Foram encontradas 50.307 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3371030 Enfermagem
Com base nas terminologias que podem ser utilizadas na área de enfermagem, assinale a alternativa CORRETA que se refere a diminuição ou perda completa do olfato. 
Alternativas
Q3371029 Enfermagem
A avaliação dos pulsos periféricos de um paciente determina a integridade do sistema cardiovascular. Você pode examinar qualquer artéria para obter a frequência de pulso, embora, em geral, utilize-se a artéria radial por ser de fácil palpação (Potter et al., 2024). Em relação aos locais de palpação do pulso, assinale a alternativa CORRETA que corresponde ao critério de avaliação do local de aferição braquial.
Alternativas
Q3371009 Português
Como fazer resoluções de mudanças na vida e realmente cumpri-las

Há alguma mudança que você gostaria de fazer na sua vida? Quem sabe finalmente escrever aquele romance em que vem pensando há anos. Ou talvez você ache que está na hora de começar a economizar dinheiro para viajar nas férias ou para dar entrada na compra de uma casa ou apartamento. Ou você simplesmente gostaria de melhorar seu condicionamento físico.

Isso é maravilhoso. Mas todos nós sabemos que pode ser difícil se ater a esse tipo de mudança. Os números de matriculados nas academias de ginástica sugerem que metade dos alunos novos desiste em seis meses, e muitos de nós temos evidências de hobbies outrora amados espalhadas por nossas casas.

Para escrever aquele livro, por exemplo, você precisará encontrar tempo para isso e persistir, mesmo quando a situação apertar e o entusiasmo inicial desaparecer.

Primeiro, você deve se perguntar por que está fazendo isso.

Minha pesquisa analisa a psicologia de fazer mudanças por meio das lentes do que é conhecido como teoria da autodeterminação, que propõe que há diferentes formas de motivação. Elas vão desde, por exemplo, estar motivado a fazer algo porque alguém está obrigando você a fazer, até estar motivado porque você acha que é divertido.

Olhando desta forma, as grandes mudanças, como se capacitar para uma nova carreira, e as menores, como participar de uma aula de ginástica semanal, são todas iguais. O que importa é o motivo que você tem para fazer isso.


Encontre o motivo certo

Você pode ter mais de um motivo para fazer uma mudança. Talvez você queira começar algo porque é uma tendência do TikTok, e todo mundo parece estar fazendo isso, ou talvez a sugestão esteja vindo de alguém que faz parte da sua vida. Estes são motivos externos para fazer algo, e este tipo de motivação tem menos chance de ser bem-sucedida.

Concentre-se naquelas que estão "internalizadas", que vêm de dentro de você. Se você conseguir encontrar uma razão pela qual a mudança é importante para você, e tiver sua própria motivação para colocá-la em prática, é muito mais provável que você se atenha a ela. Precisa ser algo que esteja alinhado com seus valores, algo em que você acredite.

Assim, o que você está fazendo nem precisa ser algo que você goste, desde que seja algo que você sinta que é importante para você.

Pense na decisão de economizar dinheiro, por exemplo. 

Esta não é uma atividade inerentemente divertida para a maioria das pessoas, mas o ato de economizar pode ser importante devido ao que representa ou ao que isso leva — a viagem de férias ou a casa que você poderia comprar com o dinheiro que guardou. Quando começar a vacilar na sua meta, pensar neste motivo pessoal ajudará você a seguir adiante.

Há dois outros conceitos importantes da teoria da autodeterminação misturados à ideia de uma ação alinhada aos valores pessoais. Quando você faz algo que vem dos seus valores, você deve estar agindo com autonomia — fazendo algo que quer fazer, não algo que outras pessoas obrigaram você a fazer.

Esse é um conceito-chave na teoria, mas pode ser difícil alinhar com coisas como trabalho ou estudo. Talvez sua meta seja se dedicar ao trabalho ou tirar uma boa nota nos estudos. Mas a maioria das pessoas tem um chefe, ou orientador, e a função deles é instruir você sobre o que fazer.

Se você for professor, precisa trabalhar de acordo com o horário da escola, quer goste ou não. No entanto, em outros trabalhos nos quais você estiver mais motivado, poderá fazer algumas escolhas por si mesmo. O magistério é um exemplo interessante de quando isso não acontece, pois, na Inglaterra, essa profissão, que já era bastante estruturada, tornou-se ainda mais rígida nos últimos anos, coincidindo com um problema de recrutamento e retenção.

A autonomia do professor é amplamente estudada e considerada importante, mesmo fora da teoria da autodeterminação, e a percepção da falta de autonomia é provavelmente um dos motivos pelos quais as pessoas podem querer deixar o emprego.

Disponível em:https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m13 jn0jnmo - adaptado
"Se você conseguir encontrar uma razão pela qual a mudança é importante para você, e tiver sua própria motivação para colocá-la em prática, é muito mais provável que você se atenha a ela."
A forma pronominal 'la' em 'colocá-la em prática' e o pronome pessoal do caso reto 'ela' em 'atenha a ela' referem-se, respectivamente:
Alternativas
Q3371006 Português
Como fazer resoluções de mudanças na vida e realmente cumpri-las

Há alguma mudança que você gostaria de fazer na sua vida? Quem sabe finalmente escrever aquele romance em que vem pensando há anos. Ou talvez você ache que está na hora de começar a economizar dinheiro para viajar nas férias ou para dar entrada na compra de uma casa ou apartamento. Ou você simplesmente gostaria de melhorar seu condicionamento físico.

Isso é maravilhoso. Mas todos nós sabemos que pode ser difícil se ater a esse tipo de mudança. Os números de matriculados nas academias de ginástica sugerem que metade dos alunos novos desiste em seis meses, e muitos de nós temos evidências de hobbies outrora amados espalhadas por nossas casas.

Para escrever aquele livro, por exemplo, você precisará encontrar tempo para isso e persistir, mesmo quando a situação apertar e o entusiasmo inicial desaparecer.

Primeiro, você deve se perguntar por que está fazendo isso.

Minha pesquisa analisa a psicologia de fazer mudanças por meio das lentes do que é conhecido como teoria da autodeterminação, que propõe que há diferentes formas de motivação. Elas vão desde, por exemplo, estar motivado a fazer algo porque alguém está obrigando você a fazer, até estar motivado porque você acha que é divertido.

Olhando desta forma, as grandes mudanças, como se capacitar para uma nova carreira, e as menores, como participar de uma aula de ginástica semanal, são todas iguais. O que importa é o motivo que você tem para fazer isso.


Encontre o motivo certo

Você pode ter mais de um motivo para fazer uma mudança. Talvez você queira começar algo porque é uma tendência do TikTok, e todo mundo parece estar fazendo isso, ou talvez a sugestão esteja vindo de alguém que faz parte da sua vida. Estes são motivos externos para fazer algo, e este tipo de motivação tem menos chance de ser bem-sucedida.

Concentre-se naquelas que estão "internalizadas", que vêm de dentro de você. Se você conseguir encontrar uma razão pela qual a mudança é importante para você, e tiver sua própria motivação para colocá-la em prática, é muito mais provável que você se atenha a ela. Precisa ser algo que esteja alinhado com seus valores, algo em que você acredite.

Assim, o que você está fazendo nem precisa ser algo que você goste, desde que seja algo que você sinta que é importante para você.

Pense na decisão de economizar dinheiro, por exemplo. 

Esta não é uma atividade inerentemente divertida para a maioria das pessoas, mas o ato de economizar pode ser importante devido ao que representa ou ao que isso leva — a viagem de férias ou a casa que você poderia comprar com o dinheiro que guardou. Quando começar a vacilar na sua meta, pensar neste motivo pessoal ajudará você a seguir adiante.

Há dois outros conceitos importantes da teoria da autodeterminação misturados à ideia de uma ação alinhada aos valores pessoais. Quando você faz algo que vem dos seus valores, você deve estar agindo com autonomia — fazendo algo que quer fazer, não algo que outras pessoas obrigaram você a fazer.

Esse é um conceito-chave na teoria, mas pode ser difícil alinhar com coisas como trabalho ou estudo. Talvez sua meta seja se dedicar ao trabalho ou tirar uma boa nota nos estudos. Mas a maioria das pessoas tem um chefe, ou orientador, e a função deles é instruir você sobre o que fazer.

Se você for professor, precisa trabalhar de acordo com o horário da escola, quer goste ou não. No entanto, em outros trabalhos nos quais você estiver mais motivado, poderá fazer algumas escolhas por si mesmo. O magistério é um exemplo interessante de quando isso não acontece, pois, na Inglaterra, essa profissão, que já era bastante estruturada, tornou-se ainda mais rígida nos últimos anos, coincidindo com um problema de recrutamento e retenção.

A autonomia do professor é amplamente estudada e considerada importante, mesmo fora da teoria da autodeterminação, e a percepção da falta de autonomia é provavelmente um dos motivos pelos quais as pessoas podem querer deixar o emprego.

Disponível em:https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m13 jn0jnmo - adaptado
"A autonomia do professor é amplamente estudada e considerada importante, mesmo fora da teoria da autodeterminação." Os vocábulos 'autonomia' e 'autodeterminação' não apresentam hífen em sua grafia.
A seguir, os vocábulos também estão grafados corretamente sem hífen, EXCETO:
Alternativas
Q3371005 Português
Como fazer resoluções de mudanças na vida e realmente cumpri-las

Há alguma mudança que você gostaria de fazer na sua vida? Quem sabe finalmente escrever aquele romance em que vem pensando há anos. Ou talvez você ache que está na hora de começar a economizar dinheiro para viajar nas férias ou para dar entrada na compra de uma casa ou apartamento. Ou você simplesmente gostaria de melhorar seu condicionamento físico.

Isso é maravilhoso. Mas todos nós sabemos que pode ser difícil se ater a esse tipo de mudança. Os números de matriculados nas academias de ginástica sugerem que metade dos alunos novos desiste em seis meses, e muitos de nós temos evidências de hobbies outrora amados espalhadas por nossas casas.

Para escrever aquele livro, por exemplo, você precisará encontrar tempo para isso e persistir, mesmo quando a situação apertar e o entusiasmo inicial desaparecer.

Primeiro, você deve se perguntar por que está fazendo isso.

Minha pesquisa analisa a psicologia de fazer mudanças por meio das lentes do que é conhecido como teoria da autodeterminação, que propõe que há diferentes formas de motivação. Elas vão desde, por exemplo, estar motivado a fazer algo porque alguém está obrigando você a fazer, até estar motivado porque você acha que é divertido.

Olhando desta forma, as grandes mudanças, como se capacitar para uma nova carreira, e as menores, como participar de uma aula de ginástica semanal, são todas iguais. O que importa é o motivo que você tem para fazer isso.


Encontre o motivo certo

Você pode ter mais de um motivo para fazer uma mudança. Talvez você queira começar algo porque é uma tendência do TikTok, e todo mundo parece estar fazendo isso, ou talvez a sugestão esteja vindo de alguém que faz parte da sua vida. Estes são motivos externos para fazer algo, e este tipo de motivação tem menos chance de ser bem-sucedida.

Concentre-se naquelas que estão "internalizadas", que vêm de dentro de você. Se você conseguir encontrar uma razão pela qual a mudança é importante para você, e tiver sua própria motivação para colocá-la em prática, é muito mais provável que você se atenha a ela. Precisa ser algo que esteja alinhado com seus valores, algo em que você acredite.

Assim, o que você está fazendo nem precisa ser algo que você goste, desde que seja algo que você sinta que é importante para você.

Pense na decisão de economizar dinheiro, por exemplo. 

Esta não é uma atividade inerentemente divertida para a maioria das pessoas, mas o ato de economizar pode ser importante devido ao que representa ou ao que isso leva — a viagem de férias ou a casa que você poderia comprar com o dinheiro que guardou. Quando começar a vacilar na sua meta, pensar neste motivo pessoal ajudará você a seguir adiante.

Há dois outros conceitos importantes da teoria da autodeterminação misturados à ideia de uma ação alinhada aos valores pessoais. Quando você faz algo que vem dos seus valores, você deve estar agindo com autonomia — fazendo algo que quer fazer, não algo que outras pessoas obrigaram você a fazer.

Esse é um conceito-chave na teoria, mas pode ser difícil alinhar com coisas como trabalho ou estudo. Talvez sua meta seja se dedicar ao trabalho ou tirar uma boa nota nos estudos. Mas a maioria das pessoas tem um chefe, ou orientador, e a função deles é instruir você sobre o que fazer.

Se você for professor, precisa trabalhar de acordo com o horário da escola, quer goste ou não. No entanto, em outros trabalhos nos quais você estiver mais motivado, poderá fazer algumas escolhas por si mesmo. O magistério é um exemplo interessante de quando isso não acontece, pois, na Inglaterra, essa profissão, que já era bastante estruturada, tornou-se ainda mais rígida nos últimos anos, coincidindo com um problema de recrutamento e retenção.

A autonomia do professor é amplamente estudada e considerada importante, mesmo fora da teoria da autodeterminação, e a percepção da falta de autonomia é provavelmente um dos motivos pelos quais as pessoas podem querer deixar o emprego.

Disponível em:https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0m13 jn0jnmo - adaptado
Analise as frases:
1.Há alguma mudança que você gostaria de fazer na sua vida
2.Quando começar a vacilar na sua meta, pensar neste motivo pessoal ajudará você a seguir adiante.
3.Se você for professor, precisa trabalhar de acordo com o horário da escola, quer goste ou não.
I.O enunciado 1 apresenta uma oração sem sujeito e uma com sujeito simples.
II.A expressão destacada na oração 2 representa o sujeito do verbo 'ajudar'.
III.Na oração 3, o 'se' é uma partícula apassivadora.
IV.Na oração 3, a expressão destacada é uma oração subordinada adverbial condicional.

Estão corretas:
Alternativas
Q3370922 Enfermagem
Um paciente do sexo feminino chega para consulta obstétrica acompanhada de seu cônjuge.

Sobre esse direito previsto no Art. 19-J da Lei 8080, analise as afirmativas e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3370920 Enfermagem
O manual de rede de frio do Programa Nacional de Imunização (2017) estabelece que os imunobiológicos devem ser armazenados nas centrais em câmaras frias positivas e negativas nas temperaturas, respectivamente, a:
Alternativas
Q3370918 Enfermagem
Os métodos contraceptivos têm a função de proteger homens e mulheres das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), bem como evitar uma gravidez indesejada. Associe as colunas A e B, respectivamente, relacionando os métodos contraceptivos.

COLUNA A

1. Método comportamental.
2. Método de Barreira.
3. Método do dispositivo intrauterino.
4. Método Hormonal.
5. Método Definitivo.

COLUNA B

( ) DIU.
( ) diafragma, espermaticida e preservativos.
( ) pílulas e injeções.
( ) billings, ogino Knaus e temperatura.
( ) Laqueadura e vasectomia.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3370917 Enfermagem
No puerpério não é necessário aguardar que a mulher volte a menstruar para que inicie o uso de um método contraceptivo. As indicações para o uso do método variam de acordo com o fato da mulher estar ou não amamentando e o tempo decorrido após o parto.

Sobre a contracepção no puerpério, analise as afirmativas e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3370916 Enfermagem
A vacinação em gestantes deve-se iniciar o mais precocemente possível. As vacinas indicadas para as gestantes são: 
Alternativas
Q3370915 Enfermagem
Caracteriza-se pela integridade do ovo, com útero compatível com a idade da gravidez e colo impérvio. Há presença de sangramento vaginal discreto ou moderado, sem que ocorra modificação cervical, geralmente com dor do tipo cólica.

Esta definição está relacionada a: 
Alternativas
Q3370914 Enfermagem
No tratamento das intoxicações agudas, a lavagem gástrica é indicada em quais casos abaixo descritos?
Alternativas
Q3370910 Enfermagem
Durante a assistência de enfermagem, o profissional ouviu uma conversa entre o paciente e seu familiar, algo que era sigiloso, pois difamava a honra e a moral do paciente e divulgou para a equipe de saúde, causando um dano moral irremediável na vida do paciente. Apesar do caráter sensível do conteúdo, o profissional divulgou o que ouviu com outros membros da equipe de saúde, causando um dano moral irremediável na vida do paciente.

De acordo com o Código de Ética, a infração cometida é considerada:
Alternativas
Q3369893 Direito Constitucional
Na forma estrita da CFRB/88, temos que são crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:
Alternativas
Q3369890 Direito Constitucional
Constitucionalmente, compete ao Conselho da República:
Alternativas
Q3369867 Português
Texto para a questão.

TECNOFEUDALISMO

    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.

    Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.

    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.

Tales M. de Sá Cavalcante
Analise a passagem a seguir, a fim de demarcar o item correto a partir da função desempenhada pelo vocábulo ressaltado.
Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.’
Alternativas
Q3369866 Português
Texto para a questão.

TECNOFEUDALISMO

    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.

    Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.

    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.

Tales M. de Sá Cavalcante
“E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal¹: a renda².”
A relação coesiva, respectivamente, entre o termo 1 e o 2, no período entre aspas, é do tipo
Alternativas
Q3369865 Português
Texto para a questão.

TECNOFEUDALISMO

    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.

    Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.

    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.

Tales M. de Sá Cavalcante
“A China de hoje faria o mesmo?”
No contexto em que se insere, a estrutura verbal demarcada indica
Alternativas
Q3369864 Português
Texto para a questão.

TECNOFEUDALISMO

    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.

    Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.

    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.

Tales M. de Sá Cavalcante
O título do texto em voga, “Tecnofeudalismo”, apresenta um vocábulo composto etimologicamente por
Alternativas
Q3369862 Português
Texto para a questão.

TECNOFEUDALISMO

    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.

    Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.

    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.

Tales M. de Sá Cavalcante
A oração destacada, na passagem a seguir, é tipificada como
“Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA.”
Alternativas
Respostas
7061: B
7062: E
7063: D
7064: B
7065: E
7066: C
7067: B
7068: E
7069: D
7070: D
7071: A
7072: C
7073: E
7074: E
7075: B
7076: C
7077: E
7078: A
7079: E
7080: A