Questões de Concurso Comentadas para desenhista projetista

Foram encontradas 206 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3434142 Português
Analise as palavras a seguir quanto à realização sonora. Assinale a alternativa em que ocorre dígrafo.
Alternativas
Q3434141 Português
Dentre as palavras a seguir, aquela que é paroxítona é:
Alternativas
Q3434140 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que se verifica desvio gramatical na(s) forma(s) verbal(is) empregada(s). 
Alternativas
Q3434139 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale aquela em que deveria haver o emprego do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q3434138 Português

Considere as sentenças a seguir:

I. A menina, filha única do casal, tem parecido muito deprimida e solitária.

II. Desde o desaparecimento do cãozinho, a família tenta ser mais unida.

III. A escola não será mais a mesma sem você, meu amigo.

Nas sentenças dadas, o emprego da vírgula introduz um aposto apenas em: 

Alternativas
Q3434137 Português
Metafísica


   Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.

  Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?

   Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.

   Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...

   Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.

   O visitante engoliu em seco.

   — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?

   Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:

   — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!

   O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto: “Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão.” No contexto apresentado, o advérbio “felizmente” modifica:
Alternativas
Q3434136 Português
Metafísica


   Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.

  Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?

   Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.

   Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...

   Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.

   O visitante engoliu em seco.

   — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?

   Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:

   — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!

   O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
No excerto “(...) passinhos curtos mas resolutos (...)”, a palavra “resoluto” poderia ser substituída, sem modificação de significado, por: 
Alternativas
Q3434135 Português
Metafísica


   Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.

  Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?

   Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.

   Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...

   Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.

   O visitante engoliu em seco.

   — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?

   Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:

   — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!

   O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Analise as expressões indicadas a seguir, que ocorrem no texto, e assinale a alternativa em que todas elas são empregadas para se referir a Albert Einstein. 
Alternativas
Q3434133 Português
Metafísica


   Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.

  Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?

   Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.

   Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...

   Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.

   O visitante engoliu em seco.

   — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?

   Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:

   — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!

   O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
A leitura da narrativa permite concluir que:
Alternativas
Q2446049 Arquitetura
É a representação ortográfica que compreende a disposição, em torno da vista principal de um objeto ou de todas as outras cinco vistas do objeto e que, em referência à esta vista, as outras vistas são organizadas da seguinte forma:

• VS é colocada abaixo;
• VI é colocada acima;
• VLE é colocada à direita;
• VLD é colocada à esquerda;
• VP é colocada à direita ou à esquerda, conforme conveniente.


A definição dada anteriormente trata-se de um tipo de projeção que deve ser representado pela seguinte simbologia: 
Alternativas
Q2446048 Arquitetura
As escalas usuais, conforme convencionado por norma técnica, dentre outras, são: 
Alternativas
Q2446047 Arquitetura
A representação axonométrica possui diferentes tipos, que variam em função das suas características e do seu objetivo de representação. De acordo com as terminologias convencionadas em norma técnica, relacione adequadamente as colunas a seguir.

1. Axonometria planométrica.
2. Axonometria cavaleira.
3. Axonometria de gabinete.
4. Axonometria dimétrica.
5. Axonometria ortogonal.

( ) Axonometria oblíqua na qual o plano de projeção é paralelo a um dos planos de coordenadas e a projeção na direção do terceiro eixo é reduzida por um fator de base dois.

( ) Axonometria oblíqua na qual o plano de projeção é paralelo ao plano de coordenadas horizontal.

( ) Representação axonométrica, na qual as escalas de dois dos eixos de coordenadas são idênticas, com uma escala diferente para o terceiro eixo.

( ) Projeção ortogonal sobre um único plano, onde os planos de coordenadas XY, XZ e YZ nunca serão paralelos ao plano axonométrico.

( ) Axonometria oblíqua na qual o plano de projeção é paralelo a um dos planos de coordenadas e a projeção na direção do terceiro eixo apresenta mesma escala dos contornos principais.



