Questões de Concurso Comentadas para analista judiciário - odontologia

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Q1985785 Odontologia
Paciente com 25 anos de idade, sexo masculino, refere utilizar escova dental com cerdas duras por serem “mais eficientes” na escovação. O exame clínico mostra desgaste com aspecto polido, em forma de chanfradura, na região cervical da face vestibular dos dentes 13 e 14. Observa-se também recessão gengival na região vestibular dos dentes 13 e 14. O quadro clínico é compatível com o diagnóstico de abrasão, que consiste em
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Q1985784 Odontologia
    Paciente com 31 anos de idade, sexo masculino, relata “não conseguir abrir a boca” após a cirurgia para extração do dente 47, realizada há dois dias. O exame clínico mostra a presença de trismo.
A abordagem medicamentosa para tratamento do trismo inclui a prescrição de 
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Q1985783 Odontologia
    Paciente com 31 anos de idade, sexo masculino, relata “não conseguir abrir a boca” após a cirurgia para extração do dente 47, realizada há dois dias. O exame clínico mostra a presença de trismo.
O tratamento do trismo inclui
I. Instituir dieta pastosa. II. Efetuar aplicação de gelo na região do músculo masseter. III. Indicar o uso de goma de mascar sem açúcar. IV. Reduzir a movimentação da mandíbula.   Está correto o que se afirma APENAS em
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Q1985782 Odontologia
Paciente com 22 anos de idade, sexo feminino, tem indicação para extração do dente 46. A paciente não refere doenças crônicas na anamnese. A anestesia por bloqueio regional utilizando um tubete de prilocaína a 3% com felipressina a 0,03 UI/mL foi iniciada e, durante procedimento anestésico, a paciente passou a apresentar tremor nas mãos. O profissional interrompeu o procedimento e observou quadro clínico compatível com a sobredosagem do sal anestésico por injeção intravascular acidental.
A conduta do cirurgião-dentista consiste em  
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Q1985781 Odontologia
     Paciente com 24 anos de idade, sexo feminino, recebeu do cirurgião-dentista operacional responsável por seu tratamento, a indicação de tomadas radiográficas interproximais das regiões posteriores direita e esquerda, com objetivo de detecção de cárie dentária. O prontuário da paciente registra que, há 6 meses, foram efetuadas tomadas radiográficas interproximais nessas regiões anatômicas. 
Na auditoria odontológica, o cirurgião-dentista vistoriador deve
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Q1985780 Odontologia
     Paciente com 24 anos de idade, sexo feminino, recebeu do cirurgião-dentista operacional responsável por seu tratamento, a indicação de tomadas radiográficas interproximais das regiões posteriores direita e esquerda, com objetivo de detecção de cárie dentária. O prontuário da paciente registra que, há 6 meses, foram efetuadas tomadas radiográficas interproximais nessas regiões anatômicas. 
A decisão sobre pedir a realização das radiografias interproximais deve considerar
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Q1985779 Odontologia
O prontuário clínico de paciente com 32 anos de idade, sexo feminino, mostra um histórico de infecções sexualmente transmissíveis. O exame clínico mostra lesões papilomatosas coalescentes com 1,3 cm de diâmetro, bem delimitadas, com a base larga e coloração rósea, na face ventral da língua. À palpação, essas lesões apresentam consistência mole. O diagnóstico compatível com esse quadro clínico e o procedimento indicado são, respectivamente, 
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Q1985778 Odontologia
        Paciente com 16 anos de idade, sexo feminino, refere ter sofrido uma queda ao “andar de skate”. O exame radiográfico efetuado no Pronto-Socorro não evidenciou fraturas faciais. Ao chegar ao atendimento odontológico, cerca de 90 minutos após o acidente, a paciente trouxe o dente 11 avulsionado envolto em um lenço de papel. Na anamnese, a paciente relatou ter gastrite. O exame clínico mostrou ausência de fraturas coronárias nos dentes adjacentes e o alvéolo do dente 11 intacto. O exame radiográfico não detectou fraturas no alvéolo ou nas raízes dos dentes adjacentes. 
Considere as assertivas abaixo.

I. O prognóstico desse caso clínico é favorável

PORQUE

II. a resposta inflamatória em uma área difusa da superfície radicular induz ao processo de reparação denominado substituição por reabsorção.

