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Q1991079 Português
Considere as frases abaixo.
I. Esse processo deverá se dar sucessivamente a cada ano e, com certeza, será um instrumento imprescindível.
II. Trata-se de um modelo altamente restritivo e escludente, que demanda, na verdade, uma rediscussão.
III. Apenas a extensão da densa floresta, espessa e escura no ar da manhã.
Quanto à ortografia, estão corretas:
Alternativas
Q1991078 Português
Sobre a frase: “A memória de Scorsese não se limitava a evocar viradas nas tramas dos filmes, cenas notáveis ou atuações; sua massa cinzenta pulsava com ângulos de câmera, estratégias de iluminação, efeitos sonoros, sons ambientes, ritmos de montagem, informações sobre lentes e películas, tempo de exposição e proporção de tela...”, é correto afirmar que
Alternativas
Q1991076 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


Erasmo Carlos seguiu jovem e entendeu a vida melhor que a gente


  Erasmo era um menino. Atendia o telefone fazendo voz de velhinha, dizendo que o Erasmo não estava —até identificar o interlocutor. Se fosse alguém íntimo, ele logo mudava de voz e se "revelava". Se não fosse íntimo, mas ainda assim alguém que ele queria ou precisava atender, ele dizia que ia chamar o Erasmo —e voltava na sequência, num teatro no qual o interlocutor fingia acreditar. Por fim, se fosse alguém que ele não queria atender, ele seguia como velhinha até o fim, dizendo que ia "anotar o recado".

  Erasmo era um menino. Tinha flâmulas e escudos do Vasco espalhados em seu escritório. No mesmo espaço, tinha um braço falso pendurado saindo da porta de sua estante, como aqueles que meninos prendem nos porta-malas. Fazia graça com os esqueletos de seu armário, esses que todos temos e fingimos não.

  Erasmo era um menino. "Minha Fama de Mau", livro no qual trabalhamos juntos, testemunha isso em seus relatos. Tudo é visto por ele com um olhar de pureza desprotegida para o encanto da existência, desses que só meninos. O prazer com que conta travessuras da infância —como mexer no letreiro do cinema da Tijuca para gerar palavras inocentemente indecentes —parece ser o mesmo que ele sentiu quando as realizou.

  Erasmo era um menino. Está lá o deslumbre sincero e de peito aberto de garoto suburbano de estudo limitado frente à exuberância musical e intelectual da bossa nova e da Tropicália e de Milton Nascimento. Assim como a fé no amor como condição inerente à pele, que se manteve fina, imune aos calos que costumam engrossá-la como resposta às porradas inevitáveis da vida —não atoa, seguiu apaixonando-se e apaixonado até o fim, como menino.

  Erasmo era um menino. Passou a vida escrevendo versos que eram a depuração do menino que tinha que manter a fama de mau ao mesmo tempo em que não queria mais conversa com quem não tem amor. Erasmo era um menino. E eu achava isso lindo demais, um feito existencial admirável. Era isso que eu queria dizer pra ele, sem saber como, quando o presenteei certa vez num aniversário com um DVD de "Flash Gordon" —o seriado dos anos 1930 que passava por aqui em cinemas como os da Tijuca de sua meninice. 

  Erasmo era um menino. Tanto que se permitia às vezes, como menino, olhar para o horizonte. Lembro de Erasmo assim ao ouvir uma pergunta que Chico Buarque mandou para ele para uma reportagem que fiz por ocasião do lançamento do "Erasmo Carlos Convida - Volume 2", de 2007. Pedi a todos os convidados do disco uma pergunta para repassar ao anfitrião. Chico, gaiato, apenas pôs uma interrogação no primeiro verso de "Olha", que ele havia gravado em dueto com o Tremendão para o disco: "Olha, você tem todas as coisas?". Ao ouvir, Erasmo ficou sério: "Não, não tenho não [pensativo]. Eu posso dizer que não tenho todas as coisas e...[olhou pela janela, sério, e ficou calado por um minuto] nunca vou ter. Ninguém tem." Erasmo era um homem. E entendeu tudo.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2022/11/erasmo-carlos-seguiujovem-e-entendeu-a-vida-melhor-que-a-gente.shtml. Acessado em 23/11/2022. Adaptado.

