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( ) Distância de Reação: É a distância que o veículo percorre desde que o condutor vê o perigo, até apoiar o pé sobre o freio.
( )Distância de Parada : É a distância que o veículo percorre desde que o condutor aciona o freio até a parada total do veículo.
( )Distância de Frenagem: É a distância que o veículo percorre desde que o condutor vê o perigo, até a parada total do veículo.
( )Distância de Segmento ou Segurança: É a distância que se mantém de um veículo a outro permitindo parar em segurança, ou agir em situações de perigo evitando colisões.
Assinale a sequência CORRETA:
No mundo moderno, somos livres como jamais fomos. Podemos fazer quase tudo que queremos e com um simples toque no mouse, somos capazes de comprar, fazer amizades e encontrar a nossa "alma gêmea". Nos sites de relacionamento, escolhemos a pessoa amada através de uma simples foto com vários efeitos especiais. Não podemos generalizar, mas podemos afirmar que não temos mais a oportunidade de conhecer as pessoas internamente, contamos muito com a beleza física do outro e simplesmente esquecemos de ver os indivíduos por dentro. Preferimos "falar" sobre tudo pelas mensagens de texto. Quem nunca falou sobre sexo, intimidade ou futuro? As redes sociais unem e, ao mesmo tempo, afastam as pessoas. Quando amigos virtuais se encontram pela primeira vez, sentem-se completamente envergonhados ou sem assunto. Podemos ter as redes sociais "bombando", fotos com mil curtidas por segundo, milhares de compartilhamentos. Mas o que ganhamos com isso, além de uma autoestima mais elevada? Parece brincadeira, mas trocamos nossas famílias, nossos domingos em que todos comiam juntos, não passeamos mais na praça nos finais de tarde e muito menos sentimos a mão suada e coração palpitando em ver a pessoa amada. Trocamos nossas vidas, nossos sentimentos e nos apegamos a um simples objeto. Uns custam caros, outros baratos, mas não deixam de ser um telefone celular. Como diz nosso amigo e inteligentíssimo Bauman: "É um erro acreditar que a experiência de se relacionar superficialmente irá gerar experiência para um relacionamento duradouro". Creio que nunca fomos tão fúteis e solitários como nos dias atuais. A cada dia que passa, mais pessoas estão com a tão temida depressão, ansiedade e o terror chamado síndrome do pânico. Espero que não sejamos escravos da tecnologia - ou já somos?
http://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/
“Beleza física”, a palavra em destaque recebe, obrigatoriamente, acento gráfico, devido a uma regra gramatical específica. O mesmo ocorre com a palavra:
No mundo moderno, somos livres como jamais fomos. Podemos fazer quase tudo que queremos e com um simples toque no mouse, somos capazes de comprar, fazer amizades e encontrar a nossa "alma gêmea". Nos sites de relacionamento, escolhemos a pessoa amada através de uma simples foto com vários efeitos especiais. Não podemos generalizar, mas podemos afirmar que não temos mais a oportunidade de conhecer as pessoas internamente, contamos muito com a beleza física do outro e simplesmente esquecemos de ver os indivíduos por dentro. Preferimos "falar" sobre tudo pelas mensagens de texto. Quem nunca falou sobre sexo, intimidade ou futuro? As redes sociais unem e, ao mesmo tempo, afastam as pessoas. Quando amigos virtuais se encontram pela primeira vez, sentem-se completamente envergonhados ou sem assunto. Podemos ter as redes sociais "bombando", fotos com mil curtidas por segundo, milhares de compartilhamentos. Mas o que ganhamos com isso, além de uma autoestima mais elevada? Parece brincadeira, mas trocamos nossas famílias, nossos domingos em que todos comiam juntos, não passeamos mais na praça nos finais de tarde e muito menos sentimos a mão suada e coração palpitando em ver a pessoa amada. Trocamos nossas vidas, nossos sentimentos e nos apegamos a um simples objeto. Uns custam caros, outros baratos, mas não deixam de ser um telefone celular. Como diz nosso amigo e inteligentíssimo Bauman: "É um erro acreditar que a experiência de se relacionar superficialmente irá gerar experiência para um relacionamento duradouro". Creio que nunca fomos tão fúteis e solitários como nos dias atuais. A cada dia que passa, mais pessoas estão com a tão temida depressão, ansiedade e o terror chamado síndrome do pânico. Espero que não sejamos escravos da tecnologia - ou já somos?
http://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/
A palavra “autoestima” está de acordo com a nova regra de emprego ou não do hífen. A mesma regra se aplica à palavra:
A existência de duas ortografias oficiais da língua portuguesa, a lusitana e a brasileira, tem sido considerada como largamente prejudicial para a unidade intercontinental do português e para seu prestígio no mundo. Tal situação remonta, como é sabido, a 1911, ano em que foi adotada em Portugal a primeira grande reforma ortográfica, mas que não foi extensiva ao Brasil. Analisando sucintamente o conteúdo dos acordos de 1945 e de 1986, a conclusão que se colhe é a de que eles visavam impor uma unificação ortográfica absoluta. Em termos quantitativos e com base em estudos desenvolvidos pela Academia das Ciências de Lisboa, com base no corpus de cerca de 110.000 palavras, conclui-se que o Acordo de 1986 conseguia a unificação ortográfica em cerca de 99,5% do vocabulário geral da língua. Mas conseguia-se sobretudo à custa da simplificação drástica do sistema de acentuação gráfica, pela supressão dos acentos nas palavras proparoxítonas e paroxítonas, o que não foi bem aceito por uma parte substancial da opinião pública. A inviabilização prática de tais soluções leva nos à conclusão de que não é possível unificar, por via administrativa, divergências que assentam em claras diferenças de pronúncia, um dos critérios, aliás, em que se baseia o sistema ortográfico da língua portuguesa.
Nestas condições, há que procurar uma versão de unificação ortográfica que acautele mais o futuro do que o passado e que não receie sacrificar a simplificação também pretendida em 1986, em favor da máxima unidade possível. Foi, pois, tendo presentes estes objetivos, que se fixou o novo texto de unificação ortográfica, o qual representa uma versão menos forte do que as que foram conseguidas em 1945 e 1986. Mas ainda assim suficientemente forte para unificar ortograficamente cerca de 98% do vocabulário geral da língua.
Brasil. Senado Federal. Nota explicativa do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, 2009 (com adaptações).
Em relação ao texto acima, é INCORRETO afirmar que:
Teu boletim meteorológico me diz aqui e agora se chove ou se faz sol. Para que ir lá fora?
A comida suculenta que pões à minha frente como-a toda com os olhos. Aposentei os dentes.
Nos dramalhões que encenas há tamanho poder de vida que eu próprio nem me canso em viver.
Guerra, sexo, esporte me dás tudo, tudo. Vou pregar minha porta: já não preciso do mundo.
(PAES, José Paulo. Prosas seguidas de odes mínimas. São Paulo: Companhia das letras, 1992, p. 71)
Acerca do poema acima, é correto afirmar:
Neste domingo (10), as 18h30, sera apresentado o documentario “Belem 400 anos, a influencia francesa na capital paraense”. A exibição vai ate o dia 14 de julho e a sessão tem entrada gratuita no Cinema Olympia, em Belem.
Texto adaptado. Disponível em <http://g1 .globo.com/pa/>. Acesso em 10 jul 2016.
“Se os povos indígenas forem beneficiados, todo o restante do país será também.”
Sobre a estrutura verbal 'forem beneficiados” é correto afirmar: