Questões de Concurso Comentadas para técnico em óptica

Foram encontradas 158 questões

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Q765201 Medicina
O cristalino é um citossistema altamente organizado e localizado entre a íris e o corpo vítreo. Ele é constituído por células organizadas longitudinalmente, como uma casca de cebola, que perdem suas organelas durante a formação, assumindo, dessa maneira, a sua característica por ser transparente. A acomodação, um fenômeno ocular que funciona como um zoom, é realizada a partir da relação entre:
Alternativas
Q765199 Medicina
Jenifer tem 15 anos e utiliza lentes de contato cosméticas. Entretanto, após um dia de uso, Jenifer amanheceu com os olhos vermelhos, reclamando de visão embaçada e intolerância à luz. A adolescente busca auxílio oftalmológico. Assinale a alternativa que apresenta a hipótese diagnóstica do caso de Jenifer:
Alternativas
Q765198 Medicina
O olho é um sistema óptico formado por diversas estruturas, denominados meios transparentes, que refratam a luz e auxiliam a convergência dos feixes luminosos para a retina. Das estruturas abaixo assinale a alternativa que não apresenta um meio transparente do olho:
Alternativas
Q765197 Medicina
Maria Joaquina é uma criança muito ligada em tecnologia e que adora ler. Suas histórias favoritas são sobre mistérios e elucidações de problemas, sendo Sherlock Holmes seu personagem favorito. Nos romances escritos por Sir Arthur Conan Doyle, o detetive utiliza uma lupa, uma lente de aumento, em que olha, detalhadamente, os objetos em uma distância de 0,25 metros. Se usarmos essa medida como o foco da lupa, assinale a alternativa que apresenta qual seria sua dioptria:
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Q765183 Física
O feixe de luz é um ente que não tem existência real. Seu comportamento pode assumir diferentes formas ao atravessar ou não alguns materiais. Considere as seguintes afirmativas sobre o comportamento da luz com relação aos meios:
I. No meio transparente, a luz é refletida no sentido contrário de sua origem, como em um espelho. II. No meio translúcido, a luz se propaga de forma irregular, de modo que o observador vê o objeto através do meio, mas sem nitidez, como o papel vegetal. III. No meio opaco, a luz não se propaga, não sendo possível ao observador ver o objeto atrás, como uma cortina.
Estão corretas as afirmativas:
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Q763585 Português
O Sudoeste e a Casuarina
(Joel Silveira)
  Entre a fuga do vento Nordeste e o primeiro sopro frio do Sudoeste, há um instante vazio e ansioso: as cigarras calam, se eriçam as águas da lagoa e as casuarinas, que se balançavam indolentes, imobilizam-se na rigidez morta e reta dos ciprestes. Os urubus debandam das palmeiras, os pescadores recolhem as velas, e daqui da varanda vejo os lagartos procurarem medrosos os seus esconderijos. “É o sudoeste”, penso, e logo ele chega carpindo penas e desgraças que não são suas.
  “Estou vindo do mar alto, trago histórias”, diz ele com a sua voz agourenta. Ao que responde, enfastiada, a Casuarina:
  “Detesto as tuas histórias”.
 Também eu, porque sei o que significa pra mim o pranto desatado e frio. Logo esta varanda, que o Nordeste amornara para o meu sono, estará tomada por tudo o que o vento ruim traz consigo: a baba do oceano doente, a escuma amarela e pútrida, o calhau sangrento, o grito derradeiro dos náufragos, os olhos esbugalhados das crianças afogadas que não entenderam o último instante, o hálito pesado do marinheiro que morreu bêbado e blasfemo, o lamento do grumete que o mastaréu partido matou e atirou ao mar.
  Assim são as histórias do Sudoeste. Ouvindo-as (e tenho de ouvi-las, como se elas viessem de dentro de mim, como se por dentro eu tivesse mil frinchas por entre as quais o Sudoeste passa e geme) ressuscito os meus mortos e minhas tristezas e a eles incorporo a amargura dos incertos e a angústia sobressaltada dos que têm medo – tão minhas agora. E vejo, destacada na escuridão como uma medusa no mar, a mão lívida do meu pai morto, imobilizada no gesto, talvez amigo, que não chegou a ser feito; e os pequenos dentes do meu irmão Francisco, que morreu sorrindo; e escuto, nos soluços do vento, aquele terrível convulso regougar de Maria que a morte levou num mar de sangue e vômito; e tremo e me apavoro, não por receio de não ter enterrado para sempre meus mortos, mas por medo de tê-los enterrado antes de ter pago tudo o que lhes devia. 
Vocabulário:
Casuarina – espécie de árvores e arbustos
Cipreste – planta usada para arranjos às quais se associa a ideia de tristeza
Carpindo – capinar
Calhau – pedra de pequena dimensão
Grumete – graduação mais inferior da Marinha
Mastaréu – mastro pequeno
Regougar – soltar a voz
No primeiro parágrafo, o emprego recorrente do presente do indicativo sugere:
Alternativas
Q757814 Direito Sanitário
Segundo o decreto presidencial 7508/2011 a instância de pactuação consensual entre os entes federativos para definição das regras da gestão compartilhada do SUS é:
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Q757812 Direito Sanitário
Considerando a lei 8080/90, no que tange às atribuições das esferas de gestão do SUS, a implementação da Estratégia da Saúde da Família é atribuição:
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Q757801 Matemática
O salário de Marcos é R$ 840,00 (oitocentos e quarenta reais). Desse valor, ele gastou 1/4 com vestimenta; 2/5 do salário com aluguel e 3/10 do salário com mercado. Nessas condições, o valor que ainda lhe restou do salário foi:
Alternativas
Q757797 Português

Texto

O Sudoeste e a Casuarina

(Joel Silveira)

    Entre a fuga do vento Nordeste e o primeiro sopro frio do Sudoeste, há um instante vazio e ansioso: as cigarras calam, se eriçam as águas da lagoa e as casuarinas, que se balançavam indolentes, imobilizam-se na rigidez morta e reta dos ciprestes. Os urubus debandam das palmeiras, os pescadores recolhem as velas, e daqui da varanda vejo os lagartos procurarem medrosos os seus esconderijos. “É o sudoeste”, penso, e logo ele chega carpindo penas e desgraças que não são suas.

    “Estou vindo do mar alto, trago histórias”, diz ele com a sua voz agourenta. Ao que responde, enfastiada, a Casuarina: “Detesto as tuas histórias”.

    Também eu, porque sei o que significa pra mim o pranto desatado e frio. Logo esta varanda, que o Nordeste amornara para o meu sono, estará tomada por tudo o que o vento ruim traz consigo: a baba do oceano doente, a escuma amarela e pútrida, o calhau sangrento, o grito derradeiro dos náufragos, os olhos esbugalhados das crianças afogadas que não entenderam o último instante, o hálito pesado do marinheiro que morreu bêbado e blasfemo, o lamento do grumete que o mastaréu partido matou e atirou ao mar.

    Assim são as histórias do Sudoeste. Ouvindo-as (e tenho de ouvi-las, como se elas viessem de dentro de mim, como se por dentro eu tivesse mil frinchas por entre as quais o Sudoeste passa e geme) ressuscito os meus mortos e minhas tristezas e a eles incorporo a amargura dos incertos e a angústia sobressaltada dos que têm medo – tão minhas agora. E vejo, destacada na escuridão como uma medusa no mar, a mão lívida do meu pai morto, imobilizada no gesto, talvez amigo, que não chegou a ser feito; e os pequenos dentes do meu irmão Francisco, que morreu sorrindo; e escuto, nos soluços do vento, aquele terrível convulso regougar de Maria que a morte levou num mar de sangue e vômito; e tremo e me apavoro, não por receio de não ter enterrado para sempre meus mortos, mas por medo de tê-los enterrado antes de ter pago tudo o que lhes devia.

Vocabulário:

Casuarina – espécie de árvores e arbustos

Cipreste – planta usada para arranjos às quais se associa a ideia de tristeza

Carpindo – capinar

Calhau – pedra de pequena dimensão

Grumete – graduação mais inferior da Marinha

Mastaréu – mastro pequeno

Regougar – soltar a voz

O vocábulo “também”, que introduz o terceiro parágrafo, contribui para a progressão das ideias estabelecendo um sentido de:
Alternativas
Q757792 Português

Texto

                                                 O Sudoeste e a Casuarina

(Joel Silveira)

      Entre a fuga do vento Nordeste e o primeiro sopro frio do Sudoeste, há um instante vazio e ansioso: as cigarras calam, se eriçam as águas da lagoa e as casuarinas, que se balançavam indolentes, imobilizam-se na rigidez morta e reta dos ciprestes. Os urubus debandam das palmeiras, os pescadores recolhem as velas, e daqui da varanda vejo os lagartos procurarem medrosos os seus esconderijos. “É o sudoeste”, penso, e logo ele chega carpindo penas e desgraças que não são suas.

   “Estou vindo do mar alto, trago histórias”, diz ele com a sua voz agourenta. Ao que responde, enfastiada, a Casuarina: “Detesto as tuas histórias”.

    Também eu, porque sei o que significa pra mim o pranto desatado e frio. Logo esta varanda, que o Nordeste amornara para o meu sono, estará tomada por tudo o que o vento ruim traz consigo: a baba do oceano doente, a escuma amarela e pútrida, o calhau sangrento, o grito derradeiro dos náufragos, os olhos esbugalhados das crianças afogadas que não entenderam o último instante, o hálito pesado do marinheiro que morreu bêbado e blasfemo, o lamento do grumete que o mastaréu partido matou e atirou ao mar.

     Assim são as histórias do Sudoeste. Ouvindo-as (e tenho de ouvi-las, como se elas viessem de dentro de mim, como se por dentro eu tivesse mil frinchas por entre as quais o Sudoeste passa e geme) ressuscito os meus mortos e minhas tristezas e a eles incorporo a amargura dos incertos e a angústia sobressaltada dos que têm medo – tão minhas agora. E vejo, destacada na escuridão como uma medusa no mar, a mão lívida do meu pai morto, imobilizada no gesto, talvez amigo, que não chegou a ser feito; e os pequenos dentes do meu irmão Francisco, que morreu sorrindo; e escuto, nos soluços do vento, aquele terrível convulso regougar de Maria que a morte levou num mar de sangue e vômito; e tremo e me apavoro, não por receio de não ter enterrado para sempre meus mortos, mas por medo de tê-los enterrado antes de ter pago tudo o que lhes devia.

Vocabulário:

Casuarina – espécie de árvores e arbustos

Cipreste – planta usada para arranjos às quais se associa a ideia de tristeza

Carpindo – capinar

Calhau – pedra de pequena dimensão

Grumete – graduação mais inferior da Marinha

Mastaréu – mastro pequeno

Regougar – soltar a voz



Considere o fragmento abaixo para responder à questão.

“as cigarras calam, se eriçam as águas da lagoa e as

casuarinas, que se balançavam indolentes, imobilizam-se na

rigidez morta e reta dos ciprestes.”(1º§)


O termo em destaque é uma locução adjetiva que se relaciona, por dependência sintática, com o seguinte vocábulo:
Alternativas
Q530528 Medicina
A lente que apresenta uma coloração levemente azulada e é indicada para pessoas que utilizam o computador com frequência denomina-se
Alternativas
Q530527 Medicina
Olho seco é uma alteração no sistema visual causado por
Alternativas
Q530526 Medicina
A estrutura do olho responsável pelos movimentos oculares
Alternativas
Q530525 Medicina
É uma doença ocular causada pela inflamação da conjuntiva a
Alternativas
Q530524 Medicina
São patologias oculares, EXCETO
Alternativas
Q530523 Medicina
É um equipamento utilizado na óptica para medir a distância naso pupilar o
Alternativas
Q530522 Medicina
Segundo a dioptria +2.00 -3.00X180, é correto afirmar que o diagnóstico refrativo é
Alternativas
Q530521 Medicina
É uma lente oftálmica indicada para pessoas com muita sensibilidade a luz solar, pois possui 100% filtro U.V.A e U.V.B a 400 nanômetros e controla a quantidade de luz que entra no olho. O enunciado refere-se à lente
Alternativas
Respostas
101: D
102: B
103: E
104: A
105: A
106: D
107: B
108: C
109: D
110: C
111: A
112: A
113: B
114: A
115: A
116: D
117: C
118: A
119: A
120: E