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Assinale a alternativa em que há erro de pontuação.
Qual alternativa demonstra a correlação incorreta entre a frase e sua classificação.
Assinale a alternativa em que as duas palavras não são sinônimas.
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente separadas em sílabas.
I. noi -te / ma-lha / se-nhor
II. U-ru-guai / le-i-te / p-neu
III. sa-í-da / e-di-fí-cio / es-bar-rar
IV. ma-de-i-ra / sa-ú-de / as-sa-do
O Pássaro de Jade
Em uma pequena cidade na China, havia uma lenda sobre um pássaro feito inteiramente de jade, que se dizia trazer boa sorte e prosperidade para quem o possuísse. O pássaro estava sob a proteção da família Wang há várias gerações e era guardado em um templo especial na montanha.
A cada ano, durante o Festival da Primavera, os moradores da cidade faziam uma longa caminhada até o templo para verem o pássaro de jade e fazerem seus pedidos. Muitos acreditavam que simplesmente estar na presença do pássaro já era o suficiente para ter um ano abençoado.
Entretanto, um ano, ao chegar o festival, o pássaro de jade havia desaparecido. Houve um grande alvoroço na cidade. Rumores se espalharam rapidamente, alguns diziam que ele havia sido roubado, outros que havia voado para longe. A família Wang estava devastada.
Foi então que uma criança, chamada Li, decidiu ir em busca do pássaro. Ele acreditava que o pássaro havia ido para um lugar tranquilo para descansar. Depois de semanas de busca, Li encontrou o pássaro de jade em uma caverna escondida, cercada por um belo lago. Li cuidadosamente levou o pássaro de volta para a cidade, restaurando a fé e a esperança dos moradores.
Roseni Souza Leite de Siqueira.
Onde Li encontrou o pássaro de jade?
O Pássaro de Jade
Em uma pequena cidade na China, havia uma lenda sobre um pássaro feito inteiramente de jade, que se dizia trazer boa sorte e prosperidade para quem o possuísse. O pássaro estava sob a proteção da família Wang há várias gerações e era guardado em um templo especial na montanha.
A cada ano, durante o Festival da Primavera, os moradores da cidade faziam uma longa caminhada até o templo para verem o pássaro de jade e fazerem seus pedidos. Muitos acreditavam que simplesmente estar na presença do pássaro já era o suficiente para ter um ano abençoado.
Entretanto, um ano, ao chegar o festival, o pássaro de jade havia desaparecido. Houve um grande alvoroço na cidade. Rumores se espalharam rapidamente, alguns diziam que ele havia sido roubado, outros que havia voado para longe. A família Wang estava devastada.
Foi então que uma criança, chamada Li, decidiu ir em busca do pássaro. Ele acreditava que o pássaro havia ido para um lugar tranquilo para descansar. Depois de semanas de busca, Li encontrou o pássaro de jade em uma caverna escondida, cercada por um belo lago. Li cuidadosamente levou o pássaro de volta para a cidade, restaurando a fé e a esperança dos moradores.
Roseni Souza Leite de Siqueira.
Quem estava encarregado de proteger o pássaro de jade?
O Pássaro de Jade
Em uma pequena cidade na China, havia uma lenda sobre um pássaro feito inteiramente de jade, que se dizia trazer boa sorte e prosperidade para quem o possuísse. O pássaro estava sob a proteção da família Wang há várias gerações e era guardado em um templo especial na montanha.
A cada ano, durante o Festival da Primavera, os moradores da cidade faziam uma longa caminhada até o templo para verem o pássaro de jade e fazerem seus pedidos. Muitos acreditavam que simplesmente estar na presença do pássaro já era o suficiente para ter um ano abençoado.
Entretanto, um ano, ao chegar o festival, o pássaro de jade havia desaparecido. Houve um grande alvoroço na cidade. Rumores se espalharam rapidamente, alguns diziam que ele havia sido roubado, outros que havia voado para longe. A família Wang estava devastada.
Foi então que uma criança, chamada Li, decidiu ir em busca do pássaro. Ele acreditava que o pássaro havia ido para um lugar tranquilo para descansar. Depois de semanas de busca, Li encontrou o pássaro de jade em uma caverna escondida, cercada por um belo lago. Li cuidadosamente levou o pássaro de volta para a cidade, restaurando a fé e a esperança dos moradores.
Roseni Souza Leite de Siqueira.
Qual era a importância do pássaro de jade para a cidade?
Quem é o prefeito que mais vezes foi eleito no município de Reserva?
Qual foi o primeiro nome dado ao município de Reserva, quando o mesmo ainda era um povoado, em 1900?
Quem é o artista brasileiro que começou sua carreira como Street Art, depois tornou-se um muralista, conhecido pelo projeto Muro das Memórias na cidade de São Paulo em 2007, que retratou cenas antigas da cidade. Além da capital paulista, diversas cidades brasileiras e até mesmo outros países contam com suas obras.
Qual é a definição CORRETA de “cabeça d’água”?
É considerado o sexto maior cânion do mundo em extensão e o mais longo do Brasil e fica situado no planalto dos Campos Gerais, no Estado do Paraná. Assinale a alternativa CORRETA.
Foi a primeira repórter a realizar matérias ao vivo e a cores na televisão brasileira.
Criado em 1985 pelo empresário Roberto Medina, o _________________ já reuniu desde sua primeira edição mais de 8,5 milhões de pessoas.
Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a lacuna.
Qual é o nome do movimento musical lançado no final de 1950 no Rio de Janeiro?
Leia atentamente o texto a seguir, escrito por Monteiro Lobato, para responder as próximas questões.
“Um cachorro de má índole acusou uma pobre ovelhinha de lhe haver furtado um osso.
- Para que furtaria eu esse osso – alegou ela – se sou herbívora e um osso para mim vale tanto quanto um pedaço
de pau?
- Não quero saber de nada. Você furtou o osso e vou já levá-la aos tribunais.
E assim fez. Queixou-se ao gavião e pediu-lhe justiça. O gavião reuniu o tribunal para julgar a causa, sorteando
para isso doze urubus esfomeados.
Comparece a ovelha. Fala. Defende-se de forma cabal, com razões muito semelhantes às do cordeirinho que o
lobo em tempos comeu.
Mas o júri, composto de carnívoros gulosos, não quis saber de nada e deu a sentença:
- Ou entrega o osso já, ou condenamos você à morte!
A ré tremeu: não havia escapatória!... Osso não tinha e não podia, portanto, restituir; mas tinha a vida e ia entregá-la em pagamento do que não furtara.
Assim aconteceu. O cachorro sangrou-a, retalhou-a, reservou para si um bom pedaço e dividiu o restante com os
juízes famintos, a título das custas processuais...
Moral da história: Fiar-se na justiça dos poderosos, que tolice!... A justiça deles não vacila em tomar do branco e
solenemente decretar que é preto”. (Texto com adaptações).
Considere as palavras a seguir, extraídas do texto, e identifique a que está no gênero masculino.
Leia atentamente o texto a seguir, escrito por Monteiro Lobato, para responder as próximas questões.
“Um cachorro de má índole acusou uma pobre ovelhinha de lhe haver furtado um osso.
- Para que furtaria eu esse osso – alegou ela – se sou herbívora e um osso para mim vale tanto quanto um pedaço
de pau?
- Não quero saber de nada. Você furtou o osso e vou já levá-la aos tribunais.
E assim fez. Queixou-se ao gavião e pediu-lhe justiça. O gavião reuniu o tribunal para julgar a causa, sorteando
para isso doze urubus esfomeados.
Comparece a ovelha. Fala. Defende-se de forma cabal, com razões muito semelhantes às do cordeirinho que o
lobo em tempos comeu.
Mas o júri, composto de carnívoros gulosos, não quis saber de nada e deu a sentença:
- Ou entrega o osso já, ou condenamos você à morte!
A ré tremeu: não havia escapatória!... Osso não tinha e não podia, portanto, restituir; mas tinha a vida e ia entregá-la em pagamento do que não furtara.
Assim aconteceu. O cachorro sangrou-a, retalhou-a, reservou para si um bom pedaço e dividiu o restante com os
juízes famintos, a título das custas processuais...
Moral da história: Fiar-se na justiça dos poderosos, que tolice!... A justiça deles não vacila em tomar do branco e
solenemente decretar que é preto”. (Texto com adaptações).
Em relação à tipologia textual, pode-se classificar a narrativa de Monteiro Lobato como uma:
Leia atentamente o texto a seguir, escrito por Monteiro Lobato, para responder as próximas questões.
“Um cachorro de má índole acusou uma pobre ovelhinha de lhe haver furtado um osso.
- Para que furtaria eu esse osso – alegou ela – se sou herbívora e um osso para mim vale tanto quanto um pedaço
de pau?
- Não quero saber de nada. Você furtou o osso e vou já levá-la aos tribunais.
E assim fez. Queixou-se ao gavião e pediu-lhe justiça. O gavião reuniu o tribunal para julgar a causa, sorteando
para isso doze urubus esfomeados.
Comparece a ovelha. Fala. Defende-se de forma cabal, com razões muito semelhantes às do cordeirinho que o
lobo em tempos comeu.
Mas o júri, composto de carnívoros gulosos, não quis saber de nada e deu a sentença:
- Ou entrega o osso já, ou condenamos você à morte!
A ré tremeu: não havia escapatória!... Osso não tinha e não podia, portanto, restituir; mas tinha a vida e ia entregá-la em pagamento do que não furtara.
Assim aconteceu. O cachorro sangrou-a, retalhou-a, reservou para si um bom pedaço e dividiu o restante com os
juízes famintos, a título das custas processuais...
Moral da história: Fiar-se na justiça dos poderosos, que tolice!... A justiça deles não vacila em tomar do branco e
solenemente decretar que é preto”. (Texto com adaptações).
Em relação a moral da história, poderia ser resumida também com o seguinte provérbio:
Conforme o Plano de Carreira dos Servidores Públicos do Munícipio de Porto Xavier, a especificação de cada categoria funcional deverá conter, EXCETO:
Conforme o Estatuto Estadual da Igualdade Racial do Rio Grande do Sul, Lei nº 13.694/2011, serão instituídas políticas públicas de incentivo à pesquisa do processo de saúde e doença da população negra nas instituições de ensino, com ênfase, EXCETO: