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I. Na relação interprofissional com a equipe, é preciso um rigor ético do que se compartilha e do que se comunica, sendo que a atuação em ações coletivas exige respeito e legitimação profissional.
II. A dinâmica do contexto hospitalar pede a flexibilidade metodológica da psicologia. É possível manter o sigilo mesmo na adaptação do setting terapêutico, que, na maioria das vezes, acontece na “beira do leito”, precisando ser adaptado a certas interferências, como TV ligada ou pessoas circulando.
III. Como referencial ético, o princípio da beneficência estabelece que os atos diagnósticos ou terapêuticos devam, além de não causar, evitar danos ao paciente, ao passo que o princípio da não maleficência pressupõe a oferta da melhor assistência possível ao paciente com o intuito de prevenir, remover ou evitar o malefício.
Assinale a alternativa CORRETA:
I. O psicólogo poderia acompanhar o médico no momento da notícia, levando em conta os conceitos da bioética de beneficência e de não-maleficência, para que pudessem, no momento da informação, pensar na qualidade de vida da paciente.
II. Do ponto de vista da bioética, a conduta médica foi adequada, pois se preservou a veracidade do diagnóstico, como também foram feitas as indicações terapêuticas.
III. Em se tratando da equipe multidisciplinar no ambiente hospitalar, é preciso que a equipe seja acionada, e o caso seja discutido, para posterior comunicação do diagnóstico e do tratamento da paciente.
IV. Tendo em vista as considerações do caso, a paciente está exercendo seu princípio de autonomia, ao decidir sobre sua vida e tratamento, pois, no Brasil, é permitida a recusa terapêutica, que é um direito do paciente, devendo ser respeitado pela equipe, desde que o paciente tenha plena capacidade civil e que esteja ciente dos riscos e consequências de sua decisão.
Assinale a alternativa CORRETA:
Coluna I
(1) Prescrição de medicamento
(2) Dispensação de medicamento
(3) Administração de medicamento
Coluna II
( ) O uso de abreviaturas para expressar a via de administração deverá ser restrito somente às padronizadas no estabelecimento de saúde.
( ) Os medicamentos potencialmente perigosos ou de alta vigilância devem ser identificados de forma diferenciada dos medicamentos em geral.
( ) Deve-se perguntar ao paciente seu nome completo e utilizar, no mínimo, dois identificadores para confirmar o paciente correto.
( ) É indispensável a definição da velocidade de infusão, considerando-se a melhor evidência científica disponível, assim como as recomendações do fabricante do medicamento.
( ) É necessário analisar os medicamentos prescritos, evitando seguimento em possíveis erros.
( ) É preciso conferir a velocidade de gotejamento, a programação e o funcionamento das bombas de infusão contínua, em caso de medicamentos de infusão contínua.
( ) Analise o incidente relacionado à assistência à saúde, enfatizando por que ocorreu, e não somente quem estava envolvido.
( ) Utilize ferramentas que possam determinar as razões que estão por trás das ações individuais frente à ocorrência de um incidente.
( ) Verifique se a segurança do paciente está refletida nas estratégias, nas estruturas e nos sistemas organizacionais da instituição.
( ) Verifique se as recomendações feitas após a ocorrência de um incidente estão sendo implementadas e avaliadas e se algo ainda precisa ser feito para a prevenção de incidentes.
( ) Divulgue aos profissionais e gestores os resultados obtidos da vigilância e monitoramento dos indicadores de segurança do paciente.
Coluna I
(1) Gestão do Serviço de Saúde
(2) Núcleo de Segurança do Paciente
Coluna II
( ) Manter o sistema de vigilância, monitoramento, prevenção e mitigação das lesões por pressão.
( ) Utilizar métodos para análise de risco e determinação de medidas corretivas e preventivas para a redução dos riscos de lesão por pressão.
( ) Fortalecer a política institucional de segurança do paciente, provendo meios técnicos, financeiros, administrativos e recursos humanos.
( ) Seguir as orientações da Anvisa para vigilância, monitoramento e investigação dos incidentes relacionados à assistência.
( ) Apoiar a implementação de um plano de melhoria da qualidade para reduzir a incidência de lesão por pressão.
( ) Profissional do laboratório solicita ao paciente que confira as informações constantes no frasco de coleta.
( ) Profissional do laboratório confere as informações repassadas pelo paciente com a pulseira de identificação e a solicitação médica do exame.
( ) Médico solicita o exame, preenchendo o impresso com o nome completo do paciente e sua data de nascimento.
( ) Profissional do laboratório pergunta ao paciente seu nome e data de nascimento.
( ) Profissional do laboratório identifica o frasco de coleta com nome completo do paciente e sua data de nascimento.
( ) Inclusão, nos processos de contratualização e avaliação de serviços, de metas, indicadores e padrões de conformidade relativos à segurança do paciente.
( ) Elaboração e apoio à implementação de protocolos, guias e manuais de segurança do paciente.
( ) Promoção da cultura de segurança com ênfase no aprendizado e aprimoramento organizacional, engajamento dos profissionais e dos pacientes na prevenção de incidentes, com ênfase em sistemas seguros, priorizando-se os processos de responsabilização individual.
( ) Articulação com o Ministério da Educação e com o Conselho Nacional de Educação, para inclusão do tema “segurança do paciente” nos currículos dos cursos de formação em saúde, exceto no nível de pós-graduação.
( ) Implementação de campanha de comunicação social sobre segurança do paciente, voltada aos profissionais, gestores e usuários de saúde e sociedade.
Coluna 1
(1) Segurança do paciente
(2) Dano
(3) Incidente
(4) Evento adverso
(5) Gestão de risco
Coluna 2
( ) Incidente que resulta em dano ao paciente.
( ) Comprometimento da estrutura ou função do corpo e/ou qualquer efeito dele oriundo.
( ) Aplicação sistêmica e contínua de iniciativas, procedimentos, condutas e recursos na avaliação e controle de riscos e eventos adversos.
( ) Redução, a um mínimo aceitável, do risco de dano desnecessário associado ao cuidado de saúde.
( ) Evento ou circunstância que poderia ter resultado, ou resultou em dano desnecessário ao paciente.