Questões de Concurso Comentadas para analista (superior)

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Q2585065 Arquitetura de Computadores

Dentro da hierarquia de barramento múltiplo de computadores, se muitos dispositivos estiverem conectados ao barramento, o desempenho será prejudicado. Existem três causas principais:


I) Quando o controle do barramento passa de um dispositivo para outro com frequência, os atrasos de propagação podem afetar visivelmente o desempenho.

II) À medida que a demanda de transferência de dados agregada se aproxima da capacidade do barramento. Como as taxas de dados geradas pelos dispositivos conectados estão crescendo rapidamente, essa é uma corrida que um barramento único por fim está destinado a perder.

III) Quando existe um barramento local que conecta o processador a um controlador de cache, que por sua vez, é conectado a um barramento do sistema que admite memória principal. O controlador de cache é integrado a uma ponte, ou dispositivo de armazenamento temporário (buffer), que se conecta ao barramento, o que afeta o desempenho.


São apresentadas situações prejudiciais ao desempenho do barramento verdadeiras em:

Alternativas
Q2585064 Segurança da Informação

O Firewall atua como um filtro de pacotes. Ele inspeciona todo e qualquer pacote que entra e que sai da rede. Os pacotes que atenderem a algum critério descrito nas regras formuladas pelo administrador da rede serão remetidos normalmente, mas os que falharem no teste serão descartados sem cerimônia. Uma forma de execução deste processo é que o Firewall implemente gateways em nível de aplicação, que envolve:

Alternativas
Q2585063 Redes de Computadores

A camada de enlace de dados usa os serviços da camada fisica para enviar e receber bits pelos canais de comunicação. Indique a alternativa que não identifica uma função desta camada.

Alternativas
Q2585062 Redes de Computadores

O sistema de telefonia móvel é usado para comunicação remota de voz e dados. Os telefones móveis passaram por cinco gerações distintas, normalmente chamadas de 1G, 26, 36, 4G e 5G. Sobre a rede de comunicação de telefones móveis destaca-se:


I) O uso do sistema AMPS é muito amplo ainda nos dias de hoje por sua lógica simples e versátil de comunicação em chamadas.

II) É por meio do cartão SIM que o aparelho e a rede se identificam e codificam as conversas.

III)) O sistema GSM trabalha em uma faixa de frequências internacional, incluindo 900, 1.800 e 1.900 MHz.


São indicadas afirmações corretas sobre as redes de telefones móveis em:

Alternativas
Q2585061 Arquitetura de Computadores

Analise as sentenças a seguir sobre a arquitetura e organização de computadores.


I) Praticamente todos os computadores oferecem um mecanismo por meio do qual outros módulos (E/S, memória) podem interromper o processamento normal do processador.


Porque:


II) As interrupções são fomecidas como um modo de melhorar a eficiência do processamento.


A partir das sentenças, conclui-se que:

Alternativas
Q2585060 Arquitetura de Computadores

No início de cada ciclo de instrução, o processador busca uma instrução da memória. Em um processador típico, um registrador chamado contador de programa (PC) mantém o endereço da instrução a ser buscada em seguida. As instruções assumem diversos estados durante seu ciclo de processamento. São exemplos de estados do ciclo de instrução, exceto:

Alternativas
Q2585059 Redes de Computadores

Uma questão fundamental de projeto é determinar a maneira como os pacotes são roteados da origem até o destino. As rotas podem se basear em tabelas estáticas, “amarradas” à rede e raramente alteradas, ou frequentemente podem ser atualizadas de forma automática, para evitar componentes defeituosos. Elas também podem ser determinadas no início de cada conversação; por exemplo, uma sessão de terminal, como um login em uma máquina remota. Por fim, elas podem ser altamente dinâmicas, sendo determinadas para cada pacote, refletindo a carga atual da rede.


O texto acima faz menção a função de uma das camadas do modelo OSI. Indique a alternativa que corresponde ao nome desta camada.

Alternativas
Q2585058 Redes de Computadores

Associe cada tipo de rede a sua respectiva abrangência:


I) WAN

II) LAN

III) MAN

a) Opera dentro e próximo de um único prédio, como uma residência, um escritório ou uma

fábrica.

b) Abrange uma cidade.

c) abrange uma grande área geográfica, refere-se normalmente a um país ou continente.


Alternativas
Q2585057 Arquitetura de Software

Em todas as redes o objetivo de cada camada é oferecer determinados serviços às camadas superiores, isolando essas camadas dos detalhes de implementação real desses recursos. Quando a camada n de uma máquina se comunica com a camada n de outra máquina, coletivamente, as regras e convenções usadas nesse diálogo são conhecidas como _______ da camada n.


Analise e indique a altemativa que melhor preenche a lacuna no texto acima:

Alternativas
Q2585048 Matemática

Um estudante está escrevendo um artigo e fará um gráfico em forma de triângulo para representar porcentagens, conforme a figura:


Imagem associada para resolução da questão


Os triângulos são equiláteros. O estudante deseja que a área sombreada represente 10% da área total do triângulo maior. Qual deve ser a razão entre h e H (alturas dos triângulos menor e maior, respectivamente) para que isso seja possível?

Alternativas
Q2585042 Português

A palavra “exequível” é paroxítona e polissílaba. Uma palavra que tem exatamente a mesma tonicidade e quantidade de sílabas é:

Alternativas
Q2584548 História e Geografia de Estados e Municípios

Considerado como fundador do município de Brejo da Madre de Deus:

Alternativas
Q2584547 História e Geografia de Estados e Municípios

Além do comércio, Alípio Magalhães da Silva Porto - Sinhozinho, também se dedicou a vida política como:

Alternativas
Q2584536 Português

'São competentes técnicos, ......... opinião não podemos prescindir.”


A alternativa que preenche corretamente a lacuna dessa frase é:

Alternativas
Q2584535 Português

Assinale a alternativa em que uma das palavras não é formada por prefixação.

Alternativas
Q2584534 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões de 21 a 26.


Estudo relata violência contra jornalistas e comunicadores na Amazônia.


Agência Brasil

23/04/24


Alertar a sociedade sobre a relação de crimes contra o meio ambiente e a violência contra jornalistas na Amazônia é o objetivo do estudo Fronteiras da Informação — Relatório sobre jornalismo e violência na Amazônia, lançado hoje (23) pelo Instituto Vladimir Herzog (IVH), em Belém.

O material traça um panorama sobre a situação na região amazônica, palco de crescente onda de violência, atingindo diretamente os profissionais de imprensa.

Dados da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) revelam a ocorrência de 230 casos de violência contra liberdade de imprensa nos nove estados da Amazônia Legal, nos últimos dez anos. Segundo a Fenaj, o Pará é o estado mais violento para repórteres na Amazônia, com 89 casos registrados em uma década, seguido por Amazonas (38), Mato Grosso (31) e Rondônia (20).

Um dos casos mais emblemáticos e que chocou o Brasil e o mundo foi o assassinato do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, em 2022.

Segundo o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, Giuliano Galli, a morte brutal dos profissionais levou o instituto a se debruçar com maior atenção aos casos de violência na região. O instituto desenvolve projetos relacionados à proteção de jornalistas em todo o país.

“Especificamente, nos últimos anos, principalmente após o assassinato do Bruno e do Dom, a gente começou a receber um volume de denúncias muito maior de jornalistas e comunicadores que atuam na região amazônica. Então, a grande motivação foi produzir um documento que embasasse essa nossa percepção — de ter um número de casos maior naquela região — para que a gente pudesse utilizar para um trabalho de incidência junto a atores do Estado brasileiro para que possa adotar medidas e criar políticas públicas de proteção aos jornalistas e comunicadores na Amazônia.”, disse Galli à Agência Brasil.

O relatório traz diversos relatos de casos em que a violência contra os profissionais aparece diretamente ligada às investigações sobre crimes ambientais. [...] “Os relatos que a gente recebe é que, especificamente no Vale do Javari, a situação ainda continua bastante perigosa e pouco foi feito desde então. Então, não deixa de ser uma motivação para evitar que casos parecidos como o do Bruno e do Dom se repitam, não só no Vale do Javari, mas em toda a Amazônia e em todo o país”, acrescentou Galli.

Para o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, o relatório é claro ao apontar a relação de atividades ilegais como garimpo, mineração, ocupação de territórios indígenas e a ausência de políticas públicas de proteção. Ele destaca ainda que a violência não é sofrida apenas por jornalistas e comunicadores, mas também por defensores de direitos humanos em geral.


Adaptado

https://istoedinheiro.com.br

"[...] um documento que embasasse essa nossa percepção [...].” 6º §


A forma verbal nessa frase está no modo:

Alternativas
Q2584533 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões de 21 a 26.


Estudo relata violência contra jornalistas e comunicadores na Amazônia.


Agência Brasil

23/04/24


Alertar a sociedade sobre a relação de crimes contra o meio ambiente e a violência contra jornalistas na Amazônia é o objetivo do estudo Fronteiras da Informação — Relatório sobre jornalismo e violência na Amazônia, lançado hoje (23) pelo Instituto Vladimir Herzog (IVH), em Belém.

O material traça um panorama sobre a situação na região amazônica, palco de crescente onda de violência, atingindo diretamente os profissionais de imprensa.

Dados da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) revelam a ocorrência de 230 casos de violência contra liberdade de imprensa nos nove estados da Amazônia Legal, nos últimos dez anos. Segundo a Fenaj, o Pará é o estado mais violento para repórteres na Amazônia, com 89 casos registrados em uma década, seguido por Amazonas (38), Mato Grosso (31) e Rondônia (20).

Um dos casos mais emblemáticos e que chocou o Brasil e o mundo foi o assassinato do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, em 2022.

Segundo o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, Giuliano Galli, a morte brutal dos profissionais levou o instituto a se debruçar com maior atenção aos casos de violência na região. O instituto desenvolve projetos relacionados à proteção de jornalistas em todo o país.

“Especificamente, nos últimos anos, principalmente após o assassinato do Bruno e do Dom, a gente começou a receber um volume de denúncias muito maior de jornalistas e comunicadores que atuam na região amazônica. Então, a grande motivação foi produzir um documento que embasasse essa nossa percepção — de ter um número de casos maior naquela região — para que a gente pudesse utilizar para um trabalho de incidência junto a atores do Estado brasileiro para que possa adotar medidas e criar políticas públicas de proteção aos jornalistas e comunicadores na Amazônia.”, disse Galli à Agência Brasil.

O relatório traz diversos relatos de casos em que a violência contra os profissionais aparece diretamente ligada às investigações sobre crimes ambientais. [...] “Os relatos que a gente recebe é que, especificamente no Vale do Javari, a situação ainda continua bastante perigosa e pouco foi feito desde então. Então, não deixa de ser uma motivação para evitar que casos parecidos como o do Bruno e do Dom se repitam, não só no Vale do Javari, mas em toda a Amazônia e em todo o país”, acrescentou Galli.

Para o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, o relatório é claro ao apontar a relação de atividades ilegais como garimpo, mineração, ocupação de territórios indígenas e a ausência de políticas públicas de proteção. Ele destaca ainda que a violência não é sofrida apenas por jornalistas e comunicadores, mas também por defensores de direitos humanos em geral.


Adaptado

https://istoedinheiro.com.br

"Ele destaca ainda que a violência não é sofrida apenas por jornalistas e comunicadores [...]." 8º§

A oração grifada apresenta a mesma classificação que:

Alternativas
Q2584532 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões de 21 a 26.


Estudo relata violência contra jornalistas e comunicadores na Amazônia.


Agência Brasil

23/04/24


Alertar a sociedade sobre a relação de crimes contra o meio ambiente e a violência contra jornalistas na Amazônia é o objetivo do estudo Fronteiras da Informação — Relatório sobre jornalismo e violência na Amazônia, lançado hoje (23) pelo Instituto Vladimir Herzog (IVH), em Belém.

O material traça um panorama sobre a situação na região amazônica, palco de crescente onda de violência, atingindo diretamente os profissionais de imprensa.

Dados da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) revelam a ocorrência de 230 casos de violência contra liberdade de imprensa nos nove estados da Amazônia Legal, nos últimos dez anos. Segundo a Fenaj, o Pará é o estado mais violento para repórteres na Amazônia, com 89 casos registrados em uma década, seguido por Amazonas (38), Mato Grosso (31) e Rondônia (20).

Um dos casos mais emblemáticos e que chocou o Brasil e o mundo foi o assassinato do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, em 2022.

Segundo o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, Giuliano Galli, a morte brutal dos profissionais levou o instituto a se debruçar com maior atenção aos casos de violência na região. O instituto desenvolve projetos relacionados à proteção de jornalistas em todo o país.

“Especificamente, nos últimos anos, principalmente após o assassinato do Bruno e do Dom, a gente começou a receber um volume de denúncias muito maior de jornalistas e comunicadores que atuam na região amazônica. Então, a grande motivação foi produzir um documento que embasasse essa nossa percepção — de ter um número de casos maior naquela região — para que a gente pudesse utilizar para um trabalho de incidência junto a atores do Estado brasileiro para que possa adotar medidas e criar políticas públicas de proteção aos jornalistas e comunicadores na Amazônia.”, disse Galli à Agência Brasil.

O relatório traz diversos relatos de casos em que a violência contra os profissionais aparece diretamente ligada às investigações sobre crimes ambientais. [...] “Os relatos que a gente recebe é que, especificamente no Vale do Javari, a situação ainda continua bastante perigosa e pouco foi feito desde então. Então, não deixa de ser uma motivação para evitar que casos parecidos como o do Bruno e do Dom se repitam, não só no Vale do Javari, mas em toda a Amazônia e em todo o país”, acrescentou Galli.

Para o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, o relatório é claro ao apontar a relação de atividades ilegais como garimpo, mineração, ocupação de territórios indígenas e a ausência de políticas públicas de proteção. Ele destaca ainda que a violência não é sofrida apenas por jornalistas e comunicadores, mas também por defensores de direitos humanos em geral.


Adaptado

https://istoedinheiro.com.br

“Um dos casos mais emblemáticos e que chocou o Brasil e o mundo [...]." 4º§


É sinônimo da palavra sublinhada:

Alternativas
Q2584531 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões de 21 a 26.


Estudo relata violência contra jornalistas e comunicadores na Amazônia.


Agência Brasil

23/04/24


Alertar a sociedade sobre a relação de crimes contra o meio ambiente e a violência contra jornalistas na Amazônia é o objetivo do estudo Fronteiras da Informação — Relatório sobre jornalismo e violência na Amazônia, lançado hoje (23) pelo Instituto Vladimir Herzog (IVH), em Belém.

O material traça um panorama sobre a situação na região amazônica, palco de crescente onda de violência, atingindo diretamente os profissionais de imprensa.

Dados da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) revelam a ocorrência de 230 casos de violência contra liberdade de imprensa nos nove estados da Amazônia Legal, nos últimos dez anos. Segundo a Fenaj, o Pará é o estado mais violento para repórteres na Amazônia, com 89 casos registrados em uma década, seguido por Amazonas (38), Mato Grosso (31) e Rondônia (20).

Um dos casos mais emblemáticos e que chocou o Brasil e o mundo foi o assassinato do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, em 2022.

Segundo o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, Giuliano Galli, a morte brutal dos profissionais levou o instituto a se debruçar com maior atenção aos casos de violência na região. O instituto desenvolve projetos relacionados à proteção de jornalistas em todo o país.

“Especificamente, nos últimos anos, principalmente após o assassinato do Bruno e do Dom, a gente começou a receber um volume de denúncias muito maior de jornalistas e comunicadores que atuam na região amazônica. Então, a grande motivação foi produzir um documento que embasasse essa nossa percepção — de ter um número de casos maior naquela região — para que a gente pudesse utilizar para um trabalho de incidência junto a atores do Estado brasileiro para que possa adotar medidas e criar políticas públicas de proteção aos jornalistas e comunicadores na Amazônia.”, disse Galli à Agência Brasil.

O relatório traz diversos relatos de casos em que a violência contra os profissionais aparece diretamente ligada às investigações sobre crimes ambientais. [...] “Os relatos que a gente recebe é que, especificamente no Vale do Javari, a situação ainda continua bastante perigosa e pouco foi feito desde então. Então, não deixa de ser uma motivação para evitar que casos parecidos como o do Bruno e do Dom se repitam, não só no Vale do Javari, mas em toda a Amazônia e em todo o país”, acrescentou Galli.

Para o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, o relatório é claro ao apontar a relação de atividades ilegais como garimpo, mineração, ocupação de territórios indígenas e a ausência de políticas públicas de proteção. Ele destaca ainda que a violência não é sofrida apenas por jornalistas e comunicadores, mas também por defensores de direitos humanos em geral.


Adaptado

https://istoedinheiro.com.br

"[...] a gente começou a receber um volume de denúncias muito maior de jornalistas e comunicadores que atuam na região amazônica." 6º§


A oração destacada exprime uma ideia de

Alternativas
Respostas
9221: B
9222: A
9223: A
9224: D
9225: C
9226: A
9227: C
9228: E
9229: D
9230: D
9231: A
9232: D
9233: B
9234: A
9235: A
9236: C
9237: A
9238: B
9239: B
9240: C