Questões de Concurso Comentadas para vestibular

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Q1331206 Literatura
Romancista do Ciclo da Cana-de-açúcar, José Lins do Rego (1901-1957), foi um dos principais nomes do chamado Romance Regionalista de 30. No entanto, além do fluxo memorialista que narra, por meio do personagem Carlos de Melo, a substituição do Engenho de açúcar pela Usina, outros temas foram explorados na obra romanesca do escritor paraibano. Dentre elas, qual você assinalaria como correta?
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Q1331205 Literatura
O Major Policarpo Quaresma, do romance Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto (1881-1922) é um dos personagens quixotescos da literatura brasileira. Assim, dentre os traços que o definem como quixotesco, quais você apontaria como corretos?
1) A obsessão nacionalista. 2) O entusiasmo do homem ingênuo. 3) Sua defesa da língua Tupi como idioma oficial do Brasil. 4) O fanatismo xenófobo. 5) A confiança e a boa fé em Floriano Peixoto.
Estão corretas:
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Q1331204 Literatura
A tríade do Parnasianismo brasileiro é constituída por Alberto de Oliveira (1859-1937), Raimundo Correia (1859-1911) e Olavo Bilac (1865-1918). Dos três, Bilac foi, no dizer de Alfredo Bosi, “o mais antológico dos nossos poetas”. Dentro os poemas abaixo, qual pertence à sua lavra?
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Q1331203 Literatura
Nome central da poética romântica, o poeta maranhense Gonçalves Dias (1823-1964) foi um dos criadores e um dos propagadores da literatura indianista, movimento literário considerado um dos pontos alto do romantismo brasileiro. Dentre os títulos abaixo, qual obra se inscreve na poesia indianista e que foi escrita pelo poeta maranhense?
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Q1331202 Literatura

No Brasil, o maior poeta barroco foi Gregório de Matos (1623-1696). Sua poesia suscita interesse tanto por ser um documento da vida social, política, religiosa e cultural do Brasil seiscentista, quanto pelo seu valor literário. Sendo assim, assinale quais são esses traços que caracterizam a sua poesia e que promovem nos leitores esse duplo interesse?


1) Os seus versos satirizam os seus desafetos pessoais e políticos.

2) Os seus versos passam ao largo de qualquer crítica social e política.

3) Muitos dos seus versos revelam um poeta religioso e devoto.

4) Os seus versos satirizavam os mestiços e a elite branca.

5) Toda a sua obra poética é escrita em sonetos.


Estão corretas apenas:

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Q1331201 Português

As línguas mudam


As línguas não são realidades estáticas, elas mudam com o passar do tempo, elas alteram-se continuamente. Os falantes não têm consciência da mudança. A imagem que eles têm do idioma é que ele é estável. São várias as razões para que não se perceba a constante alteração da língua. A primeira é que ela é bastante lenta. Tudo pode mudar na língua: os sons, a gramática, o vocabulário. No entanto, alguns níveis da linguagem se modificam mais devagar do que outros: por exemplo, o nível fônico, o do sons de que se vale a língua para construir as palavras, ou o da gramática têm uma mutação mais vagarosa do que a do vocabulário. Por outro lado, as mudanças atingem partes da língua e não sua totalidade: não se transformam todos os sons de uma só vez, não se altera toda a gramática conjuntamente, não se modifica todo o léxico na mesma ocasião. Isso significa que uma língua é um complexo jogo de mudanças e permanências. Ela está sempre num equilíbrio estável. Além disso, a escrita, que é uma realidade mais estável e permanente do que a língua falada, leva ao desenvolvimento de um padrão de língua, que é ensinado na escola, é descrito nas gramáticas e nos dicionários, goza de um valor social mais elevado e, por isso, adquire uma estabilidade maior, refreando a mutação e servindo de referência para a imagem que o falante tem da língua. Entretanto, para perceber a modificação da língua, basta pegar textos antigos ou conviver com falantes mais velhos ou mais jovens.


(Massaud Moisés. A literatura portuguesa através dos textos. São Paulo: Cultrix, s,d. Fragmento)

Confrontando a língua falada e a língua escrita, o autor do Texto 2 admite que:
1) A escrita, em relação à fala, goza de uma estabilidade maior e serve de freio para as mudanças. 2) A língua escrita goza de um prestígio social mais elevado do que a fala. 3) Tanto a gramática quanto o léxico se alteram lentamente; entretanto, o nível dos sons se altera em ritmos mais rápidos. 4) Os falantes não percebem as mudanças operadas na língua falada, pois têm como referência a língua escrita, de maior estabilidade. 5) É a partir da escrita que se desenvolve o padrão de língua que será ensinado nas escolas, descrito nas gramáticas e referido nos dicionários.
Estão corretas:
Alternativas
Q1331200 Português

As línguas mudam


As línguas não são realidades estáticas, elas mudam com o passar do tempo, elas alteram-se continuamente. Os falantes não têm consciência da mudança. A imagem que eles têm do idioma é que ele é estável. São várias as razões para que não se perceba a constante alteração da língua. A primeira é que ela é bastante lenta. Tudo pode mudar na língua: os sons, a gramática, o vocabulário. No entanto, alguns níveis da linguagem se modificam mais devagar do que outros: por exemplo, o nível fônico, o do sons de que se vale a língua para construir as palavras, ou o da gramática têm uma mutação mais vagarosa do que a do vocabulário. Por outro lado, as mudanças atingem partes da língua e não sua totalidade: não se transformam todos os sons de uma só vez, não se altera toda a gramática conjuntamente, não se modifica todo o léxico na mesma ocasião. Isso significa que uma língua é um complexo jogo de mudanças e permanências. Ela está sempre num equilíbrio estável. Além disso, a escrita, que é uma realidade mais estável e permanente do que a língua falada, leva ao desenvolvimento de um padrão de língua, que é ensinado na escola, é descrito nas gramáticas e nos dicionários, goza de um valor social mais elevado e, por isso, adquire uma estabilidade maior, refreando a mutação e servindo de referência para a imagem que o falante tem da língua. Entretanto, para perceber a modificação da língua, basta pegar textos antigos ou conviver com falantes mais velhos ou mais jovens.


(Massaud Moisés. A literatura portuguesa através dos textos. São Paulo: Cultrix, s,d. Fragmento)

Considerando o tema desenvolvido no Texto 2, podemos apontar como ‘afirmação nuclear e, assim, bastante relevante’, aquela que consta na alternativa:
Alternativas
Q1331199 Português
TEXTO 1

A publicidade sempre está um passo além.

(1) Não são poucas as vezes que, diante da televisão, dá vontade de gritar. Por exemplo, nos últimos tempos, parece que a publicidade tem-se esmerado em produzir, a cada intervalo comercial, muitos momentos desse tipo.

(2) Por pior que seja a televisão em termos de programação, a publicidade sempre consegue ser um pouco pior, sempre está a alguns passos além na direção da barbárie. E não estamos aqui falando da cafajestagem malandra dos comerciais de cerveja.

(3) Mas há um tipo de mensagem publicitária que só se pode classificar como violenta mesmo que não haja nenhuma cena que explore situações de violência. Ao contrário, são propagandas em tom “científico” ou “bem-humoradas”, cujas mensagens representam ataques graves a valores que ainda deveriam se sobrepor ao consumo.

(4) A educação das crianças é um dos alvos prediletos das ideias geniais dos publicitários. Eles sabem que a maioria dos pais não tem tempo de assumir a parte árdua da educação dos filhos. É exatamente aí que eles entram.

(5) Uma propaganda recente da marca mais conhecida de iogurte infantil, por exemplo, começa avisando que a falta de nutrientes essenciais nos primeiros estágios do crescimento pode causar sérios danos estruturais. Em seguida, um pediatra aparece em meio a seus filhos. Com a dupla autoridade de pai e de médico, informa que o produto em questão supre perfeitamente as necessidades nutricionais de uma criança em fase de crescimento. A imagem final é uma construção de blocos de madeira, cuja base é substituída por uma embalagem vazia do produto. Logo, pais, desistam da batalha árdua de fazer as crianças comerem arroz, feijão, bife e verdura. Podem dar um desses iogurtes e ir malhar!

(6) Em outra, mais engraçadinha, uma professora avisa que, antes de sair, os alunos devem entregar o trabalho “de” Pitágoras. Os alunos vão deixando sobre a mesa os trabalhos, todos impecavelmente impressos, com ilustrações coloridas, até que um deposita uma pedra chata e lisa com um diagrama do triângulo retângulo. A professora olha com espanto para o menino, que está vestido como o personagem Bambam, dos “Flintstone”, clava ao ombro, cabelos desgrenhados, rosto sujo. E ouve-se a mensagem do comercial de um provedor de conexão rápida com a internet. “Não deixe seu filho na Idade da Pedra. Relaxe: ele vai ter um jeito fácil e cômodo de dar conta de seus trabalhos escolares copiando da internet, é claro. Vocês vão poder ver tranquilos a sua série predileta de TV”.

(7) Jogando duplamente com a infantilidade – das crianças, mas também dos pais que resistem a assumir a parte “chata” da educação – a publicidade mostra sua face mais brutal.

                                                (Folha de S. Paulo, 3 de abril de 2005. Adaptado)
As normas da concordância verbal são bastante valorizadas na definição da língua portuguesa ‘’culta’. Está conforme tais normas a seguinte alternativa:
Alternativas
Q1331198 Português
TEXTO 1

A publicidade sempre está um passo além.

(1) Não são poucas as vezes que, diante da televisão, dá vontade de gritar. Por exemplo, nos últimos tempos, parece que a publicidade tem-se esmerado em produzir, a cada intervalo comercial, muitos momentos desse tipo.

(2) Por pior que seja a televisão em termos de programação, a publicidade sempre consegue ser um pouco pior, sempre está a alguns passos além na direção da barbárie. E não estamos aqui falando da cafajestagem malandra dos comerciais de cerveja.

(3) Mas há um tipo de mensagem publicitária que só se pode classificar como violenta mesmo que não haja nenhuma cena que explore situações de violência. Ao contrário, são propagandas em tom “científico” ou “bem-humoradas”, cujas mensagens representam ataques graves a valores que ainda deveriam se sobrepor ao consumo.

(4) A educação das crianças é um dos alvos prediletos das ideias geniais dos publicitários. Eles sabem que a maioria dos pais não tem tempo de assumir a parte árdua da educação dos filhos. É exatamente aí que eles entram.

(5) Uma propaganda recente da marca mais conhecida de iogurte infantil, por exemplo, começa avisando que a falta de nutrientes essenciais nos primeiros estágios do crescimento pode causar sérios danos estruturais. Em seguida, um pediatra aparece em meio a seus filhos. Com a dupla autoridade de pai e de médico, informa que o produto em questão supre perfeitamente as necessidades nutricionais de uma criança em fase de crescimento. A imagem final é uma construção de blocos de madeira, cuja base é substituída por uma embalagem vazia do produto. Logo, pais, desistam da batalha árdua de fazer as crianças comerem arroz, feijão, bife e verdura. Podem dar um desses iogurtes e ir malhar!

(6) Em outra, mais engraçadinha, uma professora avisa que, antes de sair, os alunos devem entregar o trabalho “de” Pitágoras. Os alunos vão deixando sobre a mesa os trabalhos, todos impecavelmente impressos, com ilustrações coloridas, até que um deposita uma pedra chata e lisa com um diagrama do triângulo retângulo. A professora olha com espanto para o menino, que está vestido como o personagem Bambam, dos “Flintstone”, clava ao ombro, cabelos desgrenhados, rosto sujo. E ouve-se a mensagem do comercial de um provedor de conexão rápida com a internet. “Não deixe seu filho na Idade da Pedra. Relaxe: ele vai ter um jeito fácil e cômodo de dar conta de seus trabalhos escolares copiando da internet, é claro. Vocês vão poder ver tranquilos a sua série predileta de TV”.

(7) Jogando duplamente com a infantilidade – das crianças, mas também dos pais que resistem a assumir a parte “chata” da educação – a publicidade mostra sua face mais brutal.

                                                (Folha de S. Paulo, 3 de abril de 2005. Adaptado)
Analise a formulação do seguinte trecho: “A educação das crianças é um dos alvos prediletos das ideias geniais dos publicitários. Eles sabem que a maioria dos pais não tem tempo de assumir a parte árdua da educação dos filhos. É exatamente aí que eles entram”. Concluindo, podemos afirmar que:  
Alternativas
Q1331197 Português
TEXTO 1

A publicidade sempre está um passo além.

(1) Não são poucas as vezes que, diante da televisão, dá vontade de gritar. Por exemplo, nos últimos tempos, parece que a publicidade tem-se esmerado em produzir, a cada intervalo comercial, muitos momentos desse tipo.

(2) Por pior que seja a televisão em termos de programação, a publicidade sempre consegue ser um pouco pior, sempre está a alguns passos além na direção da barbárie. E não estamos aqui falando da cafajestagem malandra dos comerciais de cerveja.

(3) Mas há um tipo de mensagem publicitária que só se pode classificar como violenta mesmo que não haja nenhuma cena que explore situações de violência. Ao contrário, são propagandas em tom “científico” ou “bem-humoradas”, cujas mensagens representam ataques graves a valores que ainda deveriam se sobrepor ao consumo.

(4) A educação das crianças é um dos alvos prediletos das ideias geniais dos publicitários. Eles sabem que a maioria dos pais não tem tempo de assumir a parte árdua da educação dos filhos. É exatamente aí que eles entram.

(5) Uma propaganda recente da marca mais conhecida de iogurte infantil, por exemplo, começa avisando que a falta de nutrientes essenciais nos primeiros estágios do crescimento pode causar sérios danos estruturais. Em seguida, um pediatra aparece em meio a seus filhos. Com a dupla autoridade de pai e de médico, informa que o produto em questão supre perfeitamente as necessidades nutricionais de uma criança em fase de crescimento. A imagem final é uma construção de blocos de madeira, cuja base é substituída por uma embalagem vazia do produto. Logo, pais, desistam da batalha árdua de fazer as crianças comerem arroz, feijão, bife e verdura. Podem dar um desses iogurtes e ir malhar!

(6) Em outra, mais engraçadinha, uma professora avisa que, antes de sair, os alunos devem entregar o trabalho “de” Pitágoras. Os alunos vão deixando sobre a mesa os trabalhos, todos impecavelmente impressos, com ilustrações coloridas, até que um deposita uma pedra chata e lisa com um diagrama do triângulo retângulo. A professora olha com espanto para o menino, que está vestido como o personagem Bambam, dos “Flintstone”, clava ao ombro, cabelos desgrenhados, rosto sujo. E ouve-se a mensagem do comercial de um provedor de conexão rápida com a internet. “Não deixe seu filho na Idade da Pedra. Relaxe: ele vai ter um jeito fácil e cômodo de dar conta de seus trabalhos escolares copiando da internet, é claro. Vocês vão poder ver tranquilos a sua série predileta de TV”.

(7) Jogando duplamente com a infantilidade – das crianças, mas também dos pais que resistem a assumir a parte “chata” da educação – a publicidade mostra sua face mais brutal.

                                                (Folha de S. Paulo, 3 de abril de 2005. Adaptado)
Considerando o contexto global em que o Texto 1 se desenvolve, é coerente o seguinte comentário:
Alternativas
Q1331196 Português
TEXTO 1

A publicidade sempre está um passo além.

(1) Não são poucas as vezes que, diante da televisão, dá vontade de gritar. Por exemplo, nos últimos tempos, parece que a publicidade tem-se esmerado em produzir, a cada intervalo comercial, muitos momentos desse tipo.

(2) Por pior que seja a televisão em termos de programação, a publicidade sempre consegue ser um pouco pior, sempre está a alguns passos além na direção da barbárie. E não estamos aqui falando da cafajestagem malandra dos comerciais de cerveja.

(3) Mas há um tipo de mensagem publicitária que só se pode classificar como violenta mesmo que não haja nenhuma cena que explore situações de violência. Ao contrário, são propagandas em tom “científico” ou “bem-humoradas”, cujas mensagens representam ataques graves a valores que ainda deveriam se sobrepor ao consumo.

(4) A educação das crianças é um dos alvos prediletos das ideias geniais dos publicitários. Eles sabem que a maioria dos pais não tem tempo de assumir a parte árdua da educação dos filhos. É exatamente aí que eles entram.

(5) Uma propaganda recente da marca mais conhecida de iogurte infantil, por exemplo, começa avisando que a falta de nutrientes essenciais nos primeiros estágios do crescimento pode causar sérios danos estruturais. Em seguida, um pediatra aparece em meio a seus filhos. Com a dupla autoridade de pai e de médico, informa que o produto em questão supre perfeitamente as necessidades nutricionais de uma criança em fase de crescimento. A imagem final é uma construção de blocos de madeira, cuja base é substituída por uma embalagem vazia do produto. Logo, pais, desistam da batalha árdua de fazer as crianças comerem arroz, feijão, bife e verdura. Podem dar um desses iogurtes e ir malhar!

(6) Em outra, mais engraçadinha, uma professora avisa que, antes de sair, os alunos devem entregar o trabalho “de” Pitágoras. Os alunos vão deixando sobre a mesa os trabalhos, todos impecavelmente impressos, com ilustrações coloridas, até que um deposita uma pedra chata e lisa com um diagrama do triângulo retângulo. A professora olha com espanto para o menino, que está vestido como o personagem Bambam, dos “Flintstone”, clava ao ombro, cabelos desgrenhados, rosto sujo. E ouve-se a mensagem do comercial de um provedor de conexão rápida com a internet. “Não deixe seu filho na Idade da Pedra. Relaxe: ele vai ter um jeito fácil e cômodo de dar conta de seus trabalhos escolares copiando da internet, é claro. Vocês vão poder ver tranquilos a sua série predileta de TV”.

(7) Jogando duplamente com a infantilidade – das crianças, mas também dos pais que resistem a assumir a parte “chata” da educação – a publicidade mostra sua face mais brutal.

                                                (Folha de S. Paulo, 3 de abril de 2005. Adaptado)
O ‘foco’ principal do Texto 1 é:
Alternativas
Q1331195 Português
TEXTO 1

A publicidade sempre está um passo além.

(1) Não são poucas as vezes que, diante da televisão, dá vontade de gritar. Por exemplo, nos últimos tempos, parece que a publicidade tem-se esmerado em produzir, a cada intervalo comercial, muitos momentos desse tipo.

(2) Por pior que seja a televisão em termos de programação, a publicidade sempre consegue ser um pouco pior, sempre está a alguns passos além na direção da barbárie. E não estamos aqui falando da cafajestagem malandra dos comerciais de cerveja.

(3) Mas há um tipo de mensagem publicitária que só se pode classificar como violenta mesmo que não haja nenhuma cena que explore situações de violência. Ao contrário, são propagandas em tom “científico” ou “bem-humoradas”, cujas mensagens representam ataques graves a valores que ainda deveriam se sobrepor ao consumo.

(4) A educação das crianças é um dos alvos prediletos das ideias geniais dos publicitários. Eles sabem que a maioria dos pais não tem tempo de assumir a parte árdua da educação dos filhos. É exatamente aí que eles entram.

(5) Uma propaganda recente da marca mais conhecida de iogurte infantil, por exemplo, começa avisando que a falta de nutrientes essenciais nos primeiros estágios do crescimento pode causar sérios danos estruturais. Em seguida, um pediatra aparece em meio a seus filhos. Com a dupla autoridade de pai e de médico, informa que o produto em questão supre perfeitamente as necessidades nutricionais de uma criança em fase de crescimento. A imagem final é uma construção de blocos de madeira, cuja base é substituída por uma embalagem vazia do produto. Logo, pais, desistam da batalha árdua de fazer as crianças comerem arroz, feijão, bife e verdura. Podem dar um desses iogurtes e ir malhar!

(6) Em outra, mais engraçadinha, uma professora avisa que, antes de sair, os alunos devem entregar o trabalho “de” Pitágoras. Os alunos vão deixando sobre a mesa os trabalhos, todos impecavelmente impressos, com ilustrações coloridas, até que um deposita uma pedra chata e lisa com um diagrama do triângulo retângulo. A professora olha com espanto para o menino, que está vestido como o personagem Bambam, dos “Flintstone”, clava ao ombro, cabelos desgrenhados, rosto sujo. E ouve-se a mensagem do comercial de um provedor de conexão rápida com a internet. “Não deixe seu filho na Idade da Pedra. Relaxe: ele vai ter um jeito fácil e cômodo de dar conta de seus trabalhos escolares copiando da internet, é claro. Vocês vão poder ver tranquilos a sua série predileta de TV”.

(7) Jogando duplamente com a infantilidade – das crianças, mas também dos pais que resistem a assumir a parte “chata” da educação – a publicidade mostra sua face mais brutal.

                                                (Folha de S. Paulo, 3 de abril de 2005. Adaptado)
Em todo texto, se pode identificar a intenção com que seu autor o produziu. No caso do Texto 1, por exemplo, o propósito comunicativo que esteve em jogo foi:
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Q1348200 Direito Constitucional
A atual legislação sobre educação escolar indígena prevê que essa educação tem suas especificidades e deve ser diferenciada. Sobre a educação escolar indígena é INCORRETO afirmar que:
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Q1348199 Conhecimentos Gerais
Segundo reportagem do jornal FolhaWeb de 02 de abril de 2016, populações da Terra Indígena Yanomami têm enfrentado problemas de contaminação. Assim, segundo a reportagem, “o líder da etnia Yanomami, Davi Kopenawa, denunciou a contaminação causada por mercúrio em índios das etnias Yanomami e Ye'kwana, que ocupam a Terra Indígena Yanomami (TIY), na região Norte de Roraima. De acordo com pesquisa realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o nível de contaminação em algumas aldeias chega a 92%”.
Disponível em:http://www.folhabv.com.br/noticia/Indigenasestao-morrendo-contaminados-por-mercurio--denuncia-liderYanomami/15219>
Sobre a contaminação por mercúrio é correto afirmar que:
Alternativas
Q1348198 História e Geografia de Estados e Municípios
O gado foi trazido para a região do rio Branco no século XVIII, quando Manuel da Gama Lobo d'Almada introduziu as primeiras cabeças. Desde então, a atividade da pecuária passou a fazer parte da realidade e da história de Roraima. As comunidades indígenas não ficaram fora dessa história, quando incorporaram rebanhos bovinos entre suas atividades. Sobre a criação de gado em comunidades indígenas, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q1348197 História e Geografia de Estados e Municípios
Sobre as terras indígenas de Roraima, podemos afirmar:
Alternativas
Q1348196 História e Geografia de Estados e Municípios
As comunidades indígenas de Roraima enfrentam vários problemas ambientais hoje. Entre eles está o acúmulo de lixo, proveniente da entrada de produtos industrializados nessas áreas. NÃO é um problema ambiental gerado pelo lixo:
Alternativas
Q1348195 Inglês

BRAZILIAN INDIANS


    The history of Brazil's indigenous peoples has been marked by brutality, slavery, violence, diseases, and genocide.
    When the first European colonists arrived in 1500, what is now Brazil was inhabited by an estimated 11 million Indians, living in about 2,000 tribes. Within the rst century of contact, 90% were wiped out, mainly through diseases imported by the colonists, such as fiu, measles and smallpox. In the following centuries, thousands more died, enslaved in the rubber and sugar cane plantations.
    By the 1950s the population has dropped to such a low that the eminent senator and anthropologist Darcy Ribeiro predicted there would be none left by the year 1980. On average, it is estimated that one tribe became extinct every year over the last century.   
    In 1967, a federal prosecutor named Jader Figueiredo published a 7,000 page report cataloguing thousands of atrocities and crimes committed against the Indians, ranging from murder to land theft to enslavement.
     In one notorious case known as 'The th massacre of the 11 parallel', a rubber baron ordered his men to hurl sticks of dynamite into a Cinta Larga village. Those who survived were murdered when rubber workers entered the village on foot and attacked them with machetes.         

    The report made int e rna tiona l headlines and led to the disbanding of the government's Indian Protection Service (SPI) which was replaced by FUNAI. This remains the government' s indigenous a ff a ir s department today. 

    Survival International was founded in 1969 in response to an article by Norman Lewis in the Sunday Times magazine on the genocide of Brazil's Indians.
    The size of the indigenous population gradually started to grow once more, although when the Amazon was opened up for development by the military in the 1960s, 70s and 80s, a new wave of hydro-electric dams, cattle ranching, mines and roads meant tens of thousands of Indians lost their lands and lives. Dozens of tribes disappeared forever.
    Twenty-two years of military dictatorship ended in 1985, and a new Constitution was drawn up. Indians and their supporters lobbied hard for more rights. Much has been achieved, although Indians do not yet enjoy the collective landownership rights they are entitled to under international law. 

Adapted from http://www.survivalinternational.org/tribes/braz ilian.
Observe the sentence: “Survival International was founded 1969...”, was founded is: 
Alternativas
Q1348194 Inglês

BRAZILIAN INDIANS


    The history of Brazil's indigenous peoples has been marked by brutality, slavery, violence, diseases, and genocide.
    When the first European colonists arrived in 1500, what is now Brazil was inhabited by an estimated 11 million Indians, living in about 2,000 tribes. Within the rst century of contact, 90% were wiped out, mainly through diseases imported by the colonists, such as fiu, measles and smallpox. In the following centuries, thousands more died, enslaved in the rubber and sugar cane plantations.
    By the 1950s the population has dropped to such a low that the eminent senator and anthropologist Darcy Ribeiro predicted there would be none left by the year 1980. On average, it is estimated that one tribe became extinct every year over the last century.   
    In 1967, a federal prosecutor named Jader Figueiredo published a 7,000 page report cataloguing thousands of atrocities and crimes committed against the Indians, ranging from murder to land theft to enslavement.
     In one notorious case known as 'The th massacre of the 11 parallel', a rubber baron ordered his men to hurl sticks of dynamite into a Cinta Larga village. Those who survived were murdered when rubber workers entered the village on foot and attacked them with machetes.         

    The report made int e rna tiona l headlines and led to the disbanding of the government's Indian Protection Service (SPI) which was replaced by FUNAI. This remains the government' s indigenous a ff a ir s department today. 

    Survival International was founded in 1969 in response to an article by Norman Lewis in the Sunday Times magazine on the genocide of Brazil's Indians.
    The size of the indigenous population gradually started to grow once more, although when the Amazon was opened up for development by the military in the 1960s, 70s and 80s, a new wave of hydro-electric dams, cattle ranching, mines and roads meant tens of thousands of Indians lost their lands and lives. Dozens of tribes disappeared forever.
    Twenty-two years of military dictatorship ended in 1985, and a new Constitution was drawn up. Indians and their supporters lobbied hard for more rights. Much has been achieved, although Indians do not yet enjoy the collective landownership rights they are entitled to under international law. 

Adapted from http://www.survivalinternational.org/tribes/braz ilian.
Sobre a palavra PEOPLES em “The history of Brazil's indigenous peoples has been marked by brutality, slavery, violence, diseases, and genocide”, podemos afirmar que:
Alternativas
Q1348192 Inglês

BRAZILIAN INDIANS


    The history of Brazil's indigenous peoples has been marked by brutality, slavery, violence, diseases, and genocide.
    When the first European colonists arrived in 1500, what is now Brazil was inhabited by an estimated 11 million Indians, living in about 2,000 tribes. Within the rst century of contact, 90% were wiped out, mainly through diseases imported by the colonists, such as fiu, measles and smallpox. In the following centuries, thousands more died, enslaved in the rubber and sugar cane plantations.
    By the 1950s the population has dropped to such a low that the eminent senator and anthropologist Darcy Ribeiro predicted there would be none left by the year 1980. On average, it is estimated that one tribe became extinct every year over the last century.   
    In 1967, a federal prosecutor named Jader Figueiredo published a 7,000 page report cataloguing thousands of atrocities and crimes committed against the Indians, ranging from murder to land theft to enslavement.
     In one notorious case known as 'The th massacre of the 11 parallel', a rubber baron ordered his men to hurl sticks of dynamite into a Cinta Larga village. Those who survived were murdered when rubber workers entered the village on foot and attacked them with machetes.         

    The report made int e rna tiona l headlines and led to the disbanding of the government's Indian Protection Service (SPI) which was replaced by FUNAI. This remains the government' s indigenous a ff a ir s department today. 

    Survival International was founded in 1969 in response to an article by Norman Lewis in the Sunday Times magazine on the genocide of Brazil's Indians.
    The size of the indigenous population gradually started to grow once more, although when the Amazon was opened up for development by the military in the 1960s, 70s and 80s, a new wave of hydro-electric dams, cattle ranching, mines and roads meant tens of thousands of Indians lost their lands and lives. Dozens of tribes disappeared forever.
    Twenty-two years of military dictatorship ended in 1985, and a new Constitution was drawn up. Indians and their supporters lobbied hard for more rights. Much has been achieved, although Indians do not yet enjoy the collective landownership rights they are entitled to under international law. 

Adapted from http://www.survivalinternational.org/tribes/braz ilian.
Sobre o texto NÃO é correto afirmar que: 
Alternativas
Respostas
1221: B
1222: E
1223: E
1224: C
1225: A
1226: A
1227: C
1228: C
1229: A
1230: B
1231: C
1232: D
1233: E
1234: A
1235: B
1236: B
1237: D
1238: D
1239: C
1240: D