Questões de Concurso Comentadas para auxiliar de serviços gerais

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Q2872774 História

O recente conflito que, uma vez mais, colocou o Oriente Médio nas manchetes mundiais, envolve diretamente

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Q2872758 Português

O vocábulo milhão flexiona-se no plural da mesma forma que

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Q2872757 Português

Coletivo indica coleção de seres da mesma espécie. O substantivo coletivo biblioteca representa uma coleção de

Coletivo indica coleção de seres da mesma espécie. O substantivo coletivo biblioteca representa uma coleção de

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Q2872753 Português

Assinale a opção que apresenta o vocábulo classificado inadequadamente quanto ao número de sílabas.

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Q2872743 Português

Quanto à acentuação gráfica, assinale a opção em que as palavras são acentuadas pela mesma razão.

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Ano: 2009 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Ituporanga - SC
Q1194780 Conhecimentos Gerais
No último dia 7 de setembro houve um desfile em Ituporanga. O que comemoramos nesse dia?
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Ano: 2009 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Ituporanga - SC
Q1194759 Meio Ambiente
Nos jornais, revistas e na televisão muito se fala em meio ambiente e poluição. Assinale a alternativa que mostra uma maneira de ajudarmos o meio ambiente.
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Ano: 2009 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Ituporanga - SC
Q1194643 Meio Ambiente
O pessoal que cria porco ficou muito assustado com as notícias sobre a gripe suína.
Assinale a alternativa que traz uma explicação correta sobre essa doença.
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Ano: 2009 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Ituporanga - SC
Q1194575 Conhecimentos Gerais
Pelo menos 2 milhões de pessoas foram afetadas por desastres naturais no Brasil no ano de 2008.
Assinale a alternativa que indica um desastre natural.
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Ano: 2009 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Santa Bárbara - MG
Q1187929 Português
Leia, atentamente, o seguinte texto.
                                                                                           MEUS FILHOS, MEUS BENS                                                                                                                                       Rosely Sayão
Uma leitora me contou que tem o hábito de assistir a novelas, mesmo sem gostar muito, porque as considera um passatempo bom para relaxar do estresse do trabalho.
Depois de jantar com o filho de seis anos e colocá-lo para dormir, essa mãe tem o costume de sentar-se em frente à TV e acompanhar o desenrolar das tramas da novela das nove. As cenas da ficção que a afetaram violentamente foram as relacionadas à história de um casal recém-separado que briga pela guarda da filha.
O que deixou nossa leitora muito perturbada foi ter se dado conta de que ela mesma tem vivido essa história e ainda não havia percebido: só percebeu depois de se envolver e de se identificar com os personagens.
Essa mulher separou-se recentemente do pai de seu filho e, desde o rompimento do casamento, está enfrentando uma situação muito semelhante à que viu na novela. Ela e o pai do menino têm brigado, inclusive na Justiça, para obter a guarda do menino e, ao mesmo tempo, impedir que o outro desfrute da companhia da criança.
O que ela não havia pensado até então, e foi ao assistir a algumas cenas da novela é que passou a refletir a respeito, é que tudo o que tem feito pode estar prejudicando o seu filho. E é esse o tema de nossa conversa de hoje.
Casamentos, divórcios e recasamentos são acontecimentos cada vez mais comuns no tempo em que vivemos. No século 21, esses fatos não causam espanto. As novas famílias resultantes dessas uniões e desuniões fazem parte do nosso cotidiano.
Mas há ainda um número muito grande de ex-casais que, à semelhança de nossa leitora e dos personagens da novela, ainda usam o filho como um instrumento para atingir o ex-parceiro. Por que será que isso ocorre?
Talvez o fato de o filho, hoje, ser considerado um bem leve o ex-casal a disputar a posse dele. Crianças e adolescentes passam, então, a ocupar o mesmo lugar que as coisas materiais ocupam após a dissolução conturbada de um casamento.
Longas batalhas judiciais são travadas para que cada uma das partes sinta que não saiu perdendo muito após o rompimento, não é verdade?
Mas os filhos sofrem com isso porque, primeiramente, nada podem fazer para sair da situação criada por seus pais. E quando tal situação ocorre, certamente eles é que saem perdendo.
Eles perdem a confiança em um dos pais ou em ambos e perdem também a segurança e a proteção de que tanto precisam. Os filhos são levados a assumir a defesa de um dos lados e perdem, principalmente, um direito que ninguém deveria poder tirar deles: o de crescer em companhia de seus pais, mesmo que eles não estejam mais juntos.
Quem tem filhos precisa saber que assumiu um compromisso para o resto da vida. Seu casamento pode terminar, mas o vínculo com a mãe ou o pai de seus filhos não deveria terminar nunca. Além disso, é importante lembrar, também, que um filho não é um bem sobre o qual se pode obter a posse.
Parece que as crianças que nascem no mundo da diversidade têm se adaptado muito bem às mudanças pelas quais a família vem passando. Mas assistir aos pais brigando pela sua guarda não pode fazer bem a elas.
Os mais novos precisam de nossos cuidados e, para honrar esse compromisso assumido, os pais precisam, de qualquer maneira, agir com maturidade.
                                                                                                                                                                                             Folha de São Paulo, 19 fev. 2013.
divisão silábica está correta, EXCETO em
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Ano: 2009 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Santa Bárbara - MG
Q1187798 Português
Leia, atentamente, o seguinte texto.
                                                                                           MEUS FILHOS, MEUS BENS                                                                                                                                       Rosely Sayão
Uma leitora me contou que tem o hábito de assistir a novelas, mesmo sem gostar muito, porque as considera um passatempo bom para relaxar do estresse do trabalho.
Depois de jantar com o filho de seis anos e colocá-lo para dormir, essa mãe tem o costume de sentar-se em frente à TV e acompanhar o desenrolar das tramas da novela das nove. As cenas da ficção que a afetaram violentamente foram as relacionadas à história de um casal recém-separado que briga pela guarda da filha.
O que deixou nossa leitora muito perturbada foi ter se dado conta de que ela mesma tem vivido essa história e ainda não havia percebido: só percebeu depois de se envolver e de se identificar com os personagens.
Essa mulher separou-se recentemente do pai de seu filho e, desde o rompimento do casamento, está enfrentando uma situação muito semelhante à que viu na novela. Ela e o pai do menino têm brigado, inclusive na Justiça, para obter a guarda do menino e, ao mesmo tempo, impedir que o outro desfrute da companhia da criança.
O que ela não havia pensado até então, e foi ao assistir a algumas cenas da novela é que passou a refletir a respeito, é que tudo o que tem feito pode estar prejudicando o seu filho. E é esse o tema de nossa conversa de hoje.
Casamentos, divórcios e recasamentos são acontecimentos cada vez mais comuns no tempo em que vivemos. No século 21, esses fatos não causam espanto. As novas famílias resultantes dessas uniões e desuniões fazem parte do nosso cotidiano.
Mas há ainda um número muito grande de ex-casais que, à semelhança de nossa leitora e dos personagens da novela, ainda usam o filho como um instrumento para atingir o ex-parceiro. Por que será que isso ocorre?
Talvez o fato de o filho, hoje, ser considerado um bem leve o ex-casal a disputar a posse dele. Crianças e adolescentes passam, então, a ocupar o mesmo lugar que as coisas materiais ocupam após a dissolução conturbada de um casamento.
Longas batalhas judiciais são travadas para que cada uma das partes sinta que não saiu perdendo muito após o rompimento, não é verdade?
Mas os filhos sofrem com isso porque, primeiramente, nada podem fazer para sair da situação criada por seus pais. E quando tal situação ocorre, certamente eles é que saem perdendo.
Eles perdem a confiança em um dos pais ou em ambos e perdem também a segurança e a proteção de que tanto precisam. Os filhos são levados a assumir a defesa de um dos lados e perdem, principalmente, um direito que ninguém deveria poder tirar deles: o de crescer em companhia de seus pais, mesmo que eles não estejam mais juntos.
Quem tem filhos precisa saber que assumiu um compromisso para o resto da vida. Seu casamento pode terminar, mas o vínculo com a mãe ou o pai de seus filhos não deveria terminar nunca. Além disso, é importante lembrar, também, que um filho não é um bem sobre o qual se pode obter a posse.
Parece que as crianças que nascem no mundo da diversidade têm se adaptado muito bem às mudanças pelas quais a família vem passando. Mas assistir aos pais brigando pela sua guarda não pode fazer bem a elas.
Os mais novos precisam de nossos cuidados e, para honrar esse compromisso assumido, os pais precisam, de qualquer maneira, agir com maturidade.
                                                                                                                                                                                             Folha de São Paulo, 19 fev. 2013. Todas as palavras destacadas abaixo têm natureza substantiva, EXCETO
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Q1184885 Conhecimentos Gerais
Quanto ao tamanho, a moeda de R$ 0,25 é:
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Ano: 2008 Banca: FUNCAB Órgão: IDARON
Q1222025 Conhecimentos de Serviços Gerais
Sobre as regras de manobra nos rios e canais, podemos afirmar que: 
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Ano: 2008 Banca: FUNCAB Órgão: IDARON
Q1213086 Administração Pública
A IDARON está vinculada:
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Ano: 2008 Banca: FUNCAB Órgão: IDARON
Q1185376 Conhecimentos de Serviços Gerais
Para haver combustão é necessário que haja:
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Q2925952 Direito Constitucional

No que tange à posse do servidor público, é INCORRETO afirmar que

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Q2925951 Direito Administrativo

A investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, cuja validade será de

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Q2925950 Direito Administrativo

Sócrates, auxiliar judiciário sujeito ao regime estatutário, tem como dever, entre outros, no exercício de suas funções,

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Q2925949 Direito Administrativo

A exoneração de cargo efetivo dar-se-á de ofício, dentre outras hipóteses,

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Q2925948 Direito Administrativo

Dentre outros, são requisitos básicos para investidura em cargo público a

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Respostas
13041: A
13042: D
13043: A
13044: C
13045: B
13046: B
13047: D
13048: A
13049: A
13050: C
13051: A
13052: D
13053: A
13054: E
13055: B
13056: C
13057: E
13058: B
13059: A
13060: D