Questões de Concurso
Comentadas para engenheiro agrícola
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Considerando-se que não haja limitação de água para as plantas, as condições onde ocorrerá a maior sazonalidade de produção num ano agrícola de cultivo desta espécie de planta são, em termos de latitude e altitude acima do nível do mar, respectivamente,
“São solos característicos de áreas alagadas ou sujeitas a alagamento. Apresentam cores acinzentadas, azuladas ou esverdeadas, dentro de 50cm da superfície. Podem ser de alta ou baixa fertilidade natural e têm nas condições de má drenagem a sua maior limitação de uso. Ocorrem em praticamente todas as regiões brasileiras, ocupando principalmente as planícies de inundação de rios e córregos.” Estes solos são:
São principais atributos do solo para fins de classificação, EXCETO:
Defensivos agrícolas como os inseticidas, fungicidas e herbicidas são agroquímicos tóxicos que, se utilizados de maneira inadequada, podem intoxicar as pessoas que os manuseiam e os consumidores dos produtos para os quais foram utilizados, além de causar sérios danos ao meio ambiente. Sobre a classificação dos defensivos, correlacione as colunas abaixo:
I. Extremamente tóxico.
II. Altamente tóxico.
III. Mediamente tóxico.
IV. Pouco tóxico.
a. Classe IV
b. Classe III
c. Classe II
d. Classe I
A seqüência está correta em:
Segundo a legislação federal, são consideradas áreas de preservação permanente as florestas e demais formas de vegetação natural situadas, EXCETO:
Solos que apresentam grande variação quanto a profundidade, além de grande variabilidade em ralação às demais características, apresentam qualquer tipo de horizonte A sobre um horizonte B incipiente (Bi), e também de cores diversas. Ocorrem, no Brasil, preferencialmente em regiões serranas ou montanhosas. Estes solos são os:
De acordo com a classificação dos fertilizantes, analise:
I. Fertilizante orgânico tem origem vegetal ou animal contendo um ou mais nutrientes das plantas.
II. Fertilizante misto é resultante da mistura de dois ou mais fertilizantes simples.
III. Fertilizante simples é obtido por processo bioquímico, natural ou controlado, com mistura de resíduos de origem vegetal ou animal.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
“Doença causada pelo vírus Citrus leprosis vírus – CiLV, transmitida pelo ácaro Brevipalpus phoenicis. É mais severa nas plantas de laranja doce. A doença causa queda prematura das folhas e frutos, seca os ramos e reduz a vida útil da planta.” O enunciado se refere a:
Apesar do grande número de espécies que ocorrem nos bananais, poucas causam danos significativos na produção, sendo importante a identificação das principais pragas. Correlacione as colunas com o nome comum da praga e seu respectivo nome científico:
Nome comum
I. Broca-do-rizoma.
II. Abelha arapuá ou abelha cachorro.
III. Broca-rajada
IV. Ácaros de teia
Nome científico
a. Cosmopolites sordidus
b. Trigona spinipes .
c. Metamasius hemipterus .
d. Tetranychus spp
A sequência está correta em:
“Praga do coqueiro, de nome científico Eriophyes guerreronis, que se desenvolve sob as brácteas dos frutos novos, sugando a seiva da epiderme e provocando cloroses que se estendem longitudinalmente por todo o fruto.” O enunciado se refere a:
Para reduzir o custo da irrigação e evitar o excesso de aplicação de água, é essencial contabilizar no balanço hídrico, a precipitação para adequado manejo da irrigação. Sobre os conceitos/tipos de precipitação trabalhados na irrigação, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) Precipitação total é a precipitação medida no pluviômetro.
( ) Precipitação provável é a quantidade mínima de precipitação com determinada probabilidade de ocorrência.
( ) Precipitação efetiva é a parte da chuva que fica disponível para atender à demanda evapotranspirométrica da cultura.
( ) Precipitação efetiva é a precipitação total menos a água percolada e a água que escoa superficialmente.
A seqüência está correta em:
Em irrigação, a infiltração de água no solo é o processo pelo qual a água penetra no seu perfil. Para determinar a velocidade de infiltração deve-se considerar o padrão de infiltração do método de irrigação utilizado. Abaixo, correlacione o tipo de irrigação com o sentido predominante da infiltração:
Tipo de irrigação
I. Sulco.
II. Inundação e aspersão.
III. Gotejamento.
IV. Microaspersão.
Sentido predominante da infiltração
a. Vertical.
b. Vertical e lateral.
c. Multidirecional.
A seqüência está correta em:
Terraceamento é uma prática de conservação de solo. O terraço é a combinação de um canal com um camalhão, construído a intervalos dimensionados, no sentido transversal ao declive. Os terraços podem ser classificados quanto à função, em terraços em nível e terraços com gradiente, em desnível, com declive ou de escoamento. Sobre o terraço em nível, marque V para as alternativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) Armazena água no solo.
( ) Maior risco de rompimento em comparação com o terraço em gradiente.
( ) Exigência de limpezas mais freqüentes.
( ) Necessita de locais apropriados para escoamento da água.
A seqüência está correta em:
É importante reconhecer as vantagens da agricultura irrigada, como por exemplo, o aumento de renda e a diminuição do êxodo rural. Porém, há desvantagens como:
I. Excesso de aplicação de água em muitas áreas.
II. Consumo de grande volume de água.
III. Possibilidade de ocorrência de problemas ambientais.
IV. Aumento da produção total, mas com diminuição da produtividade.
Estão corretas apenas as afirmativas:
TEXTO:
Missa do Galo (excertos)
Nunca pude esquecer a conversação que tive com uma senhora, há muitos anos, contava eu dezessete, ela trinta. Era noite de Natal. Havendo ajustado com um vizinho irmos à missa do galo, preferi não dormir; combinei que eu iria acordá-lo à meia-noite.
A casa em que eu estava hospedado era a do escrivão Meneses, que fora casado, em primeiras núpcias, com uma de minhas primas. A segunda mulher, Conceição, e a mãe desta acolheram-me bem, quando vim de Mangaratiba para o Rio de Janeiro, meses antes, a estudar preparatórios. Vivia tranqüilo, naquela casa assobradada da Rua do Senado, com os meus livros, poucas relações, alguns passeios. A família era pequena, o escrivão, a mulher, a sogra e duas escravas. Costumes velhos. Às dez horas da noite toda a gente estava nos quartos; às dez e meia a casa dormia. Nunca tinha ido ao teatro, e mais de uma vez, ouvindo dizer ao Meneses que ia ao teatro, pedi-lhe que me levasse consigo. Nessas ocasiões, a sogra fazia uma careta, e as escravas riam à socapa; ele não respondia, vestia-se, saía e só tornava na manhã seguinte. Mais tarde é que eu soube que o teatro era um eufemismo em ação. Meneses trazia amores com uma senhora, separada do marido, e dormia fora de casa uma vez por semana. Conceição padecera, a princípio, com a existência da comborça; mas, afinal, resignara-se, acostumara-se, e acabou achando que era muito direito.
Boa Conceição! Chamavam-lhe “a santa”, e fazia jus ao título, tão facilmente suportava os esquecimentos do marido. Em verdade, era um temperamento moderado, sem extremos, nem grandes lágrimas, nem grandes risos. No capítulo de que trato, dava para maometana; aceitaria um harém, com as aparências salvas. Deus me perdoe, se a julgo mal. Tudo nela era atenuado e passivo. O próprio rosto era mediano, nem bonito nem feio. Era o que chamamos uma pessoa simpática. Não dizia mal de ninguém, perdoava tudo. Não sabia odiar; pode ser até que não soubesse amar.
(ASSIS, Machado de. Missa do Galo. In Contos Consagrados – Rio de Janeiro: Ediouro; São Paulo: Publifolha, 1997. P. 75)
Em “Deus me perdoe, se a julgo mal” (3º§), a palavra sublinhada anteriormente tem valor semântico de:
TEXTO:
Missa do Galo (excertos)
Nunca pude esquecer a conversação que tive com uma senhora, há muitos anos, contava eu dezessete, ela trinta. Era noite de Natal. Havendo ajustado com um vizinho irmos à missa do galo, preferi não dormir; combinei que eu iria acordá-lo à meia-noite.
A casa em que eu estava hospedado era a do escrivão Meneses, que fora casado, em primeiras núpcias, com uma de minhas primas. A segunda mulher, Conceição, e a mãe desta acolheram-me bem, quando vim de Mangaratiba para o Rio de Janeiro, meses antes, a estudar preparatórios. Vivia tranqüilo, naquela casa assobradada da Rua do Senado, com os meus livros, poucas relações, alguns passeios. A família era pequena, o escrivão, a mulher, a sogra e duas escravas. Costumes velhos. Às dez horas da noite toda a gente estava nos quartos; às dez e meia a casa dormia. Nunca tinha ido ao teatro, e mais de uma vez, ouvindo dizer ao Meneses que ia ao teatro, pedi-lhe que me levasse consigo. Nessas ocasiões, a sogra fazia uma careta, e as escravas riam à socapa; ele não respondia, vestia-se, saía e só tornava na manhã seguinte. Mais tarde é que eu soube que o teatro era um eufemismo em ação. Meneses trazia amores com uma senhora, separada do marido, e dormia fora de casa uma vez por semana. Conceição padecera, a princípio, com a existência da comborça; mas, afinal, resignara-se, acostumara-se, e acabou achando que era muito direito.
Boa Conceição! Chamavam-lhe “a santa”, e fazia jus ao título, tão facilmente suportava os esquecimentos do marido. Em verdade, era um temperamento moderado, sem extremos, nem grandes lágrimas, nem grandes risos. No capítulo de que trato, dava para maometana; aceitaria um harém, com as aparências salvas. Deus me perdoe, se a julgo mal. Tudo nela era atenuado e passivo. O próprio rosto era mediano, nem bonito nem feio. Era o que chamamos uma pessoa simpática. Não dizia mal de ninguém, perdoava tudo. Não sabia odiar; pode ser até que não soubesse amar.
(ASSIS, Machado de. Missa do Galo. In Contos Consagrados – Rio de Janeiro: Ediouro; São Paulo: Publifolha, 1997. P. 75)
As palavras há, preparatórios e títulos são acentuadas da mesma razão que, respectivamente:
TEXTO:
Missa do Galo (excertos)
Nunca pude esquecer a conversação que tive com uma senhora, há muitos anos, contava eu dezessete, ela trinta. Era noite de Natal. Havendo ajustado com um vizinho irmos à missa do galo, preferi não dormir; combinei que eu iria acordá-lo à meia-noite.
A casa em que eu estava hospedado era a do escrivão Meneses, que fora casado, em primeiras núpcias, com uma de minhas primas. A segunda mulher, Conceição, e a mãe desta acolheram-me bem, quando vim de Mangaratiba para o Rio de Janeiro, meses antes, a estudar preparatórios. Vivia tranqüilo, naquela casa assobradada da Rua do Senado, com os meus livros, poucas relações, alguns passeios. A família era pequena, o escrivão, a mulher, a sogra e duas escravas. Costumes velhos. Às dez horas da noite toda a gente estava nos quartos; às dez e meia a casa dormia. Nunca tinha ido ao teatro, e mais de uma vez, ouvindo dizer ao Meneses que ia ao teatro, pedi-lhe que me levasse consigo. Nessas ocasiões, a sogra fazia uma careta, e as escravas riam à socapa; ele não respondia, vestia-se, saía e só tornava na manhã seguinte. Mais tarde é que eu soube que o teatro era um eufemismo em ação. Meneses trazia amores com uma senhora, separada do marido, e dormia fora de casa uma vez por semana. Conceição padecera, a princípio, com a existência da comborça; mas, afinal, resignara-se, acostumara-se, e acabou achando que era muito direito.
Boa Conceição! Chamavam-lhe “a santa”, e fazia jus ao título, tão facilmente suportava os esquecimentos do marido. Em verdade, era um temperamento moderado, sem extremos, nem grandes lágrimas, nem grandes risos. No capítulo de que trato, dava para maometana; aceitaria um harém, com as aparências salvas. Deus me perdoe, se a julgo mal. Tudo nela era atenuado e passivo. O próprio rosto era mediano, nem bonito nem feio. Era o que chamamos uma pessoa simpática. Não dizia mal de ninguém, perdoava tudo. Não sabia odiar; pode ser até que não soubesse amar.
(ASSIS, Machado de. Missa do Galo. In Contos Consagrados – Rio de Janeiro: Ediouro; São Paulo: Publifolha, 1997. P. 75)
Observe a oração destacada no seguinte exemplo: “Nunca pude esquecer a conversação que tive com uma senhora...” Assinale em qual das alternativas abaixo há uma oração que deve receber a mesma classificação da que está grifada anteriormente:
