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Q3941943 Português
Leia o texto a seguir.
Chocolate ou Cacau
Quando ingerido na forma certa (com baixo açúcar em especial), você estará fazendo uso de mais um super alimento. Um dos seus benefícios é a redução da pressão arterial, e há evidências científicas para apoiar isto. Em 2012, os membros da Cochrane Collaboration publicaram a sua revisão sistemática e meta-análise do impacto do cacau na pressão arterial. Vinte estudos atenderam aos critérios de inclusão. Metaanálises dos 20 estudos, envolvendo 856 participantes, na maioria saudáveis, revelaram um efeito de redução significativa da pressão arterial usando cacau com duração de 2 a 18 semanas. A maneira mais fácil de consumir quantidades clinicamente relevantes é através do chocolate 85%, em 20 a 40g por dia.
JUNIOR, Wilson Rondó. 98 remédios: o guia definitivo de saúde do Dr. Rondó. São Paulo: Jolivi Publicações, 2019. p. 53.
O texto traz referências de estudos científicos sobre o cacau objetivando
Alternativas
Q3941941 Português
Leia o texto a seguir.
Entra no prego uma mulher classe média baixa, olhando atentamente as mercadorias. RIBEIRO – Às suas ordens, dona. MULHER (Nervosa.) – Vem me afobá não, tá? Vem não, que por enquanto só tô oiano. Vem cus reclame não, que eu sei muito bem o que eu quero, tá? É por isso que eu gosto de supermercado, lá num tem vendedô pra fica cutucano e vexano a gente. RIBEIRO – Por isso não, dona, pode ficar à vontade. MULHER – Fico, memo! Fico e fico memo! Oia, moço, se depois dos sessenta ano eu deixá vendedô me passa a perna vai sê uma vergonha, num é? (Olha a tudo, desconfiada.) – Escuta aqui, o senhor tem aí um secadô de cabelo usado mais bão?
ZORZETTI, Hugo. “Ópera cínica”. In: ______. Comédias. Goiânia: Ed. da UCG, 2005. p. 94.
O fragmento do texto teatral Ópera Cínica, de Hugo Zorzetti, contém exemplos de uso da língua que se distanciam da norma padrão. No que diz respeito aos termos “oiano”, “cutucano” e “vexano”, trata-se de variedades 
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Q3941937 Português
Leia o texto a seguir.

João Romão foi, dos treze aos vinte anos, empregado de um vendeiro que enriqueceu entre as quatro paredes de uma suja e obscura taverna nos refolhos do bairro de Botafogo.


AZEVEDO, Aluísio. O cortiço. 2. ed. Rio de Janeiro: BestBolso, 2012. p. 11.
No fragmento que abre a narrativa O cortiço, de Aluísio Azevedo, a frase “dos treze aos vinte anos” consiste em um
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Q3928171 Direito Penal
Negligência, imperícia e imprudência são usadas para designar modalidades de crime culposo (quando não há intenção de cometê-lo) conforme o direito penal brasileiro. Elas estão relacionadas não apenas ao trânsito, mas também para erros médicos, porte de armas de fogo e responsabilização por ato ilícito.
A respeito do conceito de Negligência, imperícia e imprudência, assinale:
1. Imperícia.
2. Imprudência.
3. Negligência.
( )Caracteriza-se pela falta de cuidado e pelo desleixo, também configurada pela omissão em situações nas quais se deveria agir. Nesse cenário, o descuido prejudica não apenas o imprudente, mas pode trazer dano aos demais ao redor.
( )Não é uma mera desatenção, de modo que, quem age e conhece o risco e ainda assim comete o ato. É definida e punida conforme o Código Penal Brasileiro. Verdadeiramente se precipita ao tomar atitudes e lesar terceiros.
( )É a ausência de habilidade peculiar para desenvolver uma determinada atividade técnica. Assume que deveria conhecer, não leva em consideração que desconhece, e mesmo assim, age.
Assinale a sequência CORRETA:
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Q3928169 Legislação de Trânsito
Com base no Art. 253-A. do CTB, usar qualquer veículo para, deliberadamente, interromper, restringir ou perturbar a circulação na via sem autorização do órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre ela, será legalmente penalizado com:
Alternativas
Q3928167 Legislação de Trânsito
A sinalização horizontal tem a finalidade de transmitir e orientar os usuários sobre as condições de utilização adequada da via, compreendendo as proibições, restrições e informações que lhes permitam adotar comportamento adequado, de forma a aumentar a segurança e ordenar os fluxos de tráfego.
A sinalização horizontal é classificada segundo sua função:
I. Ordenar e canalizar o fluxo de veículos.
II. Orientar os deslocamentos de veículos em função das condições físicas da via, tais como, geometria, topografia e obstáculos.
III. Complementar os sinais verticais de regulamentação, advertência ou indicação, visando enfatizar a mensagem que o sinal transmite.
IV. Regulamentar os casos previstos no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Estão CORRETOS:
Alternativas
Q3928166 Legislação de Trânsito
A sinalização vertical é classificada segundo sua função, de EXCETO:
Alternativas
Q3928165 Legislação de Trânsito
Com base no Art. 89 do CTB, a sinalização terá a seguinte ORDEM de prevalência:
I. As indicações do semáforo sobre os demais sinais.
II. As indicações dos sinais sobre as demais normas de trânsito.
III. As ordens do Agente de Trânsito sobre as normas de circulação e outros sinais.
Assinale a sequência hierárquica CORRETA de prevalência:
Alternativas
Q3928162 Atualidades
Lei o texto, complete a coluna, e assinale a opção CORRETA:
A taxa de desemprego no Brasil caiu para _______ no trimestre encerrado em dezembro de 2025, o menor nível da série histórica iniciada em 2012. O resultado indica que cerca de 5,5 milhões de pessoas buscaram trabalho nos três últimos meses do ano, em um mercado que chegou ao recorde de 103 milhões de pessoas ocupadas. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta sexta-feira, 30 de janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Alternativas
Q3928155 Legislação de Trânsito
A respeito do Licenciamento de veículos, analise as alternativas e assinale a opção INCORRETA: 
Alternativas
Q3928153 Legislação de Trânsito
Com base no Art. 206. Do CTB, executar operação de retorno em locais proibidos pela sinalização; nas curvas, aclives, declives, pontes, viadutos e túneis; passando por cima de calçada, passeio, ilhas, ajardinamento ou canteiros de divisões de pista de rolamento, refúgios e faixas de pedestres e nas de veículos não motorizados; nas interseções, entrando na contramão de direção da via transversal; com prejuízo da livre circulação ou da segurança, ainda que em locais permitidos, será legalmente penalizado com: 
Alternativas
Q3928149 Legislação de Trânsito
Com base no Art. 40 do CTB, o uso de luzes em veículo obedecerá às seguintes determinações, entre outras, EXCETO:
Alternativas
Q3928148 Legislação de Trânsito
Art. 29, Inciso II, do CTB, “no trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação, quando veículos, transitando por fluxos que se cruzem, se aproximarem de local não sinalizado, terá preferência de passagem”:
I. No caso de apenas um fluxo ser proveniente de rodovia, aquele que estiver circulando por ela.
II. No caso de rotatória, aquele que estiver circulando por ela.
III. Nos demais casos, o que vier pela direita do condutor.
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q3926405 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

O poeta da roça - Patativa do Assaré

Sou fio das mata, cantô da mão grosa
Trabaio na roça, de inverno e de estio
A minha chupana é tapada de barro
Só fumo cigarro de paia de mio

Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestrê, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola
Cantando, pachola, à percura de amô

Não tenho sabença, pois nunca estudei
Apenas eu seio o meu nome assiná
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre
E o fio do pobre não pode estuda

Meu verso rastero, singelo e sem graça
Não entra na praça, no rico salão
Meu verso só entra no campo da roça e dos eito
E às vezes, recordando feliz mocidade
Canto uma sodade que mora em meu peito.
Leia o trecho:
“Trabaio na roça, de inverno e de estio” “Meu verso rastero, singelo e sem graça”
As palavras destacadas revelam:
Alternativas
Q3926404 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

O poeta da roça - Patativa do Assaré

Sou fio das mata, cantô da mão grosa
Trabaio na roça, de inverno e de estio
A minha chupana é tapada de barro
Só fumo cigarro de paia de mio

Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestrê, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola
Cantando, pachola, à percura de amô

Não tenho sabença, pois nunca estudei
Apenas eu seio o meu nome assiná
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre
E o fio do pobre não pode estuda

Meu verso rastero, singelo e sem graça
Não entra na praça, no rico salão
Meu verso só entra no campo da roça e dos eito
E às vezes, recordando feliz mocidade
Canto uma sodade que mora em meu peito.
Leia o verso:
“Meu verso só entra no campo da roça”
A palavra destacada pertence à classe gramatical:
Alternativas
Q3926403 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

O poeta da roça - Patativa do Assaré

Sou fio das mata, cantô da mão grosa
Trabaio na roça, de inverno e de estio
A minha chupana é tapada de barro
Só fumo cigarro de paia de mio

Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestrê, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola
Cantando, pachola, à percura de amô

Não tenho sabença, pois nunca estudei
Apenas eu seio o meu nome assiná
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre
E o fio do pobre não pode estuda

Meu verso rastero, singelo e sem graça
Não entra na praça, no rico salão
Meu verso só entra no campo da roça e dos eito
E às vezes, recordando feliz mocidade
Canto uma sodade que mora em meu peito.

Releia o trecho do poema:


“Que veve vagando, com sua viola”


No trecho acima, a preposição destacada expressa ideia de:

Alternativas
Q3926402 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

O poeta da roça - Patativa do Assaré

Sou fio das mata, cantô da mão grosa
Trabaio na roça, de inverno e de estio
A minha chupana é tapada de barro
Só fumo cigarro de paia de mio

Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestrê, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola
Cantando, pachola, à percura de amô

Não tenho sabença, pois nunca estudei
Apenas eu seio o meu nome assiná
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre
E o fio do pobre não pode estuda

Meu verso rastero, singelo e sem graça
Não entra na praça, no rico salão
Meu verso só entra no campo da roça e dos eito
E às vezes, recordando feliz mocidade
Canto uma sodade que mora em meu peito.
Assinale a alternativa cuja palavra, retirada do texto, apresenta dígrafo: 
Alternativas
Q3926401 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

O poeta da roça - Patativa do Assaré

Sou fio das mata, cantô da mão grosa
Trabaio na roça, de inverno e de estio
A minha chupana é tapada de barro
Só fumo cigarro de paia de mio

Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestrê, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola
Cantando, pachola, à percura de amô

Não tenho sabença, pois nunca estudei
Apenas eu seio o meu nome assiná
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre
E o fio do pobre não pode estuda

Meu verso rastero, singelo e sem graça
Não entra na praça, no rico salão
Meu verso só entra no campo da roça e dos eito
E às vezes, recordando feliz mocidade
Canto uma sodade que mora em meu peito.
Leia o trecho do poema O poeta da roça:
“Não tenho sabença, pois nunca estudei Apenas eu seio o meu nome assiná”
A forma verbal “tenho”, do verbo ter, apresenta irregularidade em sua conjugação.
Assinale a alternativa em que os verbos também são irregulares: 
Alternativas
Q3926400 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

162 anos de Cajazeiras: a terra que ensinou a Paraíba a ler

Cidade que ensinou a Paraíba a ler celebra sua história viva, sua cultura acolhedora e a força de um povo que transforma o sertão.

No coração do sertão paraibano, Cajazeiras chega aos seus 162 anos como quem abre os braços para acolher a própria história. Aqui, cada rua carrega memórias, cada praça é palco de encontros e cada pôr do sol guarda o encanto único desta terra que combina fé, saber e um orgulho que atravessa gerações.

A terra que “ensinou a Paraíba a ler” recebeu esse título após a fundação da escola de Padre Inácio de Sousa Rolim, onde jovens de diversas regiões encontraram luz e inspiração. Foi dessa semente que brotou uma vocação para o conhecimento, transformando Cajazeiras em referência acadêmica e intelectual no sertão.

Entre as marcas que moldam sua identidade, estão o vigor cultural e a capacidade de se reinventar. Das apresentações no Teatro Íracles Pires às festas populares que unem tradição e criatividade, a cidade encontra maneiras de manter vivas as expressões artísticas e de projetar novos talentos. É um espaço onde a arte e a educação caminham lado a lado, fortalecendo laços e ampliando horizontes.

Além disso, Cajazeiras preserva uma relação singular com sua paisagem e seu patrimônio. O Açude Grande, o Cristo Redentor no alto da cidade e as igrejas históricas não são apenas cartões-postais: são pontos de encontro, reflexão e orgulho coletivo. Esses lugares contam histórias silenciosas, carregadas de significados, que se renovam a cada geração.

Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no mapa: é referência cultural, educacional. Uma cidade que transforma desafios em oportunidades e que inspira pelo exemplo de união e perseverança.

Celebrar os 162 de Cajazeiras é brindar a história de resistência e transformação, feita por mãos que constroem, mentes que ensinam e corações que acolhem junto ao orgulho de ser cajazeirense evoque sempre a certeza de que esta terra segue sendo um farol no sertão. 

Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/especialpublicitario/minha-cidade/noticia/2025/08/15/162-anos-de-cajazeirasa-terra-que-ensinou-a-paraiba-a-ler.ghtml 


Leia o trecho:
“Cidade que ensinou a Paraíba a ler celebra sua história viva, sua cultura acolhedora e a força de um povo que transforma o sertão.”
Sobre as palavras destacadas, analise as afirmativas: 
I. O adjetivo “viva” está no gênero feminino e número singular, concordando com o substantivo “história”.
II. O substantivo “cultura” é feminino e pode flexionar em número.
III. O adjetivo “acolhedora” está no grau comparativo de superioridade.
IV. O substantivo “história” é feminino e pode ser flexionado para o plural.
Assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Q3926399 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

162 anos de Cajazeiras: a terra que ensinou a Paraíba a ler

Cidade que ensinou a Paraíba a ler celebra sua história viva, sua cultura acolhedora e a força de um povo que transforma o sertão.

No coração do sertão paraibano, Cajazeiras chega aos seus 162 anos como quem abre os braços para acolher a própria história. Aqui, cada rua carrega memórias, cada praça é palco de encontros e cada pôr do sol guarda o encanto único desta terra que combina fé, saber e um orgulho que atravessa gerações.

A terra que “ensinou a Paraíba a ler” recebeu esse título após a fundação da escola de Padre Inácio de Sousa Rolim, onde jovens de diversas regiões encontraram luz e inspiração. Foi dessa semente que brotou uma vocação para o conhecimento, transformando Cajazeiras em referência acadêmica e intelectual no sertão.

Entre as marcas que moldam sua identidade, estão o vigor cultural e a capacidade de se reinventar. Das apresentações no Teatro Íracles Pires às festas populares que unem tradição e criatividade, a cidade encontra maneiras de manter vivas as expressões artísticas e de projetar novos talentos. É um espaço onde a arte e a educação caminham lado a lado, fortalecendo laços e ampliando horizontes.

Além disso, Cajazeiras preserva uma relação singular com sua paisagem e seu patrimônio. O Açude Grande, o Cristo Redentor no alto da cidade e as igrejas históricas não são apenas cartões-postais: são pontos de encontro, reflexão e orgulho coletivo. Esses lugares contam histórias silenciosas, carregadas de significados, que se renovam a cada geração.

Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no mapa: é referência cultural, educacional. Uma cidade que transforma desafios em oportunidades e que inspira pelo exemplo de união e perseverança.

Celebrar os 162 de Cajazeiras é brindar a história de resistência e transformação, feita por mãos que constroem, mentes que ensinam e corações que acolhem junto ao orgulho de ser cajazeirense evoque sempre a certeza de que esta terra segue sendo um farol no sertão. 

Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/especialpublicitario/minha-cidade/noticia/2025/08/15/162-anos-de-cajazeirasa-terra-que-ensinou-a-paraiba-a-ler.ghtml 


No trecho:
“Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no mapa: é referência cultural, educacional. ”
O termo destacado indica ideia de:
Alternativas
Respostas
2221: C
2222: C
2223: C
2224: C
2225: B
2226: D
2227: C
2228: D
2229: A
2230: B
2231: A
2232: B
2233: A
2234: C
2235: D
2236: D
2237: B
2238: A
2239: B
2240: C