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Q2725901 Pedagogia

O supervisor faz a transposição da teoria para a prática escolar, reflete sobre o trabalho em sala de aula, estuda e usa as teorias para fundamentar o fazer e o pensar dos docentes. Um bom supervisor deve apresentar em seu perfil as seguintes características:


I- Auxiliador, orientador e dinâmico;
II- Acessível, eficiente, produtivo e apoiador;
III- Entravador, dissociador e cooperativo;
IV- Criativo, interessado, colaborador e incentivador.

Está(ão) incorreta(s)

Alternativas
Q2725898 Pedagogia

As diferenças como eixo da educação repercutem nas aprendizagens e no desenvolvimento de cada aluno. O ensino, nas escolas das diferenças, não segue os mesmos propósitos de uma educação que atende a princípios organizacionais cuja base se assenta na pseudocapacidade que detemos, como educadores, de formar um cidadão idealizado e universal, um modelo de aluno que convém, socialmente, economicamente e que é possível de ser prescrito, porque não se encarna em uma pessoa, tal qual ela é. A escola das diferenças tem como mote questionar, colocar em dúvida, contrapor-se, discutir e reconstruir as práticas que, até então, têm mantido a exclusão por instituírem uma organização dos processos de ensino e de aprendizagem incontestáveis, impostos e firmados sobre a possibilidade de exclusão dos diferentes, à medida que estes podem ser direcionados para ambientes educacionais segregados. A escola das diferenças, pela qual a educação inclusiva se concretiza, depende de mudanças, de atualizações, de redefinição de práticas pedagógicas, que vão além da escola e da sala de aula. 


Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/docman/educacaoespecialpdf > Acesso ago/2016. 

Com base no texto acima e legislação à pratica educativa na educação especial, considere os itens, colocando (V) ou (F) nos parênteses se caso for verdadeiro ou falso, respectivamente: 

( ) A oferta de educação especial, dever constitucional do Estado, tem início na faixa etária de zero a seis anos, durante a educação infantil. 
( ) Entende-se por educação especial, a modalidade de educação escolar oferecida exclusivamente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência e de forma optativa ao de altas habilidades ou superdotação. 
( ) Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação: currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades; 

A sequência correta é:

Alternativas
Q1114916 Pedagogia
O currículo constitui um dispositivo em que se concentram as relações entre a sociedade e a escola, entre os saberes e as práticas socialmente construídos e os conhecimentos escolares. Podemos dizer que os primeiros constituem as origens dos segundos. Em outras palavras, os conhecimentos escolares provêm de conhecimentos e saberes socialmente produzidos nos chamados “âmbitos de referência dos currículos”. Estes âmbitos de referência dos currículos podem ser considerados como correspondendo:
I. 
Às instituições produtoras do conhecimento científico e às formas diversas de exercício da cidadania.
II. Ao mundo do trabalho e à produção artística.
III. Aos desenvolvimentos tecnológicos e ao campo da saúde.
IV. 
Às atividades desportivas e culturais e aos movimentos sociais.

Estão corretas as alternativas
Alternativas
Q1114915 Pedagogia
O termo andragogia é utilizado para referir-se aos estudos sobre a aprendizagem de adultos, em oposição à pedagogia, que se dedica a pesquisar os processos de ensino e aprendizagem em crianças. O pesquisador mais influente nessa área é o norte-americano Malcolm Knowles (knowles, 1970.), que acreditava que o mais importante era ensinar os adultos a aprender. Há inconsistência na definição dos pressupostos para a educação de adultos na afirmativa:
Alternativas
Q1114914 Pedagogia
“Muitos professores do ensino regular consideram-se incompetentes para lidar com as diferenças nas salas de aula, especialmente para atender os alunos com deficiência, pois seus colegas especializados sempre se distinguiram por realizar unicamente esse atendimento e exageraram essa capacidade de fazê-lo aos olhos de todos.” (Mitller, 2000 apud Mantoan, 2003, p. 21.)
Acerca do processo de ensino e de aprendizagem na perspectiva da educação inclusiva, analise as afirmativas a seguir. 

I. As escolas abertas às diferenças e capazes de ensinar a turma toda demandam uma ressignificação e uma reorganização completa dos processos de ensino e aprendizagem usuais, pois não se pode encaixar um projeto novo em uma velha concepção de ensino escolar.
II. Quem estabelece a igualdade como objetivo a ser atingido, a partir da situação de desigualdade, de fato posterga até o infinito. A igualdade jamais vem após, como resultado a ser atingido. Ela deve ser sempre colocada antes. III. A aprendizagem como centro das atividades escolares e o sucesso dos alunos como meta da escola, independentemente do nível de desempenho a que cada um seja capaz de chegar, são condições básicas para se caminhar na direção das escolas acolhedoras.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q1114913 Pedagogia
O trabalho com projetos é positivo tanto para o aluno quanto para o professor. Ganha o professor que se sente mais realizado com o envolvimento dos alunos e com os resultados obtidos; ganha o aluno, que aprende mais do que aprenderia na situação de simples receptor de informações. Assim, a informação passa a ser tratada de forma construtiva e proveitosa e o estudante desenvolve a capacidade de selecionar, organizar, priorizar, analisar, sintetizar etc. A propósito deste enfoque, Fernando Hernandez (1998)diz que convém destacar a introdução dos projetos de trabalho como uma forma de vincular a teoria à prática e a finalidade de alcançar os seguintes objetivos:
I. Abordar um sentido da globalização em que as relações entre as fontes de informação e os procedimentos para compreendê-las e utilizá-las sejam levadas adiante pelo professorado, como acontece nos enfoques interdisciplinares.
II. Introduzir uma nova maneira de fazer do professor, na qual o processo de reflexão e interpretação sobre a prática seja a pauta que permitisse ir tornando significativa a relação entre o ensinar e o aprender. III. Gerar uma série de mudanças na organização dos conhecimentos escolares, tomando como ponto de partida, entre outras, a hipótese de que é possível trabalhar qualquer tema na sala de aula.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q1114912 Pedagogia
Acerca do Projeto Político-Pedagógico (PPP), analise as afirmativas a seguir.

I. Sua formulação tem se apresentado como um desafio tanto em razão das necessidades sociais das comunidades as quais as escolas servem, quanto como espaço instituído cujo norte se volta, predominantemente, para o trabalho na atividade coletiva.
II. Ele precisa ser concebido com base nas diferenças existentes entre seus autores, sejam eles professores, equipe técnico-administrativa, pais, alunos e representantes da comunidade local.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1114911 Pedagogia
Ao utilizarmos a expressão “saber pedagógico” para designar o saber, construído pelo professor no cotidiano de seu trabalho, estamos diferenciando-o do conhecimento pedagógico, elaborado por pesquisadores e teóricos da educação. Isto significa dizer que
Alternativas
Q1114910 Pedagogia
Os valores postos na sociedade moderna do neoliberalismo explicitam e incentivam que o indivíduo, sozinho, é capaz de vencer e alcançar o sucesso, desde que tenha competência suficiente para competir e ganhar dos demais. A negação desses valores é o passo primordial na construção da gestão educacional que favoreça o fortalecimento do sujeito coletivo e busque novas identidades e competências político-pedagógicas. Neste aspecto, a proposta da escola fará a grande diferença. Para tanto, alguns indicadores são fundamentais a esse processo, EXCETO:
Alternativas
Q1114909 Pedagogia
Para aprender a ler e a escrever, a criança precisa construir um conhecimento de natureza conceitual: precisa compreender não só o que a escrita representa, mas também de que forma ela representa graficamente a linguagem. Isso significa que a alfabetização NÃO é um processo
Alternativas
Q1114908 Pedagogia
Com o decorrer do tempo, percebe-se que a função do supervisor escolar sofreu diversas mudanças significativas, passando por distintos perfis, tais como o de fiscalizador, controlador espontâneo, inspetor e, atualmente, tem-se a visão do supervisor como parceiro e companheiro do trabalho pedagógico. A função primordial é de orientar para a ação educativa abrangente, dentro dos princípios legais e de formação integral. Neste sentido, constituem funções do supervisor escolar, EXCETO:
Alternativas
Q1114904 Conhecimentos Gerais

Imagem associada para resolução da questão (Disponível em: http://sintufefessufpe.blogspot.com.br/2016/01/auditoria-da-divida-publica-brasileira.html)


Analisando a imagem e tendo em vista o contexto da organização de um país e seus setores administrativos e econômicos, é correto afirmar que Dívida Pública é:

Alternativas
Q1114894 Pedagogia
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais, a necessária integração dos conhecimentos escolares no currículo favorece a sua contextualização e aproxima o processo educativo das experiências dos alunos. Neste documento legal, constituem exemplos de possibilidades de integração do currículo:

I. Projetos interdisciplinares com base em temas geradores formulados a partir de questões da comunidade.
II. 
Currículos em rede, propostas ordenadas em torno de conceitos-chave ou conceitos nucleares que permitam trabalhar as questões cognitivas e as questões culturais numa perspectiva transversal.
III. Projetos de trabalho com diversas acepções e propostas curriculares ordenadas em torno de grandes eixos disciplinares.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q1114891 Pedagogia
Segundo o professor Nilbo Nogueira, na maioria das vezes em que falamos em projetos, fazemos quase uma relação imediata com a interdisciplinaridade e, por consequência, com projetos interdisciplinares. Contudo, o que realmente precisa ficar claro é o que vem a ser um verdadeiro projeto interdisciplinar. Uma característica da interdisciplinaridade que deve estar presente em tais projetos é:
Alternativas
Q1111446 Português

Além das palavras

Pesquisadores da USP elaboraram lista de gestos, posturas e outras pistas visuais que podem auxiliar o médico na avaliação dos pacientes e diagnóstico da depressão.

      No consultório psiquiátrico, apenas uma parte das informações é verbalizada pelos pacientes. Outra tem a ver com o olhar do médico: uma avaliação de gestos, posturas e outros sinais que podem ajudar a compreender o estado de saúde mental em que uma pessoa se encontra. Uma proposta de sistematização desse ‘olho clínico’ foi apresentada por pesquisadores do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), que elaboraram um checklist de posturas, gestos e expressões típicos de pacientes com depressão.

     O estudo foi realizado no Hospital das Clínicas e no Hospital Universitário, ambos ligados à USP, sob a supervisão da farmacologista Clarice Gorenstein. Em vez de seguirem apenas o protocolo corrente de diagnóstico de depressão, baseado em perguntas e respostas, avaliadores preencheram um formulário detalhado sobre as expressões faciais e corporais dos pacientes durante entrevistas clínicas. As entrevistas também foram filmadas, para análise objetiva do comportamento dos pacientes.

    “Elaboramos uma lista de comportamentos corporais favoráveis ou não ao contato social para analisar os pacientes, além de fazer as perguntas padrão”, relata a pesquisadora e psicóloga Juliana Teixeira Fiquer, que realizou seu pós-doutorado com o estudo. “Sinais como inclinar o corpo para frente na direção do entrevistador, ou encolher os ombros, fazer movimentos afirmativos ou negativos com a cabeça, fazer contato ocular ou não, rir ou chorar são alguns dos 22 comportamentos que selecionamos”, exemplifica. [...]

    Fiquer contou à CH Online que todos os pacientes do grupo com depressão tiveram melhora nos parâmetros sugestivos de contato social. “Os pacientes mostraram, após o período de tratamento, um aumento no contato ocular com o entrevistador, além de sorrir mais e demonstrar avanços em relação a outros comportamentos sugestivos de interesse social”, relata.

   “Queremos criar um método científico que considere aquilo que até então é colocado no território das impressões no diagnóstico da depressão.”

     Para a pesquisadora, o trabalho representa um passo importante na sinalização de que informações emocionais relevantes são transmitidas no contato interpessoal entre clínico e paciente, que até então eram atribuídas exclusivamente à subjetividade do médico na hora de fazer o diagnóstico. “Queremos criar um método científico que considere aquilo que até então é colocado no território das impressões no diagnóstico da depressão”, conta.

    O psiquiatra e psicanalista Elie Cheniaux, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sugere que a linguagem não verbal é uma ferramenta importante para mensurar a tristeza, que é um dos componentes da depressão, mas não a única. “A linguagem não verbal não dá uma visão global do quadro do paciente”, argumenta.

(João Paulo Rossini, 06/04/2016, Instituto Ciência Hoje/RJ. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2016/04/alem-das-palavras.)


De acordo com as áreas semânticas às quais pertencem os verbos de elocução empregados no terceiro parágrafo, pode-se afirmar que
Alternativas
Q1111445 Português

Além das palavras

Pesquisadores da USP elaboraram lista de gestos, posturas e outras pistas visuais que podem auxiliar o médico na avaliação dos pacientes e diagnóstico da depressão.

      No consultório psiquiátrico, apenas uma parte das informações é verbalizada pelos pacientes. Outra tem a ver com o olhar do médico: uma avaliação de gestos, posturas e outros sinais que podem ajudar a compreender o estado de saúde mental em que uma pessoa se encontra. Uma proposta de sistematização desse ‘olho clínico’ foi apresentada por pesquisadores do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), que elaboraram um checklist de posturas, gestos e expressões típicos de pacientes com depressão.

     O estudo foi realizado no Hospital das Clínicas e no Hospital Universitário, ambos ligados à USP, sob a supervisão da farmacologista Clarice Gorenstein. Em vez de seguirem apenas o protocolo corrente de diagnóstico de depressão, baseado em perguntas e respostas, avaliadores preencheram um formulário detalhado sobre as expressões faciais e corporais dos pacientes durante entrevistas clínicas. As entrevistas também foram filmadas, para análise objetiva do comportamento dos pacientes.

    “Elaboramos uma lista de comportamentos corporais favoráveis ou não ao contato social para analisar os pacientes, além de fazer as perguntas padrão”, relata a pesquisadora e psicóloga Juliana Teixeira Fiquer, que realizou seu pós-doutorado com o estudo. “Sinais como inclinar o corpo para frente na direção do entrevistador, ou encolher os ombros, fazer movimentos afirmativos ou negativos com a cabeça, fazer contato ocular ou não, rir ou chorar são alguns dos 22 comportamentos que selecionamos”, exemplifica. [...]

    Fiquer contou à CH Online que todos os pacientes do grupo com depressão tiveram melhora nos parâmetros sugestivos de contato social. “Os pacientes mostraram, após o período de tratamento, um aumento no contato ocular com o entrevistador, além de sorrir mais e demonstrar avanços em relação a outros comportamentos sugestivos de interesse social”, relata.

   “Queremos criar um método científico que considere aquilo que até então é colocado no território das impressões no diagnóstico da depressão.”

     Para a pesquisadora, o trabalho representa um passo importante na sinalização de que informações emocionais relevantes são transmitidas no contato interpessoal entre clínico e paciente, que até então eram atribuídas exclusivamente à subjetividade do médico na hora de fazer o diagnóstico. “Queremos criar um método científico que considere aquilo que até então é colocado no território das impressões no diagnóstico da depressão”, conta.

    O psiquiatra e psicanalista Elie Cheniaux, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sugere que a linguagem não verbal é uma ferramenta importante para mensurar a tristeza, que é um dos componentes da depressão, mas não a única. “A linguagem não verbal não dá uma visão global do quadro do paciente”, argumenta.

(João Paulo Rossini, 06/04/2016, Instituto Ciência Hoje/RJ. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2016/04/alem-das-palavras.)


A proposta apresentada por pesquisadores do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP) de que trata o texto pode ser relacionada a estudos acerca da linguagem. Leia os conceitos a seguir.

I. Linguagem é um processo comunicativo pelo qual as pessoas interagem entre si.

II. Interlocutores são as pessoas que participam do processo de interação por meio da linguagem.

III. Variedade não padrão ou língua não padrão são todas as variedades linguísticas diferentes da padrão.

IV. Língua é um conjunto de sinais (palavras) e de leis combinatórias por meio do qual as pessoas de uma comunidade se comunicam e interagem.

De acordo com a ênfase principal do estudo apresentado no texto, podem ser associados apenas os conceitos

Alternativas
Q1111443 Português

Além das palavras

Pesquisadores da USP elaboraram lista de gestos, posturas e outras pistas visuais que podem auxiliar o médico na avaliação dos pacientes e diagnóstico da depressão.

      No consultório psiquiátrico, apenas uma parte das informações é verbalizada pelos pacientes. Outra tem a ver com o olhar do médico: uma avaliação de gestos, posturas e outros sinais que podem ajudar a compreender o estado de saúde mental em que uma pessoa se encontra. Uma proposta de sistematização desse ‘olho clínico’ foi apresentada por pesquisadores do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), que elaboraram um checklist de posturas, gestos e expressões típicos de pacientes com depressão.

     O estudo foi realizado no Hospital das Clínicas e no Hospital Universitário, ambos ligados à USP, sob a supervisão da farmacologista Clarice Gorenstein. Em vez de seguirem apenas o protocolo corrente de diagnóstico de depressão, baseado em perguntas e respostas, avaliadores preencheram um formulário detalhado sobre as expressões faciais e corporais dos pacientes durante entrevistas clínicas. As entrevistas também foram filmadas, para análise objetiva do comportamento dos pacientes.

    “Elaboramos uma lista de comportamentos corporais favoráveis ou não ao contato social para analisar os pacientes, além de fazer as perguntas padrão”, relata a pesquisadora e psicóloga Juliana Teixeira Fiquer, que realizou seu pós-doutorado com o estudo. “Sinais como inclinar o corpo para frente na direção do entrevistador, ou encolher os ombros, fazer movimentos afirmativos ou negativos com a cabeça, fazer contato ocular ou não, rir ou chorar são alguns dos 22 comportamentos que selecionamos”, exemplifica. [...]

    Fiquer contou à CH Online que todos os pacientes do grupo com depressão tiveram melhora nos parâmetros sugestivos de contato social. “Os pacientes mostraram, após o período de tratamento, um aumento no contato ocular com o entrevistador, além de sorrir mais e demonstrar avanços em relação a outros comportamentos sugestivos de interesse social”, relata.

   “Queremos criar um método científico que considere aquilo que até então é colocado no território das impressões no diagnóstico da depressão.”

     Para a pesquisadora, o trabalho representa um passo importante na sinalização de que informações emocionais relevantes são transmitidas no contato interpessoal entre clínico e paciente, que até então eram atribuídas exclusivamente à subjetividade do médico na hora de fazer o diagnóstico. “Queremos criar um método científico que considere aquilo que até então é colocado no território das impressões no diagnóstico da depressão”, conta.

    O psiquiatra e psicanalista Elie Cheniaux, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sugere que a linguagem não verbal é uma ferramenta importante para mensurar a tristeza, que é um dos componentes da depressão, mas não a única. “A linguagem não verbal não dá uma visão global do quadro do paciente”, argumenta.

(João Paulo Rossini, 06/04/2016, Instituto Ciência Hoje/RJ. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2016/04/alem-das-palavras.)


Acerca da imagem utilizada no texto pode-se afirmar que
Alternativas
Q1238067 Saúde Pública
A doença de Chagas é uma doença que apresenta curso clínico bifásico, com uma fase aguda por vezes não identificada, podendo evoluir para a fase crônica. A gravidade dos casos está relacionada ao protozoário, à via de transmissão e à existência de outras patologias concomitantes. 
Considerando a via de transmissão da doença de Chagas, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: CONPASS Órgão: Prefeitura de Dona Inês - PB
Q1205550 Pedagogia
De acordo com as DCNEB e demais documentos publicados recentemente pelo MEC a escola deve assumir-se como espaço social para:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: CONPASS Órgão: Prefeitura de Dona Inês - PB
Q1205501 Pedagogia
A função social da educação e da escola, em uma sociedade caracterizada pela desigualdade econômica, deve partir da compreensão que a educação como campo de mediações sociais constitui-se como:
Alternativas
Respostas
1781: D
1782: A
1783: A
1784: C
1785: A
1786: D
1787: A
1788: C
1789: C
1790: A
1791: A
1792: C
1793: C
1794: B
1795: A
1796: A
1797: B
1798: A
1799: A
1800: E