Questões de Concurso
Comentadas para técnico de enfermagem
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(adaptado SILVA, L. G.; LIMA, S. C.; SOUZA, E. A. Povos Indígenas de Goiás. Revista Temporis [Ação] (Periódico acadêmico de História, Letras e Educação da Universidade Estadual de Goiás). Cidade de Goiás; Anápolis. V. 18, N. 01, p. 146-171 de 269, jan/jun, 2018. Disponível em: http://www.revista.ueg.br/index.php/temporisacao/issue/archive. Acessado em: 14/02/2023).
As Terras Indígenas existentes em Goiás, na atualidade, pertencem aos povos:
(IBGE, Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/go/uirapuru/historico. Data de acesso: 15/02/2023)
Uirapuru foi elevado à categoria de Município em:
I. Carlos é, com certeza, a melhor escolha. Além disso, conhece os meandros da empresa.
II. Vamos a praia no domingo. Você nos acompanha a praia?
III. A violência é um problema nacional. Além disso, não há medidas eficazes para contê-la.
IV. Mariana saiu de casa visto que não se dava bem com o pai.
Assinale a alternativa CORRETA:
I. Escolher guias que respeitem ao ambiente e a cultura local.
II. Respondi às questões.
III. Obedecer aos regulamentos locais.
IV. Agradeço os ouvintes a audiência.
Assinale a alternativa que indica as frases corretas.
PNEU FURADO.
O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonitinha.
Tão bonitinha que atrás parou outro carro e dele desceu um homem dizendo "Pode deixar". Ele trocaria o pneu.
- Você tem macaco? - perguntou o homem.
- Não - respondeu a moça.
- Tudo bem, eu tenho - disse o homem - Você tem estepe?
- Não - disse a moça.
- Vamos usar o meu - disse o homem.
E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça. Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar.
Dali a pouco chegou o dono do carro.
- Puxa, você trocou o pneu pra mim. Muito obrigado.
- É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.
- Coisa estranha.
- É uma compulsão. Sei lá.
(Luís Fernando Veríssimo. Livro: Pai não entende nada. L&PM, 1991).
PNEU FURADO.
O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonitinha.
Tão bonitinha que atrás parou outro carro e dele desceu um homem dizendo "Pode deixar". Ele trocaria o pneu.
- Você tem macaco? - perguntou o homem.
- Não - respondeu a moça.
- Tudo bem, eu tenho - disse o homem - Você tem estepe?
- Não - disse a moça.
- Vamos usar o meu - disse o homem.
E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça. Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar.
Dali a pouco chegou o dono do carro.
- Puxa, você trocou o pneu pra mim. Muito obrigado.
- É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.
- Coisa estranha.
- É uma compulsão. Sei lá.
(Luís Fernando Veríssimo. Livro: Pai não entende nada. L&PM, 1991).