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Agora sabemos que novos neurônios − que são células-tronco, a versão mais primitiva e versátil das células − são primordialmente produzidos em uma área minúscula do hipocampo chamada giro denteado. Sabemos que metade das novas células morrem. E sabemos que elas são produzidas de diversas maneiras. Obtemos novos neurônios quando nos concentramos em tarefas extremamente complexas, ou até quando nos concentramos em uma meta específica. E sabemos que os exercícios − praticamente qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos e o fluxo sanguíneo − levam a uma pequena explosão de natalidade desses neurônios.
s detalhes ainda estão sendo examinados, mas alguns neurocientistas estão convencidos de que o exercício produz novos neurônios de maneira bastante direta. Quando se contraem, os músculos produzem fatores de crescimento. Normalmente, essas moléculas de fatores de crescimento são grandes demais para atravessar a barreira sangue-cérebro, mas, por razões ainda desconhecidas, o exercício torna essa barreira mais porosa, permitindo que tais fatores de crescimento, aos quais já houve quem se referisse como o “fertilizante milagroso” do cérebro, atravessem a barreira e ajudem a estimular os neurônios. Demonstrou-se que o mesmo acontece com a serotonina, que é aumentada no cérebro pelo exercício e também estimula o crescimento de novos neurônios.
(Adaptado de Barbara Strauch. O melhor cérebro de sua vida. Trad. Vera Ribeiro. Rio de Janeiro, Zahar, 2011, pp. 151-157)
Neurologistas têm se dedicado ...... investigar o que muda no cérebro ...... medida que envelhecemos; segundo alguns estudos, a aptidão da memória para resgatar informações abstratas diminui, enquanto a propensão ...... divagar aumenta. Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, respectivamente:
Agora sabemos que novos neurônios − que são células-tronco, a versão mais primitiva e versátil das células − são primordialmente produzidos em uma área minúscula do hipocampo chamada giro denteado. Sabemos que metade das novas células morrem. E sabemos que elas são produzidas de diversas maneiras. Obtemos novos neurônios quando nos concentramos em tarefas extremamente complexas, ou até quando nos concentramos em uma meta específica. E sabemos que os exercícios − praticamente qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos e o fluxo sanguíneo − levam a uma pequena explosão de natalidade desses neurônios.
s detalhes ainda estão sendo examinados, mas alguns neurocientistas estão convencidos de que o exercício produz novos neurônios de maneira bastante direta. Quando se contraem, os músculos produzem fatores de crescimento. Normalmente, essas moléculas de fatores de crescimento são grandes demais para atravessar a barreira sangue-cérebro, mas, por razões ainda desconhecidas, o exercício torna essa barreira mais porosa, permitindo que tais fatores de crescimento, aos quais já houve quem se referisse como o “fertilizante milagroso” do cérebro, atravessem a barreira e ajudem a estimular os neurônios. Demonstrou-se que o mesmo acontece com a serotonina, que é aumentada no cérebro pelo exercício e também estimula o crescimento de novos neurônios.
(Adaptado de Barbara Strauch. O melhor cérebro de sua vida. Trad. Vera Ribeiro. Rio de Janeiro, Zahar, 2011, pp. 151-157)
Obtemos novos neurônios quando nos concentramos em tarefas extremamente complexas, ou até quando nos concentramos em uma meta específica. (2o parágrafo) Mantendo-se a correção quanto às regras de concordância e, em linhas gerais, o sentido original, a frase acima está corretamente reescrita em:
Agora sabemos que novos neurônios − que são células-tronco, a versão mais primitiva e versátil das células − são primordialmente produzidos em uma área minúscula do hipocampo chamada giro denteado. Sabemos que metade das novas células morrem. E sabemos que elas são produzidas de diversas maneiras. Obtemos novos neurônios quando nos concentramos em tarefas extremamente complexas, ou até quando nos concentramos em uma meta específica. E sabemos que os exercícios − praticamente qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos e o fluxo sanguíneo − levam a uma pequena explosão de natalidade desses neurônios.
s detalhes ainda estão sendo examinados, mas alguns neurocientistas estão convencidos de que o exercício produz novos neurônios de maneira bastante direta. Quando se contraem, os músculos produzem fatores de crescimento. Normalmente, essas moléculas de fatores de crescimento são grandes demais para atravessar a barreira sangue-cérebro, mas, por razões ainda desconhecidas, o exercício torna essa barreira mais porosa, permitindo que tais fatores de crescimento, aos quais já houve quem se referisse como o “fertilizante milagroso” do cérebro, atravessem a barreira e ajudem a estimular os neurônios. Demonstrou-se que o mesmo acontece com a serotonina, que é aumentada no cérebro pelo exercício e também estimula o crescimento de novos neurônios.
(Adaptado de Barbara Strauch. O melhor cérebro de sua vida. Trad. Vera Ribeiro. Rio de Janeiro, Zahar, 2011, pp. 151-157)
... qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos ... (2o parágrafo) O verbo que se encontra flexionado nos mesmos tempo e modo do grifado acima está em:
Agora sabemos que novos neurônios − que são células-tronco, a versão mais primitiva e versátil das células − são primordialmente produzidos em uma área minúscula do hipocampo chamada giro denteado. Sabemos que metade das novas células morrem. E sabemos que elas são produzidas de diversas maneiras. Obtemos novos neurônios quando nos concentramos em tarefas extremamente complexas, ou até quando nos concentramos em uma meta específica. E sabemos que os exercícios − praticamente qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos e o fluxo sanguíneo − levam a uma pequena explosão de natalidade desses neurônios.
s detalhes ainda estão sendo examinados, mas alguns neurocientistas estão convencidos de que o exercício produz novos neurônios de maneira bastante direta. Quando se contraem, os músculos produzem fatores de crescimento. Normalmente, essas moléculas de fatores de crescimento são grandes demais para atravessar a barreira sangue-cérebro, mas, por razões ainda desconhecidas, o exercício torna essa barreira mais porosa, permitindo que tais fatores de crescimento, aos quais já houve quem se referisse como o “fertilizante milagroso” do cérebro, atravessem a barreira e ajudem a estimular os neurônios. Demonstrou-se que o mesmo acontece com a serotonina, que é aumentada no cérebro pelo exercício e também estimula o crescimento de novos neurônios.
(Adaptado de Barbara Strauch. O melhor cérebro de sua vida. Trad. Vera Ribeiro. Rio de Janeiro, Zahar, 2011, pp. 151-157)
O verbo que também poderia estar flexionado no singular, sem prejuízo para a correção e a lógica do segmento, está grifado em:
Agora sabemos que novos neurônios − que são células-tronco, a versão mais primitiva e versátil das células − são primordialmente produzidos em uma área minúscula do hipocampo chamada giro denteado. Sabemos que metade das novas células morrem. E sabemos que elas são produzidas de diversas maneiras. Obtemos novos neurônios quando nos concentramos em tarefas extremamente complexas, ou até quando nos concentramos em uma meta específica. E sabemos que os exercícios − praticamente qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos e o fluxo sanguíneo − levam a uma pequena explosão de natalidade desses neurônios.
s detalhes ainda estão sendo examinados, mas alguns neurocientistas estão convencidos de que o exercício produz novos neurônios de maneira bastante direta. Quando se contraem, os músculos produzem fatores de crescimento. Normalmente, essas moléculas de fatores de crescimento são grandes demais para atravessar a barreira sangue-cérebro, mas, por razões ainda desconhecidas, o exercício torna essa barreira mais porosa, permitindo que tais fatores de crescimento, aos quais já houve quem se referisse como o “fertilizante milagroso” do cérebro, atravessem a barreira e ajudem a estimular os neurônios. Demonstrou-se que o mesmo acontece com a serotonina, que é aumentada no cérebro pelo exercício e também estimula o crescimento de novos neurônios.
(Adaptado de Barbara Strauch. O melhor cérebro de sua vida. Trad. Vera Ribeiro. Rio de Janeiro, Zahar, 2011, pp. 151-157)
Observe atentamente as afirmativas abaixo:
I. Até recentemente, a maioria dos neurocientistas não tinham se afastado das conclusões extraídas em 1931... (1o parágrafo)
Uma redação alternativa para a frase acima, mantendo-se a correção e a lógica, é: Até recentemente, a maioria dos neurocientistas não se afastara das conclusões extraídas em 1931...
II. E sabemos que os exercícios − praticamente qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos e o fluxo sanguíneo − levam a uma pequena explosão de natalidade desses neurônios. (2o parágrafo)
Os travessões da frase acima poderiam ser substituídos por parênteses, sem prejuízo para a correção e a lógica.
III. ... aos quais já houve quem se referisse como o “fertilizante milagroso” do cérebro... (3o parágrafo)
O verbo grifado acima poderia ser substituído por aludisse, sem qualquer outra alteração na frase e sem prejuízo para a correção e a lógica.
Está correto o que se afirma em
Os estoques finais projetados para os três produtos são maiores do que os do ano anterior. (2o parágrafo)
O pronome grifado na frase acima substitui, considerando-se o contexto, a expressão
Os projetos de estruturas, conforme o manual de apresentação e representação gráfica de desenho em CAD da CASAN, no model space (em centímetros) devem ser desenhados na escala:
Em um projeto preventivo de incêndio, conforme as normas do corpo de bombeiros de Santa Catarina, a reserva técnica deverá ser dimensionada de tal forma que forneça ao sistema uma autonomia mínina de:
Em projeto arquitetônico, para calcular escadas, usamos a fórmula de Blondell, onde 2e + p = X, onde “p” é a largura do piso e “e”, a altura do espelho.
A resultante desta fórmula varia entre:
Assinale a alternativa que indica o comando que seleciona todas as entidades que tocam os lados do poligono de seleção, bem como as entidades englobadas por esse polígono.
A NBR 6492, Representação de projetos de arquitetura, recomenda que as cotas de uma planta de edificação devem ser medidas em que unidade?
Qual dos comandos do AutoCAD dá um zoom em todo desenho independente do drawing limits?
A perspectiva isométrica é classificada como uma perspectiva:
Toda figura plana, paralela a um plano de projeção, projeta-se em VG sobre esse plano na projeção quando esta for:
Assinale a alternativa correta a respeito do sistema operacional Microsoft Windows 7.
O Conselho de Administração do Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou recentemente a participação da instituição financeira no resgate internacional a Portugal.
Assinale a alternativa correta a respeito do tema.
A “revolução do jasmin” iniciada na Tunísia inspirou uma imensa onda de protestos no Oriente Médio. Naquele país, o presidente Zine Al-Abdine Ben Ali renunciou após um mês de violentos protestos contra o governo.
As revoltas na Tunísia inspiraram movimentos similares em outras nações. O segundo país da região que teve o seu governante deposto em decorrência de manifestações populares foi:
1. Este é o Horto Florestal do Córrego Grande, .........pista de terra batida gosto de caminhar.
2. Um dos lugares ............mais ouço falar é o Parque Estadual das Araucárias.
3. O Estado ..............desejo trabalhar é este.
4. Encontrei meu colega .............pai trabalha na CASAN.
Assinale a alternativa que, obedecendo à regência verbal, completa corretamente os espaços.
Em “recurso natural imprescindível à vida” (2o parágrafo) há correto emprego do acento indicativo de crase.
Assinale a alternativa com a frase que também está correta quanto a esse emprego. (Todas elas se referem à CASAN.)
Analise o texto abaixo:
Se fôssemos ao Parque Lagoa do Peri ________________________
alguma habitação com influência açoriana?
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.
