Questões de Concurso Comentadas para motorista

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Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: EMASA-SC Prova: FEPESE - 2023 - EMASA-SC - Motorista |
Q2284959 Legislação de Trânsito
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro vigente, as informações sobre o chassi, o monobloco, os agregados e as características originais do veículo deverão ser prestadas ao RENAVAM, no caso de veículo importado por pessoa física:
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Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: EMASA-SC Prova: FEPESE - 2023 - EMASA-SC - Motorista |
Q2284957 Legislação de Trânsito
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro vigente, a placa de sinal de regulamentação que significa “Alfândega”, é:
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Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: EMASA-SC Prova: FEPESE - 2023 - EMASA-SC - Motorista |
Q2284956 Legislação de Trânsito
De acordo com a regulamentação do CONTRAN, o sinal sonoro de um agente de trânsito que indica ao condutor, a quem é dirigido o gesto de braço do agente, a liberação do trânsito em direção/sentido indicado pelo agente é composto por:
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Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: EMASA-SC Prova: FEPESE - 2023 - EMASA-SC - Motorista |
Q2284955 Legislação de Trânsito
De acordo com a regulamentação do CONTRAN, quando um ciclista deixa o braço esquerdo estendido e movimentando verticalmente, este gesto significa uma indicação de que:

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Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: EMASA-SC Prova: FEPESE - 2023 - EMASA-SC - Motorista |
Q2284954 Legislação de Trânsito
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro vigente, uma combinação de veículos acoplados, sendo um deles automotor, é conhecida como
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Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: EMASA-SC Prova: FEPESE - 2023 - EMASA-SC - Motorista |
Q2284953 Legislação de Trânsito
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro vigente, a via caracterizada por interseções em nível não semaforizadas, destinada apenas ao acesso local ou a áreas restritas, é chamada de:
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Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: EMASA-SC Prova: FEPESE - 2023 - EMASA-SC - Motorista |
Q2284952 Legislação de Trânsito
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro vigente, nas interseções e suas proximidades:
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Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: EMASA-SC Prova: FEPESE - 2023 - EMASA-SC - Motorista |
Q2284951 Legislação de Trânsito
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro vigente, quanto aos veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento, os de polícia, os de fiscalização e operação de trânsito e as ambulâncias, quando os dispositivos regulamentares de alarme sonoro e iluminação intermitente estiverem acionados, indicando a proximidade dos veículos, todos os condutores deverão:
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Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: EMASA-SC Prova: FEPESE - 2023 - EMASA-SC - Motorista |
Q2284950 Legislação de Trânsito
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro vigente, o condutor deverá, a todo momento:
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Q2281139 Português
Inteligência artificial eleva em 20% detecção de câncer de mama e 'reduz' trabalho de radiologistas

Estudo publicado na revista The Lancet Oncology apontou que a inteligência artificial pode tornar a triagem de mamografia mais precisa e eficiente. Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que a inteligência artificial não está pronta para ser implementada no 'mundo real'.

Um estudo feito com mais de 80 mil mulheres na Suécia apontou que o uso de inteligência artificial no rastreamento de câncer de mama é preciso, eficiente e seguro. Publicada na revista The Lancet Oncology na terça-feira (1º), a pesquisa mostrou que a inteligência artificial detectou 20% mais cânceres em comparação com a leitura da mamografia feita por dois radiologistas. Os pesquisadores também notaram que a inteligência artificial não aumentou os falsos positivos e reduziu a carga de trabalho de leitura da mamografia em 44%. No entanto, eles ressaltam que a inteligência artificial não está pronta para ser implementada na triagem de mamografia. Segundo a principal autora do estudo, Kristina Lang, da Universidade de Lund, esses resultados devem ser usados para novos ensaios e avaliações baseadas em programas para lidar com a escassez de radiologistas em muitos países, mas adverte: “Eles (os estudos) não são suficientes por si só para confirmar que a inteligência artificial está pronta para ser implementada na triagem de mamografia.” A autora diz que ainda é preciso entender a combinação dos radiologistas com a inteligência artificial e o custo-benefício da tecnologia. Na Europa, a recomendação é que a mamografia tenha leitura dupla (por dois radiologistas) para garantir o diagnóstico correto da doença. Contudo, faltam profissionais em muitos países. A inteligência artificial foi proposta para fazer a primeira leitura automatizada das mamografias. Dependendo do resultado, se for detectado algo, o exame, então, passa para avaliação posterior de um ou dois radiologistas.

Como funcionou a pesquisa 

Público: Entre abril de 2021 e julho de 2022, 80.033 mulheres com idades entre 40 e 80 anos que se submeteram à mamografia na Suécia foram aleatoriamente escolhidas para análise de inteligência artificial.

Realização: A pesquisa foi dividida em dois braços: a inteligência artificial analisava as mamografias antes de serem lidas por um ou dois radiologistas x análise padrão realizada por dois radiologistas sem a inteligência artificial;

Classificação do risco: A inteligência artificial classificou o risco de câncer em uma escala de 1 a 10. Se o risco fosse inferior a 10, um radiologista analisava a imagem; se o sistema previsse risco 10, dois profissionais analisavam a imagem; Resultados: 244 mulheres chamadas novamente após a triagem apoiada por inteligência artificial tiveram câncer, em comparação com 203 mulheres da triagem padrão;

Economia de trabalho: Foram 36.886 menos leituras de tela por radiologias no grupo com suporte de inteligência artificial do que no grupo controle (46.345 x 83.231) - redução de 44% na carga de trabalho de leitura de telas dos radiologistas.

Mesmo com as descobertas promissoras, os pesquisadores alertam para as limitações do estudo, incluindo que a análise foi realizada em um único centro e foi restrita a um tipo de dispositivo de mamografia e um sistema de inteligência artificial. Portal de notícias G1
Considere as seguintes sentenças:
I. Este filme é impróprio para crianças.
II. Ele é insensível à desigualdade.
Em relação à regência nominal, assinale a alternativa que apresenta os termos regentes e seus respectivos termos regidos nas sentenças dadas.
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Q2281138 Português
Inteligência artificial eleva em 20% detecção de câncer de mama e 'reduz' trabalho de radiologistas

Estudo publicado na revista The Lancet Oncology apontou que a inteligência artificial pode tornar a triagem de mamografia mais precisa e eficiente. Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que a inteligência artificial não está pronta para ser implementada no 'mundo real'.

Um estudo feito com mais de 80 mil mulheres na Suécia apontou que o uso de inteligência artificial no rastreamento de câncer de mama é preciso, eficiente e seguro. Publicada na revista The Lancet Oncology na terça-feira (1º), a pesquisa mostrou que a inteligência artificial detectou 20% mais cânceres em comparação com a leitura da mamografia feita por dois radiologistas. Os pesquisadores também notaram que a inteligência artificial não aumentou os falsos positivos e reduziu a carga de trabalho de leitura da mamografia em 44%. No entanto, eles ressaltam que a inteligência artificial não está pronta para ser implementada na triagem de mamografia. Segundo a principal autora do estudo, Kristina Lang, da Universidade de Lund, esses resultados devem ser usados para novos ensaios e avaliações baseadas em programas para lidar com a escassez de radiologistas em muitos países, mas adverte: “Eles (os estudos) não são suficientes por si só para confirmar que a inteligência artificial está pronta para ser implementada na triagem de mamografia.” A autora diz que ainda é preciso entender a combinação dos radiologistas com a inteligência artificial e o custo-benefício da tecnologia. Na Europa, a recomendação é que a mamografia tenha leitura dupla (por dois radiologistas) para garantir o diagnóstico correto da doença. Contudo, faltam profissionais em muitos países. A inteligência artificial foi proposta para fazer a primeira leitura automatizada das mamografias. Dependendo do resultado, se for detectado algo, o exame, então, passa para avaliação posterior de um ou dois radiologistas.

Como funcionou a pesquisa 

Público: Entre abril de 2021 e julho de 2022, 80.033 mulheres com idades entre 40 e 80 anos que se submeteram à mamografia na Suécia foram aleatoriamente escolhidas para análise de inteligência artificial.

Realização: A pesquisa foi dividida em dois braços: a inteligência artificial analisava as mamografias antes de serem lidas por um ou dois radiologistas x análise padrão realizada por dois radiologistas sem a inteligência artificial;

Classificação do risco: A inteligência artificial classificou o risco de câncer em uma escala de 1 a 10. Se o risco fosse inferior a 10, um radiologista analisava a imagem; se o sistema previsse risco 10, dois profissionais analisavam a imagem; Resultados: 244 mulheres chamadas novamente após a triagem apoiada por inteligência artificial tiveram câncer, em comparação com 203 mulheres da triagem padrão;

Economia de trabalho: Foram 36.886 menos leituras de tela por radiologias no grupo com suporte de inteligência artificial do que no grupo controle (46.345 x 83.231) - redução de 44% na carga de trabalho de leitura de telas dos radiologistas.

Mesmo com as descobertas promissoras, os pesquisadores alertam para as limitações do estudo, incluindo que a análise foi realizada em um único centro e foi restrita a um tipo de dispositivo de mamografia e um sistema de inteligência artificial. Portal de notícias G1
Assinale a alternativa que apresenta a sentença pontuada corretamente.
Alternativas
Q2281137 Português
Inteligência artificial eleva em 20% detecção de câncer de mama e 'reduz' trabalho de radiologistas

Estudo publicado na revista The Lancet Oncology apontou que a inteligência artificial pode tornar a triagem de mamografia mais precisa e eficiente. Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que a inteligência artificial não está pronta para ser implementada no 'mundo real'.

Um estudo feito com mais de 80 mil mulheres na Suécia apontou que o uso de inteligência artificial no rastreamento de câncer de mama é preciso, eficiente e seguro. Publicada na revista The Lancet Oncology na terça-feira (1º), a pesquisa mostrou que a inteligência artificial detectou 20% mais cânceres em comparação com a leitura da mamografia feita por dois radiologistas. Os pesquisadores também notaram que a inteligência artificial não aumentou os falsos positivos e reduziu a carga de trabalho de leitura da mamografia em 44%. No entanto, eles ressaltam que a inteligência artificial não está pronta para ser implementada na triagem de mamografia. Segundo a principal autora do estudo, Kristina Lang, da Universidade de Lund, esses resultados devem ser usados para novos ensaios e avaliações baseadas em programas para lidar com a escassez de radiologistas em muitos países, mas adverte: “Eles (os estudos) não são suficientes por si só para confirmar que a inteligência artificial está pronta para ser implementada na triagem de mamografia.” A autora diz que ainda é preciso entender a combinação dos radiologistas com a inteligência artificial e o custo-benefício da tecnologia. Na Europa, a recomendação é que a mamografia tenha leitura dupla (por dois radiologistas) para garantir o diagnóstico correto da doença. Contudo, faltam profissionais em muitos países. A inteligência artificial foi proposta para fazer a primeira leitura automatizada das mamografias. Dependendo do resultado, se for detectado algo, o exame, então, passa para avaliação posterior de um ou dois radiologistas.

Como funcionou a pesquisa 

Público: Entre abril de 2021 e julho de 2022, 80.033 mulheres com idades entre 40 e 80 anos que se submeteram à mamografia na Suécia foram aleatoriamente escolhidas para análise de inteligência artificial.

Realização: A pesquisa foi dividida em dois braços: a inteligência artificial analisava as mamografias antes de serem lidas por um ou dois radiologistas x análise padrão realizada por dois radiologistas sem a inteligência artificial;

Classificação do risco: A inteligência artificial classificou o risco de câncer em uma escala de 1 a 10. Se o risco fosse inferior a 10, um radiologista analisava a imagem; se o sistema previsse risco 10, dois profissionais analisavam a imagem; Resultados: 244 mulheres chamadas novamente após a triagem apoiada por inteligência artificial tiveram câncer, em comparação com 203 mulheres da triagem padrão;

Economia de trabalho: Foram 36.886 menos leituras de tela por radiologias no grupo com suporte de inteligência artificial do que no grupo controle (46.345 x 83.231) - redução de 44% na carga de trabalho de leitura de telas dos radiologistas.

Mesmo com as descobertas promissoras, os pesquisadores alertam para as limitações do estudo, incluindo que a análise foi realizada em um único centro e foi restrita a um tipo de dispositivo de mamografia e um sistema de inteligência artificial. Portal de notícias G1
Assinale a alternativa que apresenta a palavra correta em relação ao emprego do hífen. 
Alternativas
Q2281136 Português
Inteligência artificial eleva em 20% detecção de câncer de mama e 'reduz' trabalho de radiologistas

Estudo publicado na revista The Lancet Oncology apontou que a inteligência artificial pode tornar a triagem de mamografia mais precisa e eficiente. Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que a inteligência artificial não está pronta para ser implementada no 'mundo real'.

Um estudo feito com mais de 80 mil mulheres na Suécia apontou que o uso de inteligência artificial no rastreamento de câncer de mama é preciso, eficiente e seguro. Publicada na revista The Lancet Oncology na terça-feira (1º), a pesquisa mostrou que a inteligência artificial detectou 20% mais cânceres em comparação com a leitura da mamografia feita por dois radiologistas. Os pesquisadores também notaram que a inteligência artificial não aumentou os falsos positivos e reduziu a carga de trabalho de leitura da mamografia em 44%. No entanto, eles ressaltam que a inteligência artificial não está pronta para ser implementada na triagem de mamografia. Segundo a principal autora do estudo, Kristina Lang, da Universidade de Lund, esses resultados devem ser usados para novos ensaios e avaliações baseadas em programas para lidar com a escassez de radiologistas em muitos países, mas adverte: “Eles (os estudos) não são suficientes por si só para confirmar que a inteligência artificial está pronta para ser implementada na triagem de mamografia.” A autora diz que ainda é preciso entender a combinação dos radiologistas com a inteligência artificial e o custo-benefício da tecnologia. Na Europa, a recomendação é que a mamografia tenha leitura dupla (por dois radiologistas) para garantir o diagnóstico correto da doença. Contudo, faltam profissionais em muitos países. A inteligência artificial foi proposta para fazer a primeira leitura automatizada das mamografias. Dependendo do resultado, se for detectado algo, o exame, então, passa para avaliação posterior de um ou dois radiologistas.

Como funcionou a pesquisa 

Público: Entre abril de 2021 e julho de 2022, 80.033 mulheres com idades entre 40 e 80 anos que se submeteram à mamografia na Suécia foram aleatoriamente escolhidas para análise de inteligência artificial.

Realização: A pesquisa foi dividida em dois braços: a inteligência artificial analisava as mamografias antes de serem lidas por um ou dois radiologistas x análise padrão realizada por dois radiologistas sem a inteligência artificial;

Classificação do risco: A inteligência artificial classificou o risco de câncer em uma escala de 1 a 10. Se o risco fosse inferior a 10, um radiologista analisava a imagem; se o sistema previsse risco 10, dois profissionais analisavam a imagem; Resultados: 244 mulheres chamadas novamente após a triagem apoiada por inteligência artificial tiveram câncer, em comparação com 203 mulheres da triagem padrão;

Economia de trabalho: Foram 36.886 menos leituras de tela por radiologias no grupo com suporte de inteligência artificial do que no grupo controle (46.345 x 83.231) - redução de 44% na carga de trabalho de leitura de telas dos radiologistas.

Mesmo com as descobertas promissoras, os pesquisadores alertam para as limitações do estudo, incluindo que a análise foi realizada em um único centro e foi restrita a um tipo de dispositivo de mamografia e um sistema de inteligência artificial. Portal de notícias G1
A palavra “radiologistas”, presente no texto, apresenta elementos que indicam processos derivacionais e flexionais em sua formação. Assinale a alternativa que classifica e apresenta, respectivamente, esses elementos. 
Alternativas
Q2281135 Português
Inteligência artificial eleva em 20% detecção de câncer de mama e 'reduz' trabalho de radiologistas

Estudo publicado na revista The Lancet Oncology apontou que a inteligência artificial pode tornar a triagem de mamografia mais precisa e eficiente. Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que a inteligência artificial não está pronta para ser implementada no 'mundo real'.

Um estudo feito com mais de 80 mil mulheres na Suécia apontou que o uso de inteligência artificial no rastreamento de câncer de mama é preciso, eficiente e seguro. Publicada na revista The Lancet Oncology na terça-feira (1º), a pesquisa mostrou que a inteligência artificial detectou 20% mais cânceres em comparação com a leitura da mamografia feita por dois radiologistas. Os pesquisadores também notaram que a inteligência artificial não aumentou os falsos positivos e reduziu a carga de trabalho de leitura da mamografia em 44%. No entanto, eles ressaltam que a inteligência artificial não está pronta para ser implementada na triagem de mamografia. Segundo a principal autora do estudo, Kristina Lang, da Universidade de Lund, esses resultados devem ser usados para novos ensaios e avaliações baseadas em programas para lidar com a escassez de radiologistas em muitos países, mas adverte: “Eles (os estudos) não são suficientes por si só para confirmar que a inteligência artificial está pronta para ser implementada na triagem de mamografia.” A autora diz que ainda é preciso entender a combinação dos radiologistas com a inteligência artificial e o custo-benefício da tecnologia. Na Europa, a recomendação é que a mamografia tenha leitura dupla (por dois radiologistas) para garantir o diagnóstico correto da doença. Contudo, faltam profissionais em muitos países. A inteligência artificial foi proposta para fazer a primeira leitura automatizada das mamografias. Dependendo do resultado, se for detectado algo, o exame, então, passa para avaliação posterior de um ou dois radiologistas.

Como funcionou a pesquisa 

Público: Entre abril de 2021 e julho de 2022, 80.033 mulheres com idades entre 40 e 80 anos que se submeteram à mamografia na Suécia foram aleatoriamente escolhidas para análise de inteligência artificial.

Realização: A pesquisa foi dividida em dois braços: a inteligência artificial analisava as mamografias antes de serem lidas por um ou dois radiologistas x análise padrão realizada por dois radiologistas sem a inteligência artificial;

Classificação do risco: A inteligência artificial classificou o risco de câncer em uma escala de 1 a 10. Se o risco fosse inferior a 10, um radiologista analisava a imagem; se o sistema previsse risco 10, dois profissionais analisavam a imagem; Resultados: 244 mulheres chamadas novamente após a triagem apoiada por inteligência artificial tiveram câncer, em comparação com 203 mulheres da triagem padrão;

Economia de trabalho: Foram 36.886 menos leituras de tela por radiologias no grupo com suporte de inteligência artificial do que no grupo controle (46.345 x 83.231) - redução de 44% na carga de trabalho de leitura de telas dos radiologistas.

Mesmo com as descobertas promissoras, os pesquisadores alertam para as limitações do estudo, incluindo que a análise foi realizada em um único centro e foi restrita a um tipo de dispositivo de mamografia e um sistema de inteligência artificial. Portal de notícias G1
Considere o excerto “A inteligência artificial classificou o risco de câncer em uma escala de 1 a 10.” Neste contexto, em relação à classe gramatical, as palavras “artificial”, “o”, “câncer” e “em” são, respectivamente: 
Alternativas
Q2281134 Português
Inteligência artificial eleva em 20% detecção de câncer de mama e 'reduz' trabalho de radiologistas

Estudo publicado na revista The Lancet Oncology apontou que a inteligência artificial pode tornar a triagem de mamografia mais precisa e eficiente. Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que a inteligência artificial não está pronta para ser implementada no 'mundo real'.

Um estudo feito com mais de 80 mil mulheres na Suécia apontou que o uso de inteligência artificial no rastreamento de câncer de mama é preciso, eficiente e seguro. Publicada na revista The Lancet Oncology na terça-feira (1º), a pesquisa mostrou que a inteligência artificial detectou 20% mais cânceres em comparação com a leitura da mamografia feita por dois radiologistas. Os pesquisadores também notaram que a inteligência artificial não aumentou os falsos positivos e reduziu a carga de trabalho de leitura da mamografia em 44%. No entanto, eles ressaltam que a inteligência artificial não está pronta para ser implementada na triagem de mamografia. Segundo a principal autora do estudo, Kristina Lang, da Universidade de Lund, esses resultados devem ser usados para novos ensaios e avaliações baseadas em programas para lidar com a escassez de radiologistas em muitos países, mas adverte: “Eles (os estudos) não são suficientes por si só para confirmar que a inteligência artificial está pronta para ser implementada na triagem de mamografia.” A autora diz que ainda é preciso entender a combinação dos radiologistas com a inteligência artificial e o custo-benefício da tecnologia. Na Europa, a recomendação é que a mamografia tenha leitura dupla (por dois radiologistas) para garantir o diagnóstico correto da doença. Contudo, faltam profissionais em muitos países. A inteligência artificial foi proposta para fazer a primeira leitura automatizada das mamografias. Dependendo do resultado, se for detectado algo, o exame, então, passa para avaliação posterior de um ou dois radiologistas.

Como funcionou a pesquisa 

Público: Entre abril de 2021 e julho de 2022, 80.033 mulheres com idades entre 40 e 80 anos que se submeteram à mamografia na Suécia foram aleatoriamente escolhidas para análise de inteligência artificial.

Realização: A pesquisa foi dividida em dois braços: a inteligência artificial analisava as mamografias antes de serem lidas por um ou dois radiologistas x análise padrão realizada por dois radiologistas sem a inteligência artificial;

Classificação do risco: A inteligência artificial classificou o risco de câncer em uma escala de 1 a 10. Se o risco fosse inferior a 10, um radiologista analisava a imagem; se o sistema previsse risco 10, dois profissionais analisavam a imagem; Resultados: 244 mulheres chamadas novamente após a triagem apoiada por inteligência artificial tiveram câncer, em comparação com 203 mulheres da triagem padrão;

Economia de trabalho: Foram 36.886 menos leituras de tela por radiologias no grupo com suporte de inteligência artificial do que no grupo controle (46.345 x 83.231) - redução de 44% na carga de trabalho de leitura de telas dos radiologistas.

Mesmo com as descobertas promissoras, os pesquisadores alertam para as limitações do estudo, incluindo que a análise foi realizada em um único centro e foi restrita a um tipo de dispositivo de mamografia e um sistema de inteligência artificial. Portal de notícias G1
Considere as sentenças retiradas do texto:
I. “eles ressaltam que a inteligência artificial não está pronta para ser implementada na triagem de mamografia.”
II. “mulheres com idades entre 40 e 80 anos que se submeteram à mamografia na Suécia foram aleatoriamente escolhidas para análise de inteligência artificial.”
Nas sentenças dadas, a colocação dos pronomes “eles” e “se” configura, respectivamente:
Alternativas
Q2281133 Português
Inteligência artificial eleva em 20% detecção de câncer de mama e 'reduz' trabalho de radiologistas

Estudo publicado na revista The Lancet Oncology apontou que a inteligência artificial pode tornar a triagem de mamografia mais precisa e eficiente. Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que a inteligência artificial não está pronta para ser implementada no 'mundo real'.

Um estudo feito com mais de 80 mil mulheres na Suécia apontou que o uso de inteligência artificial no rastreamento de câncer de mama é preciso, eficiente e seguro. Publicada na revista The Lancet Oncology na terça-feira (1º), a pesquisa mostrou que a inteligência artificial detectou 20% mais cânceres em comparação com a leitura da mamografia feita por dois radiologistas. Os pesquisadores também notaram que a inteligência artificial não aumentou os falsos positivos e reduziu a carga de trabalho de leitura da mamografia em 44%. No entanto, eles ressaltam que a inteligência artificial não está pronta para ser implementada na triagem de mamografia. Segundo a principal autora do estudo, Kristina Lang, da Universidade de Lund, esses resultados devem ser usados para novos ensaios e avaliações baseadas em programas para lidar com a escassez de radiologistas em muitos países, mas adverte: “Eles (os estudos) não são suficientes por si só para confirmar que a inteligência artificial está pronta para ser implementada na triagem de mamografia.” A autora diz que ainda é preciso entender a combinação dos radiologistas com a inteligência artificial e o custo-benefício da tecnologia. Na Europa, a recomendação é que a mamografia tenha leitura dupla (por dois radiologistas) para garantir o diagnóstico correto da doença. Contudo, faltam profissionais em muitos países. A inteligência artificial foi proposta para fazer a primeira leitura automatizada das mamografias. Dependendo do resultado, se for detectado algo, o exame, então, passa para avaliação posterior de um ou dois radiologistas.

Como funcionou a pesquisa 

Público: Entre abril de 2021 e julho de 2022, 80.033 mulheres com idades entre 40 e 80 anos que se submeteram à mamografia na Suécia foram aleatoriamente escolhidas para análise de inteligência artificial.

Realização: A pesquisa foi dividida em dois braços: a inteligência artificial analisava as mamografias antes de serem lidas por um ou dois radiologistas x análise padrão realizada por dois radiologistas sem a inteligência artificial;

Classificação do risco: A inteligência artificial classificou o risco de câncer em uma escala de 1 a 10. Se o risco fosse inferior a 10, um radiologista analisava a imagem; se o sistema previsse risco 10, dois profissionais analisavam a imagem; Resultados: 244 mulheres chamadas novamente após a triagem apoiada por inteligência artificial tiveram câncer, em comparação com 203 mulheres da triagem padrão;

Economia de trabalho: Foram 36.886 menos leituras de tela por radiologias no grupo com suporte de inteligência artificial do que no grupo controle (46.345 x 83.231) - redução de 44% na carga de trabalho de leitura de telas dos radiologistas.

Mesmo com as descobertas promissoras, os pesquisadores alertam para as limitações do estudo, incluindo que a análise foi realizada em um único centro e foi restrita a um tipo de dispositivo de mamografia e um sistema de inteligência artificial. Portal de notícias G1
Considere as seguintes sentenças, retiradas do texto:
I. “o uso de inteligência artificial no rastreamento de câncer de mama é preciso, eficiente e seguro”
II. “a pesquisa mostrou que a inteligência artificial detectou 20% mais cânceres”
Em relação à regência, os verbos “é” e “mostrou”, nas sentenças dadas, são, respectivamente:
Alternativas
Q2281132 Português
Inteligência artificial eleva em 20% detecção de câncer de mama e 'reduz' trabalho de radiologistas

Estudo publicado na revista The Lancet Oncology apontou que a inteligência artificial pode tornar a triagem de mamografia mais precisa e eficiente. Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que a inteligência artificial não está pronta para ser implementada no 'mundo real'.

Um estudo feito com mais de 80 mil mulheres na Suécia apontou que o uso de inteligência artificial no rastreamento de câncer de mama é preciso, eficiente e seguro. Publicada na revista The Lancet Oncology na terça-feira (1º), a pesquisa mostrou que a inteligência artificial detectou 20% mais cânceres em comparação com a leitura da mamografia feita por dois radiologistas. Os pesquisadores também notaram que a inteligência artificial não aumentou os falsos positivos e reduziu a carga de trabalho de leitura da mamografia em 44%. No entanto, eles ressaltam que a inteligência artificial não está pronta para ser implementada na triagem de mamografia. Segundo a principal autora do estudo, Kristina Lang, da Universidade de Lund, esses resultados devem ser usados para novos ensaios e avaliações baseadas em programas para lidar com a escassez de radiologistas em muitos países, mas adverte: “Eles (os estudos) não são suficientes por si só para confirmar que a inteligência artificial está pronta para ser implementada na triagem de mamografia.” A autora diz que ainda é preciso entender a combinação dos radiologistas com a inteligência artificial e o custo-benefício da tecnologia. Na Europa, a recomendação é que a mamografia tenha leitura dupla (por dois radiologistas) para garantir o diagnóstico correto da doença. Contudo, faltam profissionais em muitos países. A inteligência artificial foi proposta para fazer a primeira leitura automatizada das mamografias. Dependendo do resultado, se for detectado algo, o exame, então, passa para avaliação posterior de um ou dois radiologistas.

Como funcionou a pesquisa 

Público: Entre abril de 2021 e julho de 2022, 80.033 mulheres com idades entre 40 e 80 anos que se submeteram à mamografia na Suécia foram aleatoriamente escolhidas para análise de inteligência artificial.

Realização: A pesquisa foi dividida em dois braços: a inteligência artificial analisava as mamografias antes de serem lidas por um ou dois radiologistas x análise padrão realizada por dois radiologistas sem a inteligência artificial;

Classificação do risco: A inteligência artificial classificou o risco de câncer em uma escala de 1 a 10. Se o risco fosse inferior a 10, um radiologista analisava a imagem; se o sistema previsse risco 10, dois profissionais analisavam a imagem; Resultados: 244 mulheres chamadas novamente após a triagem apoiada por inteligência artificial tiveram câncer, em comparação com 203 mulheres da triagem padrão;

Economia de trabalho: Foram 36.886 menos leituras de tela por radiologias no grupo com suporte de inteligência artificial do que no grupo controle (46.345 x 83.231) - redução de 44% na carga de trabalho de leitura de telas dos radiologistas.

Mesmo com as descobertas promissoras, os pesquisadores alertam para as limitações do estudo, incluindo que a análise foi realizada em um único centro e foi restrita a um tipo de dispositivo de mamografia e um sistema de inteligência artificial. Portal de notícias G1
No excerto “Mesmo com as descobertas promissoras, os pesquisadores alertam para as limitações do estudo”, a oração que inicia o período exprime um sentido: 
Alternativas
Q2281131 Português
Inteligência artificial eleva em 20% detecção de câncer de mama e 'reduz' trabalho de radiologistas

Estudo publicado na revista The Lancet Oncology apontou que a inteligência artificial pode tornar a triagem de mamografia mais precisa e eficiente. Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que a inteligência artificial não está pronta para ser implementada no 'mundo real'.

Um estudo feito com mais de 80 mil mulheres na Suécia apontou que o uso de inteligência artificial no rastreamento de câncer de mama é preciso, eficiente e seguro. Publicada na revista The Lancet Oncology na terça-feira (1º), a pesquisa mostrou que a inteligência artificial detectou 20% mais cânceres em comparação com a leitura da mamografia feita por dois radiologistas. Os pesquisadores também notaram que a inteligência artificial não aumentou os falsos positivos e reduziu a carga de trabalho de leitura da mamografia em 44%. No entanto, eles ressaltam que a inteligência artificial não está pronta para ser implementada na triagem de mamografia. Segundo a principal autora do estudo, Kristina Lang, da Universidade de Lund, esses resultados devem ser usados para novos ensaios e avaliações baseadas em programas para lidar com a escassez de radiologistas em muitos países, mas adverte: “Eles (os estudos) não são suficientes por si só para confirmar que a inteligência artificial está pronta para ser implementada na triagem de mamografia.” A autora diz que ainda é preciso entender a combinação dos radiologistas com a inteligência artificial e o custo-benefício da tecnologia. Na Europa, a recomendação é que a mamografia tenha leitura dupla (por dois radiologistas) para garantir o diagnóstico correto da doença. Contudo, faltam profissionais em muitos países. A inteligência artificial foi proposta para fazer a primeira leitura automatizada das mamografias. Dependendo do resultado, se for detectado algo, o exame, então, passa para avaliação posterior de um ou dois radiologistas.

Como funcionou a pesquisa 

Público: Entre abril de 2021 e julho de 2022, 80.033 mulheres com idades entre 40 e 80 anos que se submeteram à mamografia na Suécia foram aleatoriamente escolhidas para análise de inteligência artificial.

Realização: A pesquisa foi dividida em dois braços: a inteligência artificial analisava as mamografias antes de serem lidas por um ou dois radiologistas x análise padrão realizada por dois radiologistas sem a inteligência artificial;

Classificação do risco: A inteligência artificial classificou o risco de câncer em uma escala de 1 a 10. Se o risco fosse inferior a 10, um radiologista analisava a imagem; se o sistema previsse risco 10, dois profissionais analisavam a imagem; Resultados: 244 mulheres chamadas novamente após a triagem apoiada por inteligência artificial tiveram câncer, em comparação com 203 mulheres da triagem padrão;

Economia de trabalho: Foram 36.886 menos leituras de tela por radiologias no grupo com suporte de inteligência artificial do que no grupo controle (46.345 x 83.231) - redução de 44% na carga de trabalho de leitura de telas dos radiologistas.

Mesmo com as descobertas promissoras, os pesquisadores alertam para as limitações do estudo, incluindo que a análise foi realizada em um único centro e foi restrita a um tipo de dispositivo de mamografia e um sistema de inteligência artificial. Portal de notícias G1
Considere o excerto “A pesquisa foi dividida em dois braços”. Neste contexto, a expressão “dois braços” é metafórica e se refere:
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Q2281130 Português
Inteligência artificial eleva em 20% detecção de câncer de mama e 'reduz' trabalho de radiologistas

Estudo publicado na revista The Lancet Oncology apontou que a inteligência artificial pode tornar a triagem de mamografia mais precisa e eficiente. Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que a inteligência artificial não está pronta para ser implementada no 'mundo real'.

Um estudo feito com mais de 80 mil mulheres na Suécia apontou que o uso de inteligência artificial no rastreamento de câncer de mama é preciso, eficiente e seguro. Publicada na revista The Lancet Oncology na terça-feira (1º), a pesquisa mostrou que a inteligência artificial detectou 20% mais cânceres em comparação com a leitura da mamografia feita por dois radiologistas. Os pesquisadores também notaram que a inteligência artificial não aumentou os falsos positivos e reduziu a carga de trabalho de leitura da mamografia em 44%. No entanto, eles ressaltam que a inteligência artificial não está pronta para ser implementada na triagem de mamografia. Segundo a principal autora do estudo, Kristina Lang, da Universidade de Lund, esses resultados devem ser usados para novos ensaios e avaliações baseadas em programas para lidar com a escassez de radiologistas em muitos países, mas adverte: “Eles (os estudos) não são suficientes por si só para confirmar que a inteligência artificial está pronta para ser implementada na triagem de mamografia.” A autora diz que ainda é preciso entender a combinação dos radiologistas com a inteligência artificial e o custo-benefício da tecnologia. Na Europa, a recomendação é que a mamografia tenha leitura dupla (por dois radiologistas) para garantir o diagnóstico correto da doença. Contudo, faltam profissionais em muitos países. A inteligência artificial foi proposta para fazer a primeira leitura automatizada das mamografias. Dependendo do resultado, se for detectado algo, o exame, então, passa para avaliação posterior de um ou dois radiologistas.

Como funcionou a pesquisa 

Público: Entre abril de 2021 e julho de 2022, 80.033 mulheres com idades entre 40 e 80 anos que se submeteram à mamografia na Suécia foram aleatoriamente escolhidas para análise de inteligência artificial.

Realização: A pesquisa foi dividida em dois braços: a inteligência artificial analisava as mamografias antes de serem lidas por um ou dois radiologistas x análise padrão realizada por dois radiologistas sem a inteligência artificial;

Classificação do risco: A inteligência artificial classificou o risco de câncer em uma escala de 1 a 10. Se o risco fosse inferior a 10, um radiologista analisava a imagem; se o sistema previsse risco 10, dois profissionais analisavam a imagem; Resultados: 244 mulheres chamadas novamente após a triagem apoiada por inteligência artificial tiveram câncer, em comparação com 203 mulheres da triagem padrão;

Economia de trabalho: Foram 36.886 menos leituras de tela por radiologias no grupo com suporte de inteligência artificial do que no grupo controle (46.345 x 83.231) - redução de 44% na carga de trabalho de leitura de telas dos radiologistas.

Mesmo com as descobertas promissoras, os pesquisadores alertam para as limitações do estudo, incluindo que a análise foi realizada em um único centro e foi restrita a um tipo de dispositivo de mamografia e um sistema de inteligência artificial. Portal de notícias G1
De acordo com o texto, o uso da inteligência artificial na triagem de mamografias é promissor, já que:
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Q2277105 História e Geografia de Estados e Municípios
No que se trata na história do município de Bandeirante-SC em 1955 os cidadãos que viviam na comunidade expressaram sobre o seu desejo de Emancipação, através de:
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Respostas
14921: E
14922: C
14923: D
14924: A
14925: C
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