Questões de Concurso Comentadas para analista judiciário - odontologia

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Q2819020 Odontologia

Paciente com 31 anos de idade, sexo masculino, em tratamento de alveolite úmida, relata ter febre, mal-estar geral e falta de apetite. Clinicamente, observa-se infartamento ganglionar e taquicardia. Diante da persistência de dor de grande intensidade, não controlada com o tratamento clínico e medicamentoso, indica-se prescrever o anti-inflamatório por via intramuscular

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Q2819019 Odontologia

Paciente com 29 anos de idade, sexo feminino, relata o aparecimento de um grande número de lesões epiteliais na mucosa após ter deixado de fumar. Estas lesões são recorrentes e cada episódio dura cerca de duas semanas, causando grande desconforto ao se alimentar. O diagnóstico e a terapêutica medicamentosa sistêmica consistem, respectivamente, em

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Q2819018 Odontologia

O insucesso do tratamento endodôntico decorrente de pulpectomia está associado à

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Q2819017 Odontologia

Instruções: Para resolução das questões 47 e 48, considere o enunciado a seguir.

Paciente com 21 anos de idade, sexo feminino, relata história anterior de dor no dente 25, acrescida de episódios recentes de dor ao calor, aliviada por estímulos frios.

A técnica radiográfica intraoral que permite melhor visualização da região periapical, a partir da hipótese diagnóstica de pulpite irreversível, é

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Q2819015 Odontologia

Instruções: Para resolução das questões 47 e 48, considere o enunciado a seguir.

Paciente com 21 anos de idade, sexo feminino, relata história anterior de dor no dente 25, acrescida de episódios recentes de dor ao calor, aliviada por estímulos frios.

Considerando os procedimentos de segurança, a tomada radiográfica deve

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Q2819014 Odontologia

Paciente com 55 anos de idade, sexo masculino, com histórico de diabetes mellitus e fumante, ao início da execução de preparo cavitário no dente 11, relata sensação de dor subesternal que irradia para o braço esquerdo, ombro, pescoço e mandíbula. O paciente apresenta palidez facial e agitação. Mediante a administração de dinitrato de isossorbida por via sublingual, a crise é rapidamente controlada. O diagnóstico e a conduta do cirurgião-dentista são, respectivamente,

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Q2819013 Odontologia

As restaurações de amálgama requerem alguns procedimentos, como

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Q2819012 Odontologia

A proteção do complexo dentina-polpa é usualmente feita mediante o uso de pasta de hidróxido de cálcio, que tem como característica

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Q2819009 Odontologia

Alguns princípios gerais do preparo cavitário para restaurações adesivas incluem

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Q2819008 Odontologia

Instruções: Para resolução das questões 41 e 42, considere o enunciado a seguir.

Paciente com 23 anos de idade, sexo masculino, apresenta extensa destruição coronária no dente 37, que tem indicação para extração. A radiografia mostra raízes divergentes.

A técnica exodôntica indicada é a

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Q2819007 Odontologia

Instruções: Para resolução das questões 41 e 42, considere o enunciado a seguir.

Paciente com 23 anos de idade, sexo masculino, apresenta extensa destruição coronária no dente 37, que tem indicação para extração. A radiografia mostra raízes divergentes.

A anestesia intraoral por bloqueio regional atinge os nervos e a região de abrangência expressos em:

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Q2819006 Odontologia

Instruções: Para resolução das questões 36 a 40, considere o enunciado a seguir.

Paciente com 3 anos de idade, sexo feminino, é trazida pela mãe para sua primeira consulta odontológica. A criança se queixa de dor no dente 84 ao se alimentar.

A aplicação tópica de flúor tem indicação para esta paciente, devendo ser tomados alguns cuidados para evitar a intoxicação aguda. A dose provavelmente tóxica para crianças com peso corporal de 20 kg é

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Q2819003 Odontologia

Instruções: Para resolução das questões 36 a 40, considere o enunciado a seguir.

Paciente com 3 anos de idade, sexo feminino, é trazida pela mãe para sua primeira consulta odontológica. A criança se queixa de dor no dente 84 ao se alimentar.

A dieta tem importante papel no desenvolvimento da cárie. O aconselhamento dietético à mãe da paciente deve incluir o consumo de

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Q2819002 Odontologia

Instruções: Para resolução das questões 36 a 40, considere o enunciado a seguir.

Paciente com 3 anos de idade, sexo feminino, é trazida pela mãe para sua primeira consulta odontológica. A criança se queixa de dor no dente 84 ao se alimentar.

Visando atender às necessidades imediatas da paciente com cárie ativa, deve-se instituir o tratamento constituído de

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Q2819001 Odontologia

Instruções: Para resolução das questões 36 a 40, considere o enunciado a seguir.

Paciente com 3 anos de idade, sexo feminino, é trazida pela mãe para sua primeira consulta odontológica. A criança se queixa de dor no dente 84 ao se alimentar.

O diagnóstico de lesão ativa de cárie dentária no dente 84 é feito diante da presença de

I. coloração castanho-escura.

II. consistência amolecida.

III. aspecto ressecado.

IV. sensibilidade ao frio.

São corretas APENAS

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Q2819000 Odontologia

Instruções: Para resolução das questões 36 a 40, considere o enunciado a seguir.

Paciente com 3 anos de idade, sexo feminino, é trazida pela mãe para sua primeira consulta odontológica. A criança se queixa de dor no dente 84 ao se alimentar.

A escuta clínica

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Q2806935 Português
            Não é usual tratar da política na perspectiva da afirmação da verdade. Platão afirmou, na República, que a verdade merece ser estimada sobre todas as coisas, mas ressalvou que há circunstâncias em que a mentira pode ser útil, e não odiosa. Na política, a derrogação da verdade pela aceitação da mentira muito deve à clássica tradição do realismo que identifica no predomínio do conflito o cerne dos fatos políticos. Esta tradição trabalha a ação política como uma ação estratégica que requer, sem idealismos, uma praxiologia, vendo na realidade resistência e no poder, hostilidade. Neste contexto, política é guerra e, como diz o provérbio, "em tempos de guerra, mentiras por mar, mentiras por terra".
            Recorrendo a metáforas do reino animal, Maquiavel aponta que o príncipe precisa ter, ao mesmo tempo, no exercício realista do poder, a força do leão e a astúcia ardilosa da raposa. Raposa, leão, assim como camaleão, serpente, polvo – metáforas que frequentemente são utilizadas na descrição de políticos – não podem, com propriedade, caracterizar o ser humano moral que obedece aos consagrados preceitos do "não matar" e do "não mentir", como lembra Norberto Bobbio.
            Recorrendo a metáforas do reino animal, Maquiavel aponta que o príncipe precisa ter, ao mesmo tempo, no exercício realista do poder, a força do leão e a astúcia ardilosa da raposa. Raposa, leão, assim como camaleão, serpente, polvo – metáforas que frequentemente são utilizadas na descrição de políticos – não podem, com propriedade, caracterizar o ser humano moral que obedece aos consagrados preceitos do "não matar" e do "não mentir", como lembra Norberto Bobbio.
            Sustentar a simulação e a mentira como expedientes usuais na arena política é desconhecer a importância estratégica que a confiança desempenha na pluralidade da interação humana democrática. A confiança requer a boa-fé que pressupõe a veracidade. O Talmude equipara a mentira à pior forma de roubo: "Existem sete classes de ladrões e a primeira é a daqueles que roubam a mente de seus semelhantes através de palavras mentirosas." O padre Antônio Vieira afirmou que a verdade é filha da justiça, porque a justiça dá a cada um o que é seu, ao contrário da mentira, porque esta "ou vos tira o que tendes ou vos dá o que não tendes". Montaigne observou que somente pela palavra é que somos homens e nos entendemos. Por isso mentir é um vício maldito. Impede o entendimento.

(Celso Lafer. O Estado de S. Paulo, A2, 20 de julho de 2008, com adaptações) 

A frase inteiramente correta, considerando-se a presença ou a ausência do sinal de crase, é:

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Q2806932 Português
            Não é usual tratar da política na perspectiva da afirmação da verdade. Platão afirmou, na República, que a verdade merece ser estimada sobre todas as coisas, mas ressalvou que há circunstâncias em que a mentira pode ser útil, e não odiosa. Na política, a derrogação da verdade pela aceitação da mentira muito deve à clássica tradição do realismo que identifica no predomínio do conflito o cerne dos fatos políticos. Esta tradição trabalha a ação política como uma ação estratégica que requer, sem idealismos, uma praxiologia, vendo na realidade resistência e no poder, hostilidade. Neste contexto, política é guerra e, como diz o provérbio, "em tempos de guerra, mentiras por mar, mentiras por terra".
            Recorrendo a metáforas do reino animal, Maquiavel aponta que o príncipe precisa ter, ao mesmo tempo, no exercício realista do poder, a força do leão e a astúcia ardilosa da raposa. Raposa, leão, assim como camaleão, serpente, polvo – metáforas que frequentemente são utilizadas na descrição de políticos – não podem, com propriedade, caracterizar o ser humano moral que obedece aos consagrados preceitos do "não matar" e do "não mentir", como lembra Norberto Bobbio.
            Recorrendo a metáforas do reino animal, Maquiavel aponta que o príncipe precisa ter, ao mesmo tempo, no exercício realista do poder, a força do leão e a astúcia ardilosa da raposa. Raposa, leão, assim como camaleão, serpente, polvo – metáforas que frequentemente são utilizadas na descrição de políticos – não podem, com propriedade, caracterizar o ser humano moral que obedece aos consagrados preceitos do "não matar" e do "não mentir", como lembra Norberto Bobbio.
            Sustentar a simulação e a mentira como expedientes usuais na arena política é desconhecer a importância estratégica que a confiança desempenha na pluralidade da interação humana democrática. A confiança requer a boa-fé que pressupõe a veracidade. O Talmude equipara a mentira à pior forma de roubo: "Existem sete classes de ladrões e a primeira é a daqueles que roubam a mente de seus semelhantes através de palavras mentirosas." O padre Antônio Vieira afirmou que a verdade é filha da justiça, porque a justiça dá a cada um o que é seu, ao contrário da mentira, porque esta "ou vos tira o que tendes ou vos dá o que não tendes". Montaigne observou que somente pela palavra é que somos homens e nos entendemos. Por isso mentir é um vício maldito. Impede o entendimento.

(Celso Lafer. O Estado de S. Paulo, A2, 20 de julho de 2008, com adaptações) 

Esta tradição trabalha a ação política como uma ação estratégica ... (1º parágrafo)


A frase em que o verbo exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima é:

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Q2806930 Português
            Não é usual tratar da política na perspectiva da afirmação da verdade. Platão afirmou, na República, que a verdade merece ser estimada sobre todas as coisas, mas ressalvou que há circunstâncias em que a mentira pode ser útil, e não odiosa. Na política, a derrogação da verdade pela aceitação da mentira muito deve à clássica tradição do realismo que identifica no predomínio do conflito o cerne dos fatos políticos. Esta tradição trabalha a ação política como uma ação estratégica que requer, sem idealismos, uma praxiologia, vendo na realidade resistência e no poder, hostilidade. Neste contexto, política é guerra e, como diz o provérbio, "em tempos de guerra, mentiras por mar, mentiras por terra".
            Recorrendo a metáforas do reino animal, Maquiavel aponta que o príncipe precisa ter, ao mesmo tempo, no exercício realista do poder, a força do leão e a astúcia ardilosa da raposa. Raposa, leão, assim como camaleão, serpente, polvo – metáforas que frequentemente são utilizadas na descrição de políticos – não podem, com propriedade, caracterizar o ser humano moral que obedece aos consagrados preceitos do "não matar" e do "não mentir", como lembra Norberto Bobbio.
            Recorrendo a metáforas do reino animal, Maquiavel aponta que o príncipe precisa ter, ao mesmo tempo, no exercício realista do poder, a força do leão e a astúcia ardilosa da raposa. Raposa, leão, assim como camaleão, serpente, polvo – metáforas que frequentemente são utilizadas na descrição de políticos – não podem, com propriedade, caracterizar o ser humano moral que obedece aos consagrados preceitos do "não matar" e do "não mentir", como lembra Norberto Bobbio.
            Sustentar a simulação e a mentira como expedientes usuais na arena política é desconhecer a importância estratégica que a confiança desempenha na pluralidade da interação humana democrática. A confiança requer a boa-fé que pressupõe a veracidade. O Talmude equipara a mentira à pior forma de roubo: "Existem sete classes de ladrões e a primeira é a daqueles que roubam a mente de seus semelhantes através de palavras mentirosas." O padre Antônio Vieira afirmou que a verdade é filha da justiça, porque a justiça dá a cada um o que é seu, ao contrário da mentira, porque esta "ou vos tira o que tendes ou vos dá o que não tendes". Montaigne observou que somente pela palavra é que somos homens e nos entendemos. Por isso mentir é um vício maldito. Impede o entendimento.

(Celso Lafer. O Estado de S. Paulo, A2, 20 de julho de 2008, com adaptações) 

Considere o emprego de sinais de pontuação no texto.

I. e no poder, hostilidade – a vírgula assinala elipse do verbo.

II. – metáforas que frequentemente são utilizadas na descrição de políticos ? os travessões isolam segmento explicativo.

III. aos consagrados preceitos do "não matar" e do "não mentir" ? as aspas indicam reprodução exata de princípios estabelecidos.

IV. equipara a mentira à pior forma de roubo: ? os doispontos indicam intervenção de novo interlocutor no contexto.

Está correto o que se afirma em

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Q2806929 Português
            Não é usual tratar da política na perspectiva da afirmação da verdade. Platão afirmou, na República, que a verdade merece ser estimada sobre todas as coisas, mas ressalvou que há circunstâncias em que a mentira pode ser útil, e não odiosa. Na política, a derrogação da verdade pela aceitação da mentira muito deve à clássica tradição do realismo que identifica no predomínio do conflito o cerne dos fatos políticos. Esta tradição trabalha a ação política como uma ação estratégica que requer, sem idealismos, uma praxiologia, vendo na realidade resistência e no poder, hostilidade. Neste contexto, política é guerra e, como diz o provérbio, "em tempos de guerra, mentiras por mar, mentiras por terra".
            Recorrendo a metáforas do reino animal, Maquiavel aponta que o príncipe precisa ter, ao mesmo tempo, no exercício realista do poder, a força do leão e a astúcia ardilosa da raposa. Raposa, leão, assim como camaleão, serpente, polvo – metáforas que frequentemente são utilizadas na descrição de políticos – não podem, com propriedade, caracterizar o ser humano moral que obedece aos consagrados preceitos do "não matar" e do "não mentir", como lembra Norberto Bobbio.
            Recorrendo a metáforas do reino animal, Maquiavel aponta que o príncipe precisa ter, ao mesmo tempo, no exercício realista do poder, a força do leão e a astúcia ardilosa da raposa. Raposa, leão, assim como camaleão, serpente, polvo – metáforas que frequentemente são utilizadas na descrição de políticos – não podem, com propriedade, caracterizar o ser humano moral que obedece aos consagrados preceitos do "não matar" e do "não mentir", como lembra Norberto Bobbio.
            Sustentar a simulação e a mentira como expedientes usuais na arena política é desconhecer a importância estratégica que a confiança desempenha na pluralidade da interação humana democrática. A confiança requer a boa-fé que pressupõe a veracidade. O Talmude equipara a mentira à pior forma de roubo: "Existem sete classes de ladrões e a primeira é a daqueles que roubam a mente de seus semelhantes através de palavras mentirosas." O padre Antônio Vieira afirmou que a verdade é filha da justiça, porque a justiça dá a cada um o que é seu, ao contrário da mentira, porque esta "ou vos tira o que tendes ou vos dá o que não tendes". Montaigne observou que somente pela palavra é que somos homens e nos entendemos. Por isso mentir é um vício maldito. Impede o entendimento.

(Celso Lafer. O Estado de S. Paulo, A2, 20 de julho de 2008, com adaptações) 

Há relação de causa (1) e consequência (2) entre os segmentos transcritos, EXCETO:

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Respostas
1061: C
1062: D
1063: A
1064: B
1065: E
1066: A
1067: C
1068: C
1069: D
1070: A
1071: E
1072: E
1073: D
1074: D
1075: C
1076: D
1077: D
1078: A
1079: E
1080: C