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Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
I. Autonomia do profissional de saúde.
II. Consentimento livre e informado do paciente.
III. Dignidade e valorização do profissional de saúde.
Quais estão corretos?
( ) Toda pessoa tem responsabilidade para que seu tratamento e recuperação sejam adequados e sem interrupção.
( ) Toda pessoa tem a obrigação de participar dos conselhos e conferências de saúde.
( ) Toda pessoa deve ter seus valores, cultura e direitos respeitados na relação com os serviços de saúde.
( ) Toda pessoa tem direito ao acesso a bens e serviços ordenados e organizados para garantia da promoção, prevenção, proteção, tratamento e recuperação da saúde.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Coluna 1
1. Território-área.
2. Território-microárea.
3. Território moradia.
Coluna 2
( ) Corresponde à área de atuação do ACS.
( ) Espaço de menor agregação social, permite aprofundar o conhecimento para o desenvolvimento de ações de saúde.
( ) Representa o espaço-população adstrita.
( ) Espaço onde se estabelece vínculo com uma unidade de saúde, permitindo melhor relação e fluxo população-serviços.
( ) Subdivisão do território-área.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Não se limita ao acúmulo de identidades, mas funciona sobretudo como uma lente analítica que revela como estruturas sociais interagem e produzem efeitos políticos e legais.
II. Considera que as categorias de raça, classe, gênero, orientação sexual, nacionalidade, capacidade, etnia e faixa etária estão inter-relacionadas e moldam-se mutuamente.
III. É uma forma de entender e explicar a complexidade do mundo, das pessoas e das experiências humanas.
I. Angústia frente à possibilidade de cronicidade da doença ou pelo risco de morte.
II. Transtornos de humor.
III. Atritos familiares.
IV. Conflitos com a equipe de saúde que interferem no tratamento clínico.
A hospitalização, os procedimentos médicos realizados e a própria doença podem surgir, na percepção da criança, como punição, castigo ou algo estreitamente relacionado com culpa (1ª parte). No que se refere alterações comportamentais, as crianças hospitalizadas podem alterar a dinâmica de apego aos pais (mais apegadas ou agressivas), ter comportamentos regressivos (voltar a usar chupeta) e alterar o padrão de alimentação e sono (2ª parte). Transtornos de ansiedade, do humor, mentais e desadaptativos não influenciam na habilidade da criança para participar do controle do processo de sua doença (3ª parte) (BAPTISTA, 2021).
Quais partes estão CORRETAS?
I. A UTI caracteriza-se por ser um local de trabalho complexo e crítico, marcado pelo maior risco de morte iminente de pacientes, onde os profissionais psicólogos convivem diariamente com o sofrimento e a dor dos pacientes e dos respectivos familiares.
II. Na busca pela manutenção da vida, a internação hospitalar na UTI remete o paciente à vivência do desamparo, da vulnerabilidade física e psíquica e da dependência pelo recebimento de cuidado e suporte de outrem (equipe multiprofissional de saúde).
III. É fundamental que os profissionais de saúde (cuidadores) reconheçam os limites das próprias ações, resgatem sua condição humana e reconheçam em si mesmos os efeitos de estarem constantemente submetidos a situações de intensas demandas emocionais.
IV. As demandas de manutenção da vida do sujeito se intrincam à qualidade da realidade psíquica daqueles que cuidam.
I. Quanto a uma intervenção psicológica com a equipe, por meio de grupos, torna-se uma tarefa complexa para que a(o) profissional de psicologia hospitalar inserida(o) na equipe multiprofissional realize, considerando que esta(e) também é membro participante e compõe o modo de funcionamento do grupo.
II. O trabalho psicológico com a equipe multiprofissional deveria ser realizado pelo psicólogo clínico, com promoção de ações preventivas, analisando as configurações do trabalho, o ambiente físico em que a equipe está inserida, os relacionamentos interpessoais dos profissionais (relação chefia-subordinados), realizando assim diagnósticos institucionais.
III. No caso do paciente e da família, o psicólogo hospitalar irá realizar uma avaliação inicial para identificar as demandas a serem trabalhadas, focalizando os aspectos psicológicos decorrentes do adoecimento e os impactos gerados.
IV. Há uma dificuldade para o psicólogo hospitalar utilizar protocolos de saúde, pois a psicologia trabalha com a subjetividade do paciente/família. Dessa forma, não é possível medir e sistematizar os aspectos emocionais da subjetividade humana.
Assinale a alternativa CORRETA:
I. previsão (baseando-se na literatura científica e em dados coletados in loco) de comportamentos incompatíveis com a boa evolução do quadro clínico no contexto hospitalar.
II. avaliação de comportamentos incompatíveis com a boa evolução do quadro clínico no cenário hospitalar.
III. proposição de instrumentos e procedimentos eficazes, capazes de identificar comportamentos incompatíveis com a boa evolução do quadro clínico no ambiente hospitalar.
IV. manutenção da parceria com a equipe multiprofissional de saúde, mantendo autonomia e poder de decisão ante os aspectos psicológicos e de saúde mental envolvidos em cada paciente.
Sobre gestão em saúde, analise as sentenças a seguir:
Para a(o) psicóloga(o) hospitalar, é preciso se adaptar à lógica de atendimentos em larga escala, que visa à quantidade de pacientes atendidos por setor, pois é uma demanda do hospital (1ª parte). A utilização de indicadores de qualidade num serviço de atendimento em Psicologia Hospitalar permite o controle de variáveis nos processos que podem interferir no desempenho dos mesmos, acarretando implicações importantes na qualidade da assistência (2ª parte). O importante no processo de gestão é encontrar meios de alinhar a atuação profissional, a relação com a equipe e as estratégias que beneficiem a pessoa assistida, enquadrando no plano de qualidade de atendimento da instituição, sendo reavaliado o desempenho para que aconteça as melhorias necessárias ao longo do processo (3ª parte) (CFP, 2019).
Quais partes estão CORRETAS?
I. refere-se a uma modalidade de avaliação psicológica para crianças, por meio de brinquedos.
II. é um recurso importante para construir vínculo e obter informações sobre a vivência da criança no período de hospitalização.
III. a(o) psicóloga(o) pode avaliar as representações simbólicas e conhecer a dinâmica dos processos psicológicos da criança, bem como o nível de tolerância à frustração e suas reações emocionais, o que permite explorar os significados daquela experiência para ela.
IV. o brinquedo pode ser considerado um “veículo” de acesso e de entendimento da expressão de fantasias, sentimentos e comportamentos da criança hospitalizada.
A equipe precisa considerar que a espiritualidade e a religiosidade são sinônimas, à medida que envolvem, dentro de uma coletividade, a expressão de tradições, rituais, crenças, práticas, normas e celebrações em comum que beneficiam as pessoas (1ª parte). Os pacientes com doença avançada desejam que suas necessidades espirituais sejam levadas em consideração pela equipe, pois desta forma sentem que suas crenças e desejos são respeitados e que podem ajudá-los no enfrentamento da situação (2 ªparte). Eventualmente, o paciente pode solicitar ao profissional para rezar com ele ou participar de algum ritual, sendo que, nesses casos, é indicado que o psicólogo reze com ele (3ª parte).
Quais partes estão CORRETAS?
Pelo fato de a maioria dos pacientes internados apresentar dificuldade de falar, o psicólogo pode criar novas formas de linguagem (1ª parte). É importante mencionar que o objetivo da comunicação nessas situações é menos passar informações e muito mais marcar presença, facilitar a expressão das emoções e diminuir a solidão (2ª parte). Para os pacientes internados na UTI que estão em coma, ainda está mantida alguma forma de comunicação. O psicólogo fala para ele e sobre ele, havendo ainda subjetividade nesses casos (3ª parte).
Quais partes estão CORRETAS?
I. O bebê imaginário é uma representação dos pais, relacionando-se ao narcisismo parental. É construído durante a gestação e diz respeito às projeções dos pais sobre o bebê, incluindo características imaginadas por eles (traços, personalidade, sexo etc.).
II. O bebê fantasmático refere-se à história infantil de cada um dos pais, refletindo suas fantasias inconscientes e a forma como se organizam edipicamente.
III. O bebê real é aquele que confronta os pais com sua alteridade e se apresenta de forma mais efetiva a partir do nascimento.
IV. Para que os pais e o bebê real possam estabelecer uma relação, os pais precisam iniciar um trabalho de luto pelo bebê fantasmático.