Questões de Concurso Comentadas para psicólogo

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Q3695807 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
A respeito do direito à licença prêmio por assiduidade previsto no Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Varginha (Lei nº 2.673/1995), assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3695806 Psicologia
Sobre o uso de testes projetivos na prática clínica psicológica, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3695805 Psicologia
Durante o processo terapêutico na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), os planos de ação são considerados parte essencial da intervenção. Com base no trecho abaixo, analise as afirmativas e assinale a alternativa correta:

I. Os Planos de Ação devem ser flexíveis e ajustados à disposição e capacidade atual do cliente, sendo especialmente voltados à modificação de pensamentos automáticos no início do tratamento.
II. A realização bem-sucedida dos Planos de Ação favorece sentimentos de domínio, esperança e controle, enquanto o fracasso pode provocar autocrítica e desesperança.
III. A definição dos Planos de Ação deve seguir uma fórmula estruturada e universal, previamente estabelecida pelo terapeuta com base em protocolos padrão.
IV. O engajamento do cliente nos Planos de Ação está associado a melhores resultados terapêuticos e avanço mais rápido no tratamento.
V. A ênfase dos Planos de Ação deve permanecer sempre na mudança de comportamento, pois a mudança cognitiva depende exclusivamente de melhora espontânea dos sintomas.
Alternativas
Q3695804 Psicologia
Com base nos estudos de Jean Piaget sobre moralidade infantil, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, indicando V para verdadeiro e F para falso:

( ) Os jogos com regras ajudam as crianças a aprenderem sobre respeito, justiça e honestidade.
( ) Crianças muito pequenas costumam jogar sem seguir regras coletivas.
( ) Crianças na fase da heteronomia acreditam que as regras foram feitas por adultos ou até por Deus e não podem ser mudadas.
( ) Para Piaget, o respeito às regras é sempre imposto por adultos e autoridades.
( ) A moralidade, para Piaget, pode se desenvolver por meio de acordos entre as próprias crianças.
Alternativas
Q3695803 Psicologia
O bem-estar emocional e social dos alunos tem ganhado destaque nas discussões sobre o papel da escola. Mais do que garantir o aprendizado de conteúdos, a escola é chamada a desenvolver práticas que promovam relações saudáveis e condições favoráveis para a aprendizagem integral.

Asserção (A): A escola deve se preocupar com o bem-estar emocional e social dos alunos, pois isso é essencial para o desenvolvimento deles.
Razão (R): Quando a escola promove o bem-estar dos alunos, melhora o clima da sala de aula e o rendimento acadêmico, especialmente quando há fatores emocionais interferindo na aprendizagem.

A respeito dessas afirmativas, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3695802 Psicologia
O bullying no contexto escolar envolve diferentes atores e é influenciado por fatores sociais, emocionais e comportamentais que contribuem para sua ocorrência e permanência nas relações escolares. Nesse sentido, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3695195 Psicologia
Uma estratégia importante na atuação do profissional da Psicologia no contexto da saúde mental no Sistema Único de Saúde – SUS é o matriciamento. Considerando este aspecto, analise as assertivas abaixo.

I- É um processo de apoio técnico-pedagógico e clínico, baseado na integração de saberes, visando a ampliar a capacidade de resolução das equipes de saúde.
II- Ele promove corresponsabilização entre equipes e a construção de Projetos Terapêuticos Singulares – PTS com a articulação entre diferentes níveis de atenção.
III- O matriciamento é um dispositivo de encaminhamento formal e burocrático que se utiliza entre os serviços de saúde mental e atenção básica.
IV- É um procedimento restrito aos médicos e psicólogos que atuam na rede de saúde mental, não sendo utilizado por outros profissionais da equipe multiprofissional.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3695194 Psicologia
A Reforma Psiquiátrica foi um processo histórico, político e social que substituiu o modelo asilar de atenção em saúde mental por uma rede comunitária de base psicossocial. No Brasil, ela passou por diversas fases.

É CORRETO afirmar que aquela que corresponde ao início da redução progressiva de leitos psiquiátricos é chamada fase de: 
Alternativas
Q3695192 Psicologia
A escuta qualificada é um importante instrumento na prática profissional, em que o psicólogo ouve de forma atenta, técnica e ética a pessoa em atendimento. Considerando as características da escuta qualificada, analise as assertivas abaixo.

