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Q506650 Administração Geral
A prática de subdivisão do trabalho e dos colaborado­res em unidades separadas, que se ocupam das fun­ções ou áreas organizacionais diferentes, é conhecida como departamentalização
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Q506649 Administração Geral
As questões - o que, quem, quando, onde, quanto e como - fazem parte de qual etapa de um plano ou planejamento?
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Q506648 Administração Geral
Para realizar um planejamento é necessário conhecer o ambiente organizacional, que pode ser simples ou complexo. Quando existem muitos fatores influenciadores e ocorre a escassez de recursos, as decisões pos­suem:
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Q506647 Administração Geral
Dentro da hierarquia organizacional, um dos níveis é a gerência média. Essa gerência pode ser definida como aquela em que os gestores
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Q506646 Administração Geral
Estudos indicam que os gestores com maior índice de sucesso são aqueles que praticam as funções do pro­ cesso administrativo. A primeira etapa desse processo é conhecida como
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Q506645 Administração Geral
Administrar é realizar um trabalho por meio de outras pessoas. Esse trabalho deve visar à realização de tare­ fas que ajudem a alcançar objetivos organizacionais, como o atendimento ao cliente e a satisfação deste. Isso significa dizer que o trabalho foi realizado com
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Q506634 Português
Leia a charge para responder à  questão.

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No texto, a palavra mas tem a função de
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Q506631 Português
Leia o texto a seguir para responder à  questão.

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Na tira, a expressão que indica que Calvin está com­pletamente sem autoestima é:
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Q506629 Português
                                       AULA DE AUTOESTIMA

     Brasileiro é um ser tão otimista e de bem com a vida que, em pesquisas, é apontado como um dos povos mais felizes do mun­do. Falácia. De perto ninguém é normal, já disse nosso tradutor da simbiose cultural nacional. Em outras palavras, pega mal declarar-se infeliz. É cafona não enxergar uma maravilha no espelho tendo nas­cido nessa terra de sol, samba e ... bem, deixa o futebol pra lá.
     A verdade, também comprovada em pesquisas, é que boa parte da população mundial (mais notadamente os mais pobres) so­fre de ausência crônica de autoestima. Conceito bastante difícil de defender num país que mistura a referência psicológica de autoesti­ma com a baboseira de autoajuda amontoada nas prateleiras das li­vrarias.
     Autoestima é a avaliação que cada um faz sobre si mesmo, ainda que não tenha consciência disso. É esse valor que gera em nós a capacidade de resistência e regeneração. Quando a autoestima é baixa, a força para enfrentar os problemas do cotidiano também di­minui. Quem não gosta de si não cresce emocionalmente e fica por aí perambulando como um ser dependente e muito mais vulnerável a influências negativas do que positivas, um ser que não consegue gerar amor por não se sentir digno de ser amado. Na prática, esse in­ divíduo é aquele que:
     - maltrata os filhos para sentir-se de alguma maneira poderoso, ou provê aquilo de que a família necessita, mas jamais demonstra qual­quer tipo de emoção amorosa por medo da rejeição;
     - vota sem pensar, arrastado por qualquer promessa vã;
     - não se qualifica por medo de enfrentar o fracasso de não conseguir aprender, ou aprende mas não chega a competir por uma vaga de emprego ou por uma promoção por sentir-se inadequado diante dos demais;
     - aceita a violência doméstica, seja ela física ou psicológica, por sentir-se diminuído diante do agressor.
     Para essas pessoas, o mundo é um lugar assustador e seu comportamento tem impacto direto na geração de riqueza de um país. Importantes centros de pesquisa e fomento a projetos de quali­ficação de mão de obra na América Latina, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o BID, já identificaram a necessidade de associar o ensino de qualquer habilidade a cursos de elevação da autoestima.
     Há anos estudo o tema de maneira séria e só utilizo critéri­os científicos nas pesquisas sobre autoestima.
     Na esfera feminina, principalmente, a autoestima elevada define o papel social da mulher. Mulheres que gostam de si alcan­çam autonomia intelectual e emocional, transformam-se em líderes ainda que em ambientes majoritariamente masculinos ou abrem seus próprios negócios e criam filhos equilibrados e prontos para as difi­culdades de um mundo em transição.
     Em resumo, uma mulher com autoestima elevada é capaz de mudar um país. Acreditando nisso, reuni um grupo de gente apai­xonada pelo tema e lançamos a Escola de Você (www.escoladevoce.com.br), uma série de aulas gratuitas via internet para que qual­quer pessoa, mas principalmente a mulher, se reconheça em situa­ções cotidianas e descubra um potencial escondido pela distorção na autoimagem. A Escola de Você tem apoio da Universidade Aberta do Brasil e do BID e terá sua eficácia medida em pesquisa. Nosso objetivo de longo prazo é ambicioso: provocar impacto direto nos índices de segurança familiar e de agressão contra a mulher e na ca­ pacidade individual de geração de renda. [...]

                                     PADRÃO, A na Paula. IstoÉ. Disponível em: < http://www.istoe.com.br/colunas-                                  eblogs/colunista/45_ANA+PAULA+PADRAO>. A cesso em: 7 set. 2014. (Adaptado)

A expressão “de perto ninguém é normal” foi formu­ lada por Caetano Veloso, na música “Vaca profana”. Com o tempo, essa expressão se popularizou, consti­ tuindo parte da cultura do povo. Sendo assim, tal ex­ pressão, além do sentido depreendido no texto,
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Q506628 Português
                                       AULA DE AUTOESTIMA

     Brasileiro é um ser tão otimista e de bem com a vida que, em pesquisas, é apontado como um dos povos mais felizes do mun­do. Falácia. De perto ninguém é normal, já disse nosso tradutor da simbiose cultural nacional. Em outras palavras, pega mal declarar-se infeliz. É cafona não enxergar uma maravilha no espelho tendo nas­cido nessa terra de sol, samba e ... bem, deixa o futebol pra lá.
     A verdade, também comprovada em pesquisas, é que boa parte da população mundial (mais notadamente os mais pobres) so­fre de ausência crônica de autoestima. Conceito bastante difícil de defender num país que mistura a referência psicológica de autoesti­ma com a baboseira de autoajuda amontoada nas prateleiras das li­vrarias.
     Autoestima é a avaliação que cada um faz sobre si mesmo, ainda que não tenha consciência disso. É esse valor que gera em nós a capacidade de resistência e regeneração. Quando a autoestima é baixa, a força para enfrentar os problemas do cotidiano também di­minui. Quem não gosta de si não cresce emocionalmente e fica por aí perambulando como um ser dependente e muito mais vulnerável a influências negativas do que positivas, um ser que não consegue gerar amor por não se sentir digno de ser amado. Na prática, esse in­ divíduo é aquele que:
     - maltrata os filhos para sentir-se de alguma maneira poderoso, ou provê aquilo de que a família necessita, mas jamais demonstra qual­quer tipo de emoção amorosa por medo da rejeição;
     - vota sem pensar, arrastado por qualquer promessa vã;
     - não se qualifica por medo de enfrentar o fracasso de não conseguir aprender, ou aprende mas não chega a competir por uma vaga de emprego ou por uma promoção por sentir-se inadequado diante dos demais;
     - aceita a violência doméstica, seja ela física ou psicológica, por sentir-se diminuído diante do agressor.
     Para essas pessoas, o mundo é um lugar assustador e seu comportamento tem impacto direto na geração de riqueza de um país. Importantes centros de pesquisa e fomento a projetos de quali­ficação de mão de obra na América Latina, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o BID, já identificaram a necessidade de associar o ensino de qualquer habilidade a cursos de elevação da autoestima.
     Há anos estudo o tema de maneira séria e só utilizo critéri­os científicos nas pesquisas sobre autoestima.
     Na esfera feminina, principalmente, a autoestima elevada define o papel social da mulher. Mulheres que gostam de si alcan­çam autonomia intelectual e emocional, transformam-se em líderes ainda que em ambientes majoritariamente masculinos ou abrem seus próprios negócios e criam filhos equilibrados e prontos para as difi­culdades de um mundo em transição.
     Em resumo, uma mulher com autoestima elevada é capaz de mudar um país. Acreditando nisso, reuni um grupo de gente apai­xonada pelo tema e lançamos a Escola de Você (www.escoladevoce.com.br), uma série de aulas gratuitas via internet para que qual­quer pessoa, mas principalmente a mulher, se reconheça em situa­ções cotidianas e descubra um potencial escondido pela distorção na autoimagem. A Escola de Você tem apoio da Universidade Aberta do Brasil e do BID e terá sua eficácia medida em pesquisa. Nosso objetivo de longo prazo é ambicioso: provocar impacto direto nos índices de segurança familiar e de agressão contra a mulher e na ca­ pacidade individual de geração de renda. [...]

                                     PADRÃO, A na Paula. IstoÉ. Disponível em: < http://www.istoe.com.br/colunas-                                  eblogs/colunista/45_ANA+PAULA+PADRAO>. A cesso em: 7 set. 2014. (Adaptado)

Uma marca explícita de opinião da autora do texto está expressa em:
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Q506627 Português
                                       AULA DE AUTOESTIMA

     Brasileiro é um ser tão otimista e de bem com a vida que, em pesquisas, é apontado como um dos povos mais felizes do mun­do. Falácia. De perto ninguém é normal, já disse nosso tradutor da simbiose cultural nacional. Em outras palavras, pega mal declarar-se infeliz. É cafona não enxergar uma maravilha no espelho tendo nas­cido nessa terra de sol, samba e ... bem, deixa o futebol pra lá.
     A verdade, também comprovada em pesquisas, é que boa parte da população mundial (mais notadamente os mais pobres) so­fre de ausência crônica de autoestima. Conceito bastante difícil de defender num país que mistura a referência psicológica de autoesti­ma com a baboseira de autoajuda amontoada nas prateleiras das li­vrarias.
     Autoestima é a avaliação que cada um faz sobre si mesmo, ainda que não tenha consciência disso. É esse valor que gera em nós a capacidade de resistência e regeneração. Quando a autoestima é baixa, a força para enfrentar os problemas do cotidiano também di­minui. Quem não gosta de si não cresce emocionalmente e fica por aí perambulando como um ser dependente e muito mais vulnerável a influências negativas do que positivas, um ser que não consegue gerar amor por não se sentir digno de ser amado. Na prática, esse in­ divíduo é aquele que:
     - maltrata os filhos para sentir-se de alguma maneira poderoso, ou provê aquilo de que a família necessita, mas jamais demonstra qual­quer tipo de emoção amorosa por medo da rejeição;
     - vota sem pensar, arrastado por qualquer promessa vã;
     - não se qualifica por medo de enfrentar o fracasso de não conseguir aprender, ou aprende mas não chega a competir por uma vaga de emprego ou por uma promoção por sentir-se inadequado diante dos demais;
     - aceita a violência doméstica, seja ela física ou psicológica, por sentir-se diminuído diante do agressor.
     Para essas pessoas, o mundo é um lugar assustador e seu comportamento tem impacto direto na geração de riqueza de um país. Importantes centros de pesquisa e fomento a projetos de quali­ficação de mão de obra na América Latina, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o BID, já identificaram a necessidade de associar o ensino de qualquer habilidade a cursos de elevação da autoestima.
     Há anos estudo o tema de maneira séria e só utilizo critéri­os científicos nas pesquisas sobre autoestima.
     Na esfera feminina, principalmente, a autoestima elevada define o papel social da mulher. Mulheres que gostam de si alcan­çam autonomia intelectual e emocional, transformam-se em líderes ainda que em ambientes majoritariamente masculinos ou abrem seus próprios negócios e criam filhos equilibrados e prontos para as difi­culdades de um mundo em transição.
     Em resumo, uma mulher com autoestima elevada é capaz de mudar um país. Acreditando nisso, reuni um grupo de gente apai­xonada pelo tema e lançamos a Escola de Você (www.escoladevoce.com.br), uma série de aulas gratuitas via internet para que qual­quer pessoa, mas principalmente a mulher, se reconheça em situa­ções cotidianas e descubra um potencial escondido pela distorção na autoimagem. A Escola de Você tem apoio da Universidade Aberta do Brasil e do BID e terá sua eficácia medida em pesquisa. Nosso objetivo de longo prazo é ambicioso: provocar impacto direto nos índices de segurança familiar e de agressão contra a mulher e na ca­ pacidade individual de geração de renda. [...]

                                     PADRÃO, A na Paula. IstoÉ. Disponível em: < http://www.istoe.com.br/colunas-                                  eblogs/colunista/45_ANA+PAULA+PADRAO>. A cesso em: 7 set. 2014. (Adaptado)

No último parágrafo, a autora utiliza-se do discurso publicitário com o objetivo de
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Q506626 Português
                                       AULA DE AUTOESTIMA

     Brasileiro é um ser tão otimista e de bem com a vida que, em pesquisas, é apontado como um dos povos mais felizes do mun­do. Falácia. De perto ninguém é normal, já disse nosso tradutor da simbiose cultural nacional. Em outras palavras, pega mal declarar-se infeliz. É cafona não enxergar uma maravilha no espelho tendo nas­cido nessa terra de sol, samba e ... bem, deixa o futebol pra lá.
     A verdade, também comprovada em pesquisas, é que boa parte da população mundial (mais notadamente os mais pobres) so­fre de ausência crônica de autoestima. Conceito bastante difícil de defender num país que mistura a referência psicológica de autoesti­ma com a baboseira de autoajuda amontoada nas prateleiras das li­vrarias.
     Autoestima é a avaliação que cada um faz sobre si mesmo, ainda que não tenha consciência disso. É esse valor que gera em nós a capacidade de resistência e regeneração. Quando a autoestima é baixa, a força para enfrentar os problemas do cotidiano também di­minui. Quem não gosta de si não cresce emocionalmente e fica por aí perambulando como um ser dependente e muito mais vulnerável a influências negativas do que positivas, um ser que não consegue gerar amor por não se sentir digno de ser amado. Na prática, esse in­ divíduo é aquele que:
     - maltrata os filhos para sentir-se de alguma maneira poderoso, ou provê aquilo de que a família necessita, mas jamais demonstra qual­quer tipo de emoção amorosa por medo da rejeição;
     - vota sem pensar, arrastado por qualquer promessa vã;
     - não se qualifica por medo de enfrentar o fracasso de não conseguir aprender, ou aprende mas não chega a competir por uma vaga de emprego ou por uma promoção por sentir-se inadequado diante dos demais;
     - aceita a violência doméstica, seja ela física ou psicológica, por sentir-se diminuído diante do agressor.
     Para essas pessoas, o mundo é um lugar assustador e seu comportamento tem impacto direto na geração de riqueza de um país. Importantes centros de pesquisa e fomento a projetos de quali­ficação de mão de obra na América Latina, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o BID, já identificaram a necessidade de associar o ensino de qualquer habilidade a cursos de elevação da autoestima.
     Há anos estudo o tema de maneira séria e só utilizo critéri­os científicos nas pesquisas sobre autoestima.
     Na esfera feminina, principalmente, a autoestima elevada define o papel social da mulher. Mulheres que gostam de si alcan­çam autonomia intelectual e emocional, transformam-se em líderes ainda que em ambientes majoritariamente masculinos ou abrem seus próprios negócios e criam filhos equilibrados e prontos para as difi­culdades de um mundo em transição.
     Em resumo, uma mulher com autoestima elevada é capaz de mudar um país. Acreditando nisso, reuni um grupo de gente apai­xonada pelo tema e lançamos a Escola de Você (www.escoladevoce.com.br), uma série de aulas gratuitas via internet para que qual­quer pessoa, mas principalmente a mulher, se reconheça em situa­ções cotidianas e descubra um potencial escondido pela distorção na autoimagem. A Escola de Você tem apoio da Universidade Aberta do Brasil e do BID e terá sua eficácia medida em pesquisa. Nosso objetivo de longo prazo é ambicioso: provocar impacto direto nos índices de segurança familiar e de agressão contra a mulher e na ca­ pacidade individual de geração de renda. [...]

                                     PADRÃO, A na Paula. IstoÉ. Disponível em: < http://www.istoe.com.br/colunas-                                  eblogs/colunista/45_ANA+PAULA+PADRAO>. A cesso em: 7 set. 2014. (Adaptado)

No texto, afirma-se que pesquisas mostram a necessi­ dade de associar qualificação de mão de obra a cursos de elevação da autoestima. Com base no texto, essa associação é necessária porque
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Q506625 Português
                                       AULA DE AUTOESTIMA

     Brasileiro é um ser tão otimista e de bem com a vida que, em pesquisas, é apontado como um dos povos mais felizes do mun­do. Falácia. De perto ninguém é normal, já disse nosso tradutor da simbiose cultural nacional. Em outras palavras, pega mal declarar-se infeliz. É cafona não enxergar uma maravilha no espelho tendo nas­cido nessa terra de sol, samba e ... bem, deixa o futebol pra lá.
     A verdade, também comprovada em pesquisas, é que boa parte da população mundial (mais notadamente os mais pobres) so­fre de ausência crônica de autoestima. Conceito bastante difícil de defender num país que mistura a referência psicológica de autoesti­ma com a baboseira de autoajuda amontoada nas prateleiras das li­vrarias.
     Autoestima é a avaliação que cada um faz sobre si mesmo, ainda que não tenha consciência disso. É esse valor que gera em nós a capacidade de resistência e regeneração. Quando a autoestima é baixa, a força para enfrentar os problemas do cotidiano também di­minui. Quem não gosta de si não cresce emocionalmente e fica por aí perambulando como um ser dependente e muito mais vulnerável a influências negativas do que positivas, um ser que não consegue gerar amor por não se sentir digno de ser amado. Na prática, esse in­ divíduo é aquele que:
     - maltrata os filhos para sentir-se de alguma maneira poderoso, ou provê aquilo de que a família necessita, mas jamais demonstra qual­quer tipo de emoção amorosa por medo da rejeição;
     - vota sem pensar, arrastado por qualquer promessa vã;
     - não se qualifica por medo de enfrentar o fracasso de não conseguir aprender, ou aprende mas não chega a competir por uma vaga de emprego ou por uma promoção por sentir-se inadequado diante dos demais;
     - aceita a violência doméstica, seja ela física ou psicológica, por sentir-se diminuído diante do agressor.
     Para essas pessoas, o mundo é um lugar assustador e seu comportamento tem impacto direto na geração de riqueza de um país. Importantes centros de pesquisa e fomento a projetos de quali­ficação de mão de obra na América Latina, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o BID, já identificaram a necessidade de associar o ensino de qualquer habilidade a cursos de elevação da autoestima.
     Há anos estudo o tema de maneira séria e só utilizo critéri­os científicos nas pesquisas sobre autoestima.
     Na esfera feminina, principalmente, a autoestima elevada define o papel social da mulher. Mulheres que gostam de si alcan­çam autonomia intelectual e emocional, transformam-se em líderes ainda que em ambientes majoritariamente masculinos ou abrem seus próprios negócios e criam filhos equilibrados e prontos para as difi­culdades de um mundo em transição.
     Em resumo, uma mulher com autoestima elevada é capaz de mudar um país. Acreditando nisso, reuni um grupo de gente apai­xonada pelo tema e lançamos a Escola de Você (www.escoladevoce.com.br), uma série de aulas gratuitas via internet para que qual­quer pessoa, mas principalmente a mulher, se reconheça em situa­ções cotidianas e descubra um potencial escondido pela distorção na autoimagem. A Escola de Você tem apoio da Universidade Aberta do Brasil e do BID e terá sua eficácia medida em pesquisa. Nosso objetivo de longo prazo é ambicioso: provocar impacto direto nos índices de segurança familiar e de agressão contra a mulher e na ca­ pacidade individual de geração de renda. [...]

                                     PADRÃO, A na Paula. IstoÉ. Disponível em: < http://www.istoe.com.br/colunas-                                  eblogs/colunista/45_ANA+PAULA+PADRAO>. A cesso em: 7 set. 2014. (Adaptado)

No texto, a autora defende a ideia de que
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Ano: 2010 Banca: INSTITUTO CIDADES Órgão: AGECOM
Q1231539 Arquitetura de Computadores
Em se tratando de tensão, é correto afirmar:
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Ano: 2010 Banca: INSTITUTO CIDADES Órgão: AGECOM
Q1225211 Administração Pública
Analise as alternativas e, em seguida, marque a INCORRETA:  
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Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: Prefeitura de Ipatinga - MG
Q1223163 Português
Em “A velhinha tinha uma pequena loja, numa rua de Florença.” as palavras destacadas apresentam, respectivamente:
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Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: Prefeitura de Ipatinga - MG
Q1223016 Português
Assinale a alternativa em que há ERRO quanto ao emprego do artigo:
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Ano: 2010 Banca: INSTITUTO CIDADES Órgão: AGECOM
Q1212549 Administração de Recursos Materiais
A respeito de estoques, e considerando a operação principal de cada entidade abaixo, assinale a opção em que a correlação está correta. 
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Ano: 2010 Banca: INSTITUTO CIDADES Órgão: AGECOM
Q1208074 Noções de Informática
A freqüência de rede é um dos parâmetros que define um regime de alimentação AC. É um valor que representa o número de ciclos por segundo. No Brasil, o valor padrão adotado para a freqüência é de: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: INSTITUTO CIDADES Órgão: AGECOM
Q1201068 Administração Geral
São características da organização linear, EXCETO: 
Alternativas
Respostas
621: B
622: C
623: E
624: C
625: A
626: D
627: A
628: C
629: E
630: D
631: A
632: C
633: E
634: C
635: D
636: D
637: E
638: D
639: B
640: C