Questões de Concurso Comentadas para técnico de laboratório

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Q3808751 Inglês
  The idea of time blindness, or difficulty perceiving and managing time, has spread across social media. While there is no diagnosis for it, some people explain that, despite their best efforts, they frequently lose track of time, underestimate or overestimate how long tasks will take, show up late, and miss deadlines.

  Time blindness is a psychological phenomenon that nearly everyone experiences from time to time, said Michael Manos, at the Cleveland Clinic.

  “Who doesn’t get completely occupied with a hobby or a conversation they’re having with somebody, or some kind of activity that is so interesting that it occupies attention, and it takes attention away from other things that might be pressing?” he said.

  Not all experts agree, but some suggest that it could be a limitation for some people.

  Renae Beaumont, an associate professor of psychology in clinical psychiatry, said time blindness and flow, a state of intense focus in an activity that is engaging, enjoyable and temporarily distracts from the passage of time, are different phenomena.

  “Flow is typically associated with positive emotions when you’re doing something you enjoy, and you are able to shift to a different task when you need to. Time blindness involves getting stuck, losing track of time and typically having trouble transitioning to a different task,” she said.

  There is no clear consensus, but some researchers consider time blindness to be an impairment in temporal perception, or the way the brain experiences time.

  Certain strategies may help people who struggle with time perception and management, experts said.

  Use digital reminders including alarms, timers and calendars to keep track of appointments, dates and deadlines.


Washington Post. February 5, 2025. Adaptado.
Conforme o texto, uma característica do conceito de “flow” envolve
Alternativas
Q3808750 Português
Mal o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, anunciou as mudanças nas políticas de moderação de suas plataformas, muitos educadores, comunicadores e jornalistas presentes nos diferentes grupos dos quais faço parte começaram a questionar a eficácia da Educação Midiática. O que podemos diante de um Musk e um Zuckerberg? De que adianta educar para a checagem de notícias se agora “abriram-se as porteiras” e nenhum de nós vai dar conta de distinguir o que é verdadeiro ou falso, de remover conteúdos agressivos, preconceituosos, de construir referenciais seguros para obtermos informações íntegras e confiáveis? É enxugar gelo, nadar contra a corrente, melhor a gente se preparar para viver no caos, diziam alguns, já ameaçando sair de vez das redes, boicotar a Meta, banir o digital de vez do seu cotidiano. Entendo a Educação Midiática como um importante e potente elemento para que possamos lidar com todos os desafios presentes no mundo digital – e de resto, no mundo real, que o reflete. Ela é uma alternativa viável e segura que todos nós, que desejamos continuar a viver civilizadamente em sociedade, podemos tomar em nossas mãos. Se as chamadas big techs nos abandonam à própria sorte, cabe a cada um de nós entender qual é o nosso papel nesse ecossistema.


Adaptado de: Januária Cristina Alves. “Novas diretrizes da Meta: será o fim da Educação Midiática?” Nexo Jornal. 16 de janeiro de 2025.
No período em que se encontra, a sequência textual “melhor a gente se preparar” apresenta-se gramaticalmente como
Alternativas
Q3808749 Português
Mal o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, anunciou as mudanças nas políticas de moderação de suas plataformas, muitos educadores, comunicadores e jornalistas presentes nos diferentes grupos dos quais faço parte começaram a questionar a eficácia da Educação Midiática. O que podemos diante de um Musk e um Zuckerberg? De que adianta educar para a checagem de notícias se agora “abriram-se as porteiras” e nenhum de nós vai dar conta de distinguir o que é verdadeiro ou falso, de remover conteúdos agressivos, preconceituosos, de construir referenciais seguros para obtermos informações íntegras e confiáveis? É enxugar gelo, nadar contra a corrente, melhor a gente se preparar para viver no caos, diziam alguns, já ameaçando sair de vez das redes, boicotar a Meta, banir o digital de vez do seu cotidiano. Entendo a Educação Midiática como um importante e potente elemento para que possamos lidar com todos os desafios presentes no mundo digital – e de resto, no mundo real, que o reflete. Ela é uma alternativa viável e segura que todos nós, que desejamos continuar a viver civilizadamente em sociedade, podemos tomar em nossas mãos. Se as chamadas big techs nos abandonam à própria sorte, cabe a cada um de nós entender qual é o nosso papel nesse ecossistema.


Adaptado de: Januária Cristina Alves. “Novas diretrizes da Meta: será o fim da Educação Midiática?” Nexo Jornal. 16 de janeiro de 2025.
No trecho, e em relação ao contexto em que se insere, “o mundo real, que o reflete”, a oração após a vírgula tem a função de
Alternativas
Q3808748 Português
Mal o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, anunciou as mudanças nas políticas de moderação de suas plataformas, muitos educadores, comunicadores e jornalistas presentes nos diferentes grupos dos quais faço parte começaram a questionar a eficácia da Educação Midiática. O que podemos diante de um Musk e um Zuckerberg? De que adianta educar para a checagem de notícias se agora “abriram-se as porteiras” e nenhum de nós vai dar conta de distinguir o que é verdadeiro ou falso, de remover conteúdos agressivos, preconceituosos, de construir referenciais seguros para obtermos informações íntegras e confiáveis? É enxugar gelo, nadar contra a corrente, melhor a gente se preparar para viver no caos, diziam alguns, já ameaçando sair de vez das redes, boicotar a Meta, banir o digital de vez do seu cotidiano. Entendo a Educação Midiática como um importante e potente elemento para que possamos lidar com todos os desafios presentes no mundo digital – e de resto, no mundo real, que o reflete. Ela é uma alternativa viável e segura que todos nós, que desejamos continuar a viver civilizadamente em sociedade, podemos tomar em nossas mãos. Se as chamadas big techs nos abandonam à própria sorte, cabe a cada um de nós entender qual é o nosso papel nesse ecossistema.


Adaptado de: Januária Cristina Alves. “Novas diretrizes da Meta: será o fim da Educação Midiática?” Nexo Jornal. 16 de janeiro de 2025.
No trecho “Mal o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, anunciou as mudanças nas políticas de moderação de suas plataformas”, o termo “Mal” estabelece uma relação de
Alternativas
Q3808747 Português
    Cuidar da nossa saúde às vezes lembra aquela olhadela que damos na cabine do avião a caminho de nosso assento. Por todo lado só vemos coisas complicadas: telas, indicadores, alavancas, luzes piscantes, manivelas, interruptores, mais alavancas... botões do lado esquerdo, botões do lado direito, botões no teto (não, fala sério, Por que eles põem botões no teto?). Desviamos o olhar, agradecidos pelo fato de os pilotos saberem o que estão fazendo. Como passageiros tudo que nos importa é se o avião vai ficar no céu. Quando a questão é nosso corpo, somos nós os passageiros ignorantes. Porém - reviravolta na história -, os pilotos também somos nós. E quando não sabemos como nosso corpo funciona, é como se estivéssemos em voo cego. Nós sabemos como queremos nos sentir. Queremos acordar com um sorriso, animados e empolgados para o novo dia. Queremos ter uma alegria no andar, livres de qualquer dor. Queremos passar momentos agradáveis com nossa família, com uma sensação de gratidão positividade. Mas pode ser complicado descobrir como chegar lá. São tantos botões que nos sentimos esmagados. O que fazer? Por onde começar? Temos que começar pela glicose. Por quê? Porque ela é a alavanca da cabine com o maior custo-benefício. É a mais fácil de compreender (graças aos monitores contínuos de glicose), afeta instantaneamente nossas sensações (porque influencia nossa fome e nosso humor), e muita coisa passa a se encaixar a partir do momento em que conseguimos controlá-la.

