Questões de Concurso Comentadas para técnico em educação

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Q3725144 Português

Observando-se a ortografia oficial da língua portuguesa, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.



( ) Após retornarem do campo de batalha, muitos soldados sofriam de desinteria.


( ) Os Raios-X comprovaram a doença responsável pelas dores toráxicas de Paulo.


( ) Aqueles bêbedos do bar estavam perturbando o sono alheio.


( ) O aluno não sabia marcar X nos parêntesis.

Alternativas
Q3725143 Português
A forma imperativa negativa do verbo da frase: “Medeia a questão” é:
Alternativas
Q3725142 Português

Atentando-se à concordância verbal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.



( ) Assistem-se a vídeos terríveis na internet.


( ) Devem chover reclamações gigantescas.


( ) Cinco surras serão pouco para ele aprender.


( ) Viva os vencedores da gincana! 

Alternativas
Q3725141 Português
A concordância nominal diz respeito à relação morfossintática entre o nome e seus determinantes e modificadores. Nesse sentido, assinalar a alternativa em que houve ERRO de concordância. 
Alternativas
Q3725140 Português

Atentando-se aos contextos, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.



_____ proporção que a professora falou foi o suficiente para que Paulo se referisse ____ sua escola como a melhor de todas. ____ vezes, ele prefere escola ____ fazenda onde mora.

Alternativas
Q3725139 Português

Analisar os itens.



I. Muitos cientistas viajam à Oceania para estudar os ornitorrincos.


II. Os ornitorrincos são mamíferos ovíparos moradores na Austrália.


III. A experiência dos cientistas remonta há décadas.



Assinalar a alternativa em que se há um período construído a partir da união das orações, mantendo-se a coesão, a coerência e a correção. 

Alternativas
Q3725138 Português

    Na língua Shanenawa, para designar a cor branca, os falantes utilizam o monolexema ushe; já para a cor preta, usam o monolexema txeshe, também utilizado para referirse a “escuro”, como no exemplo jame hin txeshe, cuja glosa é “a noite é escura”. Ainda sobre os termos ushe, para branco, e txeshe, para preto, algumas curiosidades chamam a atenção. Ao contrário de muitas línguas africanas e indígenas brasileiras, ushe não ocorre na expressão referente a “homem branco”. Para isso, os falantes utilizam a palavra nawajan, cuja segmentação morfológica nos permite depreender apenas o significado da forma nawa-, ou seja, “homem estrangeiro”. Em contrapartida, a palavra txeshujan é usada em referência ao homem cuja pele é negra.

    Para o vermelho, os Shanenawa usam o termo uxin. Para o amarelo, paxin, embora, a exemplo do preto, também exista um outro termo, txaxna, usado com o mesmo significado. Já as cores verde e azul são nomeadas por um mesmo e único monolexema: shena. É preciso ressaltar, entretanto, que os falantes também usam, respectivamente, as palavras shu, cujo significado é “fruta verde”, para designar o verde, e shane, que é a cor de um pássaro de plumagem azul (do qual, aliás, possivelmente se origina o nome da língua e da etnia Shanenawa), para nomear o azul.

    Quanto à cor marrom, os Shanenawa reservam para denominá-la a palavra etakI. Trata-se também de um monolexema que, às vezes, costuma ser usado para denominar uma outra cor: o violeta mais avermelhado.

    Para o rosa, a língua utiliza o termo uximafa. Esse, porém, não é um monolexema, pois é constituído das formas uxin, referente a “vermelho”, e mafa, que significa “claro”. Assim, o nome que expressa rosa, nessa língua, é um termo de cor secundário. O mesmo acontece com as cores alaranjada e violeta. O alaranjado é chamado de shushara, sendo a forma shu referente ao significado “fruta verde”, enquanto shara significa “escuro”. Isso, aliás, leva-nos a concluir que os Shanenawa têm predileção por cores de menor saturação, haja vista que a palavra shara também pode significar “bonito” ou “bom” em sua língua materna.

    É interessante observar que, na língua Shanenawa, não existe uma palavra que expresse a ideia de cor. Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é “parecido com o urucum” ou “da cor do urucum”.



Fonte: Ciências & Cognição (Artigo Científico) - Adaptado

“[...] Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é ‘parecido com o urucum’ ou ‘da cor do urucum’” (5º parágrafo).


Compreender um texto significa reconhecer significados de segmentos presentes na superfície textual, de modo a se assimilar certas inferências. No segmento acima, temos um raciocínio. Esse raciocínio permite-nos depreender que: 

Alternativas
Q3725137 Português

    Na língua Shanenawa, para designar a cor branca, os falantes utilizam o monolexema ushe; já para a cor preta, usam o monolexema txeshe, também utilizado para referirse a “escuro”, como no exemplo jame hin txeshe, cuja glosa é “a noite é escura”. Ainda sobre os termos ushe, para branco, e txeshe, para preto, algumas curiosidades chamam a atenção. Ao contrário de muitas línguas africanas e indígenas brasileiras, ushe não ocorre na expressão referente a “homem branco”. Para isso, os falantes utilizam a palavra nawajan, cuja segmentação morfológica nos permite depreender apenas o significado da forma nawa-, ou seja, “homem estrangeiro”. Em contrapartida, a palavra txeshujan é usada em referência ao homem cuja pele é negra.

    Para o vermelho, os Shanenawa usam o termo uxin. Para o amarelo, paxin, embora, a exemplo do preto, também exista um outro termo, txaxna, usado com o mesmo significado. Já as cores verde e azul são nomeadas por um mesmo e único monolexema: shena. É preciso ressaltar, entretanto, que os falantes também usam, respectivamente, as palavras shu, cujo significado é “fruta verde”, para designar o verde, e shane, que é a cor de um pássaro de plumagem azul (do qual, aliás, possivelmente se origina o nome da língua e da etnia Shanenawa), para nomear o azul.

    Quanto à cor marrom, os Shanenawa reservam para denominá-la a palavra etakI. Trata-se também de um monolexema que, às vezes, costuma ser usado para denominar uma outra cor: o violeta mais avermelhado.

    Para o rosa, a língua utiliza o termo uximafa. Esse, porém, não é um monolexema, pois é constituído das formas uxin, referente a “vermelho”, e mafa, que significa “claro”. Assim, o nome que expressa rosa, nessa língua, é um termo de cor secundário. O mesmo acontece com as cores alaranjada e violeta. O alaranjado é chamado de shushara, sendo a forma shu referente ao significado “fruta verde”, enquanto shara significa “escuro”. Isso, aliás, leva-nos a concluir que os Shanenawa têm predileção por cores de menor saturação, haja vista que a palavra shara também pode significar “bonito” ou “bom” em sua língua materna.

    É interessante observar que, na língua Shanenawa, não existe uma palavra que expresse a ideia de cor. Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é “parecido com o urucum” ou “da cor do urucum”.



Fonte: Ciências & Cognição (Artigo Científico) - Adaptado

Assinalar a alternativa cuja sentença está de acordo com as informações presentes no texto. 
Alternativas
Q3725136 Português

    Na língua Shanenawa, para designar a cor branca, os falantes utilizam o monolexema ushe; já para a cor preta, usam o monolexema txeshe, também utilizado para referirse a “escuro”, como no exemplo jame hin txeshe, cuja glosa é “a noite é escura”. Ainda sobre os termos ushe, para branco, e txeshe, para preto, algumas curiosidades chamam a atenção. Ao contrário de muitas línguas africanas e indígenas brasileiras, ushe não ocorre na expressão referente a “homem branco”. Para isso, os falantes utilizam a palavra nawajan, cuja segmentação morfológica nos permite depreender apenas o significado da forma nawa-, ou seja, “homem estrangeiro”. Em contrapartida, a palavra txeshujan é usada em referência ao homem cuja pele é negra.

    Para o vermelho, os Shanenawa usam o termo uxin. Para o amarelo, paxin, embora, a exemplo do preto, também exista um outro termo, txaxna, usado com o mesmo significado. Já as cores verde e azul são nomeadas por um mesmo e único monolexema: shena. É preciso ressaltar, entretanto, que os falantes também usam, respectivamente, as palavras shu, cujo significado é “fruta verde”, para designar o verde, e shane, que é a cor de um pássaro de plumagem azul (do qual, aliás, possivelmente se origina o nome da língua e da etnia Shanenawa), para nomear o azul.

    Quanto à cor marrom, os Shanenawa reservam para denominá-la a palavra etakI. Trata-se também de um monolexema que, às vezes, costuma ser usado para denominar uma outra cor: o violeta mais avermelhado.

    Para o rosa, a língua utiliza o termo uximafa. Esse, porém, não é um monolexema, pois é constituído das formas uxin, referente a “vermelho”, e mafa, que significa “claro”. Assim, o nome que expressa rosa, nessa língua, é um termo de cor secundário. O mesmo acontece com as cores alaranjada e violeta. O alaranjado é chamado de shushara, sendo a forma shu referente ao significado “fruta verde”, enquanto shara significa “escuro”. Isso, aliás, leva-nos a concluir que os Shanenawa têm predileção por cores de menor saturação, haja vista que a palavra shara também pode significar “bonito” ou “bom” em sua língua materna.

    É interessante observar que, na língua Shanenawa, não existe uma palavra que expresse a ideia de cor. Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é “parecido com o urucum” ou “da cor do urucum”.



Fonte: Ciências & Cognição (Artigo Científico) - Adaptado

Considerando os aspectos gerais e específicos do texto, analisar os itens.



I. Um termo de cor é considerado primário se, para designar uma cor, tiver a forma de um único lexema.


II. Na língua dos Shanenawa, o termo para designar a cor branca não é empregado para referir-se a seres humanos.


III. Uma cor é considerada secundária se a ela for atribuído um lexema composto por duas ou mais formas.


IV. A ausência de uma palavra para designar a ideia de cor não atrapalha o ato linguístico de dar nomes a objetos coloridos.



Está CORRETO o que se afirma: 

Alternativas
Q3663639 Educação Física
Nos diferentes espaços de atuação da Educação Física, torna-se oportuno abordar respostas fisiológicas ao exercício físico. Nesse sentido, qual conceito representa a capacidade de captar oxigênio pelos alvéolos pulmonares, realizar a hematose, transportá-lo pelo sangue e utilizá-lo (consumi-lo) nas mitocôndrias por unidade de tempo?
Alternativas
Q3663638 Educação Física
O conhecimento em primeiros socorros é essencial para o profissional de Educação Física, considerando os riscos associados às práticas nos esportes. Com base em Medeiros et al. (2022), analise as assertivas a seguir:

I. Os alunos estão sujeitos a acidentes que podem ocorrer por inúmeros motivos, como o uso de roupas inadequadas, alimentação insuficiente ou inexistente antes das atividades, doenças preexistentes (fatores exógenos) e inadequações do ambiente ou uso incorreto de equipamentos (fatores endógenos).
II. O profissional de Educação Física, por acompanhar diretamente os alunos durante a realização de exercícios, pode presenciar diferentes tipos de acidentes e deve estar preparado para agir.
III. A área de primeiros socorros é consolidada na formação em Educação Física, e os profissionais geralmente apresentam domínio teórico e prático satisfatório sobre o tema.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3663637 Administração Pública
Durante a elaboração de projetos e a gestão de espaços esportivos e de atividades físicas, é fundamental considerar não apenas a infraestrutura disponível, mas também o acesso da população e a qualidade das oportunidades de prática. Nesse sentido, o Relatório Nacional de Desenvolvimento Humano do Brasil (2017) apresenta um panorama sobre a distribuição de recursos, políticas e estratégias de promoção das Atividades Físicas e Esportivas (AFEs) no país. Considerando os princípios e dados apresentados nesse documento, analise as afirmações a seguir:

1. As AFEs são um vetor de desenvolvimento humano quando sua prática tem por base uma decisão livre e consciente, que não seja limitada por falta de recursos financeiros, de tempo disponível e/ou de oportunidades.
2. As políticas de promoção de AFEs e as estratégias para aumentar a adesão devem ser elaboradas e implementadas na perspectiva do direito ao acesso às AFEs, e a responsabilidade pela situação atual e pelo que se pretende para o futuro deve ser compartilhada entre população, setor público, iniciativa privada e terceiro setor.
3. O quadro de iniquidade no acesso às AFEs existente no Brasil deve ensejar a adoção de medidas que aumentem a adesão às AFEs especialmente nos grupos menos favorecidos.
4. As escolas precisam transformar-se em escolas ativas para que os educandos tenham experiências significativas e prazerosas, capazes de fazer com que eles levem as AFEs para e por toda a sua vida.
5. É necessária uma nova visão para o Sistema Nacional do Esporte, que invista na melhora das condições para que todas as pessoas possam praticar, sempre e quando essa seja a sua escolha.

O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:
Alternativas
Q3663636 Educação Física
Durante um encontro de educação física adaptada, o profissional explicou que algumas modalidades paralímpicas foram criadas ou adaptadas especificamente para diferentes tipos de deficiência. Uma dessas modalidades foi desenvolvida exclusivamente para pessoas com deficiência visual e é conhecida como:
Alternativas
Q3663635 Pedagogia
Durante uma oficina de atividades lúdicas em uma unidade hospitalar, o profissional de Educação Física buscou aplicar jogos que promovessem interação social, autoestima e senso de grupo entre os pacientes. Considerando os conceitos apresentados por Correia (2006), relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os tipos de jogo às características que melhor se adequam a eles.

Coluna 1

1. Jogo competitivo.
2. Jogo cooperativo.

Coluna 2

( ) Estimula o individualismo e a desconfiança e cria barreiras entre os participantes.
( ) Todos se envolvem de acordo com suas habilidades, sem exclusão.
( ) Pode fazer com que alguns se sintam perdedores ou excluídos por falta de habilidade.
( ) Desenvolve senso de unidade, solidariedade e perseverança frente às dificuldades.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3663634 Noções de Primeiros Socorros
Durante as práticas esportivas, podem ocorrer situações que exigem intervenções imediatas para preservar a vida. Considerando os procedimentos de Suporte Básico de Vida (SBV), conforme descrito no documento Protocolos de Intervenção para o SAMU 192 – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Brasil, 2016), analise as situações a seguir:

• História de trauma de face.
• Introdução de corpo estranho em cavidade nasal.
• Uso de medicações anticoagulantes ou história de discrasia sanguínea.

Essas situações, quando acompanhadas por sangramento nasal ativo, correspondem aos critérios de inclusão de qual emergência clínica?
Alternativas
Q3663633 Educação Física
– Considerando as regras oficiais do basquetebol FIBA, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Após a bola tocar o aro da cesta dos oponentes, o relógio de arremesso deverá ser reprogramado para 24 segundos se a equipe adversária obtiver o controle da bola.
( ) Após a bola tocar o aro da cesta dos oponentes, o relógio de arremesso deverá ser reprogramado para 14 segundos se a equipe que recupera o controle da bola for a mesma equipe que tinha o controle da bola antes que ela tocasse o aro.
( ) Sempre que um jogador ganha o controle de uma bola viva na quadra de defesa, esta equipe deve fazer a bola ir para a sua quadra de ataque dentro de 8 segundos.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3663632 Educação Física
Acerca da função específica do líbero no voleibol de acordo com as Regras Oficiais de Voleibol 2025-2028, aprovadas pelo 39º Congresso Mundial da FIVB (2024), analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Ele/ela pode trocar com qualquer jogador da linha de trás.
( ) Se, no momento do contato, a bola está completamente acima do bordo superior da rede, ele/ela poderá completar um golpe de ataque apenas da linha de trás.
( ) Ele/ela não poderá sacar, bloquear ou tentar bloquear.
( ) Trocas com o(a) líbero não contam como substituições.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3663631 Educação Física
Durante o exercício, pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) moderada a grave frequentemente aumentam o volume pulmonar expiratório final (EELV) à medida que as demandas ventilatórias e o fluxo expiratório crescem. De acordo com Garcia, Lima e Oliveira Júnior (2019), como esse fenômeno é denominado?
Alternativas
Q3663630 Educação Física
O entendimento dos conceitos básicos da pedagogia do esporte é fundamental para a aplicação das propostas. Nesse sentido, conforme Galatti et al. (2017), a                   antecipa os objetivos das ações                    , que são instantâneas e confirmarão ou readequarão as opções                    ; a                     , por sua vez, só se concretiza com as ações motoras especializadas, as _________.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q3663629 Educação Física
Durante a prescrição de exercícios físicos, é fundamental avaliar a condição de saúde dos indivíduos para a prática de atividades, especialmente quando não é possível realizar avaliações clínicas completas. Para isso, utiliza-se um instrumento de avaliação preliminar rápido que ajuda a identificar pessoas que podem apresentar risco durante a prática de exercícios e que necessitam de maior atenção ou avaliação médica prévia, chamado de:
Alternativas
Respostas
421: B
422: E
423: D
424: E
425: D
426: C
427: A
428: C
429: B
430: D
431: D
432: E
433: B
434: B
435: E
436: C
437: D
438: A
439: C
440: C