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Os viajantes naturalistas que passaram por Goiás no século XIX deixaram uma visão negativa sobre a região. Após o esgotamento do ciclo do ouro, eles fizeram registros que influenciaram negativamente a história e a identidade do povo goiano, por meio do estigma da
Analise a imagem a seguir.

Disponível em: <https://bancariositabuna.com.br/2022/05/17/trabalho-por
conta-propria-cresce-e-fica-mais-precario/>. Acesso em: 10 jun. 2025.
A charge é uma crítica ao mundo do trabalho no Brasil, cuja situação representada evidencia que
Em Goiás, existe uma manifestação cultural popular que surgiu no Brasil a partir da mistura de elementos africanos e portugueses do catolicismo praticado pelos negros. Nela ocorrem celebrações em homenagem a Nossa Senhora do Rosário, São Benedito e Santa Efigênia, feitas por grupos de negros chamados de Reinados ou Irmandades, acompanhadas por danças e cantos. Trata-se das
Nas décadas de 1940 e 1950, fatores nacionais e regionais promoveram transformações nas estruturas do estado de Goiás. A integração do comércio nacional, a urbanização e a formação de centros comerciais na região foram impulsionadas pela expansão da rede de transporte
Segundo o IBGE, em 2022, a população de Goiânia era de 1.437.366 habitantes e 779.881 dessas pessoas trabalhavam. Considerando um grupo formado aleatoriamente por 3 pessoas em Goiânia no ano de 2022, qual é, aproximadamente, a probabilidade de que todas as pessoas deste grupo sejam trabalhadoras?

Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
O grupo Racionais MC’s recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) como reconhecimento pela sua importância social, intelectual, histórica e estética. A cerimônia de entrega do título coletivo aos integrantes Mano Brown, lce Blue, Edi Rock e KL Jay ocorreu em março/2025, em Campinas (SP).
Essa é a primeira vez que o título é entregue a um grupo em vez de uma única personalidade. A honraria foi proposta pelas professoras Jaqueline Lima Santos e Daniela Vieira dos Santos e pelo professor Omar Ribeiro Thomaz, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp (IFCH), e aprovada pelo Conselho Universitário em novembro de 2023.
O título é a distinção máxima prevista no estatuto da Unicamp e é concedido a “pessoas que tenham contribuído, de maneira notável, para o progresso das ciências, das letras ou das artes e/ou que tenham beneficiado, de forma excepcional, a humanidade ou tenham prestado relevantes serviços à universidade”.
Criado em 1988 na periferia de São Paulo (SP), o grupo se consolidou como o maior representante do rap brasileiro por suas músicas discutirem problemas estruturais da sociedade, como racismo, desigualdade e violência policial.
Disponível em: <https://educacaoeterritorio.org.br/reportagens/ecoando-a-lutapor-direitos-racionais-mcs-recebem-titulo-coletivo-de-doutor-honoris-causa-daunicamp/>. Acesso em: 5 jun. 2025. [Adaptado].
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
O grupo Racionais MC’s recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) como reconhecimento pela sua importância social, intelectual, histórica e estética. A cerimônia de entrega do título coletivo aos integrantes Mano Brown, lce Blue, Edi Rock e KL Jay ocorreu em março/2025, em Campinas (SP).
Essa é a primeira vez que o título é entregue a um grupo em vez de uma única personalidade. A honraria foi proposta pelas professoras Jaqueline Lima Santos e Daniela Vieira dos Santos e pelo professor Omar Ribeiro Thomaz, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp (IFCH), e aprovada pelo Conselho Universitário em novembro de 2023.
O título é a distinção máxima prevista no estatuto da Unicamp e é concedido a “pessoas que tenham contribuído, de maneira notável, para o progresso das ciências, das letras ou das artes e/ou que tenham beneficiado, de forma excepcional, a humanidade ou tenham prestado relevantes serviços à universidade”.
Criado em 1988 na periferia de São Paulo (SP), o grupo se consolidou como o maior representante do rap brasileiro por suas músicas discutirem problemas estruturais da sociedade, como racismo, desigualdade e violência policial.
Disponível em: <https://educacaoeterritorio.org.br/reportagens/ecoando-a-lutapor-direitos-racionais-mcs-recebem-titulo-coletivo-de-doutor-honoris-causa-daunicamp/>. Acesso em: 5 jun. 2025. [Adaptado].
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
O grupo Racionais MC’s recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) como reconhecimento pela sua importância social, intelectual, histórica e estética. A cerimônia de entrega do título coletivo aos integrantes Mano Brown, lce Blue, Edi Rock e KL Jay ocorreu em março/2025, em Campinas (SP).
Essa é a primeira vez que o título é entregue a um grupo em vez de uma única personalidade. A honraria foi proposta pelas professoras Jaqueline Lima Santos e Daniela Vieira dos Santos e pelo professor Omar Ribeiro Thomaz, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp (IFCH), e aprovada pelo Conselho Universitário em novembro de 2023.
O título é a distinção máxima prevista no estatuto da Unicamp e é concedido a “pessoas que tenham contribuído, de maneira notável, para o progresso das ciências, das letras ou das artes e/ou que tenham beneficiado, de forma excepcional, a humanidade ou tenham prestado relevantes serviços à universidade”.
Criado em 1988 na periferia de São Paulo (SP), o grupo se consolidou como o maior representante do rap brasileiro por suas músicas discutirem problemas estruturais da sociedade, como racismo, desigualdade e violência policial.
Disponível em: <https://educacaoeterritorio.org.br/reportagens/ecoando-a-lutapor-direitos-racionais-mcs-recebem-titulo-coletivo-de-doutor-honoris-causa-daunicamp/>. Acesso em: 5 jun. 2025. [Adaptado].
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Uma metáfora do poder e também da ideia de que certos corpos pertencem a determinados lugares é a da rainha que pertence naturalmente ao palácio real, ao contrário da plebe, que não pode jamais alcançar uma posição de majestade. Tal hierarquia introduz uma dinâmica na qual a negritude significa não somente "inferioridade", mas também “estar fora do lugar" enquanto a branquitude significa "estar no lugar" e, portanto, "superioridade". No racismo, corpos negros são construídos como corpos impróprios, como corpos que estão “fora do lugar” e, por essa razão, corpos que não podem pertencer. Corpos brancos, ao contrário, são construídos como próprios, são corpos que estão “no lugar'', “em casa”, corpos que sempre pertencem. Eles pertencem a todos os lugares: Europa, África; norte, sul, leste, oeste; o centro, bem como a periferia.
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano.
Rio de Janeiro: Cobogó, 2019. p. 56. [Adaptado].
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Uma metáfora do poder e também da ideia de que certos corpos pertencem a determinados lugares é a da rainha que pertence naturalmente ao palácio real, ao contrário da plebe, que não pode jamais alcançar uma posição de majestade. Tal hierarquia introduz uma dinâmica na qual a negritude significa não somente "inferioridade", mas também “estar fora do lugar" enquanto a branquitude significa "estar no lugar" e, portanto, "superioridade". No racismo, corpos negros são construídos como corpos impróprios, como corpos que estão “fora do lugar” e, por essa razão, corpos que não podem pertencer. Corpos brancos, ao contrário, são construídos como próprios, são corpos que estão “no lugar'', “em casa”, corpos que sempre pertencem. Eles pertencem a todos os lugares: Europa, África; norte, sul, leste, oeste; o centro, bem como a periferia.
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano.
Rio de Janeiro: Cobogó, 2019. p. 56. [Adaptado].
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Uma metáfora do poder e também da ideia de que certos corpos pertencem a determinados lugares é a da rainha que pertence naturalmente ao palácio real, ao contrário da plebe, que não pode jamais alcançar uma posição de majestade. Tal hierarquia introduz uma dinâmica na qual a negritude significa não somente "inferioridade", mas também “estar fora do lugar" enquanto a branquitude significa "estar no lugar" e, portanto, "superioridade". No racismo, corpos negros são construídos como corpos impróprios, como corpos que estão “fora do lugar” e, por essa razão, corpos que não podem pertencer. Corpos brancos, ao contrário, são construídos como próprios, são corpos que estão “no lugar'', “em casa”, corpos que sempre pertencem. Eles pertencem a todos os lugares: Europa, África; norte, sul, leste, oeste; o centro, bem como a periferia.
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano.
Rio de Janeiro: Cobogó, 2019. p. 56. [Adaptado].
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Uma metáfora do poder e também da ideia de que certos corpos pertencem a determinados lugares é a da rainha que pertence naturalmente ao palácio real, ao contrário da plebe, que não pode jamais alcançar uma posição de majestade. Tal hierarquia introduz uma dinâmica na qual a negritude significa não somente "inferioridade", mas também “estar fora do lugar" enquanto a branquitude significa "estar no lugar" e, portanto, "superioridade". No racismo, corpos negros são construídos como corpos impróprios, como corpos que estão “fora do lugar” e, por essa razão, corpos que não podem pertencer. Corpos brancos, ao contrário, são construídos como próprios, são corpos que estão “no lugar'', “em casa”, corpos que sempre pertencem. Eles pertencem a todos os lugares: Europa, África; norte, sul, leste, oeste; o centro, bem como a periferia.
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano.
Rio de Janeiro: Cobogó, 2019. p. 56. [Adaptado].
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Um conhecido navio escravagista, o norte-americano Camargo, foi um dos últimos a trazer ilegalmente africanos escravizados para o Brasil. Após 170 anos de seu naufrágio, o Camargo está sendo buscado a partir de um projeto de pesquisa que envolve arqueólogos, historiadores e quilombolas.
Em dezembro de 1852, a correspondência do ministro dos Negócios da Justiça do então Império do Brasil revelava que o brigue Camargo havia afundado em Angra dos Reis (RJ). Desde 1850, o tráfico havia sido, mais uma vez, proibido no Brasil, mas, no litoral sul fluminense, os senhores do negócio e de escravizados continuaram tentando burlar a lei.
Segundo autoridades do governo imperial, Camargo era comandado pelo norte-americano Nathaniel Gordon e conseguiu trazer aproximadamente 500 africanos escravizados vindos de Quelimane e Moçambique. Os africanos escravizados teriam desembarcado próximo à foz do rio Bracuí, na fazenda Santa Rita, em frente às águas de Angra dos Reis, suficientemente distantes do Rio de Janeiro para as atividades ilegais e estrategicamente próximas das plantações de café do vale do Paraíba paulista e fluminense.
Para fugir das autoridades brasileiras, Gordon teria incendiado o navio escravagista e a tripulação, quase totalmente estrangeira (dois norte-americanos, um espanhol e outro inglês), teria procurado fugir, chegando ao porto de Santos ou de Paranaguá.
Disponível em: <https://cienciahoje.org.br/artigo/um-navio-escravagista-emangra-dos-reis/>. Acesso em: 6 jun. 2025. [Adaptado].
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Um conhecido navio escravagista, o norte-americano Camargo, foi um dos últimos a trazer ilegalmente africanos escravizados para o Brasil. Após 170 anos de seu naufrágio, o Camargo está sendo buscado a partir de um projeto de pesquisa que envolve arqueólogos, historiadores e quilombolas.
Em dezembro de 1852, a correspondência do ministro dos Negócios da Justiça do então Império do Brasil revelava que o brigue Camargo havia afundado em Angra dos Reis (RJ). Desde 1850, o tráfico havia sido, mais uma vez, proibido no Brasil, mas, no litoral sul fluminense, os senhores do negócio e de escravizados continuaram tentando burlar a lei.