Adaptado de Inchauspé, Jessie. A revolução da glicose: equilibre os níveis de açúcar no sangue e mude sua saúde e sua vida. Trad. André Fontenelle. Objetiva, 2022.
O texto se organiza essencialmente por meio de:
Alternativas
Q3808746 Português
    Cuidar da nossa saúde às vezes lembra aquela olhadela que damos na cabine do avião a caminho de nosso assento. Por todo lado só vemos coisas complicadas: telas, indicadores, alavancas, luzes piscantes, manivelas, interruptores, mais alavancas... botões do lado esquerdo, botões do lado direito, botões no teto (não, fala sério, Por que eles põem botões no teto?). Desviamos o olhar, agradecidos pelo fato de os pilotos saberem o que estão fazendo. Como passageiros tudo que nos importa é se o avião vai ficar no céu. Quando a questão é nosso corpo, somos nós os passageiros ignorantes. Porém - reviravolta na história -, os pilotos também somos nós. E quando não sabemos como nosso corpo funciona, é como se estivéssemos em voo cego. Nós sabemos como queremos nos sentir. Queremos acordar com um sorriso, animados e empolgados para o novo dia. Queremos ter uma alegria no andar, livres de qualquer dor. Queremos passar momentos agradáveis com nossa família, com uma sensação de gratidão positividade. Mas pode ser complicado descobrir como chegar lá. São tantos botões que nos sentimos esmagados. O que fazer? Por onde começar? Temos que começar pela glicose. Por quê? Porque ela é a alavanca da cabine com o maior custo-benefício. É a mais fácil de compreender (graças aos monitores contínuos de glicose), afeta instantaneamente nossas sensações (porque influencia nossa fome e nosso humor), e muita coisa passa a se encaixar a partir do momento em que conseguimos controlá-la.

Adaptado de Inchauspé, Jessie. A revolução da glicose: equilibre os níveis de açúcar no sangue e mude sua saúde e sua vida. Trad. André Fontenelle. Objetiva, 2022.
No trecho “Como passageiros tudo que nos importa é se o avião vai ficar no céu”, a inclusão do termo “o” antes de “que” tem como efeito:
Alternativas
Q3808745 Português
    Cuidar da nossa saúde às vezes lembra aquela olhadela que damos na cabine do avião a caminho de nosso assento. Por todo lado só vemos coisas complicadas: telas, indicadores, alavancas, luzes piscantes, manivelas, interruptores, mais alavancas... botões do lado esquerdo, botões do lado direito, botões no teto (não, fala sério, Por que eles põem botões no teto?). Desviamos o olhar, agradecidos pelo fato de os pilotos saberem o que estão fazendo. Como passageiros tudo que nos importa é se o avião vai ficar no céu. Quando a questão é nosso corpo, somos nós os passageiros ignorantes. Porém - reviravolta na história -, os pilotos também somos nós. E quando não sabemos como nosso corpo funciona, é como se estivéssemos em voo cego. Nós sabemos como queremos nos sentir. Queremos acordar com um sorriso, animados e empolgados para o novo dia. Queremos ter uma alegria no andar, livres de qualquer dor. Queremos passar momentos agradáveis com nossa família, com uma sensação de gratidão positividade. Mas pode ser complicado descobrir como chegar lá. São tantos botões que nos sentimos esmagados. O que fazer? Por onde começar? Temos que começar pela glicose. Por quê? Porque ela é a alavanca da cabine com o maior custo-benefício. É a mais fácil de compreender (graças aos monitores contínuos de glicose), afeta instantaneamente nossas sensações (porque influencia nossa fome e nosso humor), e muita coisa passa a se encaixar a partir do momento em que conseguimos controlá-la.

Adaptado de Inchauspé, Jessie. A revolução da glicose: equilibre os níveis de açúcar no sangue e mude sua saúde e sua vida. Trad. André Fontenelle. Objetiva, 2022.
No texto, a relação entre a complexidade da cabine de um avião e a administração da saúde humana evidencia 
Alternativas
Q3808744 Português
Em silêncio


       Precisava de silêncio para pensar, ordenar sua vida e rumos. Juntou poucas coisas, navegou até uma ilha deserta. Mas a gritaria das aves marinhas fundia-se com o farfalhar do vento nas palmeiras, e quando ambos se calavam, batiam inevitáveis as ondas contra as pedras. Silêncio não havia. Tomou suas coisas, voltou ao continente, recolheu-se numa gruta em montanha distante. Embora isolado, logo se viu rodeado de ruídos, pequenos alguns, minúsculos outros, que o aparente silêncio circundante agigantava. Era o gotejar do excesso de umidade, o esvoejar dos morcegos ao anoitecer, o zumbir de um ou outro inseto, um gorjear lá fora, um escavar cá dentro, um rastejar, e o ronco majestoso dos trovões, o estalar dos relâmpagos. Novamente arrebanhou seus poucos pertences. E desceu a montanha, regressou à cidade. As chaves da sua casa tilintavam no bolso, não atendeu ao apelo. Tomou ônibus e metrô, caminhou até a praça mais central. Ali, onde tantos passavam e as buzinas dos carros e os apitos dos guardas e o gritar dos ambulantes e o chamado das sirenes se entrecruzavam, sentou-se. Assim como havia ignorado as chaves, ignorou os sons todos que lhe atingiam a cabeça, esqueceu os ouvidos. E, vagarosamente, começou a descida em seu silêncio interior.


Marina Colasanti. Hora de alimentar serpentes. Global, 2013
O sufixo “-ejar”, presente em “esvoejar”, desempenha papel semântico específico na construção do verbo, conferindo-lhe a ideia de:
Alternativas
Q3808743 Português
Em silêncio


       Precisava de silêncio para pensar, ordenar sua vida e rumos. Juntou poucas coisas, navegou até uma ilha deserta. Mas a gritaria das aves marinhas fundia-se com o farfalhar do vento nas palmeiras, e quando ambos se calavam, batiam inevitáveis as ondas contra as pedras. Silêncio não havia. Tomou suas coisas, voltou ao continente, recolheu-se numa gruta em montanha distante. Embora isolado, logo se viu rodeado de ruídos, pequenos alguns, minúsculos outros, que o aparente silêncio circundante agigantava. Era o gotejar do excesso de umidade, o esvoejar dos morcegos ao anoitecer, o zumbir de um ou outro inseto, um gorjear lá fora, um escavar cá dentro, um rastejar, e o ronco majestoso dos trovões, o estalar dos relâmpagos. Novamente arrebanhou seus poucos pertences. E desceu a montanha, regressou à cidade. As chaves da sua casa tilintavam no bolso, não atendeu ao apelo. Tomou ônibus e metrô, caminhou até a praça mais central. Ali, onde tantos passavam e as buzinas dos carros e os apitos dos guardas e o gritar dos ambulantes e o chamado das sirenes se entrecruzavam, sentou-se. Assim como havia ignorado as chaves, ignorou os sons todos que lhe atingiam a cabeça, esqueceu os ouvidos. E, vagarosamente, começou a descida em seu silêncio interior.


Marina Colasanti. Hora de alimentar serpentes. Global, 2013
No conto, a busca do protagonista está relacionada à tentativa de
Alternativas
Q3754969 Agropecuária
Assinale a alternativa CORRETA sobre o funcionamento da Espectroscopia de Infravermelho Próximo (NIRS) e da bomba calorimétrica. Ambos os equipamentos são utilizados na determinação da composição química dos alimentos para animais.
Alternativas
Q3754968 Agropecuária
Os nutrientes que mais podem apresentar níveis inadequados na dieta de ruminantes são os minerais. As plan - tas forrageiras e os cereais fornecidos na dieta de ruminantes apresentam em sua composição baixos teores de minerais. Uma forma de garantir o fornecimento dos minerais para ruminantes é a suplementação mineral. Uma fazenda necessita iniciar a suplementação mineral do rebanho de 2.350 cabeças de Nelore adulto. Cada animal consome 60 gramas de sal mineral por dia. O produtor vai adquirir cochos de 4 metros de comprimento, consi - derando 5 centímetros por animal. Assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3754967 Agropecuária
Os volumosos são alimentos que apresentam em sua composição teores de fibra bruta superior a 18% na matéria seca. A fibra bruta é composta de fibra em detergente neutro (FDN) e fibra em detergente ácido (FDA). Considere que, após análise da composição de duas amostras de capim A e B, os valores de FDA de cada amostra foram respectivamente 31,40 (A) e 22,34 (B).
Marque a alternativa CORRETA em relação à digestibilidade de bovinos.
Alternativas
Q3754966 Agropecuária
A acidose é uma doença metabólica ou distúrbio específico que acomete principalmente bovinos criados em sistema confinado. Assinale a alternativa INCORRETA em relação à acidose em bovinos. 
Alternativas
Q3754965 Agropecuária
A utilização de soja, em seu estado natural e sem processamento, em rações para suínos, envolve fatores antinutricionais que reduzem a digestibilidade da proteína. A inativação desses fatores ocorre por aquecimento do grão. Assinale abaixo o método mais utilizado para medir a inativação de fatores negativos da soja. 
Alternativas
Q3754964 Agropecuária
Na bovinocultura de corte, o foco deve ser na clínica preventiva e não curativa. Assinale a alternativa que apresenta uma doença que NÃO pode ser controlada através de vacina. 
Alternativas
Q3754963 Agropecuária
Assinale a alternativa CORRETA em relação ao Haemonchus contortus.
Alternativas
Q3754960 Agropecuária
Ao realizar a análise de nitrogênio total de uma amostra de ração de frangos de corte, obtiveram -se os valores de porcentagem de nitrogênio da amostra seca ao ar (3,01 %NASA) e a porcentagem de amostra seca em estufa (96,73%ASE).
Assinale a alternativa CORRETA para o valor de proteína bruta na matéria seca da amostra de ração.
Alternativas
Q3754959 Agropecuária
Atualmente, têm crescido os sistemas de produção animal que priorizam e adotam práticas de manejo que garantem as cinco liberdades do bem-estar animal. As cinco liberdades são: livre de fome e sede, livre de desconforto, livre de dor, liberdade para expressar seu comportamento natural e livre de medo e angústia. Assinale a alternativa INCORRETA em relação às práticas de bem-estar animal. 
Alternativas
Q3754958 Agropecuária
Os animais endotérmicos possuem uma zona de termoneutralidade (entre a temperatura mínima e a temperatura máxima); ou seja, uma faixa de temperatura ambiente em que o animal não precisa produzir ou perder temperatura corporal, e seu metabolismo é mínimo. Nessa zona de temperatura, os animais estão em conforto térmico. Assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3754957 Agropecuária
Em uma fábrica de suplementos vitamínicos para suínos, realizou-se um teste de homogeneidade em um misturador horizontal de helicoide, com capacidade de dez toneladas de ração por batida. Como marcador, utilizou-se sal comum na quantidade de 0,5%. As amostras foram coletadas em oito pontos distintos e encaminhados para análise em laboratório da quantidade de cloreto de sódio total em cada amostra. Os valores percentuais de clo - reto de sódio para cada amostra foram: 0,42; 0,45; 0,52; 0,45; 0,50; 0,55; 0,38 e 0,40. O valor de coeficiente de variação para misturas de rações deve estar no limite máximo de 10% e, para suplementos minerais e vitamínicos, deve ser inferior a 5%.
Marque a alternativa que analisa CORRETAMENTE o teste de homogeneidade realizado nesta fábrica. 
Alternativas
Respostas
601: B
602: C
603: D
604: E
605: E
606: A
607: B
608: B
609: D
610: A
611: A
612: D
613: C
614: B
615: E
616: C
617: D
618: D
619: E
620: C