Questões de Concurso
Comentadas para motorista de ambulância
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De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, é requisito para que o candidato obtenha habilitação para conduzir veículo automotor:
Com base nas normas gerais de circulação previstas no Código de Trânsito Brasileiro, pode-se afirmar que o condutor deve:
Com base na direção defensiva, ao se aproximar de uma curva, o condutor deve:
Com base nas normas gerais de circulação, podese afirmar que o uso da buzina é permitido:
Ao realizar a troca da lâmpada da luz de condução diurna, qual procedimento está correto?
O Serviço de Limpeza e Desinfecção de ambulâncias engloba a limpeza, _________ e conservação das superfícies fixas e equipamentos permanentes, objetivando preparar o ambiente, manter a ordem e conservar equipamentos e instalações.
Frequentemente as unidades móveis são contaminadas por ___________ durante o transporte de pacientes, o que pode levar a transmissão dos pacientes subsequentes.
( ) Ao transmitir informações pelo rádio, o condutor deve pronunciar as palavras de forma clara e corretamente articulada.
( ) Falar muito rapidamente pelo sistema de rádio contribui para agilizar o atendimento, mesmo que dificulte a compreensão da mensagem.
( ) É recomendável utilizar palavras simples, facilitando o entendimento por todos os envolvidos na comunicação.
( ) Não é necessário confirmar se a mensagem foi compreendida pela central, pois a responsabilidade da interpretação é apenas do receptor.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Com base nos princípios de direção defensiva, pode-se afirmar que, para evitar colisão com o veículo da frente, o condutor deve:
Os cilindros de Oxigênio Medicinal (O2) é conhecido por ser um equipamento que contém _________.
Marque a alternativa em que a expressão completa corretamente o espaço em branco acima.
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente os espaços em branco acima, na mesma ordem.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Memórias do galo
Tive inúmeros bichos de estimação na minha infância. Desde cachorros, gatos, coelhos, micos, galos... Minha mãe chegou a acreditar que seria veterinário. Entretanto, o que espantava não era a diversidade de animais, mas as qualidades que alguns possuíam.
Aos oito anos tive um cachorrinho chamado Sheique que caía em prantos quando eu me fingia de morto. Eu ficava imóvel estirado no chão, ele não parava de choramingar e lamber o meu rosto enquanto eu não me levantava. Difícil de acreditar? Pois eu juro!
Tive uma cadela chamada Samantha que era centroavante do meu time de futebol. É claro que ela não conhecia as regras do jogo. Mas corria feito doida atrás da bola, tentando abocanhá-la. Como a bola era maior que sua boca, de focinhada em focinhada ela driblava os adversários e marcava vários gols – alguns contra. Samantha não tinha muito espírito esportivo. Quando finalmente abocanhava a bola, era o fim da brincadeira. Depois de furar umas cinco bolas, ela foi expulsa do time.
No entanto, entre todos os meus animais de estimação, o mais terrível e temido foi um galo. Zetti era um galisé, uma espécie de galo pequeno, pouco maior que uma pomba. Entretanto, sua aparência inofensiva era apenas uma cilada. As pessoas se aproximavam e diziam: “Olha que galinho bonitinho!”. Ele eriçava as plumas do pescoço e esporava as canelas e calcanhares de suas vítimas. Em pouco tempo se tornou o terror da vizinhança.
Havia uns moleques valentes, que munidos de paus e pedras desafiavam o galo, mas ele botava todos para correr. As visitas ignoravam o cachorro, que não era manso, e pediam para prender o galo, o que era muito difícil. Logo a rua da minha casa ficou deserta, e as visitas escassas.
Como se fosse pouco, o galo deu uma surra no cachorro, para provar quem era o rei do quintal. Começou a atacar os de sua própria casa, o que nos obrigava a usar calças grossas para não ter os tornozelos esfolados. Um dia, o galo invencível foi vencido pela velhice e bateu as esporas. Entre todas as crianças do bairro fui a única a ficar infeliz.
CHAGAS, Ricardo. Memórias do galo. Folha de Londrina. Disponível em <https://www.folhadelondrina.com.br/folha-2/cronica--- memorias-do-galo-695269.html>. .
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Memórias do galo
Tive inúmeros bichos de estimação na minha infância. Desde cachorros, gatos, coelhos, micos, galos... Minha mãe chegou a acreditar que seria veterinário. Entretanto, o que espantava não era a diversidade de animais, mas as qualidades que alguns possuíam.
Aos oito anos tive um cachorrinho chamado Sheique que caía em prantos quando eu me fingia de morto. Eu ficava imóvel estirado no chão, ele não parava de choramingar e lamber o meu rosto enquanto eu não me levantava. Difícil de acreditar? Pois eu juro!
Tive uma cadela chamada Samantha que era centroavante do meu time de futebol. É claro que ela não conhecia as regras do jogo. Mas corria feito doida atrás da bola, tentando abocanhá-la. Como a bola era maior que sua boca, de focinhada em focinhada ela driblava os adversários e marcava vários gols – alguns contra. Samantha não tinha muito espírito esportivo. Quando finalmente abocanhava a bola, era o fim da brincadeira. Depois de furar umas cinco bolas, ela foi expulsa do time.
No entanto, entre todos os meus animais de estimação, o mais terrível e temido foi um galo. Zetti era um galisé, uma espécie de galo pequeno, pouco maior que uma pomba. Entretanto, sua aparência inofensiva era apenas uma cilada. As pessoas se aproximavam e diziam: “Olha que galinho bonitinho!”. Ele eriçava as plumas do pescoço e esporava as canelas e calcanhares de suas vítimas. Em pouco tempo se tornou o terror da vizinhança.
Havia uns moleques valentes, que munidos de paus e pedras desafiavam o galo, mas ele botava todos para correr. As visitas ignoravam o cachorro, que não era manso, e pediam para prender o galo, o que era muito difícil. Logo a rua da minha casa ficou deserta, e as visitas escassas.
Como se fosse pouco, o galo deu uma surra no cachorro, para provar quem era o rei do quintal. Começou a atacar os de sua própria casa, o que nos obrigava a usar calças grossas para não ter os tornozelos esfolados. Um dia, o galo invencível foi vencido pela velhice e bateu as esporas. Entre todas as crianças do bairro fui a única a ficar infeliz.
CHAGAS, Ricardo. Memórias do galo. Folha de Londrina. Disponível em <https://www.folhadelondrina.com.br/folha-2/cronica--- memorias-do-galo-695269.html>. .
A expressão destacada no trecho acima é sinônima de: