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IPC-C1
O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) subiu 0,33% em junho de 2020, depois de uma queda de 0,30% em maio de 2020, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O indicador é usado para mensurar o impacto da movimentação de preços entre famílias com renda mensal entre um e 2,5 salários mínimos. Com o resultado, o índice acumulou alta de 1,15% no ano de 2020. Em 12 meses, o indicador acumulou avanço de 2,66%.
Em junho de 2020, o IPC-C1 ficou abaixo da variação da inflação média apurada entre as famílias com renda mensal entre um e 33 salários mínimos, obtida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que teve elevação de 0,36% no mês. No acumulado em 12 meses, a taxa do IPC-BR foi inferior ao IPC-C1, apresentando valor de 2,22%, segundo a FGV.
SOBRE O ÍNDICE
Os resultados gerais do IPC-C1 podem ser obtidos gratuitamente no portal do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE). Já a consulta detalhada à maior parte das séries históricas ocorre mediante contrato e está restrita aos assinantes do IBRE/FGV Dados.
O IPC-C1 mede a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos e tem abrangência geográfica nas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Salvador. O índice compreende os setores de alimentação, habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais, educação, leitura e recreação, transportes e despesas diversas.
A coleta de dados do índice ocorre durante cada mês, sempre nos estabelecimentos comerciais mais procurados pelas famílias. Assim, a sua periodicidade é mensal e teve sua primeira observação em 2004.
Por Agência Estado, em 06/07/2020 (disponível em:
https://bit.ly/2WoSgM1). Com adaptações.
Leia o texto 'IPC-C1' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. A partir das informações do texto, pode-se inferir que o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) apresentou uma queda de 0,30% em maio de 2020.
II. Uma das informações que ficam claras e nítidas para o leitor do texto é a de que o índice IPC-C1 compreende os setores de alimentação, habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais, educação, leitura e recreação, transportes, tecnologia, impostos, serviços de segurança pública e despesas diversas.
III. As informações presentes no texto permitem concluir que o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) subiu 0,33% em junho de 2020.
Marque a alternativa CORRETA:
IPC-C1
O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) subiu 0,33% em junho de 2020, depois de uma queda de 0,30% em maio de 2020, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O indicador é usado para mensurar o impacto da movimentação de preços entre famílias com renda mensal entre um e 2,5 salários mínimos. Com o resultado, o índice acumulou alta de 1,15% no ano de 2020. Em 12 meses, o indicador acumulou avanço de 2,66%.
Em junho de 2020, o IPC-C1 ficou abaixo da variação da inflação média apurada entre as famílias com renda mensal entre um e 33 salários mínimos, obtida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que teve elevação de 0,36% no mês. No acumulado em 12 meses, a taxa do IPC-BR foi inferior ao IPC-C1, apresentando valor de 2,22%, segundo a FGV.
SOBRE O ÍNDICE
Os resultados gerais do IPC-C1 podem ser obtidos gratuitamente no portal do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE). Já a consulta detalhada à maior parte das séries históricas ocorre mediante contrato e está restrita aos assinantes do IBRE/FGV Dados.
O IPC-C1 mede a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos e tem abrangência geográfica nas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Salvador. O índice compreende os setores de alimentação, habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais, educação, leitura e recreação, transportes e despesas diversas.
A coleta de dados do índice ocorre durante cada mês, sempre nos estabelecimentos comerciais mais procurados pelas famílias. Assim, a sua periodicidade é mensal e teve sua primeira observação em 2004.
Por Agência Estado, em 06/07/2020 (disponível em:
https://bit.ly/2WoSgM1). Com adaptações.
Leia o texto 'IPC-C1' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Uma das informações apresentadas pelo texto ao leitor é a de que o IPC-C1 tem abrangência geográfica nas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Manaus, Recife e Salvador.
II. O período de coleta de dados do índice IPC-C1 ocorre durante a segunda quinzena de cada mês, sempre nos estabelecimentos comerciais mais procurados pelas famílias, conforme pode ser percebido a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.
III. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que, em junho de 2020, o IPC-C1 ficou abaixo da variação da inflação média apurada entre as famílias com renda mensal entre um e trinta e três salários mínimos.
Marque a alternativa CORRETA:
IPC-C1
O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) subiu 0,33% em junho de 2020, depois de uma queda de 0,30% em maio de 2020, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O indicador é usado para mensurar o impacto da movimentação de preços entre famílias com renda mensal entre um e 2,5 salários mínimos. Com o resultado, o índice acumulou alta de 1,15% no ano de 2020. Em 12 meses, o indicador acumulou avanço de 2,66%.
Em junho de 2020, o IPC-C1 ficou abaixo da variação da inflação média apurada entre as famílias com renda mensal entre um e 33 salários mínimos, obtida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que teve elevação de 0,36% no mês. No acumulado em 12 meses, a taxa do IPC-BR foi inferior ao IPC-C1, apresentando valor de 2,22%, segundo a FGV.
SOBRE O ÍNDICE
Os resultados gerais do IPC-C1 podem ser obtidos gratuitamente no portal do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE). Já a consulta detalhada à maior parte das séries históricas ocorre mediante contrato e está restrita aos assinantes do IBRE/FGV Dados.
O IPC-C1 mede a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos e tem abrangência geográfica nas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Salvador. O índice compreende os setores de alimentação, habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais, educação, leitura e recreação, transportes e despesas diversas.
A coleta de dados do índice ocorre durante cada mês, sempre nos estabelecimentos comerciais mais procurados pelas famílias. Assim, a sua periodicidade é mensal e teve sua primeira observação em 2004.
Por Agência Estado, em 06/07/2020 (disponível em:
https://bit.ly/2WoSgM1). Com adaptações.
Leia o texto 'IPC-C1' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) acumulou alta de 1,15% no ano de 2020.
II. As informações presentes no texto permitem ao leitor concluir que os resultados gerais do IPC-C1 podem ser obtidos gratuitamente no portal do Ministério da Economia.
III. O IPC-C1 mede a variação de preços de uma cesta de
produtos e serviços para famílias com renda até trinta e três
salários mínimos, de acordo com o autor.
Marque a alternativa CORRETA:
IPC-C1
O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) subiu 0,33% em junho de 2020, depois de uma queda de 0,30% em maio de 2020, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O indicador é usado para mensurar o impacto da movimentação de preços entre famílias com renda mensal entre um e 2,5 salários mínimos. Com o resultado, o índice acumulou alta de 1,15% no ano de 2020. Em 12 meses, o indicador acumulou avanço de 2,66%.
Em junho de 2020, o IPC-C1 ficou abaixo da variação da inflação média apurada entre as famílias com renda mensal entre um e 33 salários mínimos, obtida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que teve elevação de 0,36% no mês. No acumulado em 12 meses, a taxa do IPC-BR foi inferior ao IPC-C1, apresentando valor de 2,22%, segundo a FGV.
SOBRE O ÍNDICE
Os resultados gerais do IPC-C1 podem ser obtidos gratuitamente no portal do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE). Já a consulta detalhada à maior parte das séries históricas ocorre mediante contrato e está restrita aos assinantes do IBRE/FGV Dados.
O IPC-C1 mede a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos e tem abrangência geográfica nas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Salvador. O índice compreende os setores de alimentação, habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais, educação, leitura e recreação, transportes e despesas diversas.
A coleta de dados do índice ocorre durante cada mês, sempre nos estabelecimentos comerciais mais procurados pelas famílias. Assim, a sua periodicidade é mensal e teve sua primeira observação em 2004.
Por Agência Estado, em 06/07/2020 (disponível em:
https://bit.ly/2WoSgM1). Com adaptações.
Leia o texto 'IPC-C1' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto leva o leitor a concluir que o Índice de Preços ao Consumidor – Brasil teve uma elevação de 0,36% em junho de 2020.
II. Em junho de 2020, o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 acumulou um avanço de 2,66% para o período de 12 meses, afirma o texto.
III. Em junho de 2020, a taxa do IPC-BR foi de 2,22%, no acumulado em 12 meses, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
IPC-C1
O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) subiu 0,33% em junho de 2020, depois de uma queda de 0,30% em maio de 2020, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O indicador é usado para mensurar o impacto da movimentação de preços entre famílias com renda mensal entre um e 2,5 salários mínimos. Com o resultado, o índice acumulou alta de 1,15% no ano de 2020. Em 12 meses, o indicador acumulou avanço de 2,66%.
Em junho de 2020, o IPC-C1 ficou abaixo da variação da inflação média apurada entre as famílias com renda mensal entre um e 33 salários mínimos, obtida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que teve elevação de 0,36% no mês. No acumulado em 12 meses, a taxa do IPC-BR foi inferior ao IPC-C1, apresentando valor de 2,22%, segundo a FGV.
SOBRE O ÍNDICE
Os resultados gerais do IPC-C1 podem ser obtidos gratuitamente no portal do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE). Já a consulta detalhada à maior parte das séries históricas ocorre mediante contrato e está restrita aos assinantes do IBRE/FGV Dados.
O IPC-C1 mede a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos e tem abrangência geográfica nas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Salvador. O índice compreende os setores de alimentação, habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais, educação, leitura e recreação, transportes e despesas diversas.
A coleta de dados do índice ocorre durante cada mês, sempre nos estabelecimentos comerciais mais procurados pelas famílias. Assim, a sua periodicidade é mensal e teve sua primeira observação em 2004.
Por Agência Estado, em 06/07/2020 (disponível em:
https://bit.ly/2WoSgM1). Com adaptações.
Leia o texto 'IPC-C1' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Após a análise do texto, é possível concluir que os dados sobre o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) foram informados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
II. O texto apresenta ao leitor uma série de informações claras e coerentes sobre finanças e economia, as quais permitem concluir que a consulta detalhada à maior parte das séries históricas do IPC-C1 é gratuita e livre para download, no site do Governo Federal.
III. O indicador (IPC-C1) é um indicador usado para mensurar o impacto da movimentação de preços entre famílias com renda mensal entre 1 e 2,5 salários mínimos, de acordo com o autor.
Marque a alternativa CORRETA:
ESGOTAMENTO MENTAL
Para uma enormidade de profissionais, fazer home office é praticamente sinônimo de passar horas e horas em calls, termo que popularizou as videoconferências. Não é à toa que o Zoom, aplicativo de reuniões e conversas on-line usando voz e vídeo, explodiu durante a pandemia de Covid-19.
Em tempos de trabalho remoto, usar a videoconferência se tornou essencial, e, algumas vezes, até passa dos limites. Os contatos estão cada vez mais virtualizados e estão cobrando um preço alto do nosso cérebro: um novo tipo de esgotamento mental, já batizado de "Zoom fatigue" — termo que pegou emprestado o nome do app Zoom para ilustrar bem como fica nosso cérebro convivendo com tanta videoconferência.
Ficar encarando rostos nas telas por longos e longos períodos é exaustivo. E isso tem uma explicação psicológica: as pessoas, enquanto conversam virtualmente, estão completamente desprovidas de algo importantíssimo no dia a dia dentro dos padrões de normalidade: a linguagem corporal. As pistas que nosso corpo dá, ainda que não sejam nada verbais, fazem parte de uma fluidez natural da comunicação entre os seres humanos. E sem elas, a conversa fica mais engessada e exige mais energia dos participantes.
Segundo alguns psicólogos, o corpo demanda descanso, relaxamento para se manter saudável. A exaustão reverbera no corpo de forma nociva, e é possível percebê-la na expressão corporal, na respiração, no olhar disperso... a exaustão altera o apetite e até mesmo causa insônia. Nas vídeoconferências, além da conversa engessada, tem a questão da falta de socialização pessoal, da troca de um abraço, de uma brincadeira que é comum acontecer durante as conversas pessoais ou reuniões. Isso, de uma certa forma, alivia o peso das responsabilidades e é muito necessário para nós, seres humanos.
A nossa postura, a maneira como gesticulamos, o tom das nossas vozes e até mesmo nossas manias enquanto trocamos ideia ou nos reunimos fisicamente com alguém, seja essa pessoa um executivo, um colega de trabalho ou um cliente, faz toda a diferença na comunicação. E tudo isso acontece de maneira muito natural, de forma que nosso cérebro não se desgasta. No mundo virtual, como ficamos mais atentos a tudo que estamos falando e fazendo diante da câmera, gastamos uma boa quantidade de energia para monitorar isso. E é exatamente esse gasto que nos deixa tão cansados no fim do dia.
Por Luciana Zaramela, em 2020 (disponível em:
https://bit.ly/2CzxKRZ). Com adaptações.
Leia o texto 'ESGOTAMENTO MENTAL' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto apresenta informações que levam o leitor a entender que, para uma enormidade de profissionais, fazer home office é praticamente sinônimo de passar horas e horas em calls, termo que popularizou as videoconferências.
II. As informações presentes no texto permitem concluir que, em tempos de trabalho remoto, usar a videoconferência se tornou dispensável, e as pessoas aprenderam a facilmente dosar a quantidade diária de reuniões e atividades on-line. Essa ideia é destacada pela autora ainda no segundo parágrafo, quando ela utiliza a expressão "Zoom fatigue" para defender a ideia de que, a qualquer momento, o excesso de trabalho pode causar danos à saúde do indivíduo.
III. A nossa postura, a maneira como gesticulamos, o tom das nossas vozes e até mesmo nossas manias enquanto trocamos ideia ou nos reunimos fisicamente com alguém fazem toda a diferença na comunicação, afirma a autora do texto. E tudo isso acontece de maneira muito natural, de forma que nosso cérebro não se desgasta, conforme pode ser observado no texto.
Marque a alternativa CORRETA:
ESGOTAMENTO MENTAL
Para uma enormidade de profissionais, fazer home office é praticamente sinônimo de passar horas e horas em calls, termo que popularizou as videoconferências. Não é à toa que o Zoom, aplicativo de reuniões e conversas on-line usando voz e vídeo, explodiu durante a pandemia de Covid-19.
Em tempos de trabalho remoto, usar a videoconferência se tornou essencial, e, algumas vezes, até passa dos limites. Os contatos estão cada vez mais virtualizados e estão cobrando um preço alto do nosso cérebro: um novo tipo de esgotamento mental, já batizado de "Zoom fatigue" — termo que pegou emprestado o nome do app Zoom para ilustrar bem como fica nosso cérebro convivendo com tanta videoconferência.
Ficar encarando rostos nas telas por longos e longos períodos é exaustivo. E isso tem uma explicação psicológica: as pessoas, enquanto conversam virtualmente, estão completamente desprovidas de algo importantíssimo no dia a dia dentro dos padrões de normalidade: a linguagem corporal. As pistas que nosso corpo dá, ainda que não sejam nada verbais, fazem parte de uma fluidez natural da comunicação entre os seres humanos. E sem elas, a conversa fica mais engessada e exige mais energia dos participantes.
Segundo alguns psicólogos, o corpo demanda descanso, relaxamento para se manter saudável. A exaustão reverbera no corpo de forma nociva, e é possível percebê-la na expressão corporal, na respiração, no olhar disperso... a exaustão altera o apetite e até mesmo causa insônia. Nas vídeoconferências, além da conversa engessada, tem a questão da falta de socialização pessoal, da troca de um abraço, de uma brincadeira que é comum acontecer durante as conversas pessoais ou reuniões. Isso, de uma certa forma, alivia o peso das responsabilidades e é muito necessário para nós, seres humanos.
A nossa postura, a maneira como gesticulamos, o tom das nossas vozes e até mesmo nossas manias enquanto trocamos ideia ou nos reunimos fisicamente com alguém, seja essa pessoa um executivo, um colega de trabalho ou um cliente, faz toda a diferença na comunicação. E tudo isso acontece de maneira muito natural, de forma que nosso cérebro não se desgasta. No mundo virtual, como ficamos mais atentos a tudo que estamos falando e fazendo diante da câmera, gastamos uma boa quantidade de energia para monitorar isso. E é exatamente esse gasto que nos deixa tão cansados no fim do dia.
Por Luciana Zaramela, em 2020 (disponível em:
https://bit.ly/2CzxKRZ). Com adaptações.
Leia o texto 'ESGOTAMENTO MENTAL' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Nas videoconferências, além da conversa engessada, há a questão da falta de socialização pessoal, da troca de um abraço, de uma brincadeira, que é comum acontecer durante as conversas pessoais ou reuniões, de acordo com as informações apresentadas ao leitor no texto.
II. O baixo contato visual, a falta de empatia e o excesso de formalismo na linguagem verbal são características importantíssimas no dia a dia dentro dos padrões de normalidade da linguagem corporal e contribuem para a redução da fadiga nas reuniões digitais, de acordo com as informações da autora do texto.
III. O texto apresenta ao leitor o conceito de um novo tipo de esgotamento mental, batizado de "Zoom fatigue" — termo que pegou emprestado o nome do app Zoom para ilustrar bem como fica nosso cérebro convivendo com tanta videoconferência.
Marque a alternativa CORRETA:
ESGOTAMENTO MENTAL
Para uma enormidade de profissionais, fazer home office é praticamente sinônimo de passar horas e horas em calls, termo que popularizou as videoconferências. Não é à toa que o Zoom, aplicativo de reuniões e conversas on-line usando voz e vídeo, explodiu durante a pandemia de Covid-19.
Em tempos de trabalho remoto, usar a videoconferência se tornou essencial, e, algumas vezes, até passa dos limites. Os contatos estão cada vez mais virtualizados e estão cobrando um preço alto do nosso cérebro: um novo tipo de esgotamento mental, já batizado de "Zoom fatigue" — termo que pegou emprestado o nome do app Zoom para ilustrar bem como fica nosso cérebro convivendo com tanta videoconferência.
Ficar encarando rostos nas telas por longos e longos períodos é exaustivo. E isso tem uma explicação psicológica: as pessoas, enquanto conversam virtualmente, estão completamente desprovidas de algo importantíssimo no dia a dia dentro dos padrões de normalidade: a linguagem corporal. As pistas que nosso corpo dá, ainda que não sejam nada verbais, fazem parte de uma fluidez natural da comunicação entre os seres humanos. E sem elas, a conversa fica mais engessada e exige mais energia dos participantes.
Segundo alguns psicólogos, o corpo demanda descanso, relaxamento para se manter saudável. A exaustão reverbera no corpo de forma nociva, e é possível percebê-la na expressão corporal, na respiração, no olhar disperso... a exaustão altera o apetite e até mesmo causa insônia. Nas vídeoconferências, além da conversa engessada, tem a questão da falta de socialização pessoal, da troca de um abraço, de uma brincadeira que é comum acontecer durante as conversas pessoais ou reuniões. Isso, de uma certa forma, alivia o peso das responsabilidades e é muito necessário para nós, seres humanos.
A nossa postura, a maneira como gesticulamos, o tom das nossas vozes e até mesmo nossas manias enquanto trocamos ideia ou nos reunimos fisicamente com alguém, seja essa pessoa um executivo, um colega de trabalho ou um cliente, faz toda a diferença na comunicação. E tudo isso acontece de maneira muito natural, de forma que nosso cérebro não se desgasta. No mundo virtual, como ficamos mais atentos a tudo que estamos falando e fazendo diante da câmera, gastamos uma boa quantidade de energia para monitorar isso. E é exatamente esse gasto que nos deixa tão cansados no fim do dia.
Por Luciana Zaramela, em 2020 (disponível em:
https://bit.ly/2CzxKRZ). Com adaptações.
Leia o texto 'ESGOTAMENTO MENTAL' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. As pistas que nosso corpo dá, a comunicação corporal, por serem totalmente verbais, fazem parte de uma fluidez natural da comunicação entre os seres humanos e, assim, causam a fadiga mental nas conferências digitais, de acordo com as informações presentes no texto. Essa ideia fica evidente no 4º parágrafo do texto, quando a autora utiliza substantivos derivados como "gesticulamos" e "engessada" para designar o estado de latência desenvolvido pelo indivíduo que dedica muitas horas ao trabalho.
II. A autora do texto conclui a sua reflexão sobre a importância da internet e dos meios de comunicação afirmando que, segundo alguns psicólogos, o corpo dispensa descanso ou relaxamento para se manter saudável. Assim, defende a autora, é importante para os profissionais que buscam uma ascensão mais vertiginosa na carreira adaptar-se às novas necessidades de realização de reuniões por meios digitais.
III. As informações presentes no texto permitem ao leitor inferir que ficar encarando rostos nas telas por longos e longos períodos é estimulante e reconfortante. Essa ideia é ratificada ao final do quarto parágrafo, quando a autora descreve o seu desejo de "desligar-se da realidade virtual da world wide web" para aproveitar os momentos bucólicos da vida.
Marque a alternativa CORRETA:
ESGOTAMENTO MENTAL
Para uma enormidade de profissionais, fazer home office é praticamente sinônimo de passar horas e horas em calls, termo que popularizou as videoconferências. Não é à toa que o Zoom, aplicativo de reuniões e conversas on-line usando voz e vídeo, explodiu durante a pandemia de Covid-19.
Em tempos de trabalho remoto, usar a videoconferência se tornou essencial, e, algumas vezes, até passa dos limites. Os contatos estão cada vez mais virtualizados e estão cobrando um preço alto do nosso cérebro: um novo tipo de esgotamento mental, já batizado de "Zoom fatigue" — termo que pegou emprestado o nome do app Zoom para ilustrar bem como fica nosso cérebro convivendo com tanta videoconferência.
Ficar encarando rostos nas telas por longos e longos períodos é exaustivo. E isso tem uma explicação psicológica: as pessoas, enquanto conversam virtualmente, estão completamente desprovidas de algo importantíssimo no dia a dia dentro dos padrões de normalidade: a linguagem corporal. As pistas que nosso corpo dá, ainda que não sejam nada verbais, fazem parte de uma fluidez natural da comunicação entre os seres humanos. E sem elas, a conversa fica mais engessada e exige mais energia dos participantes.
Segundo alguns psicólogos, o corpo demanda descanso, relaxamento para se manter saudável. A exaustão reverbera no corpo de forma nociva, e é possível percebê-la na expressão corporal, na respiração, no olhar disperso... a exaustão altera o apetite e até mesmo causa insônia. Nas vídeoconferências, além da conversa engessada, tem a questão da falta de socialização pessoal, da troca de um abraço, de uma brincadeira que é comum acontecer durante as conversas pessoais ou reuniões. Isso, de uma certa forma, alivia o peso das responsabilidades e é muito necessário para nós, seres humanos.
A nossa postura, a maneira como gesticulamos, o tom das nossas vozes e até mesmo nossas manias enquanto trocamos ideia ou nos reunimos fisicamente com alguém, seja essa pessoa um executivo, um colega de trabalho ou um cliente, faz toda a diferença na comunicação. E tudo isso acontece de maneira muito natural, de forma que nosso cérebro não se desgasta. No mundo virtual, como ficamos mais atentos a tudo que estamos falando e fazendo diante da câmera, gastamos uma boa quantidade de energia para monitorar isso. E é exatamente esse gasto que nos deixa tão cansados no fim do dia.
Por Luciana Zaramela, em 2020 (disponível em:
https://bit.ly/2CzxKRZ). Com adaptações.
Leia o texto 'ESGOTAMENTO MENTAL' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Uma das informações presentes no texto é que o Zoom é um aplicativo de reuniões e conversas on-line que utiliza voz e vídeo e que fez muito sucesso durante a pandemia de Covid-19.
II. O texto utiliza repetidamente os artigos indefinidos para remeter à ideia central defendida pela autora, ou seja, a de que, sem a linguagem corporal nas reuniões digitais, a conversa fica mais descontraída e exige menos energia dos participantes, levando à fadiga mental. Essa perspectiva fica ainda mais evidente para o leitor no trecho "Os contatos estão cada vez mais virtualizados... (devido a) tanta videoconferência", quando o pronome possessivo designa um aplicativo de celular.
III. O texto procura levar o leitor a entender que a exaustão das conferências on-line tem uma explicação psicológica: as pessoas, enquanto conversam virtualmente, estão completamente desprovidas da linguagem corporal.
Marque a alternativa CORRETA:
De acordo com o Regimento Interno do Conselho Regional de Medicina do Estado de Mato Grosso (CRMMT), analise as afirmativas a seguir:
I. Compete ao CRMMT estabelecer valores para a concessão de diária, verba indenizatória e auxílio de representação, legalmente admitidas e fixadas na forma determinada pelo Conselho Federal de Medicina.
II. Compete ao CRMMT publicar relatórios mensais de seus trabalhos e a relação dos profissionais registrados.
III. Compete ao CRMMT reter impostos e cobrar anuidades dos médicos legalmente habilitados.
Assinale:
Para a consecução de seus objetivos, o Conselho Regional de Medicina do Estado de Mato Grosso é dividido organicamente em:
I. Departamento de Fiscalização.
II. Pleno.
III. Gerência.
IV. Corregedoria Especial.
V. Comissões Permanentes.
Estão corretos os itens agrupados em:
Sobre a elaboração de atas e relatórios, analise as afirmativas a seguir:
I. A ata de uma sessão deliberativa de órgão colegiado deve ser assinada por todos os presentes, independentemente de serem funcionários públicos ou não.
II. Na elaboração de relatórios oficiais, é importante verificar a prévia existência de modelos definidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
III. Um Relatório de Gestão não pode ser elaborado com periodicidade mensal ou semestral.
Assinale:
Sobre a Apostila, analise as afirmativas a seguir:
I. A apostila tem geralmente natureza ratificadora.
II. A apostila surge da necessidade de correção de erro material.
III. Não há necessidade de ser mencionada a data de publicação da apostila no boletim de serviço.
Assinale: