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Q3968235 Pedagogia

Leia o caso a seguir.


Mãe de duas crianças pequenas, uma com 6 e outra com 7 anos de idade, a senhora L.R.S. conseguiu matricular apenas uma delas na escola pública municipal próxima de sua residência, sendo que a outra criança obteve vaga em uma escola pública municipal bem mais distante. Como mãe, essa é uma questão de suma importância para ela, pois inviabiliza conciliar suas obrigações com as crianças e sua vida profissional. Sem muita alternativa, ela procurou a própria unidade escolar e depois a secretaria de educação para tentar colocar suas duas crianças na mesma escola.


Em relação ao que a senhora L.R.S reivindica, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a Lei nº 8.069/1990,

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Q3968234 Pedagogia
Diversos estudos apontam a importância da arte para o desenvolvimento da criança, pois propicia imaginação, interação, emoção e formas de linguagem. Na educação básica, a arte configura-se como
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Q3968233 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB/1996), em seu art. 23, estabelece que a educação básica poderá organizar-se em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar. Tais modos de organização descritos na lei concernem a quais segmentos da educação?
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Q3968232 Pedagogia
No âmbito das teorias da aprendizagem e do desenvolvimento, figura a ideia de que o ser humano se constitui enquanto tal pela apropriação das obras da cultura e que esta última é composta por elementos materiais e simbólicos que compreendem a própria história da humanidade. Nesse sentido muito próprio, o desenvolvimento humano pode ser lido como um processo histórico-cultural. Nas teorias da aprendizagem e do desenvolvimento, tal perspectiva foi desenvolvida por
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Q3968231 Pedagogia
Brincar e interagir são uma característica da infância. Por reunir, em um determinado espaço e tempo, um conjunto de crianças, essa característica adquire grande visibilidade nas instituições de educação infantil. Em relação à mencionada característica, as ações pedagógicas da instituição educativa devem 
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Q3968230 Pedagogia
Em 2015 foi promulgada a Lei nº 13.146, Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Conforme essa lei, a educação inclusiva é um conceito e um direito circunscrito
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Q3968229 Pedagogia
A Constituição Federal de 1988, em seu art. 205, diz textualmente acerca do sentido e das finalidades da educação escolar. Nessa direção, a lei estabelece a educação como
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Q3968228 Pedagogia

Leia o caso a seguir.


Em uma unidade de educação infantil municipal, muitas atividades pedagógicas plenas de intencionalidade são realizadas com as crianças. Por exemplo, uma turma com crianças de três anos de idade fazia a divertida tarefa de caminhar em fila sobre as linhas retas e curvas riscadas com giz no chão do pátio da escola, alternando a velocidade dos passos (mais rápido ou mais devagar) e alternando momentos nos quais deveriam estar de mãos dadas e outros nos quais deveriam caminhar sozinhas. Naquela mesma unidade, uma turma com crianças de quatro anos de idade recortava com as mãos, em pequenos pedaços, papéis coloridos que seriam colados em garrafinhas plásticas.


Considerando o caso descrito e a questão da avaliação na educação infantil, alguns tipos de instrumentos devem integrar o processo avaliativo das crianças, de modo que devem ser 

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Q3968227 Pedagogia
No atendimento das finalidades da educação escolar, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB/1996) prevê a educação bilingue de surdos, considerando a primeira língua aquela adquirida na modalidade de educação escolar oferecida em Língua Brasileira de Sinais (Libras), sendo a língua portuguesa escrita considerada a segunda língua. Conforme a referida Lei, a modalidade bilingue para os surdos deve ter início com 
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Q3968226 Pedagogia

Leia o caso a seguir.


Recém aprovada em um concurso público, uma assistente educacional foi convocada a participar das reuniões de preparação de um documento que, conforme a coordenadora da escola, deveria ter várias características interligadas: o documento deveria ser produto de um trabalho coletivo e deveria expressar a concepção de educação da escola e seus princípios pedagógicos, de modo a conferir uma baliza comum às ações pedagógicas da unidade e favorecer a articulação entre escola, família e comunidade.


Considerando a descrição da coordenadora, a mencionada assistente educacional foi chamada para participar da preparação de qual documento?

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Q3968223 Direito Administrativo
É um princípio da Administração Pública expresso no art. 37 da Constituição Federal:
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Q3963748 Raciocínio Lógico
Sejam os conjuntos A = {x ∈ ℕ ∣ x < 6} e B = {2,4,6,8}. O conjunto A ∩ B é 
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Q3963745 Português

Analise a tabela a seguir sobre a população de Valparaíso de Goiás.


                 Imagem associada para resolução da questão 


              Disponível em: https://www.ipe.df.gov.br/documents/9915964/10177271/PMAD_2019-2020-Valparaiso_de_Goias.pdf. Acesso em: 20 jan. 2026.



A tabela evidencia qual característica da mobilidade dos moradores de Valparaíso de Goiás que trabalham no Distrito Federal (DF)?  

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Q3963744 Português
Leia o texto a seguir.
Com a agropecuária, o perigo negro pode até ter diminuído, mas o medo continuou ou até aumentou. Nas minas, como nas fazendas, os escravos e as escravas, na maioria das vezes, suportaram resignadamente o impacto dos açoites, mas nem sempre. Às vezes acontecia de “a corda arrebentar do lado mais forte”, expressão sobre os crimes praticados por escravos em Goiás no século XIX. Para alguns, talvez, o medo dos escravos fosse até mais forte do que o medo dos indígenas, pois estes estavam longe; aqueles, ao lado. Nunca se sabia ao certo qual seria a reação dos escravos à violência da escravidão e o pior poderia acontecer.
OLIVEIRA, E. C. de. “O medo do outro”: conflitos entre brancos, negros e mestiços em Goiás nos séculos XVIII e XIX. Revista Territórios e Fronteiras, v. 10, n. 2, 2017. Disponível em: https://periodicoscientificos.ufmt.br/territoriosefronteiras/index.php/v03n02/articl e/view/616. Acesso em: 21 jan. 2026. [Adaptado].


Quem sentia o medo referido no texto? 
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Q3963743 História
Leia o texto a seguir.
São conhecidas as consequências desse acontecimento: empobrecimento geral, ruralização da economia, refluxo dos mineiros e aventureiros que tinham afluído para os arraiais, nas proximidades das minas. A população da capitania, que até então aumentara, estagnou e passou a decrescer: entre 1783 e 1804, caiu em cerca de um quinto. No auge da corrida do ouro, mineiros poderosos, senhores de “grandes fábricas”, possuíam de 150 a 200 escravos. Com o esgotamento dos veios, esses potentados seguiram em busca de novos eldorados e levaram consigo seus negros, com o que a presença deles diminuiu em Goiás.
AÇÃO. Ação (ordinária) de artigos justificativos entre partes. O cirurgião-mor André Cilla. Da Cunha e Roza. Justificante. Justificante. Joanna da Fonseca Coutinha. Justificada. Villa Boa de Goiás. Documento avulso manuscrito. (Arquivo da Fundação Frei Simão Dorvi, Cidade de Goiás). 1801. [Adaptado].

A qual acontecimento o texto se refere? 
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Q3963742 Português
Leia o texto a seguir.
Estrada de Hugo
Uma estrada atravessando o chão difícil deste Brasil imenso de cidades e sertões
Estrada cheia de pegadas de caboclos rudes calcando o pó das velhas gerações
Estrada das bandeiras, das tropas e boiadas, através de cordilheiras e matas densumbrosas; de campos e rios, de várzeas e taludes
Velha estrada de escarpas perigosas, onde um poeta cantou, desconsolado: — Eu só, sem mais ninguém!
LYNCE, Léo. Poesia quase completa. Ed. da UFG: Goiânia. 1996, p. 143. [Adaptado]

No texto, a estrada tem um papel central devido a qual característica?
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Q3963741 Português
Leia o texto a seguir.
Viajar sem pressa, sem roteiros exaustivos e com foco total no descanso. Essa é a lógica do chamado turismo do sono, tendência que começa a se consolidar em Goiás e atrai viajantes interessados em desacelerar, dormir melhor e recuperar o equilíbrio físico e mental. Goiás reúne características naturais que favorecem esse tipo de experiência. Na Chapada dos Veadeiros, cidades como Alto Paraíso de Goiás, Vila de São Jorge e Cavalcante concentram pousadas, chalés e retiros voltados ao bem-estar. O silêncio do cerrado, a distância dos grandes centros e a paisagem natural criam um ambiente propício ao descanso. A Cidade de Goiás, antiga capital do estado, também aparece entre os destinos procurados por quem busca tranquilidade. O ritmo mais lento e as hospedagens em áreas verdes favorecem noites silenciosas e dias sem pressa.
MONTEIRO, Luan. Turismo do sono em Goiás ganha espaço entre viajantes que buscam descanso. Jornal Opção, 18 jan. 2026. Disponível em: https://www.jornalopcao.com.br/ultimas-noticias/turismo-do-sono-em-goias- ganha-espaco-entre-viajantes-que-buscam-descanso-784961/. Acesso em: 20 jan. 2026.


Esse tipo de turismo reflete qual desafio para a sociedade atual? 
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Q3963740 Português

Leia Texto 4 para responder à questão.


Texto 4 



  Quem inventou os cortadores de unha?



    Antes da invenção do cortador de unhas moderno, as pessoas usavam pequenas facas (e depois tesouras) para fazer o trabalho. Foram os antigos romanos que começaram a dar valor para unhas bem cuidadas.  


    A primeira patente de um cortador de unhas foi registrada em 23 de março de 1875 pelo americano Valentine Fogerty, de Boston. Na verdade, a invenção de Fogerty parecia mais uma lixa de unha circular. Nos anos seguintes, o escritório de patentes dos Estados Unidos recebeu patentes com novos modelos. Até que, em 1947, William Bassett desenvolveu um modelo eficaz de cortador de unhas, que ele batizou com a marca “Trim”. De onde veio esse nome? Esses aparelhinhos são chamados nos Estados Unidos de “nail clipper” e também “trimmer”. O verbo “to trim”, em inglês, significa justamente “aparar”.


    No Brasil, a marca “Trim” teve uma importância tão grande que virou, em alguns Estados, sinônimo para o aparelhinho. Na região nordeste, ele é chamado de “Trinco” porque a empresa americana se chamava Trim Company (ou apenas Trim Co.). Outra marca bastante famosa é a Unhex. 


Disponível em: https://www.guiadoscuriosos.com.br/variedades/deu-a-louca-

no-mundo/invencoes/quem-inventou-os-cortadores-de-unha/. Acesso em: 16

jan. 2026. 

No Texto 4, ao tratar da origem e da difusão das palavras “Trim” e “Trinco”, o autor evidencia que o vocabulário de uma língua 
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Q3963739 Português

Leia Texto 4 para responder à questão.


Texto 4 



  Quem inventou os cortadores de unha?



    Antes da invenção do cortador de unhas moderno, as pessoas usavam pequenas facas (e depois tesouras) para fazer o trabalho. Foram os antigos romanos que começaram a dar valor para unhas bem cuidadas.  


    A primeira patente de um cortador de unhas foi registrada em 23 de março de 1875 pelo americano Valentine Fogerty, de Boston. Na verdade, a invenção de Fogerty parecia mais uma lixa de unha circular. Nos anos seguintes, o escritório de patentes dos Estados Unidos recebeu patentes com novos modelos. Até que, em 1947, William Bassett desenvolveu um modelo eficaz de cortador de unhas, que ele batizou com a marca “Trim”. De onde veio esse nome? Esses aparelhinhos são chamados nos Estados Unidos de “nail clipper” e também “trimmer”. O verbo “to trim”, em inglês, significa justamente “aparar”.


    No Brasil, a marca “Trim” teve uma importância tão grande que virou, em alguns Estados, sinônimo para o aparelhinho. Na região nordeste, ele é chamado de “Trinco” porque a empresa americana se chamava Trim Company (ou apenas Trim Co.). Outra marca bastante famosa é a Unhex. 


Disponível em: https://www.guiadoscuriosos.com.br/variedades/deu-a-louca-

no-mundo/invencoes/quem-inventou-os-cortadores-de-unha/. Acesso em: 16

jan. 2026. 

No Texto 4, a referência ao uso das denominações “Trim” e “Trinco” para designar o cortador de unhas evidencia um fenômeno de variação linguística relacionado à 
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Q3963738 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3



Os miseráveis



No Brasil, a pobreza foi se acumulando em camadas sedimentares ao longo de muitos anos de estagnação ou desenvolvimento. O desenvolvimento destrói formas antigas de produção. A estagnação impede que novas gerações se incluam na economia maior e renovada. 


Na primeira camada, está o Brasil profundo – índios e caboclos que vivem da floresta, caiçaras pescadores em praias inacessíveis, sertanejos do Nordeste árido. O capitalismo passou ao largo dessas famílias pobres de vida franciscana, que, a bem da verdade, deveriam ser deixadas em paz.


Sobre esta está a camada dos brasileiros pobres expulsos pelo desenvolvimento agrícola ou atraídos pelas cidades iluminadas e cheias de empregos, que saíram de onde estavam, procurando novas oportunidades, e encontraram crises financeiras em vez de empregos. Acumularam-se na periferia das grandes cidades, em favelas, cortiços e invasões.


Uma terceira camada se deposita sobre as outras duas, a das famílias que haviam chegado ao emprego da cidade e que constituíam a classe média baixa ou operários com emprego fixo, muitos com carteira assinada. Perderam o emprego, o lugar que tinham e foram morar em habitações precárias. [...]


SAYAD, João. Folha de S. Paulo. Disponível em: 

https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2709200407.htm. Acesso em: 17

jan. 2026.  

No Texto 3, a expressão “camadas sedimentares” contribui para a construção do sentido global ao empregar a concordância nominal de modo a 
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Respostas
481: A
482: D
483: C
484: B
485: A
486: D
487: C
488: B
489: A
490: D
491: A
492: D
493: C
494: B
495: A
496: B
497: D
498: D
499: A
500: B