Questões de Concurso
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“Desflagele-se”
A violência doméstica no Brasil persiste como uma triste realidade, afetando inúmeras vítimas silenciosas. A casa, que deveria ser um refúgio, muitas vezes se transforma em um cenário de abusos físicos e psicológicos. Mulheres, crianças e até homens enfrentam esse flagelo, frequentemente enraizado em desigualdades de poder e padrões culturais. As consequências se estendem além das feridas visíveis, deixando cicatrizes emocionais duradouras. O combate a esse problema exige não apenas leis rigorosas, mas também uma mudança cultural que promova o respeito, a igualdade e o apoio às vítimas, construindo um caminho para um lar seguro e acolhedor.
“Desflagele-se”
A violência doméstica no Brasil persiste como uma triste realidade, afetando inúmeras vítimas silenciosas. A casa, que deveria ser um refúgio, muitas vezes se transforma em um cenário de abusos físicos e psicológicos. Mulheres, crianças e até homens enfrentam esse flagelo, frequentemente enraizado em desigualdades de poder e padrões culturais. As consequências se estendem além das feridas visíveis, deixando cicatrizes emocionais duradouras. O combate a esse problema exige não apenas leis rigorosas, mas também uma mudança cultural que promova o respeito, a igualdade e o apoio às vítimas, construindo um caminho para um lar seguro e acolhedor.
O cotidiano de cada dia
No cotidiano do Brasil, a miséria persiste, revelando desigualdades gritantes entre as classes. Enquanto alguns desfrutam de conforto e oportunidades, outros enfrentam uma realidade cruel, marcada pela falta de recursos básicos. A disparidade socioeconômica é evidente nos acessos à educação, saúde e moradia. A esperança para muitos é um privilégio distante. A urgência em enfrentar esse cenário se impõe, buscando políticas inclusivas e redistributivas. É necessário que, como sociedade, enfrentemos essa realidade, promovendo justiça social e criando condições para que todos os brasileiros possam viver com dignidade.
Considerando o trecho “Enquanto alguns desfrutam de conforto e oportunidades, outros enfrentam uma realidade cruel”, assinale a alternativa que melhor expressa a reflexão sobre as desigualdades sociais abordadas no texto:
Qual palavra no texto apresenta um tritongo?
O fenômeno do bullying, persistentemente prevalente em ambientes escolares e comunidades, representa um desafio significativo no contexto brasileiro, uma vez que esse comportamento prejudicial, muitas vezes perpetuado por falta de consciência e intervenção apropriada, lança uma sombra sobre a experiência de crianças e adolescentes, o que justifica a urgência de promover espaços seguros e cultivar uma cultura de respeito e empatia. Além disso, a complexidade do problema exige uma abordagem multifacetada, integrando educação, conscientização e apoio às vítimas, de modo que a erradicação efetiva do bullying requer, assim, uma colaboração constante para transformar ambientes escolares em locais de aprendizado saudáveis e inclusivos, cultivando cidadãos conscientes e compassivos.
Qual é a principal justificativa apresentada no texto para a urgência de promover espaços seguros e cultivar uma cultura de respeito e empatia?
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, Art. 166. qual é a infração cometida por quem confiar ou entregar a direção de veículo a pessoa que, mesmo habilitada, por seu estado físico ou psíquico, não estiver em condições de dirigi-lo com segurança?
Leia o texto abaixo, Furto de flor, Carlos Drummond de Andrande, para responder a questão.
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumiria a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
- Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
Disponível em: https://www.culturagenial.com/cronicas-curtas-com-interpretacao/155Acesso em: 08 de jan. 2024.