionando maior autonomia, mas também impondo desafios relacionados ao equilíbrio entre vida profissional e pessoal e à gestão do tempo.


Em suma, o impacto das novas tecnologias no mercado de trabalho é multifacetado, envolvendo tanto oportunidades quanto desafios. Compreender essas dinâmicas é fundamental para que trabalhadores, empresas e governos possam tomar decisões informadas e se adaptar às transformações em curso. 





O texto menciona que a automação trouxe benefícios para as empresas. Qual é um dos principais benefícios citados? 
Alternativas
Q3067460 Legislação dos Municípios do Estado do Mato Grosso
A Autonomia da Gestão Administrativa tem por finalidade assegurar às Unidades Educacionais a devida faculdade de elaborar e gerir seus planos, programas e projetos, evitando decisões monocráticas e fortalecendo a Gestão Democrática. A Gestão Administrativa das Unidades Educacionais será exercida pela Equipe Gestora em consonância com Órgãos Deliberativos. É previsto na norma que regula a gestão democrática nas unidades educacionais da Rede Pública Municipal que:
Alternativas
Q3067457 Pedagogia
A carreira dos Profissionais da Educação é constituída de 8 (oito) cargos. Entre eles está o que é composto de atribuições inerentes às atividades de assessorias: jurídica, contábil, psicológica, engenharia, nutrição, comunicação social, economia e outras, conforme necessidade do órgão central. O profissional responsável por realizar as tarefas descritas é o: 
Alternativas
Q3067453 Raciocínio Lógico
Um retângulo foi dividido em oito quadrados congruentes, numerados de 1 a 8, conforme mostra a figura a seguir. 

Imagem associada para resolução da questão

Os quadrados com números ímpares devem ser pintados ou de preto ou de vermelho, e os quadrados com números pares devem ser pintados ou de verde, ou de rosa ou de amarelo. O número máximo de pinturas diferentes que podem ser feitas é igual a:
Alternativas
Q3067450 Português
Leia o texto a seguir:



Por que a geração Z e os millennials não atendem mais o telefone


"Olá, esta é a caixa postal de Yasmin Rufo. Por favor, não deixe mensagem, pois não vou ouvir, nem ligar de volta."

Infelizmente, esta não é a mensagem da minha caixa postal. Mas eu certamente gostaria que fosse, bem como a maior parte dos jovens da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) e dos millennials (nascidos entre 1981 e 1995).

Uma pesquisa recente concluiu que 25% das pessoas com 18 a 34 anos de idade nunca atendem o telefone. Os participantes responderam que ignoram o toque, respondem por mensagens de texto ou pesquisam o número online se for desconhecido.

A pesquisa do site Uswitch envolveu 2 mil pessoas. Ela também concluiu que cerca de 70% das pessoas com 18 a 34 anos preferem mensagens de texto a chamadas telefônicas.

Para as gerações mais velhas, falar ao telefone é normal. Meus pais passaram a adolescência brigando com seus irmãos pelo telefone fixo no corredor, o que só fazia com que toda a família ouvisse as suas conversas.

Já a minha adolescência foi passada em mensagens de texto. Fiquei obcecada por elas desde o momento em que ganhei meu Nokia cor-de-rosa de presente de aniversário, com 13 anos de idade.

Eu passava todas as noites depois da escola redigindo textos de 160 caracteres para os meus amigos.

Eu retirava todas as vogais e espaços desnecessários, até que a mensagem parecesse um grupo de consoantes aleatórias que os próprios serviços de inteligência teriam dificuldade de decifrar. Afinal, eu nunca iria pagar a mais para escrever 161 caracteres.

E, em 2009, as ligações telefônicas do meu celular custavam uma fortuna. "Nós não demos este telefone para você fofocar com suas amigas a noite inteira", relembravam meus pais sempre que recebiam minha conta telefônica, todos os meses.

Foi assim que surgiu uma geração de pessoas que só se comunicam por texto. As ligações por telefone celular eram para emergências e o telefone fixo era usado raramente para falar com os avós.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyw96x064eo. Acesso em: 31 ago. 2024.

De acordo com o Novo Acordo Ortográfico, a única palavra que está corretamente grafada é: 
Alternativas
Q3067449 Português
Leia o texto a seguir:



Por que a geração Z e os millennials não atendem mais o telefone


"Olá, esta é a caixa postal de Yasmin Rufo. Por favor, não deixe mensagem, pois não vou ouvir, nem ligar de volta."

Infelizmente, esta não é a mensagem da minha caixa postal. Mas eu certamente gostaria que fosse, bem como a maior parte dos jovens da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) e dos millennials (nascidos entre 1981 e 1995).

Uma pesquisa recente concluiu que 25% das pessoas com 18 a 34 anos de idade nunca atendem o telefone. Os participantes responderam que ignoram o toque, respondem por mensagens de texto ou pesquisam o número online se for desconhecido.

A pesquisa do site Uswitch envolveu 2 mil pessoas. Ela também concluiu que cerca de 70% das pessoas com 18 a 34 anos preferem mensagens de texto a chamadas telefônicas.

Para as gerações mais velhas, falar ao telefone é normal. Meus pais passaram a adolescência brigando com seus irmãos pelo telefone fixo no corredor, o que só fazia com que toda a família ouvisse as suas conversas.

Já a minha adolescência foi passada em mensagens de texto. Fiquei obcecada por elas desde o momento em que ganhei meu Nokia cor-de-rosa de presente de aniversário, com 13 anos de idade.

Eu passava todas as noites depois da escola redigindo textos de 160 caracteres para os meus amigos.

Eu retirava todas as vogais e espaços desnecessários, até que a mensagem parecesse um grupo de consoantes aleatórias que os próprios serviços de inteligência teriam dificuldade de decifrar. Afinal, eu nunca iria pagar a mais para escrever 161 caracteres.

E, em 2009, as ligações telefônicas do meu celular custavam uma fortuna. "Nós não demos este telefone para você fofocar com suas amigas a noite inteira", relembravam meus pais sempre que recebiam minha conta telefônica, todos os meses.

Foi assim que surgiu uma geração de pessoas que só se comunicam por texto. As ligações por telefone celular eram para emergências e o telefone fixo era usado raramente para falar com os avós.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyw96x064eo. Acesso em: 31 ago. 2024.

Na palavra “INFELIZMENTE”, há:
Alternativas
Q3067448 Português
Leia o texto a seguir:



Por que a geração Z e os millennials não atendem mais o telefone


"Olá, esta é a caixa postal de Yasmin Rufo. Por favor, não deixe mensagem, pois não vou ouvir, nem ligar de volta."

Infelizmente, esta não é a mensagem da minha caixa postal. Mas eu certamente gostaria que fosse, bem como a maior parte dos jovens da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) e dos millennials (nascidos entre 1981 e 1995).

Uma pesquisa recente concluiu que 25% das pessoas com 18 a 34 anos de idade nunca atendem o telefone. Os participantes responderam que ignoram o toque, respondem por mensagens de texto ou pesquisam o número online se for desconhecido.

A pesquisa do site Uswitch envolveu 2 mil pessoas. Ela também concluiu que cerca de 70% das pessoas com 18 a 34 anos preferem mensagens de texto a chamadas telefônicas.

Para as gerações mais velhas, falar ao telefone é normal. Meus pais passaram a adolescência brigando com seus irmãos pelo telefone fixo no corredor, o que só fazia com que toda a família ouvisse as suas conversas.

Já a minha adolescência foi passada em mensagens de texto. Fiquei obcecada por elas desde o momento em que ganhei meu Nokia cor-de-rosa de presente de aniversário, com 13 anos de idade.

Eu passava todas as noites depois da escola redigindo textos de 160 caracteres para os meus amigos.

Eu retirava todas as vogais e espaços desnecessários, até que a mensagem parecesse um grupo de consoantes aleatórias que os próprios serviços de inteligência teriam dificuldade de decifrar. Afinal, eu nunca iria pagar a mais para escrever 161 caracteres.

E, em 2009, as ligações telefônicas do meu celular custavam uma fortuna. "Nós não demos este telefone para você fofocar com suas amigas a noite inteira", relembravam meus pais sempre que recebiam minha conta telefônica, todos os meses.

Foi assim que surgiu uma geração de pessoas que só se comunicam por texto. As ligações por telefone celular eram para emergências e o telefone fixo era usado raramente para falar com os avós.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyw96x064eo. Acesso em: 31 ago. 2024.

“Eu retirava todas as vogais e espaços desnecessários, até que a mensagem parecesse um grupo de consoantes aleatórias que os próprios serviços de inteligência teriam dificuldade de decifrar” (8º parágrafo). À luz da norma-padrão, sem alteração de sentido, o termo destacado poderia ser substituído por:
Alternativas
Q3067447 Português
Leia o texto a seguir:



Por que a geração Z e os millennials não atendem mais o telefone


"Olá, esta é a caixa postal de Yasmin Rufo. Por favor, não deixe mensagem, pois não vou ouvir, nem ligar de volta."

Infelizmente, esta não é a mensagem da minha caixa postal. Mas eu certamente gostaria que fosse, bem como a maior parte dos jovens da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) e dos millennials (nascidos entre 1981 e 1995).

Uma pesquisa recente concluiu que 25% das pessoas com 18 a 34 anos de idade nunca atendem o telefone. Os participantes responderam que ignoram o toque, respondem por mensagens de texto ou pesquisam o número online se for desconhecido.

A pesquisa do site Uswitch envolveu 2 mil pessoas. Ela também concluiu que cerca de 70% das pessoas com 18 a 34 anos preferem mensagens de texto a chamadas telefônicas.

Para as gerações mais velhas, falar ao telefone é normal. Meus pais passaram a adolescência brigando com seus irmãos pelo telefone fixo no corredor, o que só fazia com que toda a família ouvisse as suas conversas.

Já a minha adolescência foi passada em mensagens de texto. Fiquei obcecada por elas desde o momento em que ganhei meu Nokia cor-de-rosa de presente de aniversário, com 13 anos de idade.

Eu passava todas as noites depois da escola redigindo textos de 160 caracteres para os meus amigos.

Eu retirava todas as vogais e espaços desnecessários, até que a mensagem parecesse um grupo de consoantes aleatórias que os próprios serviços de inteligência teriam dificuldade de decifrar. Afinal, eu nunca iria pagar a mais para escrever 161 caracteres.

E, em 2009, as ligações telefônicas do meu celular custavam uma fortuna. "Nós não demos este telefone para você fofocar com suas amigas a noite inteira", relembravam meus pais sempre que recebiam minha conta telefônica, todos os meses.

Foi assim que surgiu uma geração de pessoas que só se comunicam por texto. As ligações por telefone celular eram para emergências e o telefone fixo era usado raramente para falar com os avós.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyw96x064eo. Acesso em: 31 ago. 2024.

“Meus pais passaram a adolescência brigando com seus irmãos pelo telefone fixo no corredor, o que só fazia com que toda a família ouvisse as suas conversas” (5º parágrafo). Nesse trecho, as palavras destacadas são classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q3067446 Português
Leia o texto a seguir:



Por que a geração Z e os millennials não atendem mais o telefone


"Olá, esta é a caixa postal de Yasmin Rufo. Por favor, não deixe mensagem, pois não vou ouvir, nem ligar de volta."

Infelizmente, esta não é a mensagem da minha caixa postal. Mas eu certamente gostaria que fosse, bem como a maior parte dos jovens da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) e dos millennials (nascidos entre 1981 e 1995).

Uma pesquisa recente concluiu que 25% das pessoas com 18 a 34 anos de idade nunca atendem o telefone. Os participantes responderam que ignoram o toque, respondem por mensagens de texto ou pesquisam o número online se for desconhecido.

A pesquisa do site Uswitch envolveu 2 mil pessoas. Ela também concluiu que cerca de 70% das pessoas com 18 a 34 anos preferem mensagens de texto a chamadas telefônicas.

Para as gerações mais velhas, falar ao telefone é normal. Meus pais passaram a adolescência brigando com seus irmãos pelo telefone fixo no corredor, o que só fazia com que toda a família ouvisse as suas conversas.

Já a minha adolescência foi passada em mensagens de texto. Fiquei obcecada por elas desde o momento em que ganhei meu Nokia cor-de-rosa de presente de aniversário, com 13 anos de idade.

Eu passava todas as noites depois da escola redigindo textos de 160 caracteres para os meus amigos.

Eu retirava todas as vogais e espaços desnecessários, até que a mensagem parecesse um grupo de consoantes aleatórias que os próprios serviços de inteligência teriam dificuldade de decifrar. Afinal, eu nunca iria pagar a mais para escrever 161 caracteres.

E, em 2009, as ligações telefônicas do meu celular custavam uma fortuna. "Nós não demos este telefone para você fofocar com suas amigas a noite inteira", relembravam meus pais sempre que recebiam minha conta telefônica, todos os meses.

Foi assim que surgiu uma geração de pessoas que só se comunicam por texto. As ligações por telefone celular eram para emergências e o telefone fixo era usado raramente para falar com os avós.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyw96x064eo. Acesso em: 31 ago. 2024.

“Para as gerações mais velhas, falar ao telefone é normal” (5º parágrafo). Nesse trecho, a vírgula foi empregada para:
Alternativas
Q3067445 Português
Leia o texto a seguir:



Por que a geração Z e os millennials não atendem mais o telefone


"Olá, esta é a caixa postal de Yasmin Rufo. Por favor, não deixe mensagem, pois não vou ouvir, nem ligar de volta."

Infelizmente, esta não é a mensagem da minha caixa postal. Mas eu certamente gostaria que fosse, bem como a maior parte dos jovens da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) e dos millennials (nascidos entre 1981 e 1995).

Uma pesquisa recente concluiu que 25% das pessoas com 18 a 34 anos de idade nunca atendem o telefone. Os participantes responderam que ignoram o toque, respondem por mensagens de texto ou pesquisam o número online se for desconhecido.

A pesquisa do site Uswitch envolveu 2 mil pessoas. Ela também concluiu que cerca de 70% das pessoas com 18 a 34 anos preferem mensagens de texto a chamadas telefônicas.

Para as gerações mais velhas, falar ao telefone é normal. Meus pais passaram a adolescência brigando com seus irmãos pelo telefone fixo no corredor, o que só fazia com que toda a família ouvisse as suas conversas.

Já a minha adolescência foi passada em mensagens de texto. Fiquei obcecada por elas desde o momento em que ganhei meu Nokia cor-de-rosa de presente de aniversário, com 13 anos de idade.

Eu passava todas as noites depois da escola redigindo textos de 160 caracteres para os meus amigos.

Eu retirava todas as vogais e espaços desnecessários, até que a mensagem parecesse um grupo de consoantes aleatórias que os próprios serviços de inteligência teriam dificuldade de decifrar. Afinal, eu nunca iria pagar a mais para escrever 161 caracteres.

E, em 2009, as ligações telefônicas do meu celular custavam uma fortuna. "Nós não demos este telefone para você fofocar com suas amigas a noite inteira", relembravam meus pais sempre que recebiam minha conta telefônica, todos os meses.

Foi assim que surgiu uma geração de pessoas que só se comunicam por texto. As ligações por telefone celular eram para emergências e o telefone fixo era usado raramente para falar com os avós.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyw96x064eo. Acesso em: 31 ago. 2024.

“Meus pais passaram a adolescência brigando com seus irmãos pelo telefone fixo no corredor, o que só fazia com que toda a família ouvisse as suas conversas” (5º parágrafo). Nesse trecho, o verbo em destaque está flexionado no:
Alternativas
Q3067441 Português
Leia o texto a seguir:



Por que a geração Z e os millennials não atendem mais o telefone


"Olá, esta é a caixa postal de Yasmin Rufo. Por favor, não deixe mensagem, pois não vou ouvir, nem ligar de volta."

Infelizmente, esta não é a mensagem da minha caixa postal. Mas eu certamente gostaria que fosse, bem como a maior parte dos jovens da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) e dos millennials (nascidos entre 1981 e 1995).

Uma pesquisa recente concluiu que 25% das pessoas com 18 a 34 anos de idade nunca atendem o telefone. Os participantes responderam que ignoram o toque, respondem por mensagens de texto ou pesquisam o número online se for desconhecido.

A pesquisa do site Uswitch envolveu 2 mil pessoas. Ela também concluiu que cerca de 70% das pessoas com 18 a 34 anos preferem mensagens de texto a chamadas telefônicas.

Para as gerações mais velhas, falar ao telefone é normal. Meus pais passaram a adolescência brigando com seus irmãos pelo telefone fixo no corredor, o que só fazia com que toda a família ouvisse as suas conversas.

Já a minha adolescência foi passada em mensagens de texto. Fiquei obcecada por elas desde o momento em que ganhei meu Nokia cor-de-rosa de presente de aniversário, com 13 anos de idade.

Eu passava todas as noites depois da escola redigindo textos de 160 caracteres para os meus amigos.

Eu retirava todas as vogais e espaços desnecessários, até que a mensagem parecesse um grupo de consoantes aleatórias que os próprios serviços de inteligência teriam dificuldade de decifrar. Afinal, eu nunca iria pagar a mais para escrever 161 caracteres.

E, em 2009, as ligações telefônicas do meu celular custavam uma fortuna. "Nós não demos este telefone para você fofocar com suas amigas a noite inteira", relembravam meus pais sempre que recebiam minha conta telefônica, todos os meses.

Foi assim que surgiu uma geração de pessoas que só se comunicam por texto. As ligações por telefone celular eram para emergências e o telefone fixo era usado raramente para falar com os avós.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyw96x064eo. Acesso em: 31 ago. 2024.

“Infelizmente, esta não é a mensagem da minha caixa postal” (2º parágrafo). Essa frase tem sentido semelhante a: 
Alternativas
Q3067439 Português
Leia o texto a seguir:



Por que a geração Z e os millennials não atendem mais o telefone


"Olá, esta é a caixa postal de Yasmin Rufo. Por favor, não deixe mensagem, pois não vou ouvir, nem ligar de volta."

Infelizmente, esta não é a mensagem da minha caixa postal. Mas eu certamente gostaria que fosse, bem como a maior parte dos jovens da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) e dos millennials (nascidos entre 1981 e 1995).

Uma pesquisa recente concluiu que 25% das pessoas com 18 a 34 anos de idade nunca atendem o telefone. Os participantes responderam que ignoram o toque, respondem por mensagens de texto ou pesquisam o número online se for desconhecido.

A pesquisa do site Uswitch envolveu 2 mil pessoas. Ela também concluiu que cerca de 70% das pessoas com 18 a 34 anos preferem mensagens de texto a chamadas telefônicas.

Para as gerações mais velhas, falar ao telefone é normal. Meus pais passaram a adolescência brigando com seus irmãos pelo telefone fixo no corredor, o que só fazia com que toda a família ouvisse as suas conversas.

Já a minha adolescência foi passada em mensagens de texto. Fiquei obcecada por elas desde o momento em que ganhei meu Nokia cor-de-rosa de presente de aniversário, com 13 anos de idade.

Eu passava todas as noites depois da escola redigindo textos de 160 caracteres para os meus amigos.

Eu retirava todas as vogais e espaços desnecessários, até que a mensagem parecesse um grupo de consoantes aleatórias que os próprios serviços de inteligência teriam dificuldade de decifrar. Afinal, eu nunca iria pagar a mais para escrever 161 caracteres.

E, em 2009, as ligações telefônicas do meu celular custavam uma fortuna. "Nós não demos este telefone para você fofocar com suas amigas a noite inteira", relembravam meus pais sempre que recebiam minha conta telefônica, todos os meses.

Foi assim que surgiu uma geração de pessoas que só se comunicam por texto. As ligações por telefone celular eram para emergências e o telefone fixo era usado raramente para falar com os avós.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyw96x064eo. Acesso em: 31 ago. 2024.

O objetivo principal do texto é:
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Q3067423 Pedagogia

Leia abaixo o relato sobre a prática pedagógica de uma professora de educação infantil.


“Inês é professora de crianças de 4 e 5 anos de idade, no geral, segue a orientação pedagógica de interferir o mínimo possível na escolha das atividades desenvolvidas pelas crianças. Os materiais lúdicos são colocados em prateleiras dispostas de maneira a facilitar a retirada dos objetos. Inês acredita que, se deixar as atividades evoluírem conforme os desejos infantis, estará propiciando um desenvolvimento harmônico dos conhecimentos e das personalidades individuais. Toda vez que entramos na sua sala a encontramos silenciosa num canto, enquanto cada grupinho de crianças se entretêm fazendo algo”. (SEBER, 1995, p. 21)


Para alguns, o relato pode levar a pensar que a professora age com descaso e descompromisso com a formação de seus alunos. Outra maneira de compreender o comportamento da Inês é fundamentá-lo na posição:

Alternativas
Q3067422 Pedagogia
A formação do pensamento lógico-matemático da criança é um processo longo e complexo. Para chegar à base conceitual do número e não simplesmente aprender a repetir a sequência, é importante o trabalho com a/o:
Alternativas
Q3067421 Pedagogia
Numa sociedade democrática, a autonomia da escola é, sobretudo, a possibilidade de ter uma compreensão particular das metas da tarefa de educar e cuidar, das relações de interdependência, da possibilidade de fazer escolhas visando a um trabalho educativo eticamente responsável. O ponto de partida para a conquista dessa autonomia pela instituição educacional tem por base a construção de sua identidade, cuja manifestação se expressa na/no:
Alternativas
Respostas
2741: A
2742: B
2743: C
2744: C
2745: B
2746: B
2747: D
2748: A
2749: D
2750: A
2751: D
2752: B
2753: B
2754: A
2755: D
2756: C
2757: C
2758: B
2759: A
2760: C