Questões de Concurso Comentadas para agente administrativo

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Q1159956 Português
" O sol acordou feliz e o dia sorriu para mim." Assinale a alternativa em que aparece a mesma figura de linguagem que há na frase acima:
Alternativas
Q1159955 Português

Marque a alternativa em que todos os verbos têm exatamente a mesma classificação de “doer”.


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q1159954 Português
“A excelente dona Inácia era mestra na arte de judiar crianças.”. Considerando a argumentação de Monteiro Lobato, a leitura evidencia a existência de um (a):
Alternativas
Q1159953 Português

LEIA O TEXTO PARA RESPONDER À QUESTÃO.


Escrevo porque à medida que escrevo vou me entendendo

e entendendo o que quero dizer, entendo o que posso fazer.

Escrevo porque sinto necessidade de

aprofundar as coisas, de vê-las como realmente são...


Clarice Lispector

Na frase “Escrevo porque sinto necessidade”, lembrando da regra do uso dos “porquês” o em destaque no fragmento acima, pode ser substituído com igual sentido por:
Alternativas
Q1159952 Português

LEIA O TEXTO PARA RESPONDER À QUESTÃO.


Escrevo porque à medida que escrevo vou me entendendo

e entendendo o que quero dizer, entendo o que posso fazer.

Escrevo porque sinto necessidade de

aprofundar as coisas, de vê-las como realmente são...


Clarice Lispector

No fragmento do texto que você acabou de ler, Clarice Lispector fala sobre quão difícil é o ato da escrita. Mas infelizmente, ainda existem muitos mitos quando se refere ao tema explorado pela escritora. Das alternativas abaixo qual NÃO é uma falsa ideia sobre a escrita:
Alternativas
Q1152659 Noções de Informática
Existem atalhos no teclado desde que surgiu o Microsoft® Windows®, mas um em particular serve para fechar a janela atualmente aberta. Qual é esse atalho?
Alternativas
Q1152658 Noções de Informática
No sistema operacional Windows® 10, a Microsoft® “escondeu” o Painel de Controle na tentativa de tornar o sistema mais intuitivo e mais próximo dos sistemas de smartphone, tentando com isso criar um único sistema para atender a qualquer dispositivo, mas o Painel de Controle ainda existe na interface. Assinale abaixo o nome da ferramenta que a Microsoft incluiu para substituir o uso do já citado Painel de Controle.
Alternativas
Q1152656 Redes de Computadores
Clientes de e-mail usam protocolos de rede, como IMAP, POP3 e SMTP. Das opções listadas abaixo, qual NÃO é um protocolo de rede?
Alternativas
Q1152655 Segurança da Informação
Vírus, Worm e Torjan são termos bem conhecidos na área de segurança cibernética. Na lista abaixo, assinale o único item que também é uma ameaça virtual.
Alternativas
Q1152654 Atendimento ao Público
O atendimento significa: ato de cuidar, de prestar atenção às pessoas que recebemos ou mantemos contato. O atendimento requer de quem pratica muita responsabilidade e um estado de espírito baseado na competência. São objetivos do atendimento, EXCETO:
Alternativas
Q1152653 Administração Geral
Segundo Chiavenato (2017), no tocante as funções administrativas, a primeira função que integra o processo organizacional é designada de:
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Q1152652 Redação Oficial
Analise a seguinte frase: “É um documento expedido por e para autoridades com a finalidade do tratamento de assuntos oficiais pelos órgãos da Administração Pública entre si e também com particulares”. É CORRETO afirmar que a definição apresentada refere-se a (ao):
Alternativas
Q1152651 Arquivologia
A Política Nacional de Arquivos Públicos e Privados preceitua que é dever do Poder Público, a gestão documental e a proteção especial a documentos de arquivos, como instrumento de apoio à administração, à cultura, ao desenvolvimento científico e como elementos de prova e informação. Analise as assertivas abaixo acerca das noções sobre arquivologia:

I. A consulta aos documentos públicos será franqueada pela Administração Pública.
II. A administração da documentação pública ou de caráter público compete às instituições arquivísticas federais.
III. Os conjuntos de documentos produzidos e recebidos por instituições de caráter público, por entidades privadas encarregadas da gestão de serviços públicos no exercício de suas atividades são também públicos.
IV A eliminação de documentos produzidos por instituições públicas e de caráter público, prescindirá de autorização da instituição arquivística pública, na sua específica esfera de competência.
V. Os documentos públicos são identificados como correntes, intermediários e permanentes.

Nesse contexto, a quantidade de afirmativas CORRETAS é (são):
Alternativas
Q1152650 Direito Administrativo
De acordo com a doutrina são elementos do ato administrativo, EXCETO:
Alternativas
Q1152644 Conhecimentos Gerais
Recentemente, a professora brasileira Débora Denise Dias Garofalo desenvolveu um projeto na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Ary Pereira, da Diretoria Regional de Educação, em Santo Amaro, São Paulo e ficou entre os 10 melhores finalista na maior premiação de educação no mundo: Global Teacher Prize, considerado o Nobel da Educação. É CORRETO afirmar que o projeto que recebeu diversas premiações nacionais e internacionais, além de contribuir para um país melhor foi intitulado de:
Alternativas
Q1152642 Atualidades
Liderando uma onda de protestos na França, inclusive com o uso de violência, manifestantes conseguiram fazer com que o presidente francês, Emmanuel Macron, cancelasse o reajuste do imposto sobre combustíveis em 2018. É CORRETO afirmar que os manifestantes franceses ficaram conhecidos como:
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Q1152637 Raciocínio Lógico

Considere o espaço amostral S = [0, 10] e os eventos A = [0, 2) e B = {0}U[1, 10). Então, o conjunto Imagem associada para resolução da questão é

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Q1152636 Português
CINZAS DA INQUISIÇÃO


1.          Até agora fingíamos que a Inquisição era um episódio da história europeia, que tendo durado do século XII ao século XIX, nada tinha a ver com o Brasil. No máximo, se prestássemos muita atenção, íamos falar de um certo Antônio José – o Judeu, um português de origem brasileira, que foi queimado porque andou escrevendo umas peças de teatro.

2.             Mas não dá mais para escamotear. Acabou de se realizar um congresso que começou em Lisboa, continuou em São Paulo e Rio, reavaliando a Inquisição. O ideal seria que esse congresso tivesse se desdobrado por todas as capitais do país, por todas as cidades, que tivesse merecido mais atenção da televisão e tivesse sacudido a consciência dos brasileiros do Oiapoque ao Chuí, mostrando àqueles que não podem ler jornais nem frequentar as discussões universitárias o que foi um dos períodos mais tenebrosos da história do Ocidente. Mas mostrar isso, não por prazer sadomasoquista, e sim para reforçar os ideais de dignidade humana e melhorar a debilitada consciência histórica nacional.

3.         Calar a história da Inquisição, como ainda querem alguns, em nada ajuda a história das instituições e países. Ao contrário, isto pode ser ainda um resquício inquisitorial. E no caso brasileiro essa reavaliação é inestimável, porque somos uma cultura que finge viver fora da história.

4.         Por outro lado, estamos vivendo um momento privilegiado em termos de reconstrução da consciência histórica. Se neste ano (1987) foi possível passar a limpo a Inquisição, no ano que vem será necessário refazer a história do negro em nosso país, a propósito dos cem anos da libertação dos escravos. E no ano seguinte, 1989, deveríamos nos concentrar para rever a “república” decretada por Deodoro. Os próximos dois anos poderiam se converter em um intenso período de pesquisas, discussões e mapeamento de nossa silenciosa história. Universidades, fundações de pesquisa e os meios de comunicação deveriam se preparar para participar desse projeto arqueológico, convocando a todos: “Libertem de novo os escravos”, “proclamem de novo a República”.
5.          Fazer história é fazer falar o passado e o presente, criando ecos para o futuro.

6.         História é o antissilêncio. É o ruído emergente das lutas, angústias, sonhos, frustações. Para o pesquisador, o silêncio da história oficial é um silêncio ensurdecedor. Quando penetra nos arquivos da consciência nacional, os dados e os feitos berram, clamam, gritam, sangram pelas prateleiras. Engana-se, portanto, quem julga que os arquivos são lugares de poeira e mofo. Ali está pulsando algo. Como um vulcão aparentemente adormecido, ali algo quer emergir. E emerge. Cedo ou tarde. Não se destrói totalmente qualquer documentação. Sempre vai sobrar um herege que não foi queimado, um judeu que escapou ao campo de concentração, um dissidente que sobreviveu aos trabalhos forçados na Sibéria. De nada adiantou àquele imperador chinês ter queimado todos os livros e ter decretado que a história começasse por ele.

7.         A história começa com cada um de nós, apesar dos reis e das inquisições.


(SANT’ANNA, Affonso R. de. A raiz quadrada do
absurdo. Rio de Janeiro, Editora Rocco, 1989)

“ Ela continuava____ preocupada e, à ____ voz, mas com ____ motivos, por isso falava ____ asneiras
Alternativas
Q1152631 Português
CINZAS DA INQUISIÇÃO


1.          Até agora fingíamos que a Inquisição era um episódio da história europeia, que tendo durado do século XII ao século XIX, nada tinha a ver com o Brasil. No máximo, se prestássemos muita atenção, íamos falar de um certo Antônio José – o Judeu, um português de origem brasileira, que foi queimado porque andou escrevendo umas peças de teatro.

2.             Mas não dá mais para escamotear. Acabou de se realizar um congresso que começou em Lisboa, continuou em São Paulo e Rio, reavaliando a Inquisição. O ideal seria que esse congresso tivesse se desdobrado por todas as capitais do país, por todas as cidades, que tivesse merecido mais atenção da televisão e tivesse sacudido a consciência dos brasileiros do Oiapoque ao Chuí, mostrando àqueles que não podem ler jornais nem frequentar as discussões universitárias o que foi um dos períodos mais tenebrosos da história do Ocidente. Mas mostrar isso, não por prazer sadomasoquista, e sim para reforçar os ideais de dignidade humana e melhorar a debilitada consciência histórica nacional.

3.         Calar a história da Inquisição, como ainda querem alguns, em nada ajuda a história das instituições e países. Ao contrário, isto pode ser ainda um resquício inquisitorial. E no caso brasileiro essa reavaliação é inestimável, porque somos uma cultura que finge viver fora da história.

4.         Por outro lado, estamos vivendo um momento privilegiado em termos de reconstrução da consciência histórica. Se neste ano (1987) foi possível passar a limpo a Inquisição, no ano que vem será necessário refazer a história do negro em nosso país, a propósito dos cem anos da libertação dos escravos. E no ano seguinte, 1989, deveríamos nos concentrar para rever a “república” decretada por Deodoro. Os próximos dois anos poderiam se converter em um intenso período de pesquisas, discussões e mapeamento de nossa silenciosa história. Universidades, fundações de pesquisa e os meios de comunicação deveriam se preparar para participar desse projeto arqueológico, convocando a todos: “Libertem de novo os escravos”, “proclamem de novo a República”.
5.          Fazer história é fazer falar o passado e o presente, criando ecos para o futuro.

6.         História é o antissilêncio. É o ruído emergente das lutas, angústias, sonhos, frustações. Para o pesquisador, o silêncio da história oficial é um silêncio ensurdecedor. Quando penetra nos arquivos da consciência nacional, os dados e os feitos berram, clamam, gritam, sangram pelas prateleiras. Engana-se, portanto, quem julga que os arquivos são lugares de poeira e mofo. Ali está pulsando algo. Como um vulcão aparentemente adormecido, ali algo quer emergir. E emerge. Cedo ou tarde. Não se destrói totalmente qualquer documentação. Sempre vai sobrar um herege que não foi queimado, um judeu que escapou ao campo de concentração, um dissidente que sobreviveu aos trabalhos forçados na Sibéria. De nada adiantou àquele imperador chinês ter queimado todos os livros e ter decretado que a história começasse por ele.

7.         A história começa com cada um de nós, apesar dos reis e das inquisições.


(SANT’ANNA, Affonso R. de. A raiz quadrada do
absurdo. Rio de Janeiro, Editora Rocco, 1989)

Identifique a regência verbal CORRETA:
Alternativas
Q1152627 Português
CINZAS DA INQUISIÇÃO


1.          Até agora fingíamos que a Inquisição era um episódio da história europeia, que tendo durado do século XII ao século XIX, nada tinha a ver com o Brasil. No máximo, se prestássemos muita atenção, íamos falar de um certo Antônio José – o Judeu, um português de origem brasileira, que foi queimado porque andou escrevendo umas peças de teatro.

2.             Mas não dá mais para escamotear. Acabou de se realizar um congresso que começou em Lisboa, continuou em São Paulo e Rio, reavaliando a Inquisição. O ideal seria que esse congresso tivesse se desdobrado por todas as capitais do país, por todas as cidades, que tivesse merecido mais atenção da televisão e tivesse sacudido a consciência dos brasileiros do Oiapoque ao Chuí, mostrando àqueles que não podem ler jornais nem frequentar as discussões universitárias o que foi um dos períodos mais tenebrosos da história do Ocidente. Mas mostrar isso, não por prazer sadomasoquista, e sim para reforçar os ideais de dignidade humana e melhorar a debilitada consciência histórica nacional.

3.         Calar a história da Inquisição, como ainda querem alguns, em nada ajuda a história das instituições e países. Ao contrário, isto pode ser ainda um resquício inquisitorial. E no caso brasileiro essa reavaliação é inestimável, porque somos uma cultura que finge viver fora da história.

4.         Por outro lado, estamos vivendo um momento privilegiado em termos de reconstrução da consciência histórica. Se neste ano (1987) foi possível passar a limpo a Inquisição, no ano que vem será necessário refazer a história do negro em nosso país, a propósito dos cem anos da libertação dos escravos. E no ano seguinte, 1989, deveríamos nos concentrar para rever a “república” decretada por Deodoro. Os próximos dois anos poderiam se converter em um intenso período de pesquisas, discussões e mapeamento de nossa silenciosa história. Universidades, fundações de pesquisa e os meios de comunicação deveriam se preparar para participar desse projeto arqueológico, convocando a todos: “Libertem de novo os escravos”, “proclamem de novo a República”.
5.          Fazer história é fazer falar o passado e o presente, criando ecos para o futuro.

6.         História é o antissilêncio. É o ruído emergente das lutas, angústias, sonhos, frustações. Para o pesquisador, o silêncio da história oficial é um silêncio ensurdecedor. Quando penetra nos arquivos da consciência nacional, os dados e os feitos berram, clamam, gritam, sangram pelas prateleiras. Engana-se, portanto, quem julga que os arquivos são lugares de poeira e mofo. Ali está pulsando algo. Como um vulcão aparentemente adormecido, ali algo quer emergir. E emerge. Cedo ou tarde. Não se destrói totalmente qualquer documentação. Sempre vai sobrar um herege que não foi queimado, um judeu que escapou ao campo de concentração, um dissidente que sobreviveu aos trabalhos forçados na Sibéria. De nada adiantou àquele imperador chinês ter queimado todos os livros e ter decretado que a história começasse por ele.

7.         A história começa com cada um de nós, apesar dos reis e das inquisições.


(SANT’ANNA, Affonso R. de. A raiz quadrada do
absurdo. Rio de Janeiro, Editora Rocco, 1989)

Com relação aos cem anos da libertação dos escravos e aos cem anos da Proclamação da República pode-se afirmar, de acordo com o texto, que:
Alternativas
Respostas
17821: D
17822: A
17823: C
17824: A
17825: C
17826: B
17827: A
17828: C
17829: A
17830: D
17831: E
17832: A
17833: C
17834: B
17835: D
17836: C
17837: C
17838: A
17839: B
17840: B