Assinale a alternativa que aponta a correta revisão do texto.
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Q1991075 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


Erasmo Carlos seguiu jovem e entendeu a vida melhor que a gente


  Erasmo era um menino. Atendia o telefone fazendo voz de velhinha, dizendo que o Erasmo não estava —até identificar o interlocutor. Se fosse alguém íntimo, ele logo mudava de voz e se "revelava". Se não fosse íntimo, mas ainda assim alguém que ele queria ou precisava atender, ele dizia que ia chamar o Erasmo —e voltava na sequência, num teatro no qual o interlocutor fingia acreditar. Por fim, se fosse alguém que ele não queria atender, ele seguia como velhinha até o fim, dizendo que ia "anotar o recado".

  Erasmo era um menino. Tinha flâmulas e escudos do Vasco espalhados em seu escritório. No mesmo espaço, tinha um braço falso pendurado saindo da porta de sua estante, como aqueles que meninos prendem nos porta-malas. Fazia graça com os esqueletos de seu armário, esses que todos temos e fingimos não.

  Erasmo era um menino. "Minha Fama de Mau", livro no qual trabalhamos juntos, testemunha isso em seus relatos. Tudo é visto por ele com um olhar de pureza desprotegida para o encanto da existência, desses que só meninos. O prazer com que conta travessuras da infância —como mexer no letreiro do cinema da Tijuca para gerar palavras inocentemente indecentes —parece ser o mesmo que ele sentiu quando as realizou.

  Erasmo era um menino. Está lá o deslumbre sincero e de peito aberto de garoto suburbano de estudo limitado frente à exuberância musical e intelectual da bossa nova e da Tropicália e de Milton Nascimento. Assim como a fé no amor como condição inerente à pele, que se manteve fina, imune aos calos que costumam engrossá-la como resposta às porradas inevitáveis da vida —não atoa, seguiu apaixonando-se e apaixonado até o fim, como menino.

  Erasmo era um menino. Passou a vida escrevendo versos que eram a depuração do menino que tinha que manter a fama de mau ao mesmo tempo em que não queria mais conversa com quem não tem amor. Erasmo era um menino. E eu achava isso lindo demais, um feito existencial admirável. Era isso que eu queria dizer pra ele, sem saber como, quando o presenteei certa vez num aniversário com um DVD de "Flash Gordon" —o seriado dos anos 1930 que passava por aqui em cinemas como os da Tijuca de sua meninice. 

  Erasmo era um menino. Tanto que se permitia às vezes, como menino, olhar para o horizonte. Lembro de Erasmo assim ao ouvir uma pergunta que Chico Buarque mandou para ele para uma reportagem que fiz por ocasião do lançamento do "Erasmo Carlos Convida - Volume 2", de 2007. Pedi a todos os convidados do disco uma pergunta para repassar ao anfitrião. Chico, gaiato, apenas pôs uma interrogação no primeiro verso de "Olha", que ele havia gravado em dueto com o Tremendão para o disco: "Olha, você tem todas as coisas?". Ao ouvir, Erasmo ficou sério: "Não, não tenho não [pensativo]. Eu posso dizer que não tenho todas as coisas e...[olhou pela janela, sério, e ficou calado por um minuto] nunca vou ter. Ninguém tem." Erasmo era um homem. E entendeu tudo.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2022/11/erasmo-carlos-seguiujovem-e-entendeu-a-vida-melhor-que-a-gente.shtml. Acessado em 23/11/2022. Adaptado.

