Questões de Concurso Comentadas para técnico de laboratório - biotério

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Q2195842 Direito Administrativo
De acordo com a Lei nº 10.520/2002, que institui a modalidade de licitação denominada pregão, para aquisição de bens e serviços comuns, assinale a opção correta com relação à fase externa do pregão:
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Q2195841 Direito Administrativo
De acordo com a Lei nª 14.133/2021, Lei de Licitações e Contratos Administrativos, assinale a opção correta que corresponde às modalidades de licitação nela previstas: 
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Q2195839 Direito Administrativo
Segundo a Lei nº 8.112/90, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, assinale a opção de indica corretamente as formas de provimento de cargo público: 
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Q2195838 Português
Assinale a alternativa em que as palavras são grafadas pela mesma regra de acentuação.
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Q2195836 Português
“Um pouco cansada com as compras deformando o novo saco de tricô, Ana subiu no bonde. Depositou o volume no colo e o bonde começou a andar. Recostou-se então no banco procurando conforto num suspiro de meia satisfação.” (Trecho do conto Amor, Clarice Lispector) O trecho do conto acima possui problemas de pontuação. Assinale a alternativa em que a reescrita das informações do texto atende à norma padrão de pontuação.
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Q2195835 Português
Assinale a alternativa na qual a crase está correta. 
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Q2195834 Português
“Ela, sempre que ele vê ela online no zap, ele fica bolado se ela não responde". O período acima está escrito em linguagem coloquial. Assinale a opção em que o período citado está reescrito segundo a norma-padrão da língua portuguesa. 
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Q2195833 Português
Assinale a alternativa na qual a palavra "que" exerce a função de pronome relativo. 
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Q2195832 Português

Imagem associada para resolução da questão

((Extraído de SACRAMENTO, Leila Lauar. Gramática em Textos. 1 ed. São Paulo: Moderna, 2000)


Na tirinha acima, o efeito cômico é obtido:


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Q2195831 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO :

Festa para o nascimento de Carolina de Jesus e Abdias Nascimento

Por Cidinha da Silva Carolina

Maria de Jesus e Abdias Nascimento nasceram no dia 14 de março de 1914, em dois interiores distintos: ele, em Franca, São Paulo; e ela, em Sacramento, Minas Gerais. Em comum, o fato de terem sido desbravadores. Carolina, uma escritora de pouca escolaridade, origem popular. Abdias, de mesma origem, tornou-se intelectual versátil e artista de variada expressão: poeta, dramaturgo e artista plástico. Ambos representaram o Brasil no mundo internacional das letras.

Quando saiu de Minas, em 1930, Carolina fixou-se em Franca (cidade de Abdias), onde foi trabalhadora doméstica por sete anos. Só em 1937, depois da morte da mãe, Carolina mudou-se para a capital paulista. De novo foi trabalhadora doméstica, migrando a seguir para a coleta de papelão.

Abdias, em 1930, já era técnico em contabilidade e alistou-se no Exército com o objetivo de transferir-se para São Paulo. Em 1936, mudou-se para a capital fluminense e anos mais tarde formou-se em Economia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. A intensa vida cultural negra carioca, a convivência com artistas de vários lugares do mundo, leva-o a criar o Teatro Experimental do Negro (TEN) em 1944, um espaço criativo e dramatúrgico para os profissionais negros das artes cênicas.

Em São Paulo, Carolina mantinha um diário que originou seu livro mais famoso, “Quarto de despejo: Diário de Uma Favelada”, editado por Audálio Dantas. A obra foi sucesso estrondoso. Há registros de que foram vendidos 600 exemplares na noite de autógrafos, 10 mil exemplares na primeira semana e 100 mil exemplares em um ano. Para alguns pesquisadores renomados, o fenômeno de vendas comprova, prioritariamente, o papel decisivo da mídia no sistema literário, já naquela época, ao promover certos autores e obras. Talvez, para esses analistas, tenha menos importância o contexto sociopolítico do Brasil de 1960, no qual havia grande ebulição cultural e política, coroada pela curiosidade (mórbida, em muitos casos) em conhecer detalhes da vida de uma favelada.

Carolina foi gerada e destruída pela indústria cultural em curto espaço de tempo. Escreveu livros de memória e poesia. Em vida, publicou Casa de alvenaria (1961), Pedaços da fome e Provérbios (1963), além de Quarto de despejo (1960). Após seu falecimento, foram publicados: Um Brasil para os brasileiros (1982), Diário de Bitita (1986), Meu estranho diário e Antologia pessoal (1996).

Abdias foi o ativista negro mais longevo da História do Brasil, agregando produção artística e política fundamentais. Em sua vultosa obra, destacam-se: a organização da Convenção Nacional do Negro (Rio de Janeiro) nos anos de 1945 e 1946. Em 1950, numa parceria com Guerreiro Ramos e Edson Carneiro, realizou o Primeiro Congresso do Negro Brasileiro. Foi vice-presidente nacional do PDT, deputado federal e senador por esse partido. Criou o conceito de Quilombismo: “reinvenção de um caminho afrobrasileiro de vida fundado em sua experiência histórica, na utilização do conhecimento crítico e inventivo de suas instituições golpeadas pelo colonialismo e o racismo. Enfim, reconstruir no presente uma sociedade dirigida ao futuro, mas levando em conta o que ainda for útil e positivo no acervo do passado”.

(Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/literafro/29- critica-de-autores-feminios/1029-festa-para-o-nascimentode-carolina-de-jesus-e-abdias-nascimento-cidinha-da-silva. Acesso em 24 de abril de 2023.)

Logo no início do texto, a autora utiliza o termo desbravadores: “Em comum, o fato de terem sido desbravadores” (l. 3) para se referir ao fato de os dois, a escritora e o intelectual:
Alternativas
Q2195830 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO :

Festa para o nascimento de Carolina de Jesus e Abdias Nascimento

Por Cidinha da Silva Carolina

Maria de Jesus e Abdias Nascimento nasceram no dia 14 de março de 1914, em dois interiores distintos: ele, em Franca, São Paulo; e ela, em Sacramento, Minas Gerais. Em comum, o fato de terem sido desbravadores. Carolina, uma escritora de pouca escolaridade, origem popular. Abdias, de mesma origem, tornou-se intelectual versátil e artista de variada expressão: poeta, dramaturgo e artista plástico. Ambos representaram o Brasil no mundo internacional das letras.

Quando saiu de Minas, em 1930, Carolina fixou-se em Franca (cidade de Abdias), onde foi trabalhadora doméstica por sete anos. Só em 1937, depois da morte da mãe, Carolina mudou-se para a capital paulista. De novo foi trabalhadora doméstica, migrando a seguir para a coleta de papelão.

Abdias, em 1930, já era técnico em contabilidade e alistou-se no Exército com o objetivo de transferir-se para São Paulo. Em 1936, mudou-se para a capital fluminense e anos mais tarde formou-se em Economia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. A intensa vida cultural negra carioca, a convivência com artistas de vários lugares do mundo, leva-o a criar o Teatro Experimental do Negro (TEN) em 1944, um espaço criativo e dramatúrgico para os profissionais negros das artes cênicas.

Em São Paulo, Carolina mantinha um diário que originou seu livro mais famoso, “Quarto de despejo: Diário de Uma Favelada”, editado por Audálio Dantas. A obra foi sucesso estrondoso. Há registros de que foram vendidos 600 exemplares na noite de autógrafos, 10 mil exemplares na primeira semana e 100 mil exemplares em um ano. Para alguns pesquisadores renomados, o fenômeno de vendas comprova, prioritariamente, o papel decisivo da mídia no sistema literário, já naquela época, ao promover certos autores e obras. Talvez, para esses analistas, tenha menos importância o contexto sociopolítico do Brasil de 1960, no qual havia grande ebulição cultural e política, coroada pela curiosidade (mórbida, em muitos casos) em conhecer detalhes da vida de uma favelada.

Carolina foi gerada e destruída pela indústria cultural em curto espaço de tempo. Escreveu livros de memória e poesia. Em vida, publicou Casa de alvenaria (1961), Pedaços da fome e Provérbios (1963), além de Quarto de despejo (1960). Após seu falecimento, foram publicados: Um Brasil para os brasileiros (1982), Diário de Bitita (1986), Meu estranho diário e Antologia pessoal (1996).

Abdias foi o ativista negro mais longevo da História do Brasil, agregando produção artística e política fundamentais. Em sua vultosa obra, destacam-se: a organização da Convenção Nacional do Negro (Rio de Janeiro) nos anos de 1945 e 1946. Em 1950, numa parceria com Guerreiro Ramos e Edson Carneiro, realizou o Primeiro Congresso do Negro Brasileiro. Foi vice-presidente nacional do PDT, deputado federal e senador por esse partido. Criou o conceito de Quilombismo: “reinvenção de um caminho afrobrasileiro de vida fundado em sua experiência histórica, na utilização do conhecimento crítico e inventivo de suas instituições golpeadas pelo colonialismo e o racismo. Enfim, reconstruir no presente uma sociedade dirigida ao futuro, mas levando em conta o que ainda for útil e positivo no acervo do passado”.

(Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/literafro/29- critica-de-autores-feminios/1029-festa-para-o-nascimentode-carolina-de-jesus-e-abdias-nascimento-cidinha-da-silva. Acesso em 24 de abril de 2023.)

Sobre a estrutura de organização do texto, é certo afirmar que: 
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Q2195829 Português
Leia o poema abaixo:
A ROTA DO SER José Inácio Vieira de Melo
Que a luz chegue em cada quarto, em cada recanto do teu ser.
Que tua vida seja grande. E que na soma dos erros e acertos o Sol continue a iluminar tua rota.
E quando chegar a hora de partir, parte. Mas parte contente, celebrando o mistério do porvir.
(Disponível em: https://revistaacrobata.com.br/demetrios /poesia/3-poemas-de-jose-inacio-vieira-demelo/. Acesso em: 24 de abril de 2023.)


É notório no poema que o desejo do eu-lírico é que o interlocutor:
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Q2033878 Veterinária
Enriquecimento ambiental é “qualquer medida que promove a expressão de tipos de comportamento naturais específicos da espécie e uma diminuição, se não o desaparecimento, de tipos de comportamento anormais. Deve ser baseado na promoção de um efeito positivo no bem-estar físico e psicológico do animal.”
Disponível em: https://www.mctic.gov.br/ mctic/export/sites/institucional/institucional/concea/arquivo s/publicacoes/Fasciculo-02.-Roedores-e-Lagomorfos- 2019.pdf. Adaptado


São formas de enriquecimento ambiental de roedores, EXCETO a(o): 
Alternativas
Q2033877 Veterinária
Em ratos Wistar, a fase do ciclo estral onde ocorre a ovulação é o 
Alternativas
Q2033876 Veterinária
Os ratos Wistar são uma linhagem albina desta espécie. Sua gestação dura, aproximadamente
Alternativas
Q2033875 Veterinária
São vias recomendadas para a coleta de sangue não terminal em camundongos: 
Alternativas
Q2033874 Veterinária
Poucas doenças de animais de laboratório têm sido consideradas como verdadeiras ameaças para os pesquisadores, ou tão enigmáticas para os microbiologistas como a Doença Respiratória Crônica Murina. A doença está presente nas criações de ratos, mesmo em biotério com barreiras sanitárias e, consequentemente, faz-se necessário um monitoramento constante da criação. 

Disponível em: https://www.infoteca.cnptia. embrapa.br/ infoteca/bitstream/doc/415512/1/ct442001.pdf. Adaptado.


Esta doença é causada por:  
Alternativas
Q2033873 Veterinária
Embora ratos e camundongos sejam altamente sociáveis, algumas recomendações para o estabelecimento dos grupos experimentais nas gaiolas devem ser observadas, de modo a evitar brigas e situações que comprometam o bem-estar animal.
Com relação ao comportamento apresentado por esses animais e seu alojamento em biotérios, a opção correta é: 
Alternativas
Q2033872 Veterinária
Apesar de não ter sido devidamente implementada, o Brasil tem a importante Lei Federal nº 6.638, de 08 de maio de 1979 que 
Alternativas
Q2033871 Veterinária
O material usado para a forração das gaiolas de ratos e camundongos em biotérios de experimentação, deve ser, preferencialmente: 
Alternativas
Respostas
261: C
262: A
263: B
264: D
265: E
266: A
267: E
268: B
269: C
270: D
271: A
272: B
273: D
274: E
275: B
276: E
277: A
278: B
279: C
280: C