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Q1867304 Português
Uma escritora francesa, falando da felicidade, afirmou que: “A felicidade é uma bola atrás da qual corremos enquanto rola e que chutamos logo que para”. Com esse pensamento, a escritora quer dizer-nos que a felicidade humana: 
Alternativas
Q1867303 Português
A frase abaixo em que a oração adjetiva destacada foi substituída adequadamente por um adjetivo é: 
Alternativas
Q1867302 Português
A conjunção E apresenta predominantemente o valor de adição, mas pode mostrar ainda o valor adversativo (ou concessivo), consequência ou conclusão, finalidade, valor consecutivo, introduzir uma explicação enfática, iniciar frases de alta intensidade afetiva (= interjeição), facilitar a passagem de uma ideia a outra. A frase abaixo em que ela mostra valor adversativo, equivalente à ideia de oposição, é:
Alternativas
Q1867301 Português
A cultura humana foi preservando sabedoria nas frases denominadas provérbios; o provérbio africano abaixo que recomenda prudência aos leitores é:
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Q1867300 Português
São famosas no Brasil as frases que os caminhoneiros escrevem nos para-choques ligadas à sua atividade.  A frase abaixo que é desligada dessa profissão é: 
Alternativas
Q1867299 Português
O segmento abaixo que exemplifica o tipo de texto denominado instrucional é:
Alternativas
Q1867298 Português
Observe o texto a seguir, de uma campanha publicitária:
Gripol – ajuda a conviver com a gripe Quando você ficar gripado, procure viver bem com ela. Procure aliviar seu mal-estar com Gripol. É questão de dias e de ficar o melhor possível enquanto a gripe dure.
O texto da publicidade tem por finalidade:
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Q1867297 Português

A embalagem de um biscoito mostra o seguinte:

Biscoitos Vó Mecias Tradicional sabor mineiro Estrelinha de castanha

O nome dos biscoitos - Vó Mecias - tem a finalidade de: 

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Q1867296 Português
Num passeio, alguém pergunta a um dos acompanhantes: – Que horas são? A resposta mais relevante para essa pergunta é
Alternativas
Q1867295 Português
Leia o seguinte anúncio de um programa de rádio: “Acompanhe nossa programação! Falamos de coração para coração, para os que possuem sentimentos e têm cérebro!” Em outras palavras, a rádio:
Alternativas
Q1867294 Português
Entre os empregos do pretérito imperfeito do indicativo há um que expressa uma relação de cortesia, como no seguinte caso:
Alternativas
Q1867293 Português
A conjunção MAS aparece em muitas frases portuguesas, indicando uma contradição entre o conteúdo da primeira afirmação e o da segunda. A frase abaixo em que essa conjunção tem valor diferente é:
Alternativas
Q1867292 Português
Um cliente de um restaurante estuda o cardápio e pede explicações sobre a “sopa de ninhos de andorinha”; o garçom explica que se trata de andorinhas marinhas e que a sopa é feita com as algas que a ave recolhe no mar e deposita no ninho. O cliente comenta: – Ainda bem! O comentário do cliente indica que ele estava preocupado com:
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Q1867291 Redação Oficial
Um Manual de Redação exemplifica, com um texto, um dos problemas mais recorrentes na hora de escrever: “Alexandre, que é o novo coordenador do grupo, que vem a ser sobrinho da diretora, está desenvolvendo um novo projeto, que é o de diminuir o intervalo do lanche, para sairmos mais cedo.” Esse problema de escrita é:
Alternativas
Q1867290 Português
Na comunicação linguística, ocorrem circunstâncias em que os interlocutores esperam cortesia mútua. As palavras e expressões corteses apresentam valor positivo, mas também podem ter conotações negativas. A situação abaixo que mostra uma conotação negativa é: 
Alternativas
Q1867289 Português
Um casal pretendia assistir a determinado filme, mas, à porta do cinema, para sua surpresa, havia uma fila incomensurável de pessoas nos guichês. Diante disso, o marido declarou:
– Puxa! Eu esqueci que eram férias das crianças!
Com essa frase, o marido indica que:
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Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: SESP-PR
Q1194886 Medicina
Afinal: o que é a “morte cerebral”?  A declaração de morte cerebral é um conceito relativamente novo na medicina e envolve o preenchimento de critérios clínicos e laboratoriais 
O cérebro humano é o órgão que nos torna únicos. Possibilita que pensemos, falemos e organiza, de uma forma ou outra, todo nosso consciente e inconsciente. Claro, todos os órgãos são relevantes, e, sem o conjunto, não poderíamos funcionar de maneira adequada. Mas a verdade é que, do ponto de vista evolutivo, todos os órgãos desenvolveram-se para permitir manter um cérebro cada vez mais exigente e complexo. Aprimoraram-se os mecanismos de defesa, de alimentação, de locomoção, entre outros, para que as sensações e ordens trabalhadas no cérebro fossem elaboradas.  E quando o cérebro deixa de funcionar, ou seja, morre, todas as outras funções deixam de ser necessárias; muitas delas ficam descoordenadas pela simples falta da atividade cerebral adequada.  Até pouco tempo atrás, o indivíduo morria quando seu coração parava de bater. Hoje sabemos que o indivíduo está morto quando seu cérebro morre. Mas, não há muito tempo, também achávamos que as sensações (o amor, por exemplo), emanavam do coração.  Apesar disto parecer “bom senso”, o conceito de “morte cerebral” e seu adequado diagnóstico são tópicos recentes e datam de apenas algumas décadas. A necessidade de conceituar formalmente a “morte cerebral” ou “morte encefálica” tomou impulso quando se iniciou a era dos transplantes de órgãos, e tornou-se necessário protocolizar seu diagnóstico, já que indivíduos com morte cerebral poderiam então ser considerados possíveis doadores.  Existem algumas diferenças para a definição de morte cerebral em diferentes países, mas muitos aspectos são comuns. Em primeiro lugar, o indivíduo deve ter algumas características clínicas, que são facilmente reconhecidas por um neurologista: falta de reação à dor, falta de movimentação, ausência de respiração, pupilas dilatadas e não responsivas à luz etc. Claro, o indivíduo não pode ter recebido nenhuma medicação nas 24 horas anteriores que possa causar isto. Cada um destes aspectos foi regulamentado: ver se o paciente respira, ver a reação à dor, as pupilas etc, de modo que a avaliação pudesse ser replicada, independente do ambiente em que o indivíduo esteja. [...]  Uma vez definida adequadamente a morte encefálica, o indivíduo poderá ter seus órgãos doados (caso tenha havido consentimento para tal), um ato que possivelmente poderá ajudar a salvar várias vidas. A partir deste momento, as medidas de suporte de vida são, em tese, desnecessárias. 
(Disponível: http://veja.abril.com.br/blog/letra-de-medico/afinal-o-quee-a-morte-cerebral/ Acesso em: 07/02/17) 
De acordo com o texto, a necessidade de conceituação formal do diagnóstico de morte cerebral deveu-se:
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Ano: 2017 Banca: IBADE Órgão: PC-AC Prova: IBADE - 2017 - PC-AC - Auxiliar de Necropsia |
Q812801 Medicina Legal
Um mergulhador que saí do fundo de um rio e sobe muito rapidamente pode estar sujeito aos efeitos da descompressão. Tal fato é considerado um:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IBADE Órgão: PC-AC Prova: IBADE - 2017 - PC-AC - Auxiliar de Necropsia |
Q812799 Medicina Legal
Uma perícia realizada indica que um indivíduo foi encontrado morto em um local em que a lâmina d'água era de vinte centímetros. Dentre os principais sinais externos, o cadáver estava com a face virada para baixo, com baixa temperatura da pele e cogumelo de espuma no interior da boca, além de maceração da derme e pele anserina. Com base nos elementos citados acima, pode-se presumir que a morte foi provocada por:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IBADE Órgão: PC-AC Prova: IBADE - 2017 - PC-AC - Auxiliar de Necropsia |
Q812791 Legislação Federal
De acordo com a Lei n° 5.553/1968, que dispõe acerca da apresentação e uso de documento de identificação criminal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
161: A
162: E
163: D
164: D
165: B
166: E
167: D
168: C
169: C
170: A
171: E
172: D
173: C
174: C
175: A
176: E
177: A
178: A
179: D
180: E