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Q3693879 Enfermagem
A inserção de Dispositivo Intrauterino (DIU) é uma prática profissional que contribui para a redução da mortalidade materno-infantil.
A partir deste contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I- É permitida por lei que o enfermeiro execute esta prática desde que o profissional realize a capacitação exigida e atue em um ambiente institucional.

PORQUE

II- A Norma Técnica que regulamenta a atuação do enfermeiro no planejamento familiar e reprodutivo exige, para esta prática, a realização de um curso de capacitação presencial com carga horária mínima de 70 horas, sendo 50 horas teóricas e 20 horas práticas, com no mínimo 20 inserções supervisionadas.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3693878 Enfermagem
Sr. João, 72 anos, com histórico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) exacerbada por infecções respiratórias recorrentes e tabagismo de longa data, é admitido na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com quadro de piora súbita de dispneia, tosse produtiva e rebaixamento do nível de consciência. Ao exame físico, o paciente apresenta-se letárgico, taquipneico (frequência respiratória de 32 irpm), com uso de musculatura acessória da respiração, cianose de extremidades e ausculta pulmonar com estertores e roncos difusos. A saturação de oxigênio (SpO₂) em ar ambiente é de 85%. Os achados da gasometria arterial indicam acidose respiratória crônica agudizada. Considerando o quadro clínico, é CORRETO afirmar que a mais crucial intervenção para reverter o distúrbio é: 
Alternativas
Q3693876 Enfermagem
A higienização das mãos é uma prática essencial na prevenção de infecções e constitui medida fundamental de biossegurança em ambientes de assistência à saúde. De acordo com a Nota Técnica GVIMS/GGTES/DIRE3/ANVISA nº 05/2024, analise as assertivas abaixo.

I- A higiene antisséptica das mãos utiliza sabonetes associados a antissépticos, como clorexidina (CHG) ou iodopovidona (PVP-I), sendo indicada em procedimentos de alto risco, com tempo mínimo de 2 a 5 minutos de contato com o produto.
II- A higiene das mãos com água e sabonete tem o objetivo de remover a sujeira, matéria orgânica e a microbiota transitória das mãos por meio da ação mecânica e é suficiente para que o profissional da assistência possa remover sujeira/matéria orgânica das mãos.
III- A concentração final da preparação alcoólica para fricção antisséptica das mãos a ser utilizada em serviços de saúde deve estar entre 60% a 80% no caso de preparações sob a forma líquida e concentração final mínima de 70% no caso de preparações sob as formas gel, espuma e outras.
IV- A secagem eficaz das mãos é essencial para a prevenção de infecções, pois mãos mal secas aumentam o risco de transmissão cruzada e dermatite de contato. A secagem deve ser realizada com toalhas de papel descartáveis, podendo também fazer uso de secadores de ar quente, evitando, assim, irritabilidade cutânea.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3693874 Enfermagem
Durante o exame físico, a avaliação pulmonar é uma etapa crucial para o enfermeiro identificar precocemente alterações que podem impactar a saúde do paciente. A ausculta, em particular, permite a detecção de sons que revelam o estado das vias aéreas e dos alvéolos, auxiliando no diagnóstico e no planejamento do cuidado. Considerando a importância dessa avaliação, analise as afirmativas abaixo sobre a interpretação dos sons pulmonares.

I- Estertores finos são sons crepitantes, geralmente associados à presença de pequenas quantidades de líquidos ou exsudato no parênquima pulmonar.
II- Sibilos são ruídos mais agudos, decorrentes da passagem do ar por vias aéreas estreitadas, e são frequentemente associados à asma e à broncoconstrição.
III- Roncos são sons graves e contínuos, ocorrem em consequência da passagem do ar por estreitos canais repletos de líquidos/secreções, comuns em casos de pneumonia, na bronquite ou na bronquiectasia.

É CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q3693873 Enfermagem
A sífilis em gestantes continua sendo um desafio recorrente nos serviços de saúde. A detecção tardia, a baixa adesão ao tratamento e a ausência de acompanhamento dos parceiros contribuem para a persistência da transmissão vertical. Diante desse cenário, o enfermeiro assume papel estratégico na condução terapêutica, na orientação da gestante e na articulação com a rede de atenção, sendo agente fundamental na interrupção da cadeia de transmissão. Dessa forma, analise as afirmativas abaixo.

I- Para considerar o tratamento da sífilis bem-sucedido, a queda da titulação do Teste Não-Treponêmico (TNT) em duas diluições em até três meses para sífilis recente, ou em quatro diluições em até seis meses é o critério de sucesso. Após o parto, o monitoramento sorológico deve ser realizado trimestralmente até o 12º mês.
II- Uma potencial complicação pós-tratamento, a reação de Jarisch-Herxheimer, é um evento agudo que pode ser desencadeado nas primeiras 24 horas após a administração da penicilina. Em gestantes tratadas na segunda metade da gravidez, esta reação exige especial atenção clínica devido ao risco de indução de trabalho de parto pré-termo.
III- A persistência de títulos baixos e estáveis de TNT após um tratamento adequado, comprovada por uma queda prévia de, no mínimo, duas diluições, deve ser interpretada como uma cicatriz sorológica. Essa condição não indica falha do tratamento, distinguindo-se de quadros de reinfecção ou falha terapêutica, que seriam caracterizados por titulações crescentes ou persistentemente elevadas.
IV- O retratamento de uma gestante é indicado quando há ausência de redução da titulação em duas diluições (em seis ou 12 meses, a depender de a sífilis ser recente ou tardia) e quando há um aumento da titulação do TNT. Complementarmente, o tratamento presuntivo de parceiros sexuais, mesmo sem sinais clínicos da doença, é recomendado se a exposição ocorreu em um período de até 60 dias.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3693557 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.

Ao colocar na ordem direta os versos 5 e 6 do Texto IV, tem-se o seguinte período composto:



Imagem associada para resolução da questão



É CORRETO afirmar que a oração em destaque se classifica como uma oração:

Alternativas
Q3693556 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
A função da linguagem predominante no Texto IV é:
Alternativas
Q3693555 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
Ainda considerando o verso “Sou a criatura do que vejo”, é CORRETO afirmar que se trata de uma:
Alternativas
Q3693550 Português
No Texto II:
Texto II

Captura_de tela 2025-10-30 151748.png (282×302)

Fonte: DICAS HISTÓRICAS. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DOIzO8GjpHC/. Acesso em: 2 out. 2025.

Os substantivos Biologia, Medicina, Jornalismo e História, que nomeiam cursos e compõem as orações que formam a tira, do ponto de vista sintático são todos exemplos de:
Alternativas
Q3693548 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Considerando o trecho retirado do Texto I: “Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar”, analise as assertivas que seguem.

I- No aposto “crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos”, o substantivo crises oferece uma explicação sobre a quais culpados pelo quadro desanimador descrito no texto o autor poderia estar se referindo, enquanto o substantivo causas aponta para fatores que poderiam desencadear as crises, tais como a inovação tecnológica e os choques geopolíticos.
II- O referente do sujeito “a conta”, em “a conta aparece em outro lugar”, não pode ser recuperado no texto em si, mas na exterioridade do texto, o que acarreta um problema de coesão.
III- A classe de palavras substantivo é relevante para a coerência do período, uma vez que a intenção do autor é argumentar sobre uma situação, ou seja, sobre algo que está ocorrendo na sociedade, e que exige várias denominações, como ocorre em “múltiplas causas”, “políticas públicas”, “segurança econômica”, por exemplo.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693545 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Sobre o propósito comunicativo do Texto I, é CORRETO afirmar que se trata de:
Alternativas
Q3693093 Enfermagem
Ao levantar, o paciente de 76 anos refere tontura. Em enfermaria clínica, a aferição de sinais vitais deve confirmar ou afastar hipotensão ortostática com segurança. Qual sequência de enfermagem é a mais adequada?
Alternativas
Q3693092 Enfermagem
Fim de tarde na enfermaria: idoso de 82 anos, pós-operatório recente, alterna atenção, inverte o sono e agita ao anoitecer. Sem febre, dor 6/10, usa difenidramina e precisa de óculos e aparelho auditivo. Qual sequência imediata é mais adequada para manejar delirium e reduzir riscos, no escopo da enfermagem?
Alternativas
Q3693091 Enfermagem
Puérpera em uso de sulfato de magnésio por eclâmpsia evolui com respiração lenta (8 irpm), saturação em queda (88% em ar ambiente) e reflexos patelares ausentes. Considerando diretrizes de urgência obstétrica e o escopo do enfermeiro, assinale a sequência imediata de ações mais adequada para suspeita de toxicidade por magnésio.
Alternativas
Q3693090 Enfermagem
Em UTI, qual prática de enfermagem mais fortalece a segurança na infusão de insulina segundo recomendações de segurança do medicamento?
Alternativas
Q3693089 Enfermagem
Sobre o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) na prática de enfermagem: com base na RDC nº 222/2018 e nas boas práticas assistenciais, analise as afirmativas.
I – Perfurocortantes podem ir em saco resistente junto aos infectantes, se estiverem identificados.
II – Revelador e fixador radiográfico podem ser diluídos e descartados na rede coletora em volumes baixos.
III – O PGRSS assegura segregação na fonte, recipiente rígido para perfurocortantes e rotas internas por tipo de resíduo.
IV – Medicamentos vencidos e resíduos hormonais integram o grupo B com identificação e destino licenciado.
Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3693088 Enfermagem
Em cateter venoso central, qual pacote conduzido pela enfermagem caracteriza bundle efetivo para reduzir infecção da corrente sanguínea associada a cateter, conforme recomendações amplamente aceitas?
Alternativas
Q3693087 Enfermagem
Paciente de 79 anos, acamado, com lesão por pressão sacral estágio 3 (4×3×1 cm), exsudato moderado seroso, pele perilesional macerada, dor 4/10 e episódios de incontinência. Sem sinais sistêmicos de infecção. No escopo da enfermagem qual sequência imediata é mais adequada?
Alternativas
Q3693086 Enfermagem
Na enfermaria, qual medida central reduz a transmissão de Clostridioides difficile?
Alternativas
Q3693085 Enfermagem
Em UTI, paciente de 72 kg recebeu prescrição de morfina EV contínua a 0,05 mg/kg/h. A seringa contém 10 mg em 50 mL (0,2 mg/mL). Qual taxa de infusão, em mL/h, deve ser programada na bomba?
Alternativas
Respostas
4861: A
4862: D
4863: A
4864: A
4865: B
4866: A
4867: D
4868: E
4869: B
4870: E
4871: B
4872: D
4873: B
4874: C
4875: D
4876: B
4877: C
4878: C
4879: A
4880: A