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Q4226985 História e Geografia de Estados e Municípios
Água Doce é conhecida como a Capital Catarinense da: 
Alternativas
Q4108028 Atualidades
A adoção de sistemas de reconhecimento facial em espaços públicos brasileiros tem se intensificado nos últimos anos, sendo utilizada por órgãos de segurança em aeroportos, eventos e vias urbanas. Essa prática tem gerado debates sobre sua efetividade no combate ao crime e os limites relacionados à privacidade e aos direitos individuais. Nesse contexto, qual aspecto representa um dos principais desafios associados ao uso dessa tecnologia no país?
Alternativas
Q4108018 Legislação de Trânsito
No deslocamento em situação de urgência, o Motorista Socorrista deve conhecer as características específicas da condução de veículos de emergência. Sobre o uso correto dos sinais sonoros e luminosos nas ambulâncias, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e as normas técnicas vigentes, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4075555 Legislação de Trânsito
Com relação às infrações ligadas ao uso da iluminação intermitente e ao tratamento dado às ambulâncias pelo Código de Trânsito Brasileiro, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4075553 Legislação de Trânsito
No processo administrativo de trânsito e na divisão de atribuições dos órgãos executivos, analise as afirmativas:

I – As Juntas Administrativas de Recursos de Infrações julgam os recursos interpostos pelos infratores.
II – O auto de infração deve ser arquivado quando for considerado inconsistente ou irregular.
III – A falta de expedição da notificação da autuação no prazo de trinta dias impõe o arquivamento do auto.
IV – Os órgãos executivos municipais possuem competência privativa sobre as infrações listadas no § 4º do art. 24 do Código de Trânsito Brasileiro.
V – A Polícia Militar exerce fiscalização de trânsito por competência originária plena, ainda que não exista convênio com o órgão executivo competente.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q4075551 Legislação de Trânsito
Na redação vigente do Código de Trânsito Brasileiro, a fiscalização das infrações passou a combinar competência concorrente e hipóteses de competência privativa. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4075549 Legislação de Trânsito
No deslocamento para uma ocorrência, a ambulância segue com alarme sonoro e iluminação intermitente acionados. Ao chegar a um cruzamento, há um automóvel na faixa da esquerda e um pedestre parado no passeio aguardando para atravessar.
Nessa situação, o automóvel deve: 
Alternativas
Q4075547 Legislação de Trânsito
No atendimento de urgência, o Código de Trânsito Brasileiro distingue as condições para prioridade de passagem, livre circulação, livre parada e livre estacionamento da ambulância.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4075546 Direito Eleitoral
Nas Eleições Gerais de 2026, como funcionará a votação para o Senado Federal?
Alternativas
Q4075545 Atualidades
Sobre a presença recente do cinema brasileiro no Oscar, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4075544 Atualidades
Após a captura de Nicolás Maduro, durante a intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, qual arranjo político se consolidou? 
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Q4075543 Geografia
Após a realização da COP30 no Brasil, qual aspecto explica o peso simbólico especial atribuído ao evento? 
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Q4075542 Atualidades
No debate sobre a escala 6x1, que ganhou força na política e nas redes sociais, analise as afirmativas:

I – A expressão 6x1 se refere a seis dias de trabalho para um dia de descanso.
II – O tema passou a ser associado à saúde mental, ao convívio familiar e ao tempo de lazer.
III – Parte do debate político defendeu a troca desse modelo por uma jornada 5x2.
IV – O governo federal manifestou apoio à revisão da jornada e à redução da carga semanal.
V – A discussão apareceu como tema trabalhista e também como pauta social de grande repercussão.

Estão corretas as afirmativas: 
Alternativas
Q4075541 Direito Constitucional
No debate político recente sobre prerrogativas parlamentares, uma proposta apelidada pela imprensa de PEC da blindagem, também chamada de PEC das prerrogativas, ganhou destaque no Congresso Nacional.
Qual foi o ponto central mais noticiado da proposta?
Alternativas
Q4075540 Atualidades
Considerando a sucessão recente da presidência rotativa do BRICS e as prioridades defendidas pelo Brasil durante sua condução do bloco, analise as afirmativas:

I – Ao término da presidência brasileira, a condução do BRICS foi transferida para a Índia.
II – Entre os eixos defendidos pelo Brasil estiveram a cooperação do Sul Global e o fortalecimento do multilateralismo.
III – A atuação brasileira associou o bloco a pautas de desenvolvimento social, econômico e ambiental.
IV – A condução brasileira defendeu a transformação do BRICS em uma aliança de defesa coletiva entre seus membros.
V – Durante a condução brasileira, o debate sobre governança global foi afastado das prioridades do bloco.

Estão corretas as afirmativas. 
Alternativas
Q4075539 Atualidades
No Espírito Santo, a Feira dos Municípios voltou ao centro do debate cultural e turístico porque reuniu as cidades em uma grande vitrine estadual.
Qual foi o foco central da Feira? 
Alternativas
Q4075538 História e Geografia de Estados e Municípios
Qual alternativa apresenta o conjunto de atividades mais associado à base econômica de Barra de São Francisco, recentemente?
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Q4075537 História e Geografia de Estados e Municípios
Qual alternativa reúne apenas distritos oficialmente vinculados ao município de Barra de São Francisco? 
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Q4075526 Português
A seta ornamental


    Toda cidade abriga personagens fixos. Há o filósofo de fila de padaria, o especialista em clima que prevê chuva olhando para o joelho e o cidadão que trata vaga de estacionamento como herança de família. No trânsito, porém, existe uma figura especialmente notável: o motorista que usa a seta como item de decoração.

     Ele não desconhece a existência do dispositivo. Seria até injusto acusá-lo disso. Sabe onde a alavanca fica, já a viu de perto e, em algum momento remoto da formação como condutor, ouviu dizer que ela serve para indicar ao outro o que se pretende fazer. O problema nunca foi falta de informação. Foi excesso de autoconfiança. Esse motorista acredita, com a serenidade dos mal orientados, que seu carro transmite pensamento.

     Ele vira à direita como quem muda de assunto no meio da frase. Sem aviso, sem transição, sem a menor cerimônia. O veículo atrás que descubra, por dedução, vocação profética ou reflexo de sobrevivência, qual será o próximo movimento daquela alma apressada. A seta, nesse universo mental, não é ferramenta. É adereço. Uma joia discreta instalada ao lado do volante para compor o acabamento interno, como quem diz: “sim, o automóvel veio completo”.

  O mais curioso é que esse mesmo motorista costuma se indignar profundamente quando os outros não adivinham suas intenções. Fecha a cara, buzina, gesticula, olha pelo retrovisor com a decepção de um artista incompreendido. Na cabeça dele, o erro nunca está na omissão do aviso. Está na falha geral da humanidade em perceber sinais que não foram dados. É quase uma doutrina: se eu pensei, os demais deveriam ter sentido.

     Há também o motorista seletivo, primo próximo desse tipo principal. Ele usa a seta apenas em ocasiões solenes, como quem retira uma louça fina do armário em dia de visita. Num retorno importante, talvez. Numa conversão diante de uma viatura, quem sabe. Fora disso, considera exagero. Para entrar bruscamente na frente do outro, basta coragem. Para sair de uma vaga sem prevenir ninguém, basta fé. E assim a rua vai sendo administrada por impulsos, palpites e pequenos sustos.

    Seria engraçado, e de certo modo é, se não revelasse algo maior. No fundo, a seta esquecida não é apenas uma distração mecânica. Ela denuncia uma visão particular do mundo. Quem não avisa o próprio movimento costuma agir como se o espaço comum lhe pertencesse em regime de exclusividade. Os demais aparecem como obstáculos móveis, figurantes inconvenientes de um roteiro no qual ele se imagina protagonista. A pressa vira argumento moral. A imprudência, um detalhe operacional. 

     Mas o trânsito, essa instituição onde desconhecidos negociam a paz a cada esquina, não funciona por telepatia. Funciona por pacto. E pacto exige sinais claros, previsibilidade mínima e uma dose de respeito que não custa combustível. Acionar a seta é um gesto pequeno, quase ridículo de tão simples. Justamente por isso ele tem valor. Não pede talento, riqueza nem genialidade. Pede apenas a aceitação civilizada de que o outro não foi colocado na via pública para suportar surpresas produzidas pela nossa pressa.

       Talvez esteja aí a lição, escondida sob o humor cotidiano. A seta não serve só para indicar para onde o carro vai. Ela revela de maneira discreta para onde vai o senso de coletividade de quem dirige. No trânsito e fora dele, muita confusão começa quando alguém acha desnecessário avisar, explicar ou considerar o impacto do próprio gesto. Ser adulto, afinal, talvez seja isso: parar de exigir que o mundo adivinhe nossas intenções e começar a sinalizá-las com clareza. Até porque, na vida como na avenida, quem transforma aviso em ornamento costuma chamar de azar o problema que ele mesmo fabricou.


Fonte: Banca Elaboradora 
Assinale a alternativa em que o verbo irregular está corretamente flexionado e a oração está na voz passiva analítica. 
Alternativas
Q4075525 Português
A seta ornamental


    Toda cidade abriga personagens fixos. Há o filósofo de fila de padaria, o especialista em clima que prevê chuva olhando para o joelho e o cidadão que trata vaga de estacionamento como herança de família. No trânsito, porém, existe uma figura especialmente notável: o motorista que usa a seta como item de decoração.

     Ele não desconhece a existência do dispositivo. Seria até injusto acusá-lo disso. Sabe onde a alavanca fica, já a viu de perto e, em algum momento remoto da formação como condutor, ouviu dizer que ela serve para indicar ao outro o que se pretende fazer. O problema nunca foi falta de informação. Foi excesso de autoconfiança. Esse motorista acredita, com a serenidade dos mal orientados, que seu carro transmite pensamento.

     Ele vira à direita como quem muda de assunto no meio da frase. Sem aviso, sem transição, sem a menor cerimônia. O veículo atrás que descubra, por dedução, vocação profética ou reflexo de sobrevivência, qual será o próximo movimento daquela alma apressada. A seta, nesse universo mental, não é ferramenta. É adereço. Uma joia discreta instalada ao lado do volante para compor o acabamento interno, como quem diz: “sim, o automóvel veio completo”.

  O mais curioso é que esse mesmo motorista costuma se indignar profundamente quando os outros não adivinham suas intenções. Fecha a cara, buzina, gesticula, olha pelo retrovisor com a decepção de um artista incompreendido. Na cabeça dele, o erro nunca está na omissão do aviso. Está na falha geral da humanidade em perceber sinais que não foram dados. É quase uma doutrina: se eu pensei, os demais deveriam ter sentido.

     Há também o motorista seletivo, primo próximo desse tipo principal. Ele usa a seta apenas em ocasiões solenes, como quem retira uma louça fina do armário em dia de visita. Num retorno importante, talvez. Numa conversão diante de uma viatura, quem sabe. Fora disso, considera exagero. Para entrar bruscamente na frente do outro, basta coragem. Para sair de uma vaga sem prevenir ninguém, basta fé. E assim a rua vai sendo administrada por impulsos, palpites e pequenos sustos.

    Seria engraçado, e de certo modo é, se não revelasse algo maior. No fundo, a seta esquecida não é apenas uma distração mecânica. Ela denuncia uma visão particular do mundo. Quem não avisa o próprio movimento costuma agir como se o espaço comum lhe pertencesse em regime de exclusividade. Os demais aparecem como obstáculos móveis, figurantes inconvenientes de um roteiro no qual ele se imagina protagonista. A pressa vira argumento moral. A imprudência, um detalhe operacional. 

     Mas o trânsito, essa instituição onde desconhecidos negociam a paz a cada esquina, não funciona por telepatia. Funciona por pacto. E pacto exige sinais claros, previsibilidade mínima e uma dose de respeito que não custa combustível. Acionar a seta é um gesto pequeno, quase ridículo de tão simples. Justamente por isso ele tem valor. Não pede talento, riqueza nem genialidade. Pede apenas a aceitação civilizada de que o outro não foi colocado na via pública para suportar surpresas produzidas pela nossa pressa.

       Talvez esteja aí a lição, escondida sob o humor cotidiano. A seta não serve só para indicar para onde o carro vai. Ela revela de maneira discreta para onde vai o senso de coletividade de quem dirige. No trânsito e fora dele, muita confusão começa quando alguém acha desnecessário avisar, explicar ou considerar o impacto do próprio gesto. Ser adulto, afinal, talvez seja isso: parar de exigir que o mundo adivinhe nossas intenções e começar a sinalizá-las com clareza. Até porque, na vida como na avenida, quem transforma aviso em ornamento costuma chamar de azar o problema que ele mesmo fabricou.


Fonte: Banca Elaboradora 
Assinale a alternativa cuja redação está correta quanto à regência e quanto ao emprego da crase.
Alternativas
Respostas
21: B
22: B
23: D
24: E
25: E
26: C
27: A
28: B
29: B
30: D
31: A
32: C
33: E
34: B
35: A
36: B
37: E
38: C
39: D
40: B