Questões de Concurso Comentadas para educador infantil

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Q2677545 Português

O vocábulo “holístico” é considerado pertencente a qual classe de palavras na língua portuguesa?

Alternativas
Q2677544 Português

Uma organização de trabalho é uma entidade holística, um sistema integrado que se baseia na interação dos indivíduos que dela fazem parte. O desempenho de cada um afeta toda a empresa. Por isso é tão importante para o sucesso da organização que os funcionários não apenas tenham o melhor desempenho possível, mas também ajudem os outros a fazer o mesmo.

No contexto da inteligência emocional, isso significa ajudar os demais a controlar as emoções, a se comunicar eficazmente, a solucionar seus problemas, resolver conflitos e permanecer motivados.

Usar a inteligência emocional no ambiente de trabalho é um processo que exige tempo e bastante prática. Temos que aprender certas técnicas; em muitos casos, precisaremos aprender a fazer de outro modo certas coisas que temos feito de determinada maneira há muitos anos (como lidar com a raiva, por exemplo). Precisamos estar cônscios das muitas atividades subconscientes, tais como comportamentos que possam comunicar uma impressão incorreta.

Não é preciso dizer que ajudar outra pessoa a agir e reagir de modo emocionalmente inteligente é ainda mais difícil, por diversas razões: você está lidando com uma pessoa a quem conhece menos do que a si mesmo; uma pessoa que pode não ter tido a oportunidade de aprender a usar a inteligência emocional. Além disso, há, nessa situação, uma dinâmica adicional: o relacionamento de vocês.

Embora seja algo extremamente complicado, ajudar as pessoas a se ajudarem é uma das práticas mais gratificantes da inteligência emocional: ajudar uma pessoa a aprender, crescer, ser mais produtiva e desenvolver um relacionamento baseado na confiança e na lealdade – duas qualidades essenciais no mundo profissional.

Em relação às palavras “agir” e “reagir”, presentes no quarto parágrafo do texto, é possível classificá-las como pertencentes a qual classe de palavras na língua portuguesa?

Alternativas
Q2154197 Educação Física
A biomecânica procura medir, modelar, explicar, categorizar e catalogar os padrões de movimento baseando-se na física do movimento humano, que pode ser dividida em biomecânica desportiva, ocupacional e de reabilitação. Mais do que simplesmente aplicar as leis da Física, a biomecânica leva ainda em consideração as características do aparelho locomotor humano.
A antropometria, uma das áreas da biomecânica, é responsável por 
Alternativas
Q2154196 Educação Física
Analise as afirmativas a seguir referentes ao treinamento desportivo e à fórmula apresentada para medir a intensidade do exercício.
I. A frequência cardíaca de repouso deve ser mensurada pela manhã, após o sono, em posição deitada. II. A frequência cardíaca máxima mede-se num teste veloergométrico crescente em graus com o trabalho até a exaustão. III. Um indivíduo que apresenta uma frequência cardíaca de repouso de 50 batimentos por minuto e, no teste de esforço máximo, chegou a 188 batimentos por minuto (bpm), trabalhando com frequência de 160 bpm, estará trabalhando na intensidade de 90%.
Estão corretas as afirmativas 
Alternativas
Q2154195 Educação Física
O processo de ensino-aprendizagem-treinamento visa a melhoria sistemática, planejada, consciente e duradoura do nível de desempenho em qualquer uma das áreas de expressão do rendimento na atividade esportiva.
Analise as afirmativas a seguir sobre o método analítico de ensino e assinale com V as verdadeiras e F as falsas. 
( ) Caracteriza-se principalmente pela divisão da tarefa em partes (etapas), com execução dos exercícios (ações motoras) em componentes menores. ( ) Apoia-se nos padrões dos gestos técnicos como movimento ideal a ser alcançado pelo aprendiz. ( ) As aulas ou sessões baseadas nesse método dividem-se em parte introdutória (aquecimento), parte de desenvolvimento, com exercício ou série de exercícios para desenvolver o gesto técnico, e, por fim, jogo formal. ( ) As partes do jogo são aprendidas a partir de critérios de complexidade e em número fixo de tentativas, a fim de favorecer a progressão da aprendizagem.
Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q2154194 Educação Física
O grande desafio que se coloca aos profissionais de saúde, face ao envelhecimento da população, é o de conseguir uma sobrevida maior, com uma qualidade de vida cada vez melhor para os seus pacientes. À medida que o indivíduo envelhece, a sua qualidade de vida é influenciada pela habilidade em manter a sua autonomia e independência.
Analise as afirmativas a seguir sobre qualidade de vida e saúde. 
I. O conceito de qualidade de vida na velhice está diretamente associado à existência de condições ambientais que permitam às pessoas idosas desempenhar comportamentos adaptativos, com a qualidade de vida percebida e com o sentimento de autoeficácia. II. A qualidade de vida na velhice significa a percepção que o indivíduo possui de bem-estar, que resulta da sua avaliação do quanto realizou, do que idealiza como importante para uma boa vida e do seu grau de satisfação com o que foi possível concretizar até ao momento. III. Em pessoas idosas, a prática de exercício físico é importante para o aumento ou a preservação da força e da potência muscular, manutenção da mobilidade e prevenção e redução das quedas e das fraturas, aumentando a qualidade de vida à medida que envelhecem.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2154193 Educação Física
Na competição oficial de natação, os nadadores devem subir no bloco de partida e ali permanecer. Ao comando “às suas marcas”, do juiz de partida, devem colocar-se imediatamente na posição de partida, com pelos menos um pé na parte dianteira do bloco. Quando todos os nadadores estiverem imóveis, o juiz deve dar o sinal de partida.
O procedimento adotado com a largada por meio de salto (mergulho) refere-se às provas individuais dos nados 
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Q2144502 Serviço Social
A Lei 13.146, de 6 de julho de 2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), determina que: A avaliação da deficiência, quando necessária, será biopsicossocial, realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar e considerará, exceto: 
Alternativas
Q2144501 Serviço Social
De acordo com a Lei nº 8.662, de 7 de junho de 1993, assinale a alternativa que corresponde à competência profissional do assistente social. 
Alternativas
Q2144500 Serviço Social
O debate acerca da interdisciplinaridade ocorre tanto no ambiente acadêmico quanto nos cenários de exercício profissional. A leitura interdisciplinar da realidade exige a necessidade de exercitar a visão da totalidade sobre a realidade.
Com base no texto Serviço Social e Interdisciplinaridade na Atenção Básica à Saúde, analise as afirmativas a seguir.  
I. No contexto dos serviços de saúde, persiste a distância entre o discurso e a prática interdisciplinar na atuação dos profissionais, caracterizada pela insuficiência de fundamentação teórico-conceitual e prática sobre interdisciplinaridade. II. Para o Serviço Social, por ser uma profissão cuja formação é vinculada às diversas áreas de conhecimento, a postura interdisciplinar é exigida à medida que a reflexão sobre a interação entre os diferentes saberes favorece a abrangência de sua prática profissional e em equipe. III. A Estratégia Saúde da Família é considerada como alternativa para a reorganização dos serviços de Atenção Especial do SUS, assumindo a atenção centrada no indivíduo, no território físico e social que a envolve e em ações preventivas. IV. Atuar em equipe na Atenção Básica exige profissionais críticos e reflexivos, com formação que atenda à diversidade da realidade que envolve os usuários, para desenvolver visão integral do processo saúde-doença.
Estão corretas as afirmativas 
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Q2144499 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Com base no disposto no Estatuto da Criança e Adolescente, Lei nº 8.069 de 13 de julho de 1990, acerca do direito à vida e saúde da criança e adolescente, é incorreto afirmar:
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Q2144498 Saúde Pública
São princípios e / ou diretrizes estabelecidos pela Lei Federal nº 8.080 de 19 de setembro de 1990, exceto: 
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Q2144497 Saúde Pública
Sobre imunização, analise as afirmativas a seguir.
I. Por meio das vacinas, é possível adquirir a imunidade natural e inata específica para cada agente infeccioso. II. Os adjuvantes são substâncias que protegem o organismo de vacinas que contêm micro-organismos vivos. III. Para a administração de vacinas, não é recomendada a assepsia da pele do usuário com álcool 70%. IV. Na sala de vacinação, todas as vacinas devem ser armazenadas entre +2ºC e +8ºC.
Estão corretas as afirmativas 
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Q2144496 Saúde Pública
Muitos estudos apontam que a tripla carga de doenças torna ainda mais complexa a organização das ações de serviços de saúde.
O que significa essa tripla carga de doenças? 
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Q2144495 Saúde Pública
A necessidade da valorização do desempenho das equipes e serviços de atenção primária para o alcance de resultados em saúde levou o Governo Federal a aprovar o programa Previne Brasil com qual objetivo? 
Alternativas
Q2144493 Saúde Pública
A Portaria nº 4.279/2010 reorganizou o sistema de saúde por meio de uma rede de serviços de diferentes densidades tecnológicas.
Qual é o objetivo dessa organização? 
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Q2144492 Português

Leia o cartum de Laerte: 


15.png (334×215)


Disponível em: https://www.instagram.com/p/CVApPqps_Ll/.

Acesso em: 24 abr. 2022.


O cartum apresentado faz uma crítica social ao se referir à(ao)
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Q2144488 Português
Fazendo referência ao tapa dado por Will Smith em Chris Rock, Adão Iturrusgarai, cartunista e ilustrador, publicou a seguinte tirinha na Folha de S.Paulo:
11_.png (674×213)

Adão Iturrusgarai. A vida como ela é. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/cartum/cartunsdiarios/#30/3/2022. Acesso em: 20 abr. 2022.
O diálogo entre as personagens e a linguagem visual indica que a reflexão proposta pela tirinha se relaciona à
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Q2144483 Português

TEXTO I 


Aquela menina às margens do Igarapé


O bracinho da menina acena no seu corpinho em pé, na porta da casa de madeira nas margens do Igarapé. Respondo, respondemos com vários ternos acenos, do barco que avança dentro da massa de compacto calor amazônico. 


De tantas cenas com pássaros, árvores e casas de caboclo, a imagem dessa menina imprimiu-se logo em mim. Fotograficamente. Peço à minha mulher um papelzinho e anoto o que poderia ser o início de um poema. Procuro-o agora e percebo que o perdi como a tantos outros inúteis textos. Contudo, o bracinho da menina acena, em pé, na porta da casa de madeira nas margens do igarapé. 


Acena para mim e eu respondo. Um Brasil acena para outro Brasil, que passa. Estou conhecendo uma das muitas ilhas amazônicas, defronte de Belém do Pará, depois de ter feito uma conferência na inauguração do Centro Cultural Tancredo Neves sobre a questão da identidade nacional. Isto foi ontem. Agora estou no meio deste rio, que de tão largo parece mar, e continuo me perguntando “que país é este?”. E o bracinho da menina acena para mim. Como os moradores desta ilha, ela tem olhos claros e cabelos lisos: é uma caboclinha, mistura de portugueses e índios.


E ainda ontem na conferência eu citava Simon Bolívar: “Não somos nem índios nem europeus, somos qualquer coisa intermediária entre os senhores legítimos deste país e os usurpadores espanhóis. Em resumo, sendo americanos de nascença e beneficiando-nos dos direitos originais da Europa, não nos devemos opor aos direitos dos índios e ficar no nosso país para resistir aos invasores estrangeiros. Nossa situação é, portanto, ao mesmo tempo extraordinária e terrivelmente complicada”. 


O barco avança. Passa por outras casas, pássaros, árvores e muitas coisas que anotei no papelzinho que perdi. Sou um país que perde seus papéis e está perplexo entre a cidade e o igarapé. De repente no alto, cruzando de uma margem a outra, como numa rua de Ipanema, uma corda com estandarte de plástico da Copa/86. A emoção do futebol flutua nos mínimos canais da Amazônia.


Desembarcamos para conhecer a ilha. E vamos vendo, pegando, apalpando cajueiros, seringueiras já exploradas e imensos castanheiros. Um punhado de meninos de 5 a 10 anos, talvez irmãos, primos daquela menininha que me acenava, nos acompanha como um bando de macaquinhos felizes. Aguardam sob os pés de açaí a ordem do guia para uma demonstração de destreza: subir nos troncos rapidamente usando, amarrada aos pés, uma tira vegetal de apoio e impulso.


Desses meninos, quantos ficam por aqui? O guia mostra adiante uma casa rosa de madeira. Pertence a um morador que foi um desses meninos, cresceu, saiu da ilha, virou advogado em Belém e, no entanto, preserva a casa para fins de semana. Isto me lembra Oswald de Andrade: “o lado doutor. Fatalidade do primeiro branco aportando e dominando politicamente as selvas selvagens. O bacharel. Não podemos deixar de ser doutos. Doutores. País de dores anônimas, de doutores anônimos”. Mas aquele ali é diferente. Manteve suas raízes. Talvez tenha resolvido o dilema entre a selva e a escola. A escola, aliás, está ali: mais adiante. Mais de cinquenta garotos fazem as quatro séries do primário juntos. Só um está na quarta série. A velha professora batalhou ali mais de cinquenta anos. Uma caixinha na parede pede colaboração dos turistas. A escola tem o nome de uma mulher americana, lembrando a doação e a visita.


De repente, uma clareira. Houve um pequeno incêndio. E o chão é só areia. Diz o guia: É assim que ficará a Amazônia com o desmatamento. Esta é a terra típica daqui, arenosa. Penso no livro de Loyola, “Não Verás País Nenhum” e na “Amazônia Saqueada”, de Edmar Morel. Lembro a afirmação do ecólogo Paulo Fraga denunciando que as setecentas serrarias que devastaram o Espírito Santo deslocaram-se para a Amazônia. 


Foram cinco horas de viagem. Vou voltando para Belém de barco, vou comer um pato ao tucupi, tomar um sorvete de cupuaçu e graviola. Mas por onde quer que eu vá agora, um bracinho de menina acena, em pé, na porta da casa de madeira nas margens do igarapé. 


SANT’ANNA, Affonso Romano de. Porta de colégio e outras

crônicas. 7 ed. São Paulo: Ática, 2002.

Na crônica, o narrador faz referência a uma escola local e afirma: 


“A velha professora batalhou ali mais de cinquenta anos. Uma caixinha na parede pede colaboração dos turistas. A escola tem o nome de uma mulher americana, lembrando a doação e a visita.” 


Nessa passagem, o uso dos adjetivos “velha” e “americana” contribuem para uma crítica em relação à(ao) 

Alternativas
Q2144482 Português

TEXTO I 


Aquela menina às margens do Igarapé


O bracinho da menina acena no seu corpinho em pé, na porta da casa de madeira nas margens do Igarapé. Respondo, respondemos com vários ternos acenos, do barco que avança dentro da massa de compacto calor amazônico. 


De tantas cenas com pássaros, árvores e casas de caboclo, a imagem dessa menina imprimiu-se logo em mim. Fotograficamente. Peço à minha mulher um papelzinho e anoto o que poderia ser o início de um poema. Procuro-o agora e percebo que o perdi como a tantos outros inúteis textos. Contudo, o bracinho da menina acena, em pé, na porta da casa de madeira nas margens do igarapé. 


Acena para mim e eu respondo. Um Brasil acena para outro Brasil, que passa. Estou conhecendo uma das muitas ilhas amazônicas, defronte de Belém do Pará, depois de ter feito uma conferência na inauguração do Centro Cultural Tancredo Neves sobre a questão da identidade nacional. Isto foi ontem. Agora estou no meio deste rio, que de tão largo parece mar, e continuo me perguntando “que país é este?”. E o bracinho da menina acena para mim. Como os moradores desta ilha, ela tem olhos claros e cabelos lisos: é uma caboclinha, mistura de portugueses e índios.


E ainda ontem na conferência eu citava Simon Bolívar: “Não somos nem índios nem europeus, somos qualquer coisa intermediária entre os senhores legítimos deste país e os usurpadores espanhóis. Em resumo, sendo americanos de nascença e beneficiando-nos dos direitos originais da Europa, não nos devemos opor aos direitos dos índios e ficar no nosso país para resistir aos invasores estrangeiros. Nossa situação é, portanto, ao mesmo tempo extraordinária e terrivelmente complicada”. 


O barco avança. Passa por outras casas, pássaros, árvores e muitas coisas que anotei no papelzinho que perdi. Sou um país que perde seus papéis e está perplexo entre a cidade e o igarapé. De repente no alto, cruzando de uma margem a outra, como numa rua de Ipanema, uma corda com estandarte de plástico da Copa/86. A emoção do futebol flutua nos mínimos canais da Amazônia.


Desembarcamos para conhecer a ilha. E vamos vendo, pegando, apalpando cajueiros, seringueiras já exploradas e imensos castanheiros. Um punhado de meninos de 5 a 10 anos, talvez irmãos, primos daquela menininha que me acenava, nos acompanha como um bando de macaquinhos felizes. Aguardam sob os pés de açaí a ordem do guia para uma demonstração de destreza: subir nos troncos rapidamente usando, amarrada aos pés, uma tira vegetal de apoio e impulso.


Desses meninos, quantos ficam por aqui? O guia mostra adiante uma casa rosa de madeira. Pertence a um morador que foi um desses meninos, cresceu, saiu da ilha, virou advogado em Belém e, no entanto, preserva a casa para fins de semana. Isto me lembra Oswald de Andrade: “o lado doutor. Fatalidade do primeiro branco aportando e dominando politicamente as selvas selvagens. O bacharel. Não podemos deixar de ser doutos. Doutores. País de dores anônimas, de doutores anônimos”. Mas aquele ali é diferente. Manteve suas raízes. Talvez tenha resolvido o dilema entre a selva e a escola. A escola, aliás, está ali: mais adiante. Mais de cinquenta garotos fazem as quatro séries do primário juntos. Só um está na quarta série. A velha professora batalhou ali mais de cinquenta anos. Uma caixinha na parede pede colaboração dos turistas. A escola tem o nome de uma mulher americana, lembrando a doação e a visita.


De repente, uma clareira. Houve um pequeno incêndio. E o chão é só areia. Diz o guia: É assim que ficará a Amazônia com o desmatamento. Esta é a terra típica daqui, arenosa. Penso no livro de Loyola, “Não Verás País Nenhum” e na “Amazônia Saqueada”, de Edmar Morel. Lembro a afirmação do ecólogo Paulo Fraga denunciando que as setecentas serrarias que devastaram o Espírito Santo deslocaram-se para a Amazônia. 


Foram cinco horas de viagem. Vou voltando para Belém de barco, vou comer um pato ao tucupi, tomar um sorvete de cupuaçu e graviola. Mas por onde quer que eu vá agora, um bracinho de menina acena, em pé, na porta da casa de madeira nas margens do igarapé. 


SANT’ANNA, Affonso Romano de. Porta de colégio e outras

crônicas. 7 ed. São Paulo: Ática, 2002.

Releia a passagem a seguir, transcrita da crônica “Aquela menina às margens do Igarapé”. 


“Mais de cinquenta garotos fazem as quatro séries do primário.” 


A reflexão linguística auxilia na compreensão textual, uma vez que a construção verbal pode levar a uma interpretação mais precisa do texto lido.


Na passagem acima apresentada, a análise sintática revela que

Alternativas
Respostas
501: A
502: D
503: D
504: A
505: B
506: D
507: A
508: C
509: B
510: D
511: C
512: A
513: C
514: A
515: D
516: D
517: A
518: B
519: A
520: B