Segundo autoridades do governo imperial, Camargo era comandado pelo norte-americano Nathaniel Gordon e conseguiu trazer aproximadamente 500 africanos escravizados vindos de Quelimane e Moçambique. Os africanos escravizados teriam desembarcado próximo à foz do rio Bracuí, na fazenda Santa Rita, em frente às águas de Angra dos Reis, suficientemente distantes do Rio de Janeiro para as atividades ilegais e estrategicamente próximas das plantações de café do vale do Paraíba paulista e fluminense.
Para fugir das autoridades brasileiras, Gordon teria incendiado o navio escravagista e a tripulação, quase totalmente estrangeira (dois norte-americanos, um espanhol e outro inglês), teria procurado fugir, chegando ao porto de Santos ou de Paranaguá.
Disponível em: <https://cienciahoje.org.br/artigo/um-navio-escravagista-emangra-dos-reis/>. Acesso em: 6 jun. 2025. [Adaptado].
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Um conhecido navio escravagista, o norte-americano Camargo, foi um dos últimos a trazer ilegalmente africanos escravizados para o Brasil. Após 170 anos de seu naufrágio, o Camargo está sendo buscado a partir de um projeto de pesquisa que envolve arqueólogos, historiadores e quilombolas.
Em dezembro de 1852, a correspondência do ministro dos Negócios da Justiça do então Império do Brasil revelava que o brigue Camargo havia afundado em Angra dos Reis (RJ). Desde 1850, o tráfico havia sido, mais uma vez, proibido no Brasil, mas, no litoral sul fluminense, os senhores do negócio e de escravizados continuaram tentando burlar a lei.
Segundo autoridades do governo imperial, Camargo era comandado pelo norte-americano Nathaniel Gordon e conseguiu trazer aproximadamente 500 africanos escravizados vindos de Quelimane e Moçambique. Os africanos escravizados teriam desembarcado próximo à foz do rio Bracuí, na fazenda Santa Rita, em frente às águas de Angra dos Reis, suficientemente distantes do Rio de Janeiro para as atividades ilegais e estrategicamente próximas das plantações de café do vale do Paraíba paulista e fluminense.
Para fugir das autoridades brasileiras, Gordon teria incendiado o navio escravagista e a tripulação, quase totalmente estrangeira (dois norte-americanos, um espanhol e outro inglês), teria procurado fugir, chegando ao porto de Santos ou de Paranaguá.
Disponível em: <https://cienciahoje.org.br/artigo/um-navio-escravagista-emangra-dos-reis/>. Acesso em: 6 jun. 2025. [Adaptado].
Analise as assertivas abaixo sobre os aspectos fundamentais da auditoria governamental, segundo as boas práticas adotadas no setor público brasileiro:
I. A auditoria governamental tem como finalidade principal assegurar a legalidade e legitimidade dos atos da administração pública, bem como avaliar os resultados quanto à economicidade, eficiência, eficácia e efetividade das ações governamentais.
II. As formas de auditoria governamental incluem apenas as auditorias contábil e operacional, sendo vedado realizar auditoria de conformidade no âmbito dos Tribunais de Contas, por se tratar de atividade exclusivamente interna do Executivo.
III. A auditoria governamental pode abranger tanto os órgãos da administração direta quanto entidades da administração indireta, incluindo fundações, autarquias, empresas estatais e organizações da sociedade civil que recebam recursos públicos.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Conforme a Lei Federal nº 13.019/2014 (Lei das parcerias), a prestação de contas: procedimento em que se analisa e se avalia a execução da parceria, pelo qual seja possível verificar o cumprimento do objeto da parceria e o alcance das metas e dos resultados previstos, compreendendo duas fases:
I. Apresentação das contas, de responsabilidade da organização da sociedade civil.
II. Análise e manifestação conclusiva das contas, de responsabilidade da administração pública, sem prejuízo da atuação dos órgãos de controle.
Das assertivas, pode-se afirmar que: