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Q396682 Noções de Informática
O Edital deste concurso foi confeccionado a partir do Microsoft Word, e para definir os números dos itens e subitens (conforme figura abaixo) foi utilizado um recurso específico para este fim. Qual dos caminhos abaixo é recomendado para a execução deste procedimento:

                                imagem-002.jpg

Alternativas
Q396681 Noções de Informática
As questões de microinformática foram elaboradas com base no Sistema Operacional Windows XP Professional e no Pacote Microsoft Office 2003


Os arquivos eletrônicos possuem extensões que os identificam conforme o tipo de aplicativo a que se referem, tais como: “.doc”, “.xls”, “.pdf” entre outros. No Windows Explorer, qual dos caminhos abaixo relacionados é adequado para ocultar ou exibir esta informação quando possível:
Alternativas
Q396676 Matemática
O valor total cobrado por um eletricista consiste em uma taxa fixa, que é de R$ 35,00, mais uma quantia que depende da quantidade de fio utilizada por ele no serviço executado.
Observando a tabela abaixo, que mostra alguns orçamentos feitos por este eletricista, pode-se afirmar que para um serviço que necessita de 21 metros de fio, o valor total do serviço executado por ele será de: 
                      Quantidade de fio(metros)            Valor total do serviço (R$) 
                                         6                                                 53,00                                          8                                                 59,00                                         12                                                71,00 


Alternativas
Q396673 Português
Indique a alternativa em que há erro de ortografia:
Alternativas
Q396672 Português
Assinale a alternativa em que os dois nomes fazem o plural, na língua culta, de modo idêntico ao de cristão/cristãos:
Alternativas
Q396671 Português
Assinale a alternativa em que aparece um pronome relativo:
Alternativas
Q396670 Português
                                   Por que chove tanto

        Não há cidade que passe incólume por chuvas da intensidade das que desabaram sobre São Paulo neste início de ano. A pergunta que todos fazem é: Por que chove tanto em um único lugar?
        A resposta mais curta é que existe uma conjunção excepcional de fatores meteorológicos, cada um deles contribuindo para a continuidade do aguaceiro. Já a devastação que as águas provocam, por meio de alagamentos e enxurradas, é também consequência do perfil geográfico da cidade e das características da urbanização conduzida através dos anos.
         No que diz respeito à meteorologia, a chuva resultou de três fenômenos. O primeiro é o fluxo de ar úmido que todo ano segue da região amazônica em direção ao Centro-Oeste, Sul e Sudeste do Brasil. Esse fluxo é intensificado pela evaporação das águas do Oceano Pacífico na região equatorial e do Oceano Atlântico no Caribe. Pois bem. Neste verão, o efeito El Niño aqueceu as águas do Pacífico equatorial em 2 graus. As águas do Caribe, por sua vez, também estão 1 grau mais quentes. A maior temperatura aumentou ainda mais a intensidade da umidade vinda do Norte, tornando-a mais propensa a provocar chuvas fortes.
        O segundo fator que concorreu para a formação de temporais em São Paulo e no Sudeste foi o aquecimento do Atlântico - em 1,5 grau - na sua porção próxima à costa do Sudeste brasileiro. Isso faz com que a brisa marinha que chega ao planalto paulista, onde se localiza a capital, favoreça a ocorrência de fortes pancadas de chuva, principalmente no fim da tarde.
        O terceiro fator é o calor na cidade de São Paulo em janeiro. As temperaturas foram mais altas que a média do mês de janeiro nas últimas seis décadas. O calor favorece o aquecimento do solo, que por sua vez esquenta o ar. Este fica mais leve e sobe, formando nuvens carregadas. É um ciclo infernal de retroalimentação.
        As chuvas fortes não causariam tantos problemas em São Paulo caso a cidade tivesse sido preparada para elas. Portanto, é preciso encontrar meios de minimizar os danos, evitar alagamentos prolongados e garantir que a tormenta atrapalhe o mínimo a vida dos habitantes.

                                (VEJA, 10 fev. 2010, adaptado.)


Aponte a alternativa incorreta quanto à correspondência entre a locução e o adjetivo:
Alternativas
Q396669 Português
                                   Por que chove tanto

        Não há cidade que passe incólume por chuvas da intensidade das que desabaram sobre São Paulo neste início de ano. A pergunta que todos fazem é: Por que chove tanto em um único lugar?
        A resposta mais curta é que existe uma conjunção excepcional de fatores meteorológicos, cada um deles contribuindo para a continuidade do aguaceiro. Já a devastação que as águas provocam, por meio de alagamentos e enxurradas, é também consequência do perfil geográfico da cidade e das características da urbanização conduzida através dos anos.
         No que diz respeito à meteorologia, a chuva resultou de três fenômenos. O primeiro é o fluxo de ar úmido que todo ano segue da região amazônica em direção ao Centro-Oeste, Sul e Sudeste do Brasil. Esse fluxo é intensificado pela evaporação das águas do Oceano Pacífico na região equatorial e do Oceano Atlântico no Caribe. Pois bem. Neste verão, o efeito El Niño aqueceu as águas do Pacífico equatorial em 2 graus. As águas do Caribe, por sua vez, também estão 1 grau mais quentes. A maior temperatura aumentou ainda mais a intensidade da umidade vinda do Norte, tornando-a mais propensa a provocar chuvas fortes.
        O segundo fator que concorreu para a formação de temporais em São Paulo e no Sudeste foi o aquecimento do Atlântico - em 1,5 grau - na sua porção próxima à costa do Sudeste brasileiro. Isso faz com que a brisa marinha que chega ao planalto paulista, onde se localiza a capital, favoreça a ocorrência de fortes pancadas de chuva, principalmente no fim da tarde.
        O terceiro fator é o calor na cidade de São Paulo em janeiro. As temperaturas foram mais altas que a média do mês de janeiro nas últimas seis décadas. O calor favorece o aquecimento do solo, que por sua vez esquenta o ar. Este fica mais leve e sobe, formando nuvens carregadas. É um ciclo infernal de retroalimentação.
        As chuvas fortes não causariam tantos problemas em São Paulo caso a cidade tivesse sido preparada para elas. Portanto, é preciso encontrar meios de minimizar os danos, evitar alagamentos prolongados e garantir que a tormenta atrapalhe o mínimo a vida dos habitantes.

                                (VEJA, 10 fev. 2010, adaptado.)


Considerando o contexto em que o termo sublinhado no trecho abaixo aparece, assinale a opção que o substitui por sinônimo:
A maior temperatura aumentou ainda mais a intensidade da umidade vinda do Norte, tornando- a mais propensa a provocar chuvas fortes.
Alternativas
Q396668 Português
                                   Por que chove tanto

        Não há cidade que passe incólume por chuvas da intensidade das que desabaram sobre São Paulo neste início de ano. A pergunta que todos fazem é: Por que chove tanto em um único lugar?
        A resposta mais curta é que existe uma conjunção excepcional de fatores meteorológicos, cada um deles contribuindo para a continuidade do aguaceiro. Já a devastação que as águas provocam, por meio de alagamentos e enxurradas, é também consequência do perfil geográfico da cidade e das características da urbanização conduzida através dos anos.
         No que diz respeito à meteorologia, a chuva resultou de três fenômenos. O primeiro é o fluxo de ar úmido que todo ano segue da região amazônica em direção ao Centro-Oeste, Sul e Sudeste do Brasil. Esse fluxo é intensificado pela evaporação das águas do Oceano Pacífico na região equatorial e do Oceano Atlântico no Caribe. Pois bem. Neste verão, o efeito El Niño aqueceu as águas do Pacífico equatorial em 2 graus. As águas do Caribe, por sua vez, também estão 1 grau mais quentes. A maior temperatura aumentou ainda mais a intensidade da umidade vinda do Norte, tornando-a mais propensa a provocar chuvas fortes.
        O segundo fator que concorreu para a formação de temporais em São Paulo e no Sudeste foi o aquecimento do Atlântico - em 1,5 grau - na sua porção próxima à costa do Sudeste brasileiro. Isso faz com que a brisa marinha que chega ao planalto paulista, onde se localiza a capital, favoreça a ocorrência de fortes pancadas de chuva, principalmente no fim da tarde.
        O terceiro fator é o calor na cidade de São Paulo em janeiro. As temperaturas foram mais altas que a média do mês de janeiro nas últimas seis décadas. O calor favorece o aquecimento do solo, que por sua vez esquenta o ar. Este fica mais leve e sobe, formando nuvens carregadas. É um ciclo infernal de retroalimentação.
        As chuvas fortes não causariam tantos problemas em São Paulo caso a cidade tivesse sido preparada para elas. Portanto, é preciso encontrar meios de minimizar os danos, evitar alagamentos prolongados e garantir que a tormenta atrapalhe o mínimo a vida dos habitantes.

                                (VEJA, 10 fev. 2010, adaptado.)


Assinale a opção que não corresponde ao correto entendimento do trecho a seguir: “Portanto, é preciso encontrar meios de minimizar os danos, evitar alagamentos prolongados e garantir que a tormenta atrapalhe o mínimo a vida dos habitantes”.
Alternativas
Q396667 Português
                                   Por que chove tanto

        Não há cidade que passe incólume por chuvas da intensidade das que desabaram sobre São Paulo neste início de ano. A pergunta que todos fazem é: Por que chove tanto em um único lugar?
        A resposta mais curta é que existe uma conjunção excepcional de fatores meteorológicos, cada um deles contribuindo para a continuidade do aguaceiro. Já a devastação que as águas provocam, por meio de alagamentos e enxurradas, é também consequência do perfil geográfico da cidade e das características da urbanização conduzida através dos anos.
         No que diz respeito à meteorologia, a chuva resultou de três fenômenos. O primeiro é o fluxo de ar úmido que todo ano segue da região amazônica em direção ao Centro-Oeste, Sul e Sudeste do Brasil. Esse fluxo é intensificado pela evaporação das águas do Oceano Pacífico na região equatorial e do Oceano Atlântico no Caribe. Pois bem. Neste verão, o efeito El Niño aqueceu as águas do Pacífico equatorial em 2 graus. As águas do Caribe, por sua vez, também estão 1 grau mais quentes. A maior temperatura aumentou ainda mais a intensidade da umidade vinda do Norte, tornando-a mais propensa a provocar chuvas fortes.
        O segundo fator que concorreu para a formação de temporais em São Paulo e no Sudeste foi o aquecimento do Atlântico - em 1,5 grau - na sua porção próxima à costa do Sudeste brasileiro. Isso faz com que a brisa marinha que chega ao planalto paulista, onde se localiza a capital, favoreça a ocorrência de fortes pancadas de chuva, principalmente no fim da tarde.
        O terceiro fator é o calor na cidade de São Paulo em janeiro. As temperaturas foram mais altas que a média do mês de janeiro nas últimas seis décadas. O calor favorece o aquecimento do solo, que por sua vez esquenta o ar. Este fica mais leve e sobe, formando nuvens carregadas. É um ciclo infernal de retroalimentação.
        As chuvas fortes não causariam tantos problemas em São Paulo caso a cidade tivesse sido preparada para elas. Portanto, é preciso encontrar meios de minimizar os danos, evitar alagamentos prolongados e garantir que a tormenta atrapalhe o mínimo a vida dos habitantes.

                                (VEJA, 10 fev. 2010, adaptado.)


Com base na leitura feita, é correto afirmar que o objetivo principal do texto é:
Alternativas
Q287645 Noções de Informática
Para abrir uma nova aba na janela atual do Mozilla Firefox 3, através do teclado, é utilizada a combinação de teclas
Alternativas
Q287643 Noções de Informática
Um arquivo é criado utilizando-se o software BrOffice.org Writer 2.3, mas é necessário que ele seja também editável e aberto corretamente pelo Microsoft Word 2000.
Para tanto, faz-se necessário que o arquivo seja gravado no BrOffice.org Writer 2.3, como do tipo (extensão)
Alternativas
Q287641 Conhecimentos Gerais
As populações que habitam as áreas mais áridas da Terra vivem o que se chama “estresse hídrico”, uma reunião de fatores ambientais, como falta de chuvas, e socioeconômicos, como o crescimento demográfico alto, que resulta em gente demais para água de menos. O estresse hídrico tem também como motivo a poluição dos rios e lagos. (Atualidades Vestibular. São Paulo, 2008. p. 190. Adaptado.).

A análise do texto e os conhecimentos sobre o Estado da Bahia permitem afirmar que o estresse hídrico é verificado
Alternativas
Q287640 Conhecimentos Gerais
Os males do Jeca Tatu ainda assombram o Brasil. Quase um século depois de o escritor Monteiro Lobato narrar a história do preguiçoso matuto, vítima de uma doença até então negligenciada, o amarelão, boa parte das enfermidades infecciosas e parasitárias volta a preocupar as autoridades de saúde. (MARTINS Rodrigo. Jeca Tatu, o retorno. Carta Capital, 13 jun. 2007. In: Atualidades Vestibular. São Paulo, abr. 2008. p. 199.).

Sobre a forma como o Brasil administra a saúde, é correto afirmar:
Alternativas
Q287639 Conhecimentos Gerais
Os homicídios, no Brasil, são bem elevados em comparação com outros países do mundo. Em relação à violência no Brasil, pode-se afirmar:
Alternativas
Q287638 História e Geografia de Estados e Municípios
Em relação à desigualdade racial no Estado da Bahia, identifique com V as afirmativas verdadeiras e com F, as falsas.

( ) As políticas sociais, como o Bolsa-Família, acabaram com as diferenças entre brancos e negros, no que diz respeito à qualidade da educação.
( ) A Bahia é o único Estado brasileiro onde nunca existiu preconceito racial, porque a maioria de sua população é negra.
( ) O crescimento da presença de negros nas universidades públicas do Estado, ainda que pequeno, deve-se, principalmente, ao sistema de cotas.
( ) A população masculina jovem e negra é a que mais sofre com a violência urbana.
( ) A ausência de políticas públicas, após a abolição, para a inclusão do ex-escravo na sociedade baiana, justifica a permanência da pobreza da população negra.

A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
Alternativas
Q287637 Conhecimentos Gerais
No atual momento do desenvolvimento tecnológico, para alcançar maior capacidade de competição e, consequentemente, aumentar seus lucros, as empresas implementam uma série de exigências a serem cumpridas por seus empregados.

Dentre elas, pode-se citar a
Alternativas
Q287636 Conhecimentos Gerais
A decisão do governo do Estado do Rio de Janeiro, com o apoio da prefeitura, de erguer muros em torno de favelas cariocas dividiu opiniões. O governo batizou as barreiras de ecolimites, dando caráter de proteção ambiental ao empreendimento.

O texto afirma que a construção dos ecolimites
Alternativas
Q287635 Conhecimentos Gerais
A internet causou profundas mudanças no mundo dos negócios e do trabalho. Dentre elas, pode-se citar
Alternativas
Q287634 Conhecimentos Gerais
Inundação é o desastre natural mais comum no mundo. Cerca de 150 milhões de pessoas são por ela afetadas, todos os anos.

Em relação às inundações, no Brasil, pode-se afirmar:
Alternativas
Respostas
1401: C
1402: C
1403: C
1404: D
1405: A
1406: B
1407: B
1408: A
1409: E
1410: C
1411: B
1412: A
1413: B
1414: D
1415: D
1416: A
1417: E
1418: C
1419: A
1420: B