Foram encontradas 52.528 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3680039 Português

Observe o trecho abaixo:


Durante o protesto, muitos exibiam cartazes com frases como ‘desumanização nunca mais’ e ‘reconstruamos a esperança’.


Com base na formação das palavras em destaque, assinale a alternativa correta: 

Alternativas
Q3680038 Português
Assinale a alternativa em que a concordância verbal está plenamente correta, de acordo com a norma culta: 
Alternativas
Q3680037 Português
Assinale a alternativa em que o tempo verbal composto está empregado de forma gramaticalmente inadequada, de acordo com a norma culta:  
Alternativas
Q3680035 Português
Assinale a alternativa em que o sujeito é indeterminado:
Alternativas
Q3680034 Português

Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.



Inteligência Artificial e o Espelho Ético



Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.


Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?


Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.


E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.


Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.


Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos. 

Considerando o texto como um todo, é possível afirmar que:
Alternativas
Q3680033 Português

Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.



Inteligência Artificial e o Espelho Ético



Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.


Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?


Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.


E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.


Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.


Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos. 

No trecho "há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias", o uso da metáfora do espelho tem a função de:
Alternativas
Q3680032 Português

Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.



Inteligência Artificial e o Espelho Ético



Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.


Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?


Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.


E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.


Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.


Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos. 

A escolha do título "Inteligência Artificial e o Espelho Ético" contribui para o texto ao: 
Alternativas
Q3680031 Português

Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.



Inteligência Artificial e o Espelho Ético



Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.


Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?


Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.


E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.


Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.


Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos. 

Ao dizer que "o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo", o autor: 
Alternativas
Q3680030 Português

Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.



Inteligência Artificial e o Espelho Ético



Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.


Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?


Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.


E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.


Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.


Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos. 

A principal tese desenvolvida no texto pode ser corretamente identificada como:
Alternativas
Q3678777 Psicologia
Em hospital universitário, um conflito recorrente entre enfermagem e psicologia gira em torno de “quem comunica más notícias” a familiares. Para fortalecer o trabalho interdisciplinar e a qualidade do cuidado, a estratégia em relação à PNH e à PNAB é:
Alternativas
Q3678776 Psicologia
Analise o caso hipotético a seguir:

Em um CAPSi, um estudante com Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e comorbidade ansiosa apresenta piora do desempenho escolar e conflitos familiares. O psiquiatra sugere ajuste medicamentoso; o Psicólogo propõe intervenções psicossociais e mediação escola-família. À luz da RAPS e da concepção de integralidade do Sistema Único de Saúde (SUS), o que melhor expressa a abordagem recomendada? Assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3678775 Psicologia
Durante uma reunião de equipe, o Psicólogo escolar recebe pedido para divulgar integralmente registros individuais de estudantes com sofrimento psíquico. Um caso indica risco iminente de autoagressão. Segundo o Código de Ética do Psicólogo, o manejo CORRETO é:
Alternativas
Q3678774 Psicologia
Uma Unidade de Saúde da Família convida o Psicólogo da rede de educação para apoiar casos de comportamento desafiador em alunos. Parte da equipe solicita “relatórios conclusivos” para definir condutas disciplinares. Considerando a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) e a PNH, qual atuação é mais adequada no trabalho multiprofissional? Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3678773 Direito Sanitário
Observe o caso em hipótese:

Num diagnóstico institucional, o Psicólogo escolar identifica queixas de ansiedade, ambiente ruidoso, ausência de áreas sombreadas no pátio e baixa participação das famílias. Em reunião, parte da equipe reduz o problema a “falta de medicação para os alunos”. Considerando a Lei n.º 8.080/1990, Lei Orgânica da Saúde (LOS), assinale a diretriz que deve orientar o plano de ação da escola em articulação com a rede local. 
Alternativas
Q3678772 Psicologia
Após a morte súbita de um ex-aluno por suicídio fora do ambiente escolar, parte da comunidade demonstra luto e medo, e surgem boatos nas redes sociais. O Psicólogo precisa orientar a resposta institucional. A estratégia CORRETA de acordo com a Lei n.º 13.819/2019, a PNH e a RAPS é:
Alternativas
Q3678771 Psicologia
A escola planeja oficinas de habilidades socioemocionais para reduzir ansiedade e conflitos. O Psicólogo quer garantir qualidade metodológica e ética. Assinale o procedimento CORRETO que atende à PNH e ao Código de Ética.
Alternativas
Q3678770 Psicologia
Uma estudante de 12 anos relata, em escuta reservada, ter feito cortes nos braços na semana anterior. O Psicólogo realiza acolhimento, planeja segurança, aciona responsável e UBS. Sobre o caso, de acordo com a Lei n.º 13.819/2019, a providência obrigatória para a escola é: 
Alternativas
Q3678769 Psicologia
No diagnóstico institucional, observa-se consumo episódico de álcool por adolescentes. A gestão quer respostas “rápidas” (revistas de mochilas, suspensões e “palestra de choque”). A proposta do Psicólogo que se alinha ao SISNAD e à PNPS é: 
Alternativas
Respostas
5661: C
5662: A
5663: D
5664: D
5665: D
5666: C
5667: D
5668: D
5669: C
5670: C
5671: B
5672: A
5673: B
5674: C
5675: B
5676: B
5677: C
5678: B
5679: E
5680: C