I- O profissional deve desenvolver uma atenção plena e ouvir de forma concentrada, sem interrupções ou distrações, valorizando as palavras, gestos, expressões e silêncios do paciente.
II- A postura ética e acolhedora do profissional da Psicologia deve pautar-se no respeito, sigilo e aceitação incondicional, possibilitando um ambiente seguro para a escuta ao paciente.
III- O exercício de uma relação simpática com o paciente, que busca entender o que ele está passando, atendo-se aos sentimentos negativos expressos por ele, emitindo julgamentos quando perceber necessários, é papel deste profissional.
IV- O psicólogo deve dedicar-se a uma compreensão para além de um conteúdo verbal, buscando captar o sentido mais profundo da fala, interpretando as emoções, contradições e significados implícitos.

É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q3695190 Psicologia
A entrevista psicológica é um importante instrumento de avaliação e intervenção muito utilizado na prática do psicólogo e apresenta características fundamentais. Aquela que visa ao estabelecimento de vínculo e clima de confiança com o objetivo de favorecer a expressão do entrevistado é chamada de: 
Alternativas
Q3693557 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.

Ao colocar na ordem direta os versos 5 e 6 do Texto IV, tem-se o seguinte período composto:



Imagem associada para resolução da questão



É CORRETO afirmar que a oração em destaque se classifica como uma oração:

Alternativas
Q3693556 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
A função da linguagem predominante no Texto IV é:
Alternativas
Q3693555 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
Ainda considerando o verso “Sou a criatura do que vejo”, é CORRETO afirmar que se trata de uma:
Alternativas
Q3693550 Português
No Texto II:
Texto II

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Fonte: DICAS HISTÓRICAS. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DOIzO8GjpHC/. Acesso em: 2 out. 2025.

Os substantivos Biologia, Medicina, Jornalismo e História, que nomeiam cursos e compõem as orações que formam a tira, do ponto de vista sintático são todos exemplos de:
Alternativas
Q3693548 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Considerando o trecho retirado do Texto I: “Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar”, analise as assertivas que seguem.

I- No aposto “crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos”, o substantivo crises oferece uma explicação sobre a quais culpados pelo quadro desanimador descrito no texto o autor poderia estar se referindo, enquanto o substantivo causas aponta para fatores que poderiam desencadear as crises, tais como a inovação tecnológica e os choques geopolíticos.
II- O referente do sujeito “a conta”, em “a conta aparece em outro lugar”, não pode ser recuperado no texto em si, mas na exterioridade do texto, o que acarreta um problema de coesão.
III- A classe de palavras substantivo é relevante para a coerência do período, uma vez que a intenção do autor é argumentar sobre uma situação, ou seja, sobre algo que está ocorrendo na sociedade, e que exige várias denominações, como ocorre em “múltiplas causas”, “políticas públicas”, “segurança econômica”, por exemplo.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693545 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Sobre o propósito comunicativo do Texto I, é CORRETO afirmar que se trata de:
Alternativas
Q3693223 Psicologia
A eficácia de grupos e oficinas depende de desenho e avaliação consistentes. Marque a alternativa que melhor descreve um arranjo de cuidado coletivo em rede.
Alternativas
Q3693222 Psicologia
A transição para a parentalidade envolve riscos e janelas de proteção ao vínculo. Assinale a alternativa que apresenta uma síntese coerente sobre triagem, intervenções e articulação em rede.
Alternativas
Q3693221 Psicologia
Pedro, 9 anos, TEA com suporte intermediário, ecolalia tardia, seletividade alimentar, sobrecarga familiar; a escola solicita laudo para cuidador e suspensão de educação física. Assinale qual deve ser a conduta do psicólogo no atendimento inicial.
Alternativas
Q3693220 Psicologia
A tomada de decisão clínica e institucional exige evidências sólidas. Marque a alternativa que caracteriza, com precisão, validade, fidedignidade, normas e padronização.
Alternativas
Respostas
5381: D
5382: D
5383: B
5384: B
5385: A
5386: C
5387: B
5388: B
5389: C
5390: E
5391: A
5392: D
5393: E
5394: B
5395: E
5396: B
5397: B
5398: A
5399: C
5400: D