A sequência está correta em
Alternativas
Q2446046 Arquitetura
Em plantas e cortes topográficos, diferentes tipos de linhas são empregadas para que a identificação visual dos elementos seja realizada facilmente. Considerando o exposto, é correto afirmar que a linha de cota secundária, em planta, e o perfil natural do terreno, em seção esquemática, são desenhados, respectivamente, por linhas: 
Alternativas
Q2446045 Arquitetura
Após as definições de acabamentos realizadas pela equipe de arquitetos responsáveis pelo projeto, todos os dados foram tabelados, conforme pode ser verificado a seguir:


Imagem associada para resolução da questão



Em um determinado ambiente foram escolhidos: teto em pintura com tinta acrílica branco neve, paredes revestidas com madeira Tauari e piso em revestimento cerâmico cinza 30x30. Para esse ambiente, em planta de revestimentos e, de acordo com norma técnica, o desenhista deverá representar os acabamentos por meio da seguinte simbologia: 
Alternativas
Q2446044 Arquitetura

Observe a figura a seguir:



Imagem associada para resolução da questão



Em geoprocessamento, para o desenvolvimento de estudos e projetos urbanos, a base de dados geográficos na, maioria das vezes, é elemento mais oneroso e mais demorado de se obter. Sua complexidade e precisão afetam toda a aplicação. É uma coleção dos dados das feições contidas no mesmo espaço do mundo real, sendo organizada da maneira mais eficiente possível para servir uma ou mais aplicações. Uma base de dados geográficos deve ser mantida por um conjunto de procedimentos documentados e organizados. De acordo com o texto e com o gráfico, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Q2446043 Arquitetura
Geoprocessamento é o conjunto de todas as ciências, técnicas e tecnologias utilizadas para aquisição, armazenamento, gerenciamento, manipulação, processamento, exibição, documentação e disponibilização de dados e informações espaciais. É o conjunto de todas as ciências, técnicas e tecnologias (geografia, cartografia, topografia, informática, geodésia, GPS etc.), empregadas para efetuar vários processos com dados e informações geograficamente referenciadas. Podemos afirmar que os elementos de geoprocessamento podem ser:
Alternativas
Q2446042 Arquitetura
Os comandos de impressão do AutoCAD possibilitam levar ao papel os desenhos digitalizados, segundo escala estabelecida. Para imprimir um desenho simples deve-se, primeiramente, configurar o programa definindo a impressora, o tamanho do papel, se o desenho será centralizado, a orientação da folha e o que será impresso. Para a impressão é utilizado comando para imprimir desenhos na extensão “.dwg”, bem como sua forma de acesso é:
Alternativas
Q2446041 Arquitetura
As dimensões das folhas do formato A são padronizadas pela ABNT. São formatos baseados em um retângulo de área igual a 1 m2 (formato A0). A partir deste formato básico são obtidos os demais formatos da série A: A1, A2, A3 e A4, através da divisão de retângulos. Com isso, tem-se as dimensões destes formatos, pois o tamanho do desenho a ser feito é o formato que será considerado pelo desenhista, tendo em vista também a escala adotada ao desenho. Com isso, o formato A2 tem as dimensões de: 
Alternativas
Q2446040 Arquitetura
A dobragem de projetos de engenharia e a arquitetura são muito importantes para a facilitação de visualização, bem como arquivamento, economia de espaço e juntada para o correto manuseio. Quando um desenhista apresenta um projeto plotado, este deve ser devidamente dobrado em formato padrão. De acordo com os tamanhos e formatos de papel, quantos papéis em formato A3 equivalem a cinco folhas de papel A1, para terem o mesmo tamanho?
Alternativas
Q2444299 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
À luz da Lei nº 1.904/1997, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Pitangueiras, assinale a afirmativa correta sobre a remuneração e o vencimento dos servidores deste município.
Alternativas
Respostas
21: A
22: B
23: D
24: D
25: A
26: D
27: C
28: D
29: B
30: B
31: D
32: A
33: B
34: B
35: C
36: A
37: C
38: B
39: A
40: B