Estabelecendo uma relação entre as asserções acima:
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Q1985777 Odontologia
        Paciente com 16 anos de idade, sexo feminino, refere ter sofrido uma queda ao “andar de skate”. O exame radiográfico efetuado no Pronto-Socorro não evidenciou fraturas faciais. Ao chegar ao atendimento odontológico, cerca de 90 minutos após o acidente, a paciente trouxe o dente 11 avulsionado envolto em um lenço de papel. Na anamnese, a paciente relatou ter gastrite. O exame clínico mostrou ausência de fraturas coronárias nos dentes adjacentes e o alvéolo do dente 11 intacto. O exame radiográfico não detectou fraturas no alvéolo ou nas raízes dos dentes adjacentes. 
O procedimento clínico, após o reimplante do dente 11, consiste em contenção 
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Q1985776 Odontologia
Paciente com 23 anos de idade, sexo masculino, refere “dor” na gengiva na região dos dentes 14 e 15. Na anamnese, o paciente relata que a dor teve início um dia após comer pipoca. O exame clínico mostra edema com superfície brilhante na região entre os dentes 14 e 15. Há pequenas quantidades de biofilme bacteriano dental e não se observa sangramento gengival espontâneo. O exame radiográfico mostra ausência de perda óssea.
O quadro clínico é compatível com o diagnóstico de
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Q1985775 Odontologia
      Paciente com 28 anos de idade, sexo feminino, refere estar na 9ª semana de gestação quando comparece ao consultório odontológico para consulta de rotina. Na anamnese, a paciente relata residir em área abastecida por água fluoretada. O exame clínico mostra uma mancha branca opaca na região cervical da face vestibular do dente 44 e uma mancha amarronzada e polida na região cervical da face vestibular do dente 34. 
A paciente relata ter lido “na internet” que a ingestão de “vitaminas com flúor” durante a gestação seria benéfica à formação dos dentes do bebê. A orientação pautada em bases científicas deve esclarecer à paciente que
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Q1985774 Odontologia
      Paciente com 28 anos de idade, sexo feminino, refere estar na 9ª semana de gestação quando comparece ao consultório odontológico para consulta de rotina. Na anamnese, a paciente relata residir em área abastecida por água fluoretada. O exame clínico mostra uma mancha branca opaca na região cervical da face vestibular do dente 44 e uma mancha amarronzada e polida na região cervical da face vestibular do dente 34. 
As orientações à paciente para o autocuidado em saúde bucal incluem 
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Q1985773 Odontologia
      Paciente com 28 anos de idade, sexo feminino, refere estar na 9ª semana de gestação quando comparece ao consultório odontológico para consulta de rotina. Na anamnese, a paciente relata residir em área abastecida por água fluoretada. O exame clínico mostra uma mancha branca opaca na região cervical da face vestibular do dente 44 e uma mancha amarronzada e polida na região cervical da face vestibular do dente 34. 
O quadro clínico é compatível com o diagnóstico de cárie dentária na forma de lesão
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Q1984460 Raciocínio Lógico
Dois jogadores resolveram participar do seguinte jogo: lançam uma moeda e cada um aposta R$ 10,00 em uma das faces da moeda. Quem acertar a face que aparece em um determinado lançamento recebe 85% do valor total apostado e o restante será doado para um hospital de caridade. Os apostadores doaram R$ 21,00 para o hospital. O número de vezes que os jogadores lançaram a moeda foi
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Q1984457 Legislação dos Tribunais do Trabalho (TST e TRTs)
De acordo com o Regimento Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 22ª Região, NÃO concorrerão à distribuição dos processos
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Q1984456 Legislação dos Tribunais do Trabalho (TST e TRTs)
De acordo com o Regimento Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 22ª Região, entre outras atribuições, compete às Turmas
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Q1984455 Português
          Se é verdade que a capacidade de ficar perplexo é o começo da sabedoria, então esta verdade é um triste comentário à sabedoria do homem moderno. Quaisquer que sejam os méritos de nosso elevado grau de educação literária e universal, perdemos o dom de ficar perplexos. Imagina-se que tudo seja conhecido − senão por nós, por algum especialista cujo mister seja saber aquilo que não sabemos. De fato, ficar perplexo é constrangedor, um indício de inferioridade intelectual. À medida que vamos envelhecendo, aos poucos perdemos a capacidade de ficar surpresos. Até as crianças raramente se surpreendem, ou pelo menos procuram não demonstrar isso. Saber as respostas certas parece ser o principal; em comparação, considera-se insignificante o saber fazer as perguntas certas.
        Quiçá seja esta atitude uma razão por que um dos mais enigmáticos fenômenos de nossa vida, os nossos sonhos, dê margem a pouco espanto e suscite tão poucas perguntas. Todos sonhamos: não entendemos nossos sonhos, e no entanto agimos como se de nada estranho corresse em nossas mentes adormecidas, estranho ao menos em comparação com as atividades lógicas, deliberadas, de nossas mentes quando estamos acordados.
       Quando acordados, somos seres ativos, racionais, ávidos por tentar obter o que desejamos e prontos a defender-nos contra qualquer ataque. Agimos e observamos; vemos o mundo exterior, talvez não como seja, mas no mínimo de maneira tal que o possamos usar e manipular. Todavia, também somos bastante desprovidos de imaginação, e raramente − exceto quando crianças ou se somos poetas − logramos conceber mais do que meras duplicações dos acontecimentos e tramas de nossa experiência concreta. Somos eficientes, mas um tanto desenxabidos. Denominamos ao campo de nossa observação diurna “realidade” e orgulhamo-nos de nosso “realismo” e de nossa habilidade de manipulá-la.

(Adaptado de: FROMM, Erich. A linguagem esquecida. Trad.: VELHO, Octavio Alves. Rio de Janeiro: Editora Zahar, 1966) 
Quando acordados, somos seres ativos, racionais, ávidos por tentar obter o que desejamos e prontos a defender-nos contra qualquer ataque.
Considerado o contexto, o elemento sublinhado exerce a mesma função sintática que o também sublinhado em:
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Q1984454 Português
          Se é verdade que a capacidade de ficar perplexo é o começo da sabedoria, então esta verdade é um triste comentário à sabedoria do homem moderno. Quaisquer que sejam os méritos de nosso elevado grau de educação literária e universal, perdemos o dom de ficar perplexos. Imagina-se que tudo seja conhecido − senão por nós, por algum especialista cujo mister seja saber aquilo que não sabemos. De fato, ficar perplexo é constrangedor, um indício de inferioridade intelectual. À medida que vamos envelhecendo, aos poucos perdemos a capacidade de ficar surpresos. Até as crianças raramente se surpreendem, ou pelo menos procuram não demonstrar isso. Saber as respostas certas parece ser o principal; em comparação, considera-se insignificante o saber fazer as perguntas certas.
        Quiçá seja esta atitude uma razão por que um dos mais enigmáticos fenômenos de nossa vida, os nossos sonhos, dê margem a pouco espanto e suscite tão poucas perguntas. Todos sonhamos: não entendemos nossos sonhos, e no entanto agimos como se de nada estranho corresse em nossas mentes adormecidas, estranho ao menos em comparação com as atividades lógicas, deliberadas, de nossas mentes quando estamos acordados.
       Quando acordados, somos seres ativos, racionais, ávidos por tentar obter o que desejamos e prontos a defender-nos contra qualquer ataque. Agimos e observamos; vemos o mundo exterior, talvez não como seja, mas no mínimo de maneira tal que o possamos usar e manipular. Todavia, também somos bastante desprovidos de imaginação, e raramente − exceto quando crianças ou se somos poetas − logramos conceber mais do que meras duplicações dos acontecimentos e tramas de nossa experiência concreta. Somos eficientes, mas um tanto desenxabidos. Denominamos ao campo de nossa observação diurna “realidade” e orgulhamo-nos de nosso “realismo” e de nossa habilidade de manipulá-la.

(Adaptado de: FROMM, Erich. A linguagem esquecida. Trad.: VELHO, Octavio Alves. Rio de Janeiro: Editora Zahar, 1966) 
Todavia, também somos bastante desprovidos de imaginação, e raramente − exceto quando crianças ou se somos poetas − logramos conceber mais do que meras duplicações dos acontecimentos e tramas de nossa experiência concreta.
Numa nova redação, mantém-se a adequada correlação entre os tempos e modos verbais da frase acima substituindo-se os verbos sublinhados por:
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Q1984453 Português
          Se é verdade que a capacidade de ficar perplexo é o começo da sabedoria, então esta verdade é um triste comentário à sabedoria do homem moderno. Quaisquer que sejam os méritos de nosso elevado grau de educação literária e universal, perdemos o dom de ficar perplexos. Imagina-se que tudo seja conhecido − senão por nós, por algum especialista cujo mister seja saber aquilo que não sabemos. De fato, ficar perplexo é constrangedor, um indício de inferioridade intelectual. À medida que vamos envelhecendo, aos poucos perdemos a capacidade de ficar surpresos. Até as crianças raramente se surpreendem, ou pelo menos procuram não demonstrar isso. Saber as respostas certas parece ser o principal; em comparação, considera-se insignificante o saber fazer as perguntas certas.
        Quiçá seja esta atitude uma razão por que um dos mais enigmáticos fenômenos de nossa vida, os nossos sonhos, dê margem a pouco espanto e suscite tão poucas perguntas. Todos sonhamos: não entendemos nossos sonhos, e no entanto agimos como se de nada estranho corresse em nossas mentes adormecidas, estranho ao menos em comparação com as atividades lógicas, deliberadas, de nossas mentes quando estamos acordados.
       Quando acordados, somos seres ativos, racionais, ávidos por tentar obter o que desejamos e prontos a defender-nos contra qualquer ataque. Agimos e observamos; vemos o mundo exterior, talvez não como seja, mas no mínimo de maneira tal que o possamos usar e manipular. Todavia, também somos bastante desprovidos de imaginação, e raramente − exceto quando crianças ou se somos poetas − logramos conceber mais do que meras duplicações dos acontecimentos e tramas de nossa experiência concreta. Somos eficientes, mas um tanto desenxabidos. Denominamos ao campo de nossa observação diurna “realidade” e orgulhamo-nos de nosso “realismo” e de nossa habilidade de manipulá-la.

(Adaptado de: FROMM, Erich. A linguagem esquecida. Trad.: VELHO, Octavio Alves. Rio de Janeiro: Editora Zahar, 1966) 

No trecho Somos eficientes, mas um tanto desenxabidos, o termo “desenxabidos” pode ser substituído por: 

Alternativas
Respostas
281: B
282: B
283: C
284: C
285: D
286: E
287: D
288: E
289: C
290: A
291: B
292: A
293: D
294: C
295: A
296: E
297: D
298: A
299: E
300: B