Questões de Concurso
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Observando-se a ortografia oficial da língua portuguesa, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Após retornarem do campo de batalha, muitos soldados sofriam de desinteria.
( ) Os Raios-X comprovaram a doença responsável pelas dores toráxicas de Paulo.
( ) Aqueles bêbedos do bar estavam perturbando o sono alheio.
( ) O aluno não sabia marcar X nos parêntesis.
Atentando-se à concordância verbal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Assistem-se a vídeos terríveis na internet.
( ) Devem chover reclamações gigantescas.
( ) Cinco surras serão pouco para ele aprender.
( ) Viva os vencedores da gincana!
Atentando-se aos contextos, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.
_____ proporção que a professora falou foi o suficiente para que Paulo se referisse ____ sua escola como a melhor de todas. ____ vezes, ele prefere escola ____ fazenda onde mora.
Analisar os itens.
I. Muitos cientistas viajam à Oceania para estudar os ornitorrincos.
II. Os ornitorrincos são mamíferos ovíparos moradores na Austrália.
III. A experiência dos cientistas remonta há décadas.
Assinalar a alternativa em que se há um período construído a partir da união das orações, mantendo-se a coesão, a coerência e a correção.
Na língua Shanenawa, para designar a cor branca, os falantes utilizam o monolexema ushe; já para a cor preta, usam o monolexema txeshe, também utilizado para referirse a “escuro”, como no exemplo jame hin txeshe, cuja glosa é “a noite é escura”. Ainda sobre os termos ushe, para branco, e txeshe, para preto, algumas curiosidades chamam a atenção. Ao contrário de muitas línguas africanas e indígenas brasileiras, ushe não ocorre na expressão referente a “homem branco”. Para isso, os falantes utilizam a palavra nawajan, cuja segmentação morfológica nos permite depreender apenas o significado da forma nawa-, ou seja, “homem estrangeiro”. Em contrapartida, a palavra txeshujan é usada em referência ao homem cuja pele é negra.
Para o vermelho, os Shanenawa usam o termo uxin. Para o amarelo, paxin, embora, a exemplo do preto, também exista um outro termo, txaxna, usado com o mesmo significado. Já as cores verde e azul são nomeadas por um mesmo e único monolexema: shena. É preciso ressaltar, entretanto, que os falantes também usam, respectivamente, as palavras shu, cujo significado é “fruta verde”, para designar o verde, e shane, que é a cor de um pássaro de plumagem azul (do qual, aliás, possivelmente se origina o nome da língua e da etnia Shanenawa), para nomear o azul.
Quanto à cor marrom, os Shanenawa reservam para denominá-la a palavra etakI. Trata-se também de um monolexema que, às vezes, costuma ser usado para denominar uma outra cor: o violeta mais avermelhado.
Para o rosa, a língua utiliza o termo uximafa. Esse, porém, não é um monolexema, pois é constituído das formas uxin, referente a “vermelho”, e mafa, que significa “claro”. Assim, o nome que expressa rosa, nessa língua, é um termo de cor secundário. O mesmo acontece com as cores alaranjada e violeta. O alaranjado é chamado de shushara, sendo a forma shu referente ao significado “fruta verde”, enquanto shara significa “escuro”. Isso, aliás, leva-nos a concluir que os Shanenawa têm predileção por cores de menor saturação, haja vista que a palavra shara também pode significar “bonito” ou “bom” em sua língua materna.
É interessante observar que, na língua Shanenawa, não existe uma palavra que expresse a ideia de cor. Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é “parecido com o urucum” ou “da cor do urucum”.
Fonte: Ciências & Cognição (Artigo Científico) - Adaptado
“[...] Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é ‘parecido com o urucum’ ou ‘da cor do urucum’” (5º parágrafo).
Compreender um texto significa reconhecer significados de segmentos presentes na superfície textual, de modo a se assimilar certas inferências. No segmento acima, temos um raciocínio. Esse raciocínio permite-nos depreender que:
Na língua Shanenawa, para designar a cor branca, os falantes utilizam o monolexema ushe; já para a cor preta, usam o monolexema txeshe, também utilizado para referirse a “escuro”, como no exemplo jame hin txeshe, cuja glosa é “a noite é escura”. Ainda sobre os termos ushe, para branco, e txeshe, para preto, algumas curiosidades chamam a atenção. Ao contrário de muitas línguas africanas e indígenas brasileiras, ushe não ocorre na expressão referente a “homem branco”. Para isso, os falantes utilizam a palavra nawajan, cuja segmentação morfológica nos permite depreender apenas o significado da forma nawa-, ou seja, “homem estrangeiro”. Em contrapartida, a palavra txeshujan é usada em referência ao homem cuja pele é negra.
Para o vermelho, os Shanenawa usam o termo uxin. Para o amarelo, paxin, embora, a exemplo do preto, também exista um outro termo, txaxna, usado com o mesmo significado. Já as cores verde e azul são nomeadas por um mesmo e único monolexema: shena. É preciso ressaltar, entretanto, que os falantes também usam, respectivamente, as palavras shu, cujo significado é “fruta verde”, para designar o verde, e shane, que é a cor de um pássaro de plumagem azul (do qual, aliás, possivelmente se origina o nome da língua e da etnia Shanenawa), para nomear o azul.
Quanto à cor marrom, os Shanenawa reservam para denominá-la a palavra etakI. Trata-se também de um monolexema que, às vezes, costuma ser usado para denominar uma outra cor: o violeta mais avermelhado.
Para o rosa, a língua utiliza o termo uximafa. Esse, porém, não é um monolexema, pois é constituído das formas uxin, referente a “vermelho”, e mafa, que significa “claro”. Assim, o nome que expressa rosa, nessa língua, é um termo de cor secundário. O mesmo acontece com as cores alaranjada e violeta. O alaranjado é chamado de shushara, sendo a forma shu referente ao significado “fruta verde”, enquanto shara significa “escuro”. Isso, aliás, leva-nos a concluir que os Shanenawa têm predileção por cores de menor saturação, haja vista que a palavra shara também pode significar “bonito” ou “bom” em sua língua materna.
É interessante observar que, na língua Shanenawa, não existe uma palavra que expresse a ideia de cor. Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é “parecido com o urucum” ou “da cor do urucum”.
Fonte: Ciências & Cognição (Artigo Científico) - Adaptado
Na língua Shanenawa, para designar a cor branca, os falantes utilizam o monolexema ushe; já para a cor preta, usam o monolexema txeshe, também utilizado para referirse a “escuro”, como no exemplo jame hin txeshe, cuja glosa é “a noite é escura”. Ainda sobre os termos ushe, para branco, e txeshe, para preto, algumas curiosidades chamam a atenção. Ao contrário de muitas línguas africanas e indígenas brasileiras, ushe não ocorre na expressão referente a “homem branco”. Para isso, os falantes utilizam a palavra nawajan, cuja segmentação morfológica nos permite depreender apenas o significado da forma nawa-, ou seja, “homem estrangeiro”. Em contrapartida, a palavra txeshujan é usada em referência ao homem cuja pele é negra.
Para o vermelho, os Shanenawa usam o termo uxin. Para o amarelo, paxin, embora, a exemplo do preto, também exista um outro termo, txaxna, usado com o mesmo significado. Já as cores verde e azul são nomeadas por um mesmo e único monolexema: shena. É preciso ressaltar, entretanto, que os falantes também usam, respectivamente, as palavras shu, cujo significado é “fruta verde”, para designar o verde, e shane, que é a cor de um pássaro de plumagem azul (do qual, aliás, possivelmente se origina o nome da língua e da etnia Shanenawa), para nomear o azul.
Quanto à cor marrom, os Shanenawa reservam para denominá-la a palavra etakI. Trata-se também de um monolexema que, às vezes, costuma ser usado para denominar uma outra cor: o violeta mais avermelhado.
Para o rosa, a língua utiliza o termo uximafa. Esse, porém, não é um monolexema, pois é constituído das formas uxin, referente a “vermelho”, e mafa, que significa “claro”. Assim, o nome que expressa rosa, nessa língua, é um termo de cor secundário. O mesmo acontece com as cores alaranjada e violeta. O alaranjado é chamado de shushara, sendo a forma shu referente ao significado “fruta verde”, enquanto shara significa “escuro”. Isso, aliás, leva-nos a concluir que os Shanenawa têm predileção por cores de menor saturação, haja vista que a palavra shara também pode significar “bonito” ou “bom” em sua língua materna.
É interessante observar que, na língua Shanenawa, não existe uma palavra que expresse a ideia de cor. Quando um falante deseja dizer que uma cor é a de um determinado objeto, por exemplo um que tenha a cor do urucum, ele usa o próprio objeto como referência e emprega a expressão paxinti kuskara, cuja glosa é “parecido com o urucum” ou “da cor do urucum”.
Fonte: Ciências & Cognição (Artigo Científico) - Adaptado
Considerando os aspectos gerais e específicos do texto, analisar os itens.
I. Um termo de cor é considerado primário se, para designar uma cor, tiver a forma de um único lexema.
II. Na língua dos Shanenawa, o termo para designar a cor branca não é empregado para referir-se a seres humanos.
III. Uma cor é considerada secundária se a ela for atribuído um lexema composto por duas ou mais formas.
IV. A ausência de uma palavra para designar a ideia de cor não atrapalha o ato linguístico de dar nomes a objetos coloridos.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Os alunos estão sujeitos a acidentes que podem ocorrer por inúmeros motivos, como o uso de roupas inadequadas, alimentação insuficiente ou inexistente antes das atividades, doenças preexistentes (fatores exógenos) e inadequações do ambiente ou uso incorreto de equipamentos (fatores endógenos).
II. O profissional de Educação Física, por acompanhar diretamente os alunos durante a realização de exercícios, pode presenciar diferentes tipos de acidentes e deve estar preparado para agir.
III. A área de primeiros socorros é consolidada na formação em Educação Física, e os profissionais geralmente apresentam domínio teórico e prático satisfatório sobre o tema.
Quais estão corretas?
1. As AFEs são um vetor de desenvolvimento humano quando sua prática tem por base uma decisão livre e consciente, que não seja limitada por falta de recursos financeiros, de tempo disponível e/ou de oportunidades.
2. As políticas de promoção de AFEs e as estratégias para aumentar a adesão devem ser elaboradas e implementadas na perspectiva do direito ao acesso às AFEs, e a responsabilidade pela situação atual e pelo que se pretende para o futuro deve ser compartilhada entre população, setor público, iniciativa privada e terceiro setor.
3. O quadro de iniquidade no acesso às AFEs existente no Brasil deve ensejar a adoção de medidas que aumentem a adesão às AFEs especialmente nos grupos menos favorecidos.
4. As escolas precisam transformar-se em escolas ativas para que os educandos tenham experiências significativas e prazerosas, capazes de fazer com que eles levem as AFEs para e por toda a sua vida.
5. É necessária uma nova visão para o Sistema Nacional do Esporte, que invista na melhora das condições para que todas as pessoas possam praticar, sempre e quando essa seja a sua escolha.
O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:
Coluna 1
1. Jogo competitivo.
2. Jogo cooperativo.
Coluna 2
( ) Estimula o individualismo e a desconfiança e cria barreiras entre os participantes.
( ) Todos se envolvem de acordo com suas habilidades, sem exclusão.
( ) Pode fazer com que alguns se sintam perdedores ou excluídos por falta de habilidade.
( ) Desenvolve senso de unidade, solidariedade e perseverança frente às dificuldades.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
• História de trauma de face.
• Introdução de corpo estranho em cavidade nasal.
• Uso de medicações anticoagulantes ou história de discrasia sanguínea.
Essas situações, quando acompanhadas por sangramento nasal ativo, correspondem aos critérios de inclusão de qual emergência clínica?
( ) Após a bola tocar o aro da cesta dos oponentes, o relógio de arremesso deverá ser reprogramado para 24 segundos se a equipe adversária obtiver o controle da bola.
( ) Após a bola tocar o aro da cesta dos oponentes, o relógio de arremesso deverá ser reprogramado para 14 segundos se a equipe que recupera o controle da bola for a mesma equipe que tinha o controle da bola antes que ela tocasse o aro.
( ) Sempre que um jogador ganha o controle de uma bola viva na quadra de defesa, esta equipe deve fazer a bola ir para a sua quadra de ataque dentro de 8 segundos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) Ele/ela pode trocar com qualquer jogador da linha de trás.
( ) Se, no momento do contato, a bola está completamente acima do bordo superior da rede, ele/ela poderá completar um golpe de ataque apenas da linha de trás.
( ) Ele/ela não poderá sacar, bloquear ou tentar bloquear.
( ) Trocas com o(a) líbero não contam como substituições.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.