Questões de Concurso Comentadas para topógrafo

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Ano: 2023 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Ubatuba - SP Provas: Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Médico Veterinário | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Tesoureiro | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Telecomunicações | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Fiscalização de Turismo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Atividade Agropecuária | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Fiscal de Obras | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Saúde Bucal | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Almoxarife | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Controle de Endemias | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Comprador | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Topógrafo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Farmácia | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Fiscal de Proteção e Bem - Estar Animal | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Intérprete de Libras | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Segurança do Trabalho | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico de Higiene Dental | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Turismo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Contabilidade | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico de Enfermagem | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente Administrativo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente Comunitário de Saúde |
Q3554430 Noções de Informática
O Microsoft Word 2016 oferece amplas opções de formatação de texto, incluindo formatação de fonte, alinhamento, espaçamento entre linhas, recuos e estilos de parágrafo, permitindo personalizar a aparência do documento. Neste sentido, pode-se afirmar que o Word: 
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Q3554428 Noções de Informática
O Microsoft Word 2016 é um software de processamento de texto amplamente utilizado para criar, editar e formatar documentos. Ele oferece uma ampla gama de ferramentas para formatar texto de maneira profissional e personalizada. Neste sentido, é incorreto afirmar que o Word:

I – Permite inserir imagens, gráficos e outros elementos visuais nos documentos.

II - O Word não oferece opções para criar listas numeradas ou com marcadores em um documento.

III - Para justificar o texto no Word, é preciso imprimir o documento e, em seguida, alinhá-lo manualmente com uma régua.
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Q3554427 Noções de Informática
O Microsoft PowerPoint 2016 é um aplicativo usado para criar apresentações visuais. Ele permite criar slides que contêm texto, imagens, gráficos, vídeos e elementos interativos. Neste sentido, pode-se afirmar que o PowerPoint:
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Q3554426 Noções de Informática
O Microsoft Outlook 2016 é um cliente de email que permite configurar e gerenciar várias contas de email em um único local. Neste sentido, pode-se afirmar que o Outlook:

I - Oferece uma ampla gama de fórmulas e funções integradas que permitem realizar cálculos complexos automaticamente.

II - Permite armazenar e organizar informações de contato, incluindo nomes, endereços de email, números de telefone e detalhes pessoais.

III - Permite criar gráficos e visualizações de dados para representar informações de maneira mais compreensível. 
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Q3554424 Raciocínio Lógico

Observe a seguinte sequência lógica figural: 


Imagem associada para resolução da questão



Conforme as correspondências abaixo, indique o elemento faltante (marcado com símbolo de interrogação): 



Imagem associada para resolução da questão

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Q3554420 Português
De onde vieram os diamantes rosas? De um continente se quebrando em dois

Essa é a nova hipótese para explicar como esses minerais – muito mais raros que diamantes comuns – se formaram na Austrália. 


Levando em consideração todas as minas já descobertas até agora, existem 260 toneladas de diamantes no mundo. Só uma minoria é destinada a joias (até porque nem todos têm as características necessárias para fazê-las): 80% deles vão para a indústria de ferramentas de corte e polimento – devido à forma como seus átomos de carbono são ordenados, ele é o mineral mais duro que existe. A questão é que, para adornar colares e anéis, são usados poucas gramas da pedra. Anéis mais simples, em torno de R$5 mil, costumam usar 0,2 quilates – ou seja, 0,04 gramas. Daria para produzir 1,3 bilhão deles. O motivo dessas joias serem tão caras não é a raridade, e sim uma mistura de marketing e monopólio na extração. [...] Diamantes rosas, por outro lado, são realmente raros. Dependendo da saturação do rosa, o preço pode flutuar; mas eles são mais caros do que seus equivalentes tradicionais. Cerca de 90% das pedras dessa cor vieram de uma mina na Austrália, fechada desde 2020. Agora, cientistas buscam mais informações sobre a formação desses diamantes – e pistas de onde encontrar mais.

Um estudo, publicado no periódico especializado Nature Communications, descreve as pesquisas realizadas na região de Argyle, no oeste da Austrália. Usando lasers para analisar minérios e rochas encontrados em uma mina, os pesquisadores descobriram que um grande depósito de diamantes rosa se formou há 1,3 bilhões de anos, com a separação de um supercontinente em duas partes. Diamantes amarelos e azuis, por exemplo, são formados quando outros elementos, como boro, enxofre e nitrogênio, interagem com o carbono. Um diamante rosa é diferente: ele é puro como um diamante branco, mas fica rosado graças a uma distorção na sua estrutura cristalina. Alguns átomos de carbono organizados de maneira diferente alteram as características da luz refletida pelo diamante. Para que isso aconteça, ele tem que ser submetido a forças intensas de calor e pressão. Diamantes, por si só, já são formados em condições extremas, mas uma segunda dose distorce a estrutura comum e confere a coloração única. Então, na verdade, as versões rosas são basicamente diamantes brancos “danificados”.

No caso da mina australiana, isso aconteceu quando duas placas tectônicas colidiram, 1,8 bilhões de anos atrás. Após a colisão, as pedrinhas rosas ficaram escondidas centenas de quilômetros abaixo da superfície, longe das mãos dos humanos que surgiriam muito, muito tempo depois. Como elas subiram? É aí que entra a nova pesquisa. Os cientistas supõem, pela idade das rochas em Argyle, que o depósito tenha sido formado a partir da fragmentação de um supercontinente. Conhecido como Nuna ou Columbia, o supercontinente começou a se separar por volta de 1,3 a 1,2 bilhões de anos atrás, o que bate com a datação apontada pelos cientistas. A hipótese deles é de que a fragmentação de Nuna tenha reaberto a fenda deixada na formação dos diamantes rosas. Possibilitando que as joias ficassem mais próximas da superfície terrestre.

“Embora o continente que se tornaria a Austrália não tenha se dividido, a área onde Argyle está situada foi esticada, inclusive ao longo da cicatriz, o que criou lacunas na crosta terrestre para que o magma subisse para a superfície, trazendo consigo diamantes rosa”, afirma Hugo Olierook, um dos autores do estudo. A pesquisa é interessante não só por dar mais pistas sobre a origem dos diamantes rosas, mas também por apontar possíveis condições para a exploração de novas minas. “Acreditamos que, enquanto estes três ingredientes estiverem presentes – carbono profundo, colisão continental e depois estiramento – será possível encontrar a ‘próxima Argyle’, que já foi a maior fonte mundial de diamantes naturais.”


Revista Superinteressante. (Adaptado).
Disponível em:
https://super.abril.com.br/ciencia/de-ondevieram-os-diamantes-rosas-de-um-continentese-quebrando-em-dois/

Assinale a alternativa em que, na sentença apresentada, a palavra “que” atua como pronome interrogativo.
Alternativas
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Q3554419 Português
De onde vieram os diamantes rosas? De um continente se quebrando em dois

Essa é a nova hipótese para explicar como esses minerais – muito mais raros que diamantes comuns – se formaram na Austrália. 


Levando em consideração todas as minas já descobertas até agora, existem 260 toneladas de diamantes no mundo. Só uma minoria é destinada a joias (até porque nem todos têm as características necessárias para fazê-las): 80% deles vão para a indústria de ferramentas de corte e polimento – devido à forma como seus átomos de carbono são ordenados, ele é o mineral mais duro que existe. A questão é que, para adornar colares e anéis, são usados poucas gramas da pedra. Anéis mais simples, em torno de R$5 mil, costumam usar 0,2 quilates – ou seja, 0,04 gramas. Daria para produzir 1,3 bilhão deles. O motivo dessas joias serem tão caras não é a raridade, e sim uma mistura de marketing e monopólio na extração. [...] Diamantes rosas, por outro lado, são realmente raros. Dependendo da saturação do rosa, o preço pode flutuar; mas eles são mais caros do que seus equivalentes tradicionais. Cerca de 90% das pedras dessa cor vieram de uma mina na Austrália, fechada desde 2020. Agora, cientistas buscam mais informações sobre a formação desses diamantes – e pistas de onde encontrar mais.

Um estudo, publicado no periódico especializado Nature Communications, descreve as pesquisas realizadas na região de Argyle, no oeste da Austrália. Usando lasers para analisar minérios e rochas encontrados em uma mina, os pesquisadores descobriram que um grande depósito de diamantes rosa se formou há 1,3 bilhões de anos, com a separação de um supercontinente em duas partes. Diamantes amarelos e azuis, por exemplo, são formados quando outros elementos, como boro, enxofre e nitrogênio, interagem com o carbono. Um diamante rosa é diferente: ele é puro como um diamante branco, mas fica rosado graças a uma distorção na sua estrutura cristalina. Alguns átomos de carbono organizados de maneira diferente alteram as características da luz refletida pelo diamante. Para que isso aconteça, ele tem que ser submetido a forças intensas de calor e pressão. Diamantes, por si só, já são formados em condições extremas, mas uma segunda dose distorce a estrutura comum e confere a coloração única. Então, na verdade, as versões rosas são basicamente diamantes brancos “danificados”.

No caso da mina australiana, isso aconteceu quando duas placas tectônicas colidiram, 1,8 bilhões de anos atrás. Após a colisão, as pedrinhas rosas ficaram escondidas centenas de quilômetros abaixo da superfície, longe das mãos dos humanos que surgiriam muito, muito tempo depois. Como elas subiram? É aí que entra a nova pesquisa. Os cientistas supõem, pela idade das rochas em Argyle, que o depósito tenha sido formado a partir da fragmentação de um supercontinente. Conhecido como Nuna ou Columbia, o supercontinente começou a se separar por volta de 1,3 a 1,2 bilhões de anos atrás, o que bate com a datação apontada pelos cientistas. A hipótese deles é de que a fragmentação de Nuna tenha reaberto a fenda deixada na formação dos diamantes rosas. Possibilitando que as joias ficassem mais próximas da superfície terrestre.

“Embora o continente que se tornaria a Austrália não tenha se dividido, a área onde Argyle está situada foi esticada, inclusive ao longo da cicatriz, o que criou lacunas na crosta terrestre para que o magma subisse para a superfície, trazendo consigo diamantes rosa”, afirma Hugo Olierook, um dos autores do estudo. A pesquisa é interessante não só por dar mais pistas sobre a origem dos diamantes rosas, mas também por apontar possíveis condições para a exploração de novas minas. “Acreditamos que, enquanto estes três ingredientes estiverem presentes – carbono profundo, colisão continental e depois estiramento – será possível encontrar a ‘próxima Argyle’, que já foi a maior fonte mundial de diamantes naturais.”


Revista Superinteressante. (Adaptado).
Disponível em:
https://super.abril.com.br/ciencia/de-ondevieram-os-diamantes-rosas-de-um-continentese-quebrando-em-dois/

Assinale a alternativa em que a sentença apresenta apenas voz ativa. 
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Q3554418 Português
De onde vieram os diamantes rosas? De um continente se quebrando em dois

Essa é a nova hipótese para explicar como esses minerais – muito mais raros que diamantes comuns – se formaram na Austrália. 


Levando em consideração todas as minas já descobertas até agora, existem 260 toneladas de diamantes no mundo. Só uma minoria é destinada a joias (até porque nem todos têm as características necessárias para fazê-las): 80% deles vão para a indústria de ferramentas de corte e polimento – devido à forma como seus átomos de carbono são ordenados, ele é o mineral mais duro que existe. A questão é que, para adornar colares e anéis, são usados poucas gramas da pedra. Anéis mais simples, em torno de R$5 mil, costumam usar 0,2 quilates – ou seja, 0,04 gramas. Daria para produzir 1,3 bilhão deles. O motivo dessas joias serem tão caras não é a raridade, e sim uma mistura de marketing e monopólio na extração. [...] Diamantes rosas, por outro lado, são realmente raros. Dependendo da saturação do rosa, o preço pode flutuar; mas eles são mais caros do que seus equivalentes tradicionais. Cerca de 90% das pedras dessa cor vieram de uma mina na Austrália, fechada desde 2020. Agora, cientistas buscam mais informações sobre a formação desses diamantes – e pistas de onde encontrar mais.

Um estudo, publicado no periódico especializado Nature Communications, descreve as pesquisas realizadas na região de Argyle, no oeste da Austrália. Usando lasers para analisar minérios e rochas encontrados em uma mina, os pesquisadores descobriram que um grande depósito de diamantes rosa se formou há 1,3 bilhões de anos, com a separação de um supercontinente em duas partes. Diamantes amarelos e azuis, por exemplo, são formados quando outros elementos, como boro, enxofre e nitrogênio, interagem com o carbono. Um diamante rosa é diferente: ele é puro como um diamante branco, mas fica rosado graças a uma distorção na sua estrutura cristalina. Alguns átomos de carbono organizados de maneira diferente alteram as características da luz refletida pelo diamante. Para que isso aconteça, ele tem que ser submetido a forças intensas de calor e pressão. Diamantes, por si só, já são formados em condições extremas, mas uma segunda dose distorce a estrutura comum e confere a coloração única. Então, na verdade, as versões rosas são basicamente diamantes brancos “danificados”.

No caso da mina australiana, isso aconteceu quando duas placas tectônicas colidiram, 1,8 bilhões de anos atrás. Após a colisão, as pedrinhas rosas ficaram escondidas centenas de quilômetros abaixo da superfície, longe das mãos dos humanos que surgiriam muito, muito tempo depois. Como elas subiram? É aí que entra a nova pesquisa. Os cientistas supõem, pela idade das rochas em Argyle, que o depósito tenha sido formado a partir da fragmentação de um supercontinente. Conhecido como Nuna ou Columbia, o supercontinente começou a se separar por volta de 1,3 a 1,2 bilhões de anos atrás, o que bate com a datação apontada pelos cientistas. A hipótese deles é de que a fragmentação de Nuna tenha reaberto a fenda deixada na formação dos diamantes rosas. Possibilitando que as joias ficassem mais próximas da superfície terrestre.

“Embora o continente que se tornaria a Austrália não tenha se dividido, a área onde Argyle está situada foi esticada, inclusive ao longo da cicatriz, o que criou lacunas na crosta terrestre para que o magma subisse para a superfície, trazendo consigo diamantes rosa”, afirma Hugo Olierook, um dos autores do estudo. A pesquisa é interessante não só por dar mais pistas sobre a origem dos diamantes rosas, mas também por apontar possíveis condições para a exploração de novas minas. “Acreditamos que, enquanto estes três ingredientes estiverem presentes – carbono profundo, colisão continental e depois estiramento – será possível encontrar a ‘próxima Argyle’, que já foi a maior fonte mundial de diamantes naturais.”


Revista Superinteressante. (Adaptado).
Disponível em:
https://super.abril.com.br/ciencia/de-ondevieram-os-diamantes-rosas-de-um-continentese-quebrando-em-dois/

Considere a seguinte sentença: “Avistaram alguns homens conduzindo uma cáfila até o lago.” Nesse contexto, a palavra “cáfila” se refere a: 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Ubatuba - SP Provas: Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Médico Veterinário | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Tesoureiro | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Telecomunicações | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Fiscalização de Turismo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Atividade Agropecuária | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Fiscal de Obras | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Saúde Bucal | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Almoxarife | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Controle de Endemias | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Comprador | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Topógrafo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Farmácia | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Fiscal de Proteção e Bem - Estar Animal | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Intérprete de Libras | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Segurança do Trabalho | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico de Higiene Dental | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Turismo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Contabilidade | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico de Enfermagem | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Tratador de Animais | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente Administrativo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente Comunitário de Saúde |
Q3554417 Português
De onde vieram os diamantes rosas? De um continente se quebrando em dois

Essa é a nova hipótese para explicar como esses minerais – muito mais raros que diamantes comuns – se formaram na Austrália. 


Levando em consideração todas as minas já descobertas até agora, existem 260 toneladas de diamantes no mundo. Só uma minoria é destinada a joias (até porque nem todos têm as características necessárias para fazê-las): 80% deles vão para a indústria de ferramentas de corte e polimento – devido à forma como seus átomos de carbono são ordenados, ele é o mineral mais duro que existe. A questão é que, para adornar colares e anéis, são usados poucas gramas da pedra. Anéis mais simples, em torno de R$5 mil, costumam usar 0,2 quilates – ou seja, 0,04 gramas. Daria para produzir 1,3 bilhão deles. O motivo dessas joias serem tão caras não é a raridade, e sim uma mistura de marketing e monopólio na extração. [...] Diamantes rosas, por outro lado, são realmente raros. Dependendo da saturação do rosa, o preço pode flutuar; mas eles são mais caros do que seus equivalentes tradicionais. Cerca de 90% das pedras dessa cor vieram de uma mina na Austrália, fechada desde 2020. Agora, cientistas buscam mais informações sobre a formação desses diamantes – e pistas de onde encontrar mais.

Um estudo, publicado no periódico especializado Nature Communications, descreve as pesquisas realizadas na região de Argyle, no oeste da Austrália. Usando lasers para analisar minérios e rochas encontrados em uma mina, os pesquisadores descobriram que um grande depósito de diamantes rosa se formou há 1,3 bilhões de anos, com a separação de um supercontinente em duas partes. Diamantes amarelos e azuis, por exemplo, são formados quando outros elementos, como boro, enxofre e nitrogênio, interagem com o carbono. Um diamante rosa é diferente: ele é puro como um diamante branco, mas fica rosado graças a uma distorção na sua estrutura cristalina. Alguns átomos de carbono organizados de maneira diferente alteram as características da luz refletida pelo diamante. Para que isso aconteça, ele tem que ser submetido a forças intensas de calor e pressão. Diamantes, por si só, já são formados em condições extremas, mas uma segunda dose distorce a estrutura comum e confere a coloração única. Então, na verdade, as versões rosas são basicamente diamantes brancos “danificados”.

No caso da mina australiana, isso aconteceu quando duas placas tectônicas colidiram, 1,8 bilhões de anos atrás. Após a colisão, as pedrinhas rosas ficaram escondidas centenas de quilômetros abaixo da superfície, longe das mãos dos humanos que surgiriam muito, muito tempo depois. Como elas subiram? É aí que entra a nova pesquisa. Os cientistas supõem, pela idade das rochas em Argyle, que o depósito tenha sido formado a partir da fragmentação de um supercontinente. Conhecido como Nuna ou Columbia, o supercontinente começou a se separar por volta de 1,3 a 1,2 bilhões de anos atrás, o que bate com a datação apontada pelos cientistas. A hipótese deles é de que a fragmentação de Nuna tenha reaberto a fenda deixada na formação dos diamantes rosas. Possibilitando que as joias ficassem mais próximas da superfície terrestre.

“Embora o continente que se tornaria a Austrália não tenha se dividido, a área onde Argyle está situada foi esticada, inclusive ao longo da cicatriz, o que criou lacunas na crosta terrestre para que o magma subisse para a superfície, trazendo consigo diamantes rosa”, afirma Hugo Olierook, um dos autores do estudo. A pesquisa é interessante não só por dar mais pistas sobre a origem dos diamantes rosas, mas também por apontar possíveis condições para a exploração de novas minas. “Acreditamos que, enquanto estes três ingredientes estiverem presentes – carbono profundo, colisão continental e depois estiramento – será possível encontrar a ‘próxima Argyle’, que já foi a maior fonte mundial de diamantes naturais.”


Revista Superinteressante. (Adaptado).
Disponível em:
https://super.abril.com.br/ciencia/de-ondevieram-os-diamantes-rosas-de-um-continentese-quebrando-em-dois/

Considere o excerto: “Para que isso aconteça, ele tem que ser submetido a forças intensas de calor e pressão.” No contexto apresentado, ocorre(m) apenas pronome(s) do(s) tipo(s): 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Ubatuba - SP Provas: Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Médico Veterinário | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Tesoureiro | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Telecomunicações | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Fiscalização de Turismo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Atividade Agropecuária | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Fiscal de Obras | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Saúde Bucal | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Almoxarife | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Controle de Endemias | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Comprador | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Topógrafo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Farmácia | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Fiscal de Proteção e Bem - Estar Animal | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Intérprete de Libras | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Segurança do Trabalho | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico de Higiene Dental | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Turismo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Contabilidade | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico de Enfermagem | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Tratador de Animais | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente Administrativo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente Comunitário de Saúde |
Q3554416 Português
De onde vieram os diamantes rosas? De um continente se quebrando em dois

Essa é a nova hipótese para explicar como esses minerais – muito mais raros que diamantes comuns – se formaram na Austrália. 


Levando em consideração todas as minas já descobertas até agora, existem 260 toneladas de diamantes no mundo. Só uma minoria é destinada a joias (até porque nem todos têm as características necessárias para fazê-las): 80% deles vão para a indústria de ferramentas de corte e polimento – devido à forma como seus átomos de carbono são ordenados, ele é o mineral mais duro que existe. A questão é que, para adornar colares e anéis, são usados poucas gramas da pedra. Anéis mais simples, em torno de R$5 mil, costumam usar 0,2 quilates – ou seja, 0,04 gramas. Daria para produzir 1,3 bilhão deles. O motivo dessas joias serem tão caras não é a raridade, e sim uma mistura de marketing e monopólio na extração. [...] Diamantes rosas, por outro lado, são realmente raros. Dependendo da saturação do rosa, o preço pode flutuar; mas eles são mais caros do que seus equivalentes tradicionais. Cerca de 90% das pedras dessa cor vieram de uma mina na Austrália, fechada desde 2020. Agora, cientistas buscam mais informações sobre a formação desses diamantes – e pistas de onde encontrar mais.

Um estudo, publicado no periódico especializado Nature Communications, descreve as pesquisas realizadas na região de Argyle, no oeste da Austrália. Usando lasers para analisar minérios e rochas encontrados em uma mina, os pesquisadores descobriram que um grande depósito de diamantes rosa se formou há 1,3 bilhões de anos, com a separação de um supercontinente em duas partes. Diamantes amarelos e azuis, por exemplo, são formados quando outros elementos, como boro, enxofre e nitrogênio, interagem com o carbono. Um diamante rosa é diferente: ele é puro como um diamante branco, mas fica rosado graças a uma distorção na sua estrutura cristalina. Alguns átomos de carbono organizados de maneira diferente alteram as características da luz refletida pelo diamante. Para que isso aconteça, ele tem que ser submetido a forças intensas de calor e pressão. Diamantes, por si só, já são formados em condições extremas, mas uma segunda dose distorce a estrutura comum e confere a coloração única. Então, na verdade, as versões rosas são basicamente diamantes brancos “danificados”.

No caso da mina australiana, isso aconteceu quando duas placas tectônicas colidiram, 1,8 bilhões de anos atrás. Após a colisão, as pedrinhas rosas ficaram escondidas centenas de quilômetros abaixo da superfície, longe das mãos dos humanos que surgiriam muito, muito tempo depois. Como elas subiram? É aí que entra a nova pesquisa. Os cientistas supõem, pela idade das rochas em Argyle, que o depósito tenha sido formado a partir da fragmentação de um supercontinente. Conhecido como Nuna ou Columbia, o supercontinente começou a se separar por volta de 1,3 a 1,2 bilhões de anos atrás, o que bate com a datação apontada pelos cientistas. A hipótese deles é de que a fragmentação de Nuna tenha reaberto a fenda deixada na formação dos diamantes rosas. Possibilitando que as joias ficassem mais próximas da superfície terrestre.

“Embora o continente que se tornaria a Austrália não tenha se dividido, a área onde Argyle está situada foi esticada, inclusive ao longo da cicatriz, o que criou lacunas na crosta terrestre para que o magma subisse para a superfície, trazendo consigo diamantes rosa”, afirma Hugo Olierook, um dos autores do estudo. A pesquisa é interessante não só por dar mais pistas sobre a origem dos diamantes rosas, mas também por apontar possíveis condições para a exploração de novas minas. “Acreditamos que, enquanto estes três ingredientes estiverem presentes – carbono profundo, colisão continental e depois estiramento – será possível encontrar a ‘próxima Argyle’, que já foi a maior fonte mundial de diamantes naturais.”


Revista Superinteressante. (Adaptado).
Disponível em:
https://super.abril.com.br/ciencia/de-ondevieram-os-diamantes-rosas-de-um-continentese-quebrando-em-dois/

Considere as seguintes sentenças, retiradas do texto:

I. “Só uma minoria é destinada a joias (até porque nem todos têm as características necessárias para fazê-las)”
II. “os pesquisadores descobriram que um grande depósito de diamantes rosa se formou há 1,3 bilhões de anos”

Em relação à colocação dos pronomes oblíquos, nas sentenças dadas observa-se, respectivamente: 
Alternativas
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Q3554415 Português
De onde vieram os diamantes rosas? De um continente se quebrando em dois

Essa é a nova hipótese para explicar como esses minerais – muito mais raros que diamantes comuns – se formaram na Austrália. 


Levando em consideração todas as minas já descobertas até agora, existem 260 toneladas de diamantes no mundo. Só uma minoria é destinada a joias (até porque nem todos têm as características necessárias para fazê-las): 80% deles vão para a indústria de ferramentas de corte e polimento – devido à forma como seus átomos de carbono são ordenados, ele é o mineral mais duro que existe. A questão é que, para adornar colares e anéis, são usados poucas gramas da pedra. Anéis mais simples, em torno de R$5 mil, costumam usar 0,2 quilates – ou seja, 0,04 gramas. Daria para produzir 1,3 bilhão deles. O motivo dessas joias serem tão caras não é a raridade, e sim uma mistura de marketing e monopólio na extração. [...] Diamantes rosas, por outro lado, são realmente raros. Dependendo da saturação do rosa, o preço pode flutuar; mas eles são mais caros do que seus equivalentes tradicionais. Cerca de 90% das pedras dessa cor vieram de uma mina na Austrália, fechada desde 2020. Agora, cientistas buscam mais informações sobre a formação desses diamantes – e pistas de onde encontrar mais.

Um estudo, publicado no periódico especializado Nature Communications, descreve as pesquisas realizadas na região de Argyle, no oeste da Austrália. Usando lasers para analisar minérios e rochas encontrados em uma mina, os pesquisadores descobriram que um grande depósito de diamantes rosa se formou há 1,3 bilhões de anos, com a separação de um supercontinente em duas partes. Diamantes amarelos e azuis, por exemplo, são formados quando outros elementos, como boro, enxofre e nitrogênio, interagem com o carbono. Um diamante rosa é diferente: ele é puro como um diamante branco, mas fica rosado graças a uma distorção na sua estrutura cristalina. Alguns átomos de carbono organizados de maneira diferente alteram as características da luz refletida pelo diamante. Para que isso aconteça, ele tem que ser submetido a forças intensas de calor e pressão. Diamantes, por si só, já são formados em condições extremas, mas uma segunda dose distorce a estrutura comum e confere a coloração única. Então, na verdade, as versões rosas são basicamente diamantes brancos “danificados”.

No caso da mina australiana, isso aconteceu quando duas placas tectônicas colidiram, 1,8 bilhões de anos atrás. Após a colisão, as pedrinhas rosas ficaram escondidas centenas de quilômetros abaixo da superfície, longe das mãos dos humanos que surgiriam muito, muito tempo depois. Como elas subiram? É aí que entra a nova pesquisa. Os cientistas supõem, pela idade das rochas em Argyle, que o depósito tenha sido formado a partir da fragmentação de um supercontinente. Conhecido como Nuna ou Columbia, o supercontinente começou a se separar por volta de 1,3 a 1,2 bilhões de anos atrás, o que bate com a datação apontada pelos cientistas. A hipótese deles é de que a fragmentação de Nuna tenha reaberto a fenda deixada na formação dos diamantes rosas. Possibilitando que as joias ficassem mais próximas da superfície terrestre.

“Embora o continente que se tornaria a Austrália não tenha se dividido, a área onde Argyle está situada foi esticada, inclusive ao longo da cicatriz, o que criou lacunas na crosta terrestre para que o magma subisse para a superfície, trazendo consigo diamantes rosa”, afirma Hugo Olierook, um dos autores do estudo. A pesquisa é interessante não só por dar mais pistas sobre a origem dos diamantes rosas, mas também por apontar possíveis condições para a exploração de novas minas. “Acreditamos que, enquanto estes três ingredientes estiverem presentes – carbono profundo, colisão continental e depois estiramento – será possível encontrar a ‘próxima Argyle’, que já foi a maior fonte mundial de diamantes naturais.”


Revista Superinteressante. (Adaptado).
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https://super.abril.com.br/ciencia/de-ondevieram-os-diamantes-rosas-de-um-continentese-quebrando-em-dois/

Considere o excerto: “Essa é a nova hipótese para explicar como esses minerais – muito mais raros que diamantes comuns – se formaram na Austrália.” Quanto às classes gramaticais, as palavras “essa”, “hipótese”, “raros” e “se” classificam-se, respectivamente, como:
Alternativas
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Q3554414 Português
De onde vieram os diamantes rosas? De um continente se quebrando em dois

Essa é a nova hipótese para explicar como esses minerais – muito mais raros que diamantes comuns – se formaram na Austrália. 


Levando em consideração todas as minas já descobertas até agora, existem 260 toneladas de diamantes no mundo. Só uma minoria é destinada a joias (até porque nem todos têm as características necessárias para fazê-las): 80% deles vão para a indústria de ferramentas de corte e polimento – devido à forma como seus átomos de carbono são ordenados, ele é o mineral mais duro que existe. A questão é que, para adornar colares e anéis, são usados poucas gramas da pedra. Anéis mais simples, em torno de R$5 mil, costumam usar 0,2 quilates – ou seja, 0,04 gramas. Daria para produzir 1,3 bilhão deles. O motivo dessas joias serem tão caras não é a raridade, e sim uma mistura de marketing e monopólio na extração. [...] Diamantes rosas, por outro lado, são realmente raros. Dependendo da saturação do rosa, o preço pode flutuar; mas eles são mais caros do que seus equivalentes tradicionais. Cerca de 90% das pedras dessa cor vieram de uma mina na Austrália, fechada desde 2020. Agora, cientistas buscam mais informações sobre a formação desses diamantes – e pistas de onde encontrar mais.

Um estudo, publicado no periódico especializado Nature Communications, descreve as pesquisas realizadas na região de Argyle, no oeste da Austrália. Usando lasers para analisar minérios e rochas encontrados em uma mina, os pesquisadores descobriram que um grande depósito de diamantes rosa se formou há 1,3 bilhões de anos, com a separação de um supercontinente em duas partes. Diamantes amarelos e azuis, por exemplo, são formados quando outros elementos, como boro, enxofre e nitrogênio, interagem com o carbono. Um diamante rosa é diferente: ele é puro como um diamante branco, mas fica rosado graças a uma distorção na sua estrutura cristalina. Alguns átomos de carbono organizados de maneira diferente alteram as características da luz refletida pelo diamante. Para que isso aconteça, ele tem que ser submetido a forças intensas de calor e pressão. Diamantes, por si só, já são formados em condições extremas, mas uma segunda dose distorce a estrutura comum e confere a coloração única. Então, na verdade, as versões rosas são basicamente diamantes brancos “danificados”.

No caso da mina australiana, isso aconteceu quando duas placas tectônicas colidiram, 1,8 bilhões de anos atrás. Após a colisão, as pedrinhas rosas ficaram escondidas centenas de quilômetros abaixo da superfície, longe das mãos dos humanos que surgiriam muito, muito tempo depois. Como elas subiram? É aí que entra a nova pesquisa. Os cientistas supõem, pela idade das rochas em Argyle, que o depósito tenha sido formado a partir da fragmentação de um supercontinente. Conhecido como Nuna ou Columbia, o supercontinente começou a se separar por volta de 1,3 a 1,2 bilhões de anos atrás, o que bate com a datação apontada pelos cientistas. A hipótese deles é de que a fragmentação de Nuna tenha reaberto a fenda deixada na formação dos diamantes rosas. Possibilitando que as joias ficassem mais próximas da superfície terrestre.

“Embora o continente que se tornaria a Austrália não tenha se dividido, a área onde Argyle está situada foi esticada, inclusive ao longo da cicatriz, o que criou lacunas na crosta terrestre para que o magma subisse para a superfície, trazendo consigo diamantes rosa”, afirma Hugo Olierook, um dos autores do estudo. A pesquisa é interessante não só por dar mais pistas sobre a origem dos diamantes rosas, mas também por apontar possíveis condições para a exploração de novas minas. “Acreditamos que, enquanto estes três ingredientes estiverem presentes – carbono profundo, colisão continental e depois estiramento – será possível encontrar a ‘próxima Argyle’, que já foi a maior fonte mundial de diamantes naturais.”


Revista Superinteressante. (Adaptado).
Disponível em:
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Considere as palavras I. supercontinente, II. pedrinhas e III. cientistas, que ocorrem no texto. Em relação aos processos de formação, aquela(s) que apresenta(m) prefixo derivacional é (são):
Alternativas
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De onde vieram os diamantes rosas? De um continente se quebrando em dois

Essa é a nova hipótese para explicar como esses minerais – muito mais raros que diamantes comuns – se formaram na Austrália. 


Levando em consideração todas as minas já descobertas até agora, existem 260 toneladas de diamantes no mundo. Só uma minoria é destinada a joias (até porque nem todos têm as características necessárias para fazê-las): 80% deles vão para a indústria de ferramentas de corte e polimento – devido à forma como seus átomos de carbono são ordenados, ele é o mineral mais duro que existe. A questão é que, para adornar colares e anéis, são usados poucas gramas da pedra. Anéis mais simples, em torno de R$5 mil, costumam usar 0,2 quilates – ou seja, 0,04 gramas. Daria para produzir 1,3 bilhão deles. O motivo dessas joias serem tão caras não é a raridade, e sim uma mistura de marketing e monopólio na extração. [...] Diamantes rosas, por outro lado, são realmente raros. Dependendo da saturação do rosa, o preço pode flutuar; mas eles são mais caros do que seus equivalentes tradicionais. Cerca de 90% das pedras dessa cor vieram de uma mina na Austrália, fechada desde 2020. Agora, cientistas buscam mais informações sobre a formação desses diamantes – e pistas de onde encontrar mais.

Um estudo, publicado no periódico especializado Nature Communications, descreve as pesquisas realizadas na região de Argyle, no oeste da Austrália. Usando lasers para analisar minérios e rochas encontrados em uma mina, os pesquisadores descobriram que um grande depósito de diamantes rosa se formou há 1,3 bilhões de anos, com a separação de um supercontinente em duas partes. Diamantes amarelos e azuis, por exemplo, são formados quando outros elementos, como boro, enxofre e nitrogênio, interagem com o carbono. Um diamante rosa é diferente: ele é puro como um diamante branco, mas fica rosado graças a uma distorção na sua estrutura cristalina. Alguns átomos de carbono organizados de maneira diferente alteram as características da luz refletida pelo diamante. Para que isso aconteça, ele tem que ser submetido a forças intensas de calor e pressão. Diamantes, por si só, já são formados em condições extremas, mas uma segunda dose distorce a estrutura comum e confere a coloração única. Então, na verdade, as versões rosas são basicamente diamantes brancos “danificados”.

No caso da mina australiana, isso aconteceu quando duas placas tectônicas colidiram, 1,8 bilhões de anos atrás. Após a colisão, as pedrinhas rosas ficaram escondidas centenas de quilômetros abaixo da superfície, longe das mãos dos humanos que surgiriam muito, muito tempo depois. Como elas subiram? É aí que entra a nova pesquisa. Os cientistas supõem, pela idade das rochas em Argyle, que o depósito tenha sido formado a partir da fragmentação de um supercontinente. Conhecido como Nuna ou Columbia, o supercontinente começou a se separar por volta de 1,3 a 1,2 bilhões de anos atrás, o que bate com a datação apontada pelos cientistas. A hipótese deles é de que a fragmentação de Nuna tenha reaberto a fenda deixada na formação dos diamantes rosas. Possibilitando que as joias ficassem mais próximas da superfície terrestre.

“Embora o continente que se tornaria a Austrália não tenha se dividido, a área onde Argyle está situada foi esticada, inclusive ao longo da cicatriz, o que criou lacunas na crosta terrestre para que o magma subisse para a superfície, trazendo consigo diamantes rosa”, afirma Hugo Olierook, um dos autores do estudo. A pesquisa é interessante não só por dar mais pistas sobre a origem dos diamantes rosas, mas também por apontar possíveis condições para a exploração de novas minas. “Acreditamos que, enquanto estes três ingredientes estiverem presentes – carbono profundo, colisão continental e depois estiramento – será possível encontrar a ‘próxima Argyle’, que já foi a maior fonte mundial de diamantes naturais.”


Revista Superinteressante. (Adaptado).
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https://super.abril.com.br/ciencia/de-ondevieram-os-diamantes-rosas-de-um-continentese-quebrando-em-dois/

Em relação à coesão, no excerto “A pesquisa é interessante não só por dar mais pistas sobre a origem dos diamantes rosas, mas também por apontar possíveis condições para a exploração de novas minas.”, a expressão “não só… mas também” funciona como:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Ubatuba - SP Provas: Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Médico Veterinário | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Tesoureiro | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Telecomunicações | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Fiscalização de Turismo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Atividade Agropecuária | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Fiscal de Obras | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Saúde Bucal | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Almoxarife | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Controle de Endemias | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Comprador | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Topógrafo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Farmácia | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Fiscal de Proteção e Bem - Estar Animal | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Intérprete de Libras | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Segurança do Trabalho | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico de Higiene Dental | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Turismo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Contabilidade | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico de Enfermagem | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Tratador de Animais | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente Administrativo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente Comunitário de Saúde |
Q3554412 Português
De onde vieram os diamantes rosas? De um continente se quebrando em dois

Essa é a nova hipótese para explicar como esses minerais – muito mais raros que diamantes comuns – se formaram na Austrália. 


Levando em consideração todas as minas já descobertas até agora, existem 260 toneladas de diamantes no mundo. Só uma minoria é destinada a joias (até porque nem todos têm as características necessárias para fazê-las): 80% deles vão para a indústria de ferramentas de corte e polimento – devido à forma como seus átomos de carbono são ordenados, ele é o mineral mais duro que existe. A questão é que, para adornar colares e anéis, são usados poucas gramas da pedra. Anéis mais simples, em torno de R$5 mil, costumam usar 0,2 quilates – ou seja, 0,04 gramas. Daria para produzir 1,3 bilhão deles. O motivo dessas joias serem tão caras não é a raridade, e sim uma mistura de marketing e monopólio na extração. [...] Diamantes rosas, por outro lado, são realmente raros. Dependendo da saturação do rosa, o preço pode flutuar; mas eles são mais caros do que seus equivalentes tradicionais. Cerca de 90% das pedras dessa cor vieram de uma mina na Austrália, fechada desde 2020. Agora, cientistas buscam mais informações sobre a formação desses diamantes – e pistas de onde encontrar mais.

Um estudo, publicado no periódico especializado Nature Communications, descreve as pesquisas realizadas na região de Argyle, no oeste da Austrália. Usando lasers para analisar minérios e rochas encontrados em uma mina, os pesquisadores descobriram que um grande depósito de diamantes rosa se formou há 1,3 bilhões de anos, com a separação de um supercontinente em duas partes. Diamantes amarelos e azuis, por exemplo, são formados quando outros elementos, como boro, enxofre e nitrogênio, interagem com o carbono. Um diamante rosa é diferente: ele é puro como um diamante branco, mas fica rosado graças a uma distorção na sua estrutura cristalina. Alguns átomos de carbono organizados de maneira diferente alteram as características da luz refletida pelo diamante. Para que isso aconteça, ele tem que ser submetido a forças intensas de calor e pressão. Diamantes, por si só, já são formados em condições extremas, mas uma segunda dose distorce a estrutura comum e confere a coloração única. Então, na verdade, as versões rosas são basicamente diamantes brancos “danificados”.

No caso da mina australiana, isso aconteceu quando duas placas tectônicas colidiram, 1,8 bilhões de anos atrás. Após a colisão, as pedrinhas rosas ficaram escondidas centenas de quilômetros abaixo da superfície, longe das mãos dos humanos que surgiriam muito, muito tempo depois. Como elas subiram? É aí que entra a nova pesquisa. Os cientistas supõem, pela idade das rochas em Argyle, que o depósito tenha sido formado a partir da fragmentação de um supercontinente. Conhecido como Nuna ou Columbia, o supercontinente começou a se separar por volta de 1,3 a 1,2 bilhões de anos atrás, o que bate com a datação apontada pelos cientistas. A hipótese deles é de que a fragmentação de Nuna tenha reaberto a fenda deixada na formação dos diamantes rosas. Possibilitando que as joias ficassem mais próximas da superfície terrestre.

“Embora o continente que se tornaria a Austrália não tenha se dividido, a área onde Argyle está situada foi esticada, inclusive ao longo da cicatriz, o que criou lacunas na crosta terrestre para que o magma subisse para a superfície, trazendo consigo diamantes rosa”, afirma Hugo Olierook, um dos autores do estudo. A pesquisa é interessante não só por dar mais pistas sobre a origem dos diamantes rosas, mas também por apontar possíveis condições para a exploração de novas minas. “Acreditamos que, enquanto estes três ingredientes estiverem presentes – carbono profundo, colisão continental e depois estiramento – será possível encontrar a ‘próxima Argyle’, que já foi a maior fonte mundial de diamantes naturais.”


Revista Superinteressante. (Adaptado).
Disponível em:
https://super.abril.com.br/ciencia/de-ondevieram-os-diamantes-rosas-de-um-continentese-quebrando-em-dois/

Considere o excerto: “Embora o continente que se tornaria a Austrália não tenha se dividido, a área onde Argyle está situada foi esticada”. No contexto em que ocorre, a oração iniciada pela conjunção “embora” exprime um sentido de:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Ubatuba - SP Provas: Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Médico Veterinário | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Tesoureiro | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Telecomunicações | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Fiscalização de Turismo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Atividade Agropecuária | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Fiscal de Obras | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Saúde Bucal | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Almoxarife | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente de Controle de Endemias | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Comprador | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Topógrafo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Auxiliar de Farmácia | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Fiscal de Proteção e Bem - Estar Animal | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Intérprete de Libras | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Segurança do Trabalho | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico de Higiene Dental | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Turismo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico em Contabilidade | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Técnico de Enfermagem | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Tratador de Animais | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente Administrativo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Ubatuba - SP - Agente Comunitário de Saúde |
Q3554411 Geologia
De onde vieram os diamantes rosas? De um continente se quebrando em dois

Essa é a nova hipótese para explicar como esses minerais – muito mais raros que diamantes comuns – se formaram na Austrália. 


Levando em consideração todas as minas já descobertas até agora, existem 260 toneladas de diamantes no mundo. Só uma minoria é destinada a joias (até porque nem todos têm as características necessárias para fazê-las): 80% deles vão para a indústria de ferramentas de corte e polimento – devido à forma como seus átomos de carbono são ordenados, ele é o mineral mais duro que existe. A questão é que, para adornar colares e anéis, são usados poucas gramas da pedra. Anéis mais simples, em torno de R$5 mil, costumam usar 0,2 quilates – ou seja, 0,04 gramas. Daria para produzir 1,3 bilhão deles. O motivo dessas joias serem tão caras não é a raridade, e sim uma mistura de marketing e monopólio na extração. [...] Diamantes rosas, por outro lado, são realmente raros. Dependendo da saturação do rosa, o preço pode flutuar; mas eles são mais caros do que seus equivalentes tradicionais. Cerca de 90% das pedras dessa cor vieram de uma mina na Austrália, fechada desde 2020. Agora, cientistas buscam mais informações sobre a formação desses diamantes – e pistas de onde encontrar mais.

Um estudo, publicado no periódico especializado Nature Communications, descreve as pesquisas realizadas na região de Argyle, no oeste da Austrália. Usando lasers para analisar minérios e rochas encontrados em uma mina, os pesquisadores descobriram que um grande depósito de diamantes rosa se formou há 1,3 bilhões de anos, com a separação de um supercontinente em duas partes. Diamantes amarelos e azuis, por exemplo, são formados quando outros elementos, como boro, enxofre e nitrogênio, interagem com o carbono. Um diamante rosa é diferente: ele é puro como um diamante branco, mas fica rosado graças a uma distorção na sua estrutura cristalina. Alguns átomos de carbono organizados de maneira diferente alteram as características da luz refletida pelo diamante. Para que isso aconteça, ele tem que ser submetido a forças intensas de calor e pressão. Diamantes, por si só, já são formados em condições extremas, mas uma segunda dose distorce a estrutura comum e confere a coloração única. Então, na verdade, as versões rosas são basicamente diamantes brancos “danificados”.

No caso da mina australiana, isso aconteceu quando duas placas tectônicas colidiram, 1,8 bilhões de anos atrás. Após a colisão, as pedrinhas rosas ficaram escondidas centenas de quilômetros abaixo da superfície, longe das mãos dos humanos que surgiriam muito, muito tempo depois. Como elas subiram? É aí que entra a nova pesquisa. Os cientistas supõem, pela idade das rochas em Argyle, que o depósito tenha sido formado a partir da fragmentação de um supercontinente. Conhecido como Nuna ou Columbia, o supercontinente começou a se separar por volta de 1,3 a 1,2 bilhões de anos atrás, o que bate com a datação apontada pelos cientistas. A hipótese deles é de que a fragmentação de Nuna tenha reaberto a fenda deixada na formação dos diamantes rosas. Possibilitando que as joias ficassem mais próximas da superfície terrestre.

“Embora o continente que se tornaria a Austrália não tenha se dividido, a área onde Argyle está situada foi esticada, inclusive ao longo da cicatriz, o que criou lacunas na crosta terrestre para que o magma subisse para a superfície, trazendo consigo diamantes rosa”, afirma Hugo Olierook, um dos autores do estudo. A pesquisa é interessante não só por dar mais pistas sobre a origem dos diamantes rosas, mas também por apontar possíveis condições para a exploração de novas minas. “Acreditamos que, enquanto estes três ingredientes estiverem presentes – carbono profundo, colisão continental e depois estiramento – será possível encontrar a ‘próxima Argyle’, que já foi a maior fonte mundial de diamantes naturais.”


Revista Superinteressante. (Adaptado).
Disponível em:
https://super.abril.com.br/ciencia/de-ondevieram-os-diamantes-rosas-de-um-continentese-quebrando-em-dois/

De acordo com o texto, a diferença na formação do diamante rosa em comparação com os demais tipos, que o torna um mineral raro, se dá em decorrência da:
Alternativas
Q3433770 Geologia
Relacione os equipamentos topográficos e geodésicos listados com suas respectivas funções descritas. Cada equipamento deve ser associado à função que melhor descreve sua aplicação principal no campo da topografia e geodésia. 
1. Nível. 2. Teodolito. 3. Estação Total. 4. Equipamentos GNSS.
(___) Medição de ângulos verticais e horizontais para determinar direções.
(___) Determinação precisa de coordenadas geográficas por meio de sinais de satélites.
(___) Levantamentos topográficos e geodésicos integrando medição de distâncias, ângulos e coordenadas.
(___) Medição de diferenças de altura entre pontos para determinar elevações.
A sequência correta é:
Alternativas
Q3433469 Português
7 em cada 10 mulheres assassinadas com armas de fogo no País são negras, aponta pesquisa


As mulheres negras são as principais vítimas de morte por arma de fogo no país, segundo pesquisa do Instituto Sou da Paz, utilizando dados do Ministério da Saúde de 2022,

O levantamento O Papel da Arma de Fogo na Violência Contra a Mulher mostra que as mulheres negras representam 68,3% dos casos de homicídio feminino por arma registrados no País, seguidas pelas mulheres brancas (29,5%), indígenas (0,5%) e amarelas (0,3).

A média de homicídios femininos registrados no país é de 4,4 mil por ano. Entre 2012 e 2022, uma mulher foi assassinada a cada quatro horas no Brasil. Armas de fogo foram utilizadas na metade dos casos, o que significa dizer que uma em cada duas mulheres assassinadas no Brasil é vítima deste armamento. Mais da metade das vítimas, 60%, tinham entre 20 e 39 anos de idade.

Outro ponto destacado é que a casa das mulheres se torna o local de maior risco, representando 27% dos casos registrados. Em 2022, 39% dos homicídios de mulheres ocorridos em casa foram cometidos com o uso de arma de fogo. Segundo o estudo, isso é reflexo do relaxamento da política de controle de armas durante o governo Bolsonaro, vigente entre 2019 e 2022, que ‘permitiu o aumento desses artefatos nas casas tendo como principais argumentos a falácia de que supririam lacunas da segurança pública ou a primazia da autonomia individual’.

Em relação à identidade dos agressores, entre os casos de violência não letal envolvendo armas de fogo, 43% foram perpetrados por pessoas próximas à vítima, como parceiros, amigos, conhecidos ou familiares. Destaca-se que os parceiros íntimos, como companheiros ou excompanheiros, foram responsáveis por 28% das agressões não fatais registradas em 2022.


Ana Luiza Basilio. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/7-emcada-10-mulheres-assassinadas-com-armas-de-fogo-no-pais-sao-negras-apontapesquisa/. Acesso em: 12 mar. 2024.
Assinale a alternativa cujos versos apresentem uma comparação. 
Alternativas
Q3433468 Português
7 em cada 10 mulheres assassinadas com armas de fogo no País são negras, aponta pesquisa


As mulheres negras são as principais vítimas de morte por arma de fogo no país, segundo pesquisa do Instituto Sou da Paz, utilizando dados do Ministério da Saúde de 2022,

O levantamento O Papel da Arma de Fogo na Violência Contra a Mulher mostra que as mulheres negras representam 68,3% dos casos de homicídio feminino por arma registrados no País, seguidas pelas mulheres brancas (29,5%), indígenas (0,5%) e amarelas (0,3).

A média de homicídios femininos registrados no país é de 4,4 mil por ano. Entre 2012 e 2022, uma mulher foi assassinada a cada quatro horas no Brasil. Armas de fogo foram utilizadas na metade dos casos, o que significa dizer que uma em cada duas mulheres assassinadas no Brasil é vítima deste armamento. Mais da metade das vítimas, 60%, tinham entre 20 e 39 anos de idade.

Outro ponto destacado é que a casa das mulheres se torna o local de maior risco, representando 27% dos casos registrados. Em 2022, 39% dos homicídios de mulheres ocorridos em casa foram cometidos com o uso de arma de fogo. Segundo o estudo, isso é reflexo do relaxamento da política de controle de armas durante o governo Bolsonaro, vigente entre 2019 e 2022, que ‘permitiu o aumento desses artefatos nas casas tendo como principais argumentos a falácia de que supririam lacunas da segurança pública ou a primazia da autonomia individual’.

Em relação à identidade dos agressores, entre os casos de violência não letal envolvendo armas de fogo, 43% foram perpetrados por pessoas próximas à vítima, como parceiros, amigos, conhecidos ou familiares. Destaca-se que os parceiros íntimos, como companheiros ou excompanheiros, foram responsáveis por 28% das agressões não fatais registradas em 2022.


Ana Luiza Basilio. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/7-emcada-10-mulheres-assassinadas-com-armas-de-fogo-no-pais-sao-negras-apontapesquisa/. Acesso em: 12 mar. 2024.
No parágrafo a seguir a oração destacada é classificada como:
As facetas de resina ganharam espaço nos sorrisos das pessoas, mas ainda causam bastante dúvidas em quem não conhece o procedimento. Muita gente pensa que vai ficar com aquele sorriso padronizado, essa, no entanto, não precisa ser a realidade. Quer saber mais? Vem com a gente! [texto adaptado].
Disponível em: https://blog.odontoclinic.com.br/estetica/facetas-de-resina/.
Alternativas
Q3433467 Português
7 em cada 10 mulheres assassinadas com armas de fogo no País são negras, aponta pesquisa


As mulheres negras são as principais vítimas de morte por arma de fogo no país, segundo pesquisa do Instituto Sou da Paz, utilizando dados do Ministério da Saúde de 2022,

O levantamento O Papel da Arma de Fogo na Violência Contra a Mulher mostra que as mulheres negras representam 68,3% dos casos de homicídio feminino por arma registrados no País, seguidas pelas mulheres brancas (29,5%), indígenas (0,5%) e amarelas (0,3).

A média de homicídios femininos registrados no país é de 4,4 mil por ano. Entre 2012 e 2022, uma mulher foi assassinada a cada quatro horas no Brasil. Armas de fogo foram utilizadas na metade dos casos, o que significa dizer que uma em cada duas mulheres assassinadas no Brasil é vítima deste armamento. Mais da metade das vítimas, 60%, tinham entre 20 e 39 anos de idade.

Outro ponto destacado é que a casa das mulheres se torna o local de maior risco, representando 27% dos casos registrados. Em 2022, 39% dos homicídios de mulheres ocorridos em casa foram cometidos com o uso de arma de fogo. Segundo o estudo, isso é reflexo do relaxamento da política de controle de armas durante o governo Bolsonaro, vigente entre 2019 e 2022, que ‘permitiu o aumento desses artefatos nas casas tendo como principais argumentos a falácia de que supririam lacunas da segurança pública ou a primazia da autonomia individual’.

Em relação à identidade dos agressores, entre os casos de violência não letal envolvendo armas de fogo, 43% foram perpetrados por pessoas próximas à vítima, como parceiros, amigos, conhecidos ou familiares. Destaca-se que os parceiros íntimos, como companheiros ou excompanheiros, foram responsáveis por 28% das agressões não fatais registradas em 2022.


Ana Luiza Basilio. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/7-emcada-10-mulheres-assassinadas-com-armas-de-fogo-no-pais-sao-negras-apontapesquisa/. Acesso em: 12 mar. 2024.
Assinale a alternativa que completa corretamente a seguinte frase: As pessoas que ___ o poder nem sempre ____ uma relação cordial com seus subordinados. Ao contrário, transforma-os em ___ capturados pela força da hierarquia, ainda que ___ leis para garantir direitos trabalhistas.
Alternativas
Q3433466 Português
7 em cada 10 mulheres assassinadas com armas de fogo no País são negras, aponta pesquisa


As mulheres negras são as principais vítimas de morte por arma de fogo no país, segundo pesquisa do Instituto Sou da Paz, utilizando dados do Ministério da Saúde de 2022,

O levantamento O Papel da Arma de Fogo na Violência Contra a Mulher mostra que as mulheres negras representam 68,3% dos casos de homicídio feminino por arma registrados no País, seguidas pelas mulheres brancas (29,5%), indígenas (0,5%) e amarelas (0,3).

A média de homicídios femininos registrados no país é de 4,4 mil por ano. Entre 2012 e 2022, uma mulher foi assassinada a cada quatro horas no Brasil. Armas de fogo foram utilizadas na metade dos casos, o que significa dizer que uma em cada duas mulheres assassinadas no Brasil é vítima deste armamento. Mais da metade das vítimas, 60%, tinham entre 20 e 39 anos de idade.

Outro ponto destacado é que a casa das mulheres se torna o local de maior risco, representando 27% dos casos registrados. Em 2022, 39% dos homicídios de mulheres ocorridos em casa foram cometidos com o uso de arma de fogo. Segundo o estudo, isso é reflexo do relaxamento da política de controle de armas durante o governo Bolsonaro, vigente entre 2019 e 2022, que ‘permitiu o aumento desses artefatos nas casas tendo como principais argumentos a falácia de que supririam lacunas da segurança pública ou a primazia da autonomia individual’.

Em relação à identidade dos agressores, entre os casos de violência não letal envolvendo armas de fogo, 43% foram perpetrados por pessoas próximas à vítima, como parceiros, amigos, conhecidos ou familiares. Destaca-se que os parceiros íntimos, como companheiros ou excompanheiros, foram responsáveis por 28% das agressões não fatais registradas em 2022.


Ana Luiza Basilio. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/7-emcada-10-mulheres-assassinadas-com-armas-de-fogo-no-pais-sao-negras-apontapesquisa/. Acesso em: 12 mar. 2024.
Nos versos da canção de Vander Lee: “Sabe o que eu queria agora, meu bem?/ Sair, chegar lá fora e encontrar alguém/ Que não me dissesse nada/ Não me perguntasse nada também...”, as palavras destacadas pertencem a que classe gramatical?
Alternativas
Respostas
861: C
862: C
863: B
864: E
865: A
866: C
867: E
868: C
869: A
870: A
871: C
872: A
873: A
874: E
875: D
876: B
877: A
878: D
879: C
880: C