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Visando reduzir o risco de infecções relacionadas à
assistência nos serviços de saúde, entre outros objetivos,
faz-se necessário o processamento de Produtos para a
Saúde (PPS) através de processos como a esterilização ou
desinfecção. A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº
15/2012 dispõe sobre requisitos de boas práticas para
processamento de PPS e dá outras providências. Essa
RDC assegura que
A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) nº 222/2018
regulamenta as Boas Práticas de Gerenciamento dos
Resíduos de Serviços de Saúde e dá outras providências.
De acordo com essa RDC,
O Caderno de Atenção Básica 37 do Ministério da Saúde,
publicado em 2013, discorre sobre estratégias para o
cuidado da pessoa com Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS).
Para estabelecer o diagnóstico de HAS, há algumas
condições padronizadas para a medida da pressão arterial.
De acordo com o Caderno 37 (2013), para aferir a pressão
arterial das pessoas, o profissional de saúde deverá
A Resolução do Conselho Federal de Enfermagem nº
564/2017 aprovou o novo Código de Ética dos
Profissionais de Enfermagem. De acordo com o Código, é
direito do profissional de Enfermagem
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil instituiu em 2013 o
Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNPS),
que, através da Portaria GM/MS nº 1.377/2013 e Portaria
nº 2.095/2013, instituiu protocolos básicos para a segurança
do paciente em serviços de saúde. Dentre estes protocolos, o
Protocolo de Prevenção de Quedas tem como finalidade
reduzir a ocorrência de queda de pacientes nos pontos de
assistência e o dano dela decorrente, por meio da
implantação/implementação de medidas que contemplem a
avaliação de risco do paciente, garantam o cuidado
multiprofissional em um ambiente seguro e promovam a
educação do paciente, familiares e profissionais. Como
exemplo de medida de avaliação do risco de quedas, as
escalas preditoras de risco são ferramentas auxiliares
utilizadas para avaliar o risco de um paciente sofrer uma
queda. São exemplos de escalas preditoras de risco de
queda a
Na assistência de enfermagem na Atenção Primária à
Saúde (APS), é atribuição específica do enfermeiro
supervisionar as ações do auxiliar de enfermagem, do técnico
de enfermagem e do Agente Comunitário de Saúde (ACS).
Desse modo, o enfermeiro deve
A Resolução nº 736/2024 do Conselho Federal de
Enfermagem (COFEN) dispõe sobre a implementação do
Processo de Enfermagem (PE) em todo o contexto
socioambiental onde ocorre o cuidado de enfermagem. De
acordo com a resolução, o PE organiza-se em cinco etapas
inter-relacionadas, interdependentes, recorrentes e cíclicas. A
quarta etapa do PE é denominada Implementação de
Enfermagem, compreendendo a realização das intervenções,
ações e atividades previstas no planejamento assistencial,
pela equipe de enfermagem. É exemplo de intervenção de
Enfermagem que faz parte dos padrões de cuidados de
Enfermagem, de acordo com a Resolução 736/2024:
Leia o caso clínico a seguir.
A.N.S.S, sexo masculino, 36 anos, admitido no Pronto Socorro
devido a dor abdominal e vômitos há 4 dias. Notou-se que a
dor abdominal se iniciou na fossa ilíaca direita, sem
associação com ingestão alimentar. Percebeu-se ainda
poliúria, polidipsia e polifagia há 11 dias. O paciente nega
tabagismo e ingestão etílica. Ao exame físico: paciente em
regular estado geral, orientado em tempo e espaço,
desidratado (++/4+), ansioso, agitado e apresentando fácies
de dor. Dor à palpação da fossa ilíaca direita. Exames
complementares apontaram glicemia de 424 mg/dL; pH
venoso= 7,1; bicarbonato sérico= 13 mEq/L; cetonemia= 5
mmol/L; cetonúria (++). Sinais vitais: PA= 130x70 mmHg; FC=
110 bpm; FR= 30 irpm. O(a) enfermeiro(a) presta assistência a
pessoas que convivem com Doenças Crônicas não
Transmissíveis (DCNT), como o Diabetes Mellitus (DM), por
exemplo. No caso acima, é descrita uma complicação aguda
do DM em que uma das intervenções de Enfermagem é
manter acesso venoso pérvio para garantir hidratação
endovenosa.
Qual complicação do DM o caso descreve?
Leia o texto a seguir.
Um dos rostos escondidos pelos equipamentos de proteção individual (EPI) nas Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) era o do enfermeiro Marcos Cavalcanti [...]. Ele atua na UTI em um hospital particular de Natal e conta que o momento mais impactante que vivenciou foi quando um jovem paciente em preparação para uma intubação pediu para “ver a família pela última vez” [...]. “Saíamos do plantão, mas ele não saía de nós. Seguíamos imaginando como aqueles pacientes ficaram. “Será que pioraram ou melhoraram?”, pensávamos [...]. Para o enfermeiro, era “impossível” não colocar-se no lugar do outro. “Víamos nos olhos dos pacientes o medo de simplesmente mudar o decúbito, porque existia medo de cansar.
Portal de Notícias da Globo. Guerreiros da Saúde: Enfermeiro relata impacto ao ouvir paciente pedir para ver a família pela última vez. Disponível em:
<https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/guerreiros-dasaude/noticia/2021/10/20/guerreiros-da-saude-enfermeiro-relata-impacto-aoouvir-paciente-pedir-para-ver-a-familia-pela-ultima-vez.ghtml>. Acesso em: 10 fev. 2024.As teorias de Enfermagem direcionam a prática profissional e subsidiam a assistência de enfermagem e o atendimento integral das necessidades de saúde dos indivíduos. No texto acima, lê-se o relato de um enfermeiro durante sua atuação em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Nesse relato, destacam-se fragmentos da relação entre o enfermeiro, profissional de saúde, e o paciente, indivíduo que necessita de cuidados. Há na enfermagem uma teoria interacionista e explicativa, centrada na relação interpessoal entre o(a) enfermeiro(a) e o paciente, no processo de cuidar. Essa teoria é a
A Portaria nº 1.944/2009 instituiu, no âmbito do Sistema
Único de Saúde (SUS), a Política Nacional de Atenção
Integral à Saúde do Homem (PNAISH). Na atenção à saúde
do homem, o profissional enfermeiro apresenta papel
fundamental para as práticas essenciais de prevenção e
promoção à saúde. Nesse contexto, de acordo com a
Portaria nº 1.944 e a PNAISH, deve-se
Leia o texto a seguir.
Na Atenção Primária à Saúde, uma das atuações do Enfemeiro é atuar no Programa Saúde na Escola (PSE), que tem enquanto objetivo contribuir para o fortalecimento das ações que integrem as áreas da saúde e educação no enfrentamento de vulnerabilidades. Um dos componentes do PSE é a promoção da saúde e prevenção de agravos e doenças. Desse modo, o Ministério da Saúde (MS) e o Ministério da Educação (ME) desenvolvem instrumentos para embasar a atuação dos profissionais da saúde e educação em suas atividades com escolares do PSE. Em 2022, foi publicado o Guia de Bolso do Programa Saúde na Escola: Prevenção de doenças negligenciadas. De acordo com o Guia, as Doenças Tropicais Negligenciadas (DTN) são definidas como um “conjunto de doenças que persistem no mundo, apesar de existirem ferramentas para a sua prevenção e controle, e que permanecem coexistindo como problema de saúde pública em populações mais vulneráveis que vivem em locais com baixos indicadores de condições socioeconômicas, dificuldades de acesso à água e de saneamento básico, precárias condições de moradias, dificuldades de acesso aos serviços de saúde, além de aspectos geográficos, linguísticos e culturais que dificultam a atenção à saúde dessas populações.
BRASIL, Ministério da Saúde. Ministério da Educação. Guia de Bolso do
Programa Saúde na Escola: doenças negligenciadas Brasília, 2022. Disponível
em: <https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_saude_escola_doen%C3%
A7as_negligenciadas.pdf>. Acesso em: 15 fev. 2024
Neste contexto, de acordo com o MS e ME, são exemplos
de doenças tropicais negligenciadas:
Conforme o Caderno de Atenção Básica 36 do Ministério
da Saúde, publicado em 2013, é recomendado que toda
pessoa que convive com Diabetes Mellitus (DM) realize o
exame dos pés anualmente. Esse exame deverá ser
realizado nas consultas de acompanhamento, seguindo
uma rotina sistemática de avaliação da sensibilidade
protetora e integridade dos pés, visando prevenir danos e
complicações secundárias. Nesse contexto, durante a
consulta de avaliação dos pés da pessoa com DM, o
enfermeiro,
Os cadernos de Atenção Básica do Ministério da Saúde
estão em processo de atualização. O Caderno de Atenção
Básica 33, Saúde da Criança: Crescimento e Desenvolvimento,
publicado em 2012, estabeleceu diretrizes para a alimentação
da criança de seis meses a dois anos. Nesse contexto, em
relação aos esquemas alimentares, o Caderno 33
recomenda que
O diagnóstico de enfermagem é um julgamento clínico que
contempla uma das atribuições do profissional enfermeiro.
Para tal, há taxonomias que estabelecem diagnósticos de
enfermagem para a prática clínica. A taxonomia NANDA
(North American Nursing Diagnosis Association - NANDA-I,
edição 2021-2023) estabeleceu diagnósticos de enfermagem
para o domínio de Eliminação e Troca, Classe 1, Função
Urinária. Nesse contexto, o conceito “perda involuntária de
urina em combinação ou após uma forte sensação ou
urgência de urinar, e com atividades que aumentam a
pressão intra-abdominal” refere-se a qual diagnóstico de
enfermagem?
No Calendário Nacional de Vacinação da Gestante do
Ministério da Saúde, está prevista a vacina dTpa – acelular,
que protege contra difteria, tétano e coqueluche e pode ser
administrada também a puérperas até 45 dias após o parto. A
vacina dTpa – acelular é recomendada a gestantes a partir da
Paciente LFTMB, 64 anos, sexo feminino. Convive com os diagnósticos de Diabetes Mellitus tipo 2 (dependente de insulina há 14 anos), Leucemia Linfocítica Crônica e Esclerose Lateral Amiotrófica. Obteve admissão na Unidade de Terapia Intensiva Geral (UTI) de um hospital particular [...] com fraqueza muscular intensa, perda de movimentos, dispneia, confusão mental e fala dificultada. Esposo não soube informar o período de incidência dessas [...]. Apresentou perda de peso de 7,29%, sendo esta descrição como grave. De acordo com a adequação de seu peso atual, estava em estado de desnutrição leve [...]. Paciente apresentou úlcera de pressão, sendo necessário grande aporte calórico/proteico, além das patologias que também demandaram maior suporte [...]. A prescrição dietética realizada para o paciente foi o uso de fórmula enteral.
Disponível em: <https://downloads.editoracientifica.com.br/articles/220308045.pdf>. Acesso em: 10 fev. 2024.
No contexto da nutrição enteral, o enfermeiro é responsável por estabelecer o acesso enteral por via oro/nasogástrica ou nasoenteral. Considerando a realização do procedimento de sondagem nasogástrica para nutrição, após a realização do procedimento, o enfermeiro deve relatar, no prontuário do paciente,
I. Cumpre às Comissões Permanentes e Temporárias emitir parecer sobre as matérias que lhe forem encaminhadas pela Mesa Diretora, para o que terão o prazo de trinta dias, prorrogáveis, a requerimento de seu Presidente, por igual período, sob pena de advertência e, no caso de reincidência, de destituição.
II. No caso de a inconstitucionalidade ser reconhecida com fundamento em omissão de medida de competência da Câmara, a Mesa Diretora, para tornar efetiva norma da Constituição, dará início ao processo legislativo, dentro de quinze dias contados da comunicação do Tribunal de Justiça.
III. As Comissões Especiais de Inquérito, observada a legislação específica, terão poderes de investigação próprios das autoridades judiciais, além de outros previstos no Regimento Interno, e serão criadas pela Câmara mediante requerimento de dois terços de seus membros, para a apuração de fato determinado e por prazo certo, e suas conclusões, se for o caso, serão encaminhas das ao Ministério Público ou a outra autoridade competente, para que promova a responsabilidade civil ou criminal do infrator.
IV. Compete à Câmara, pelo voto de dois terços de seus membros, sustar, total ou parcialmente, os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar. A sustação se dará em resolução da Câmara, com base em parecer unânime e fundamentado das Comissões.
De acordo com o Poder Legislativo, está correto o que se afirma apenas em