Assinale a alternativa em que o verbo destacado esteja no mesmo tempo e modo do destaque abaixo.
“(...)quando o presenteei certa vez num aniversário com um DVD de "Flash Gordon".”.
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Q1991074 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


Erasmo Carlos seguiu jovem e entendeu a vida melhor que a gente


  Erasmo era um menino. Atendia o telefone fazendo voz de velhinha, dizendo que o Erasmo não estava —até identificar o interlocutor. Se fosse alguém íntimo, ele logo mudava de voz e se "revelava". Se não fosse íntimo, mas ainda assim alguém que ele queria ou precisava atender, ele dizia que ia chamar o Erasmo —e voltava na sequência, num teatro no qual o interlocutor fingia acreditar. Por fim, se fosse alguém que ele não queria atender, ele seguia como velhinha até o fim, dizendo que ia "anotar o recado".

  Erasmo era um menino. Tinha flâmulas e escudos do Vasco espalhados em seu escritório. No mesmo espaço, tinha um braço falso pendurado saindo da porta de sua estante, como aqueles que meninos prendem nos porta-malas. Fazia graça com os esqueletos de seu armário, esses que todos temos e fingimos não.

  Erasmo era um menino. "Minha Fama de Mau", livro no qual trabalhamos juntos, testemunha isso em seus relatos. Tudo é visto por ele com um olhar de pureza desprotegida para o encanto da existência, desses que só meninos. O prazer com que conta travessuras da infância —como mexer no letreiro do cinema da Tijuca para gerar palavras inocentemente indecentes —parece ser o mesmo que ele sentiu quando as realizou.

  Erasmo era um menino. Está lá o deslumbre sincero e de peito aberto de garoto suburbano de estudo limitado frente à exuberância musical e intelectual da bossa nova e da Tropicália e de Milton Nascimento. Assim como a fé no amor como condição inerente à pele, que se manteve fina, imune aos calos que costumam engrossá-la como resposta às porradas inevitáveis da vida —não atoa, seguiu apaixonando-se e apaixonado até o fim, como menino.

  Erasmo era um menino. Passou a vida escrevendo versos que eram a depuração do menino que tinha que manter a fama de mau ao mesmo tempo em que não queria mais conversa com quem não tem amor. Erasmo era um menino. E eu achava isso lindo demais, um feito existencial admirável. Era isso que eu queria dizer pra ele, sem saber como, quando o presenteei certa vez num aniversário com um DVD de "Flash Gordon" —o seriado dos anos 1930 que passava por aqui em cinemas como os da Tijuca de sua meninice. 

  Erasmo era um menino. Tanto que se permitia às vezes, como menino, olhar para o horizonte. Lembro de Erasmo assim ao ouvir uma pergunta que Chico Buarque mandou para ele para uma reportagem que fiz por ocasião do lançamento do "Erasmo Carlos Convida - Volume 2", de 2007. Pedi a todos os convidados do disco uma pergunta para repassar ao anfitrião. Chico, gaiato, apenas pôs uma interrogação no primeiro verso de "Olha", que ele havia gravado em dueto com o Tremendão para o disco: "Olha, você tem todas as coisas?". Ao ouvir, Erasmo ficou sério: "Não, não tenho não [pensativo]. Eu posso dizer que não tenho todas as coisas e...[olhou pela janela, sério, e ficou calado por um minuto] nunca vou ter. Ninguém tem." Erasmo era um homem. E entendeu tudo.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2022/11/erasmo-carlos-seguiujovem-e-entendeu-a-vida-melhor-que-a-gente.shtml. Acessado em 23/11/2022. Adaptado.

Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo para a palavra “depuração”, presente no 5º parágrafo, considerando o contexto.
Alternativas
Q1991073 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


Erasmo Carlos seguiu jovem e entendeu a vida melhor que a gente


  Erasmo era um menino. Atendia o telefone fazendo voz de velhinha, dizendo que o Erasmo não estava —até identificar o interlocutor. Se fosse alguém íntimo, ele logo mudava de voz e se "revelava". Se não fosse íntimo, mas ainda assim alguém que ele queria ou precisava atender, ele dizia que ia chamar o Erasmo —e voltava na sequência, num teatro no qual o interlocutor fingia acreditar. Por fim, se fosse alguém que ele não queria atender, ele seguia como velhinha até o fim, dizendo que ia "anotar o recado".

  Erasmo era um menino. Tinha flâmulas e escudos do Vasco espalhados em seu escritório. No mesmo espaço, tinha um braço falso pendurado saindo da porta de sua estante, como aqueles que meninos prendem nos porta-malas. Fazia graça com os esqueletos de seu armário, esses que todos temos e fingimos não.

  Erasmo era um menino. "Minha Fama de Mau", livro no qual trabalhamos juntos, testemunha isso em seus relatos. Tudo é visto por ele com um olhar de pureza desprotegida para o encanto da existência, desses que só meninos. O prazer com que conta travessuras da infância —como mexer no letreiro do cinema da Tijuca para gerar palavras inocentemente indecentes —parece ser o mesmo que ele sentiu quando as realizou.

  Erasmo era um menino. Está lá o deslumbre sincero e de peito aberto de garoto suburbano de estudo limitado frente à exuberância musical e intelectual da bossa nova e da Tropicália e de Milton Nascimento. Assim como a fé no amor como condição inerente à pele, que se manteve fina, imune aos calos que costumam engrossá-la como resposta às porradas inevitáveis da vida —não atoa, seguiu apaixonando-se e apaixonado até o fim, como menino.

  Erasmo era um menino. Passou a vida escrevendo versos que eram a depuração do menino que tinha que manter a fama de mau ao mesmo tempo em que não queria mais conversa com quem não tem amor. Erasmo era um menino. E eu achava isso lindo demais, um feito existencial admirável. Era isso que eu queria dizer pra ele, sem saber como, quando o presenteei certa vez num aniversário com um DVD de "Flash Gordon" —o seriado dos anos 1930 que passava por aqui em cinemas como os da Tijuca de sua meninice. 

  Erasmo era um menino. Tanto que se permitia às vezes, como menino, olhar para o horizonte. Lembro de Erasmo assim ao ouvir uma pergunta que Chico Buarque mandou para ele para uma reportagem que fiz por ocasião do lançamento do "Erasmo Carlos Convida - Volume 2", de 2007. Pedi a todos os convidados do disco uma pergunta para repassar ao anfitrião. Chico, gaiato, apenas pôs uma interrogação no primeiro verso de "Olha", que ele havia gravado em dueto com o Tremendão para o disco: "Olha, você tem todas as coisas?". Ao ouvir, Erasmo ficou sério: "Não, não tenho não [pensativo]. Eu posso dizer que não tenho todas as coisas e...[olhou pela janela, sério, e ficou calado por um minuto] nunca vou ter. Ninguém tem." Erasmo era um homem. E entendeu tudo.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2022/11/erasmo-carlos-seguiujovem-e-entendeu-a-vida-melhor-que-a-gente.shtml. Acessado em 23/11/2022. Adaptado.

De acordo com o texto, é correto afirmar que o autor considera Erasmo um menino
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Q1975979 Contabilidade de Custos
     A Andrômeda Ltda. produz e vende chapas de metal. Em 2021, ela vendeu, a um valor bruto unitário de R$ 10, todas as 10.000 unidades de chapa produzidas. No mês de dezembro de 2021, a estrutura de custos da empresa foi a seguinte.  


Assinale a alternativa que apresenta a margem de contribuição total da empresa em 2021.  
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Q1975975 Contabilidade Geral
        Uma empresa de comércio varejista de materiais de construção controla seus estoques por meio do método de inventário permanente. Em determinado período, ocorreram as seguintes movimentações de um dos produtos comercializados por essa empresa, o Cimento Massa Boa.

I No início do período, havia 300 sacos em estoque, registrados pelo valor total de R$ 6.000.
II Dias depois, a empresa adquiriu mais 300 unidades do produto. O valor total da nota fiscal era de R$ 10.450, incidindo na operação IPI à alíquota de 10%, destacado na nota, e ICMS à alíquota interna de 14%.
III Houve a venda de 450 sacos do Cimento Massa Boa, pelo valor total de R$ 25.000, sobre o qual incidia o imposto sobre circulação de mercadorias e serviços (ICMS) de 18%, além de PIS e COFINS de 3,65%. 
Nessa situação hipotética, se, em vez do critério MPM, tivesse sido utilizado o critério do primeiro que entra, primeiro que sai (PEPS) para controle dos estoques do Cimento Massa Boa, o custo da mercadoria vendida no período e o valor do estoque final equivaleriam, respectivamente, a 
Alternativas
Q1975968 Contabilidade de Custos
    As seguintes informações foram extraídas do sistema gerencial da Cia. Nordeste, empresa atuante no ramo de fabricação de calçados, e são relativas aos custos incorridos no exercício de 2021 (valores em R$). Ao final do período, não havia estoques de matéria-prima, nem de produtos em elaboração. 


Em 2021, os custos primários somaram 
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Q1975952 Noções de Informática
Considerando os procedimentos de backup, assinale a alternativa que apresenta o termo que se refere ao período de tempo no qual os dados gravados em um backup não podem ser apagados nem pelo sistema, nem por intervenções humanas convencionais. 
Alternativas
Q1975951 Noções de Informática
Com relação aos antivírus, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q1975950 Noções de Informática
Os códigos maliciosos, também conhecidos como pragas e malware, são programas desenvolvidos para executar ações danosas e atividades maliciosas em equipamentos como os computadores. Assinale a alternativa que apresenta o nome pelo qual se chama um equipamento que foi infectado por um bot e, assim, pode ser controlado remotamente, sem o conhecimento do seu dono.  
Alternativas
Q1975949 Noções de Informática
Para que seja eficaz a proteção da informação nas organizações e nas empresas, os conceitos e os regulamentos de segurança devem ser compreendidos e colocados em prática 
Alternativas
Q1975948 Noções de Informática
No Windows 10, as extensões de nomes de arquivos que representam os formatos “arquivo de lote do computador” e “arquivo de programa executável” são, respectivamente,
Alternativas
Q1975947 Noções de Informática
Assinale a alternativa que apresenta o recurso do Google Chrome que, quando configurado e ativado, permite ao usuário conectar-se automaticamente a sites
Alternativas
Q1975946 Noções de Informática
O tipo específico de rede de computadores que não utiliza cabeamento é o 
Alternativas
Q1975945 Noções de Informática
Assinale a alternativa que apresenta tipos de arquivos que podem ser abertos pelo aplicativo Leitor do Windows 8.1. 
Alternativas
Q1975944 Noções de Informática

Imagem associada para resolução da questão

A imagem acima representa parte da tela de edição do programa Microsoft PowerPoint 2016. Ao se selecionar a opção “Formatar Plano de Fundo”, exibida depois de o usuário clicar o botão direito do mouse sobre o slide, serão disponibilizadas, entre outras, as opções 

Alternativas
Q1975943 Noções de Informática

Imagem associada para resolução da questão

A imagem acima representa o tipo de computador denominado

Alternativas
Q1975942 Português
O sujeito da forma verbal “seria” (linha 17) refere-se a 
Alternativas
Respostas
5141: B
5142: D
5143: D
5144: B
5145: A
5146: C
5147: D
5148: B
5149: B
5150: E
5151: B
5152: A
5153: D
5154: C
5155: D
5156: C
5157: E
5158: A
5159: B
5160: B