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(TRINDADE, Sérgio L. Bezerra. História do Rio Grande do Norte. Natal: EDIFRN, 2010. p. 263.)
Considerando as transformações estruturais da economia do Rio Grande do Norte, entre os séculos XIX e XX, especialmente no que se refere à cotonicultura, marque a opção correta.
(CASTRO, Josué. Geografia da fome: o dilema brasileiro: pão ou aço. Rio de Janeiro: Antares, 1984. p. 244.)
Considerando o impacto social e ambiental da grande seca de 1877 no Rio Grande do Norte, à luz do trecho apresentado pelo geógrafo brasileiro Josué de Castro (1908-1973) e da forma como as elites e o Estado lidaram com as catástrofes naturais e sanitárias no Nordeste, assinale a alternativa correta.
(HOBSBAWM, Eric. Rebeldes primitivos. Estudo sobre as formas arcaicas de movimentos sociais nos séculos XIX e XX. Barcelona: Ariel, 1983. p. 300)
Sobre o ataque de Virgulino Ferreira da Silva (c. 1900-1938) e seu bando à cidade de Mossoró, em 1927, e o fenômeno do cangaceirismo no contexto histórico do Brasil agrário-oligárquico do início do século XX, assinale a afirmativa correta.
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp/FDE, 1995. p. 44.)
A Capitania do Rio Grande representou uma das frentes de tentativa de ocupação portuguesa na América. Baseando-se nesse contexto, assinale a afirmativa correta quanto ao papel da Capitania do Rio Grande no século XVI.
“E quando me perguntarem, ao descobrirem que vivi na Cidade dos Loucos, se sou biista ou bonifacista [...]”
“Observemos o que Saramago expõe em seu romance Ensaio sobre a lucidez [...]”
“[...] O ponto aqui é que as famílias Bias Fortes e Bonifácio Andrada ainda são as duas grandes vertentes da política local [...]”
A palavra em destaque, no período entre aspas, é formada por um processo de interseção de elementos
A função sintática da oração subordinada substantiva ressaltada, no período antecedente, é de
“[...] o que¹ exponho é que² não somos capazes de sair do script já tão bem conhecido de alternância de poder [...]”
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 01
A arte de viver
Em 2024, o filme Dias Perfeitos, coprodução entre Japão e Alemanha, dirigido por Win Wenders, foi indicado ao Oscar. Com grande simplicidade e beleza, fala sobre a possibilidade de usarmos nosso tempo de forma tão adequada, tão humana, que pudéssemos chegar ao ponto de nos sentirmos no direito de dizer: essa hora, esse dia, essa semana foram perfeitos!
Claro, a primeira forma mental que surge é: “A perfeição não existe!”, ou ainda: “Isso é relativo! O que é perfeito para você, pode não ser para mim!” e tantas outras frases de efeito desse tipo, que não dizem nada, mas que, à força de serem muito repetidas, parecem ganhar um status de realidade.
Se faço um curso de desenho há uma semana e meu professor me pede para fazer um esboço, é lógico que ele possa dizer do meu trabalho: “Seu desenho é perfeito para um aluno de uma semana!”, assim como uma pequena luva é perfeita para a mão de uma criança de quatro anos.
E, assim como uma planta que faz fotossíntese realiza seu ideal de planta e viabiliza a vida orgânica – uma vez que é base da cadeia alimentar –, um ser humano que se realiza ao atingir seu ideal de exercer valores humanos como bondade, justiça e fraternidade, ao alcançar um grau de sabedoria, viabiliza a vida de muita coisa à sua volta, inclusive da própria humanidade e da natureza como um todo. Dessa forma, são, ambos, seres que atingiram o grau de perfeição que a vida prevê para eles, e isso não é nada relativo!
Podemos, então, imaginar que o tempo está repleto de convites à perfeição, desde a perfeita audição da melodia que o sabiá entoou nesta manhã até o perfeito sentimento de harmonia que ela produziu em mim, e assim sucessivamente. Mas isso apenas acontecerá com tal clareza se estivermos plenos, corpo, mente e alma juntos no momento presente, depositando o nosso melhor em tudo que passa pelas nossas mãos, pensamento e coração.
Ao adotarmos essa prática, podemos atingir um estado de plenitude luminosa dentro de nós, vazia de ânsias e desejos, repleta de paz e perfeita serenidade. Esse estado interno nos permite ver a Deus até na fileira de formigas sobre o azulejo da nossa cozinha. Nesse fugaz momento, já não faz nenhum sentido para nós a voz daqueles que dizem que a vida não é sagrada. Como disse o psiquiatra Carl Jung em sua última entrevista dada à BBC de Londres: “Eu não trabalho com um sistema de crenças; eu não acredito em Deus, eu sei!”
Fonte: GALVÃO, Lúcia Helena. A arte de viver. Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/a-arte-de-viver/. Acesso em: 17 set. 2025.