Questões de Concurso Comentadas para motorista

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Q3594691 Legislação de Trânsito
Dirigir veículo com Carteira Nacional de Habilitação ou Permissão para Dirigir de categoria diferente da do veículo que esteja conduzindo é considerado uma infração gravíssima, com penalidade de multa 
Alternativas
Q3594689 Legislação de Trânsito
Nenhuma obra ou evento que possa perturbar ou interromper a livre circulação de veículos e pedestres ou colocar em risco a sua segurança será iniciada sem permissão prévia do órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via.
De acordo com o parágrafo 1o , do art. 95, do CTB, a obrigação de sinalizar é do responsável pela execução ou manutenção da obra ou
Alternativas
Q3594687 Legislação de Trânsito

Analise a figura a seguir:



Imagem associada para resolução da questão


(https://www.google.com/maps/place/Mar%C3%ADlia,+SP/)



Ela mostra uma via coletora, que não está sinalizada com placas que informem ao condutor qual a velocidade máxima que ele pode trafegar.


Nesse caso, assinale a alternativa que contemple, de acordo com o art. 61 do CTB, qual a velocidade máxima para essa via. 

Alternativas
Q3594686 Legislação de Trânsito
De acordo com o art. 40 do CTB, o condutor manterá acesas, à noite, quando o veículo estiver parado para fins de embarque ou desembarque de passageiros e carga ou descarga de mercadorias, as luzes 
Alternativas
Q3594685 Legislação de Trânsito
Nas vias urbanas, a operação                         deverá ser feita nos locais para isto determinados, quer por meio de sinalização, quer pela existência de locais apropriados, ou, ainda, em outros locais que ofereçam condições de                          e fluidez, observadas as características da via, do veículo, das condições                         e da movimentação de pedestres e ciclistas.
Analise o texto e preencha, correta e respectivamente, as lacunas, de acordo com o art. 39 do CTB. 
Alternativas
Q3594684 Legislação de Trânsito
A ultrapassagem de outro veículo em movimento deverá ser feita pela esquerda, obedecida a sinalização regulamentar e as demais normas estabelecidas, de acordo com o art. 29, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), exceto quando o veículo a ser ultrapassado estiver sinalizando o propósito de
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Q3594683 Legislação de Trânsito
Quando uma pista de rolamento comportar várias faixas de circulação no mesmo sentido, as pistas da direita são destinadas ao deslocamento dos veículos mais lentos e de maior porte. Quando não houver faixa especial a eles destinada, a faixa da esquerda é destinada à ultrapassagem e ao deslocamento dos veículos de
Alternativas
Q3594487 Matemática

O gráfico apresenta o número de filhos dos funcionários das duas únicas filiais, A e B, de uma empresa:



Imagem associada para resolução da questão



(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)



Com base nas informações apresentadas no gráfico, e sabendo que não há funcionários com mais de 4 filhos nas filiais, é correto afirmar que a média aritmética simples dos números de filhos por funcionário, considerando todos os funcionários dessa empresa, é um valor compreendido entre 

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Q3594477 Português
Leia o texto para responder à questão:


Ciclismo e transporte urbano no Brasil


    Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja, como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta, instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sustentável também é crescente, mas diversas questões barram o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mortes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024. Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas profundas, que acontecem diariamente pelo território nacional.

  O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada, ausência de planejamento e de modernização.

   No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocorrência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veículos e pedestres, num quadro de perigo iminente.

   Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para implantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de ciclistas.

   A cultura do transporte motorizado vem perdendo força diante dos problemas do mundo moderno, como a necessidade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo significativo rumo à qualidade de vida.


(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025. Adaptado)
Nas passagens – O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa... (1o parágrafo) – e – ... o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em asfaltos irregulares e esburacados... (4o parágrafo) –, as expressões destacadas exprimem, correta e respectivamente, sentidos de:
Alternativas
Q3594476 Português
Leia o texto para responder à questão:


Ciclismo e transporte urbano no Brasil


    Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja, como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta, instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sustentável também é crescente, mas diversas questões barram o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mortes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024. Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas profundas, que acontecem diariamente pelo território nacional.

  O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada, ausência de planejamento e de modernização.

   No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocorrência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veículos e pedestres, num quadro de perigo iminente.

   Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para implantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de ciclistas.

   A cultura do transporte motorizado vem perdendo força diante dos problemas do mundo moderno, como a necessidade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo significativo rumo à qualidade de vida.


(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância verbal e concordância nominal. 
Alternativas
Q3594475 Português
Leia o texto para responder à questão:


Ciclismo e transporte urbano no Brasil


    Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja, como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta, instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sustentável também é crescente, mas diversas questões barram o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mortes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024. Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas profundas, que acontecem diariamente pelo território nacional.

  O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada, ausência de planejamento e de modernização.

   No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocorrência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veículos e pedestres, num quadro de perigo iminente.

   Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para implantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de ciclistas.

   A cultura do transporte motorizado vem perdendo força diante dos problemas do mundo moderno, como a necessidade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo significativo rumo à qualidade de vida.


(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025. Adaptado)
Considere as passagens:

•  O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa... (1o parágrafo)
•  ... mas diversas questões barram o avanço da prática. (1o parágrafo)
•  No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro... (4o parágrafo)

Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Alternativas
Q3594474 Português
Leia o texto para responder à questão:


Ciclismo e transporte urbano no Brasil


    Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja, como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta, instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sustentável também é crescente, mas diversas questões barram o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mortes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024. Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas profundas, que acontecem diariamente pelo território nacional.

  O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada, ausência de planejamento e de modernização.

   No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocorrência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veículos e pedestres, num quadro de perigo iminente.

   Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para implantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de ciclistas.

   A cultura do transporte motorizado vem perdendo força diante dos problemas do mundo moderno, como a necessidade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo significativo rumo à qualidade de vida.


(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025. Adaptado)
A expressão destacada está empregada em sentido figurado em:
Alternativas
Q3594473 Português
Leia o texto para responder à questão:


Ciclismo e transporte urbano no Brasil


    Cada vez mais, pedalar é uma escolha comum mundo afora, seja como meio de transporte, lazer, esporte, ou seja, como forma de socialização. O interesse aumentou tanto que rendeu uma data comemorativa, o Dia Mundial da Bicicleta, instituído em 3 de junho pela Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, o incentivo ao uso desse modal sustentável também é crescente, mas diversas questões barram o avanço da prática. Mesmo diante de amplos benefícios, a falta de segurança pesa e afasta os brasileiros das bikes.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, com base em outras fontes legítimas, o país registrou cerca de 15 mil mortes de ciclistas no trânsito entre os anos de 2014 e 2024. Esse cenário assusta ainda mais quando se pensa sobre a quantidade de acidentes sem óbitos, mas com marcas profundas, que acontecem diariamente pelo território nacional.

  O ciclismo urbano carrega na garupa os problemas da mobilidade no ambiente das cidades: desrespeito às regras e à convivência, descuido, falta de infraestrutura adequada, ausência de planejamento e de modernização.

   No caso do transporte em duas rodas, o restrito investimento em ciclovias e ciclofaixas agrava o quadro uma vez que, como não há espaços ideais, os ciclistas se arriscam em asfaltos irregulares e esburacados, potencializando a ocorrência de tragédias. Isso quando não precisam enfrentar vias destinadas às “magrelas” vandalizadas ou invadidas por veículos e pedestres, num quadro de perigo iminente.

   Fato é que o Brasil, diante de tantas dificuldades para implantar alternativas viáveis de locomoção, não pode ignorar o potencial das bicicletas nessa busca por soluções, muito menos fechar os olhos para o crescimento das mortes de ciclistas.

   A cultura do transporte motorizado vem perdendo força diante dos problemas do mundo moderno, como a necessidade de reduzir os índices de poluição. Fazer do ciclismo um meio de transporte eficiente e seguro é um desafio, mas as cidades que encontrarem o caminho vão dar um passo significativo rumo à qualidade de vida.


(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 07.07.2025. Adaptado)
O objetivo do editorial é analisar
Alternativas
Q3594472 Português
Leia o texto para responder à questão:


A Bungavília 3


       O Xico recusou vir para a quinta1 . A mãe ficou zangada e o pai resmungou. Ele está na Faculdade de Economia e acabou agora os exames. Aprovou. Mas não abandona Luanda nem por nada. Às vezes vem visitar-nos à quinta, mas não fica. O pai diz que ele não sabe o que custa o dinheiro, por isso nem se interessa pela quinta. Acho que não é essa a razão, é só porque ele não gosta de sair de Luanda.

     Também não faz mal, só vinha estragar. Não gosta do Lucapa e creio que também não gosta de mim. Acha-me uma miúda chata, como diz. É bom mesmo que fique em Luanda, a dançar com as suas amigas, para não nos estragar as férias. Assim estamos bem, só os três, mais os trabalhadores bailundos2.

     Eles dormem numa cubata3 um pouco afastada da casa- -grande da quinta. Não aborrecem nada. Trabalham e depois vão para a sua cubata comer o que o pai traz de Luanda e lhes vende.

     O Lucapa dorme no alpendre. Já se conformou: não ladra mais para a buganvília. Mas evita-a. E às vezes apanho-o a olhar para ela com ódio. Por quê? Até é uma planta bonita. O pai tem razão.

    Quando o António a quis cortar, o pai não deixou. Disse que a buganvília é a planta mais linda que há; e que é como ele. Não percebi, mas ele referia-se ao crescimento contínuo. Sinceramente, não acho que o pai tenha tendência para crescer. Mas foi o que disse, que a buganvília era como ele, lá tem as suas razões.


(Artur Pestana [Pepetela]. O Cão e os Caluandas. 2015)


Quinta: propriedade rural.
Bailundo: povo que habita a região de Bailundo, em Angola.
3 Cubata: pequena casa coberta de folhas, própria de negros africanos. 
Na passagem do 2o parágrafo – É bom mesmo que fique em Luanda, a dançar com as suas amigas, para não nos estragar as férias. Assim estamos bem, só os três, mais os trabalhadores bailundos. –, os termos destacados expressam, correta e respectivamente, sentidos de: 
Alternativas
Q3594471 Português
Leia o texto para responder à questão:


A Bungavília 3


       O Xico recusou vir para a quinta1 . A mãe ficou zangada e o pai resmungou. Ele está na Faculdade de Economia e acabou agora os exames. Aprovou. Mas não abandona Luanda nem por nada. Às vezes vem visitar-nos à quinta, mas não fica. O pai diz que ele não sabe o que custa o dinheiro, por isso nem se interessa pela quinta. Acho que não é essa a razão, é só porque ele não gosta de sair de Luanda.

     Também não faz mal, só vinha estragar. Não gosta do Lucapa e creio que também não gosta de mim. Acha-me uma miúda chata, como diz. É bom mesmo que fique em Luanda, a dançar com as suas amigas, para não nos estragar as férias. Assim estamos bem, só os três, mais os trabalhadores bailundos2.

     Eles dormem numa cubata3 um pouco afastada da casa- -grande da quinta. Não aborrecem nada. Trabalham e depois vão para a sua cubata comer o que o pai traz de Luanda e lhes vende.

     O Lucapa dorme no alpendre. Já se conformou: não ladra mais para a buganvília. Mas evita-a. E às vezes apanho-o a olhar para ela com ódio. Por quê? Até é uma planta bonita. O pai tem razão.

    Quando o António a quis cortar, o pai não deixou. Disse que a buganvília é a planta mais linda que há; e que é como ele. Não percebi, mas ele referia-se ao crescimento contínuo. Sinceramente, não acho que o pai tenha tendência para crescer. Mas foi o que disse, que a buganvília era como ele, lá tem as suas razões.


(Artur Pestana [Pepetela]. O Cão e os Caluandas. 2015)


Quinta: propriedade rural.
Bailundo: povo que habita a região de Bailundo, em Angola.
3 Cubata: pequena casa coberta de folhas, própria de negros africanos. 
A colocação pronominal atende à norma-padrão em: 
Alternativas
Q3594470 Português
Leia o texto para responder à questão:


A Bungavília 3


       O Xico recusou vir para a quinta1 . A mãe ficou zangada e o pai resmungou. Ele está na Faculdade de Economia e acabou agora os exames. Aprovou. Mas não abandona Luanda nem por nada. Às vezes vem visitar-nos à quinta, mas não fica. O pai diz que ele não sabe o que custa o dinheiro, por isso nem se interessa pela quinta. Acho que não é essa a razão, é só porque ele não gosta de sair de Luanda.

     Também não faz mal, só vinha estragar. Não gosta do Lucapa e creio que também não gosta de mim. Acha-me uma miúda chata, como diz. É bom mesmo que fique em Luanda, a dançar com as suas amigas, para não nos estragar as férias. Assim estamos bem, só os três, mais os trabalhadores bailundos2.

     Eles dormem numa cubata3 um pouco afastada da casa- -grande da quinta. Não aborrecem nada. Trabalham e depois vão para a sua cubata comer o que o pai traz de Luanda e lhes vende.

     O Lucapa dorme no alpendre. Já se conformou: não ladra mais para a buganvília. Mas evita-a. E às vezes apanho-o a olhar para ela com ódio. Por quê? Até é uma planta bonita. O pai tem razão.

    Quando o António a quis cortar, o pai não deixou. Disse que a buganvília é a planta mais linda que há; e que é como ele. Não percebi, mas ele referia-se ao crescimento contínuo. Sinceramente, não acho que o pai tenha tendência para crescer. Mas foi o que disse, que a buganvília era como ele, lá tem as suas razões.


(Artur Pestana [Pepetela]. O Cão e os Caluandas. 2015)


Quinta: propriedade rural.
Bailundo: povo que habita a região de Bailundo, em Angola.
3 Cubata: pequena casa coberta de folhas, própria de negros africanos. 
Eu concordo              pai quanto à beleza da buganvília. Até é uma planta bonita. Por isso, entendo o zelo                   .
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q3594469 Português
Leia o texto para responder à questão:


A Bungavília 3


       O Xico recusou vir para a quinta1 . A mãe ficou zangada e o pai resmungou. Ele está na Faculdade de Economia e acabou agora os exames. Aprovou. Mas não abandona Luanda nem por nada. Às vezes vem visitar-nos à quinta, mas não fica. O pai diz que ele não sabe o que custa o dinheiro, por isso nem se interessa pela quinta. Acho que não é essa a razão, é só porque ele não gosta de sair de Luanda.

     Também não faz mal, só vinha estragar. Não gosta do Lucapa e creio que também não gosta de mim. Acha-me uma miúda chata, como diz. É bom mesmo que fique em Luanda, a dançar com as suas amigas, para não nos estragar as férias. Assim estamos bem, só os três, mais os trabalhadores bailundos2.

     Eles dormem numa cubata3 um pouco afastada da casa- -grande da quinta. Não aborrecem nada. Trabalham e depois vão para a sua cubata comer o que o pai traz de Luanda e lhes vende.

     O Lucapa dorme no alpendre. Já se conformou: não ladra mais para a buganvília. Mas evita-a. E às vezes apanho-o a olhar para ela com ódio. Por quê? Até é uma planta bonita. O pai tem razão.

    Quando o António a quis cortar, o pai não deixou. Disse que a buganvília é a planta mais linda que há; e que é como ele. Não percebi, mas ele referia-se ao crescimento contínuo. Sinceramente, não acho que o pai tenha tendência para crescer. Mas foi o que disse, que a buganvília era como ele, lá tem as suas razões.


(Artur Pestana [Pepetela]. O Cão e os Caluandas. 2015)


Quinta: propriedade rural.
Bailundo: povo que habita a região de Bailundo, em Angola.
3 Cubata: pequena casa coberta de folhas, própria de negros africanos. 
O uso do acento indicativo da crase atende à norma-padrão em:
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Q3588767 Português
BRICS aprova plano de ação climática com foco em prevenção de desastres
Ministros reunidos no Itamaraty firmam compromisso por adaptação climática e desenvolvimento sustentável até 2029
Em reunião realizada nesta sexta-feira (9), no Palácio Itamaraty, em Brasília, os países-membros do BRICS aprovaram uma Declaração Conjunta e um Plano de Trabalho com diretrizes voltadas à prevenção de desastres naturais, adaptação às mudanças climáticas e promoção do desenvolvimento sustentável com justiça social.
(Disponível em: https://www.brasil247.com/brasil/brics. Acesso em: maio de 2025.)
O BRICS é um bloco econômico que desenvolve ações de cooperação internacional entre os países-membros, com foco em acordos que visam benefícios compartilhados. Com base no plano de ação contra a crise climática com foco em desastres, pode-se entender como contribuições a nível internacional:
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Q3588766 Português
IA do Instagram vai identificar contas usadas por adolescentes para aumentar a segurança
Menores de 18 anos têm limitações no uso da rede social; uso de IA ajuda a identificar aqueles que colocam idade errada para driblar restrições
O Instagram vai ampliar o uso de inteligência artificial para detectar uso indevido da plataforma por adolescentes. A ideia é identificar usuários que estão abaixo da idade mínima da rede social e bloquear o acesso. Desde 2024, o Instagram implementou uma ferramenta que usa IA para identificar adolescentes na plataforma. Para menores de idade, o uso da plataforma é feito com limitações. Mas muitos desses usuários colocam uma data de nascimento diferente da real para driblar essas restrições.
(Disponível em: https://olhardigital.com.br/.internet-e-redes-sociais/. Acesso em: maio de 2025.)
As redes sociais são espaço de expressão, conectividade e estreitamento de laços. Porém, diante da série de informações e novos perfis que surgem diariamente, tornam-se espaços em que é preciso adotar algumas precauções. Tendo em vista o público que ainda não atingiu a maioridade, apresenta-se como desafio:
Alternativas
Q3588765 Português
As pessoas que se recusam a usar IA
Preocupadas com impacto ambiental e a perda de habilidades, algumas pessoas ainda resistem à “invasão” das ferramentas de inteligência artificial
Nada convence Sabine Zetteler que existe valor em usar inteligência artificial. “Recentemente, li uma frase ótima que dizia algo como: ‘por que eu me daria ao trabalho de ler algo que alguém não se deu ao trabalho de escrever?’, e isso reflete exatamente o que eu penso sobre esse assunto”. Zetteler tem uma agência de comunicação em Londres, com cerca de 10 funcionários, alguns em tempo integral e outros em meio período. E questiona: “Qual o sentido de enviar algo que você não escreveu, ler um jornal escrito por robôs, ouvir uma música criada por IA, ou ganhar um pouco mais de dinheiro substituindo um funcionário que tem quatro filhos pela tecnologia?”.
(Disponível em: https://g1.globo.com/tecnologia/. Acesso em: maio de 2025.)
O uso de inteligência artificial para tarefas rotineiras tem se tornado cada vez mais comum; sobretudo, com o acesso mais democrático às ferramentas de múltiplas funções. Todavia, é possível questionar o impacto de sua utilização pois:
Alternativas
Respostas
3781: A
3782: D
3783: C
3784: A
3785: C
3786: B
3787: E
3788: B
3789: E
3790: A
3791: B
3792: C
3793: D
3794: A
3795: D
3796: C
3797: B
3798: B
3799: A
3800: D