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Q1378613 Medicina
Na prática clínica, existem quatro domínios da prevenção aos quais se associam intervenções médicas. A ação do médico corretamente relacionada ao nível de prevenção é
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Q1378612 Medicina
Em uma visão relacional dos campos de atividade médica, podem ser descritos quatro tipos de percepção de usuários e médicos e seus respectivos níveis de prevenção a serem realizados. Nesse sentido, no nível da prevenção
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Q1378611 Medicina
Alguns fitoterápicos são usados com frequência para o tratamento dos sintomas climatéricos, principalmente em mulheres com contraindicação a terapia de reposição hormonal. Nesse caso, o fitoterápico de indicação mais específica para os sintomas de ansiedade e insônia, não sendo usado habitualmente para os fogachos, é
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Q1378610 Medicina
Paciente, 18 anos de idade, nulípara, busca consulta de planejamento familiar no intuito de usar algum método contraceptivo. Refere ser portadora de adenoma hepático e nega outras comorbidades. Nesse caso, o método mais indicado para a paciente é
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Q1378609 Medicina
Gestante, 10 semanas de idade gestacional, comparece à consulta pré-natal com queixa de corrimento vaginal. Refere que o corrimento piora após o coito e nega sintomas inflamatórios. Ao exame, apresenta secreção vaginal acinzentada, cremosa, com odor fétido. Nessa situação, o manejo mais adequado para a paciente é o uso de
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Q1378608 Medicina
Considerando o alto índice de taxa de mortalidade materna no estado do Rio Grande do Norte, é importante observar sinais de risco durante o puerpério, diferenciando-os de achados fisiológicos. Nesse contexto, constitui achado fisiológico no exame físico da mulher no puerpério:
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Q1378607 Psiquiatria

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.

Andrea, 28 anos, comparece à UBS desejando atendimento no dia 15 de setembro de 2019. Refere atraso menstrual, náuseas e fadiga. Desconfia que esteja grávida, pois teve relação sexual sem uso de método contraceptivo. No momento, encontra-se com humor deprimido e queixa-se de anedonia com piora nas últimas 4 semanas, quando discutiu com o companheiro, o qual a sugeriu abortar a gravidez . Sua família de origem mora em outra cidade; relata ter uma relação abusiva no trabalho. 

Ao tratar dos sintomas relacionados à mudança de humor, Andrea revela que já teve quadro semelhante antes de engravidar e que usou medicação antidepressiva por um ano, abandonando o tratamento por dificuldades de sair do trabalho para realizar consultas médicas. Nesse sentido, para o rastreio de transtorno depressivo nessa paciente, é adequado
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Q1378606 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.

Andrea, 28 anos, comparece à UBS desejando atendimento no dia 15 de setembro de 2019. Refere atraso menstrual, náuseas e fadiga. Desconfia que esteja grávida, pois teve relação sexual sem uso de método contraceptivo. No momento, encontra-se com humor deprimido e queixa-se de anedonia com piora nas últimas 4 semanas, quando discutiu com o companheiro, o qual a sugeriu abortar a gravidez . Sua família de origem mora em outra cidade; relata ter uma relação abusiva no trabalho. 

Considerando que a paciente deseja iniciar o pré-natal e que a data da última menstruação foi 28 de abril de 2019, os exames adequados para o seguimento desse p ré-natal são:
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Q1378605 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Ana Maria é uma mulher de 26 anos, mãe de João Pedro de 3 anos. Busca atendimento na unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua casa, preocupada, pois seu filho ficou doente nos últimos dois dias, com febre de 38 graus, vômitos, hiporexia, tendo surgido manchas avermelhadas no corpo nas últimas 24 horas. João Pedro é uma criança sem doenças crônicas; durante o pré-natal, não houve intercorrências e nasceu de parto vaginal; apresenta bom desenvolvimento neuropsicomotor para a faixa etária, mas a mãe se preocupa com o baixo peso da criança, com algumas dificuldades na aceitação da alimentação. João Pedro não faz uso regular de medicações e não tem história de internações hospitalares ou acidentes graves. Ana Maria relata ter feito exames laboratoriais há um ano sem evidência de anormalidades na criança. Sua família não tem história de doenças crônicas conhecidas, mora em uma área sem saneamento básico e refere que vários vizinhos tem apresentado um quadro semelhante desde que as chuvas começaram. Na recepção da UBS, Ana Maria é informada de que esse tipo de atendimento não era prestado na unidade e de que crianças não seriam atendidas naquele momento. Então, Ana Maria foi orientada a procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com pediatra para atender a criança.

Ao final da consulta, Ana Maria lembra-se de que João Pedro apresenta apenas um testículo na bolsa escrotal e que sempre achou isso estranho, mas os profissionais da UBS onde era atendida orientaram que ela aguardasse o testículo “descer”. Ao examinar a genitália da criança, o médico percebe esvaziamento da bolsa escrotal à esquerda e consegue palpar massa em região inguinal esquerda, sem sinais sugestivos de testículo retrátil. A conduta adequada para o momento é:
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Q1378604 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Ana Maria é uma mulher de 26 anos, mãe de João Pedro de 3 anos. Busca atendimento na unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua casa, preocupada, pois seu filho ficou doente nos últimos dois dias, com febre de 38 graus, vômitos, hiporexia, tendo surgido manchas avermelhadas no corpo nas últimas 24 horas. João Pedro é uma criança sem doenças crônicas; durante o pré-natal, não houve intercorrências e nasceu de parto vaginal; apresenta bom desenvolvimento neuropsicomotor para a faixa etária, mas a mãe se preocupa com o baixo peso da criança, com algumas dificuldades na aceitação da alimentação. João Pedro não faz uso regular de medicações e não tem história de internações hospitalares ou acidentes graves. Ana Maria relata ter feito exames laboratoriais há um ano sem evidência de anormalidades na criança. Sua família não tem história de doenças crônicas conhecidas, mora em uma área sem saneamento básico e refere que vários vizinhos tem apresentado um quadro semelhante desde que as chuvas começaram. Na recepção da UBS, Ana Maria é informada de que esse tipo de atendimento não era prestado na unidade e de que crianças não seriam atendidas naquele momento. Então, Ana Maria foi orientada a procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com pediatra para atender a criança.

Ana Maria retorna à UBS uma semana após a ida à UPA, com João Pedro bem melhor em relação ao quadro clínico anterior, desejando vacinar o filho, em especial , anti-influenza e contra o sarampo, pois ouviu falar no jornal que essas doenças eram muito graves em crianças pequenas e que a vacinação era uma forma segura de protegê-las. Ela apresenta a caderneta da criança, com calendário vacinal atualizado. Nesse caso, considerando as indicações para vacinação contra esses patógenos, o médico deve
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Q1378603 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Ana Maria é uma mulher de 26 anos, mãe de João Pedro de 3 anos. Busca atendimento na unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua casa, preocupada, pois seu filho ficou doente nos últimos dois dias, com febre de 38 graus, vômitos, hiporexia, tendo surgido manchas avermelhadas no corpo nas últimas 24 horas. João Pedro é uma criança sem doenças crônicas; durante o pré-natal, não houve intercorrências e nasceu de parto vaginal; apresenta bom desenvolvimento neuropsicomotor para a faixa etária, mas a mãe se preocupa com o baixo peso da criança, com algumas dificuldades na aceitação da alimentação. João Pedro não faz uso regular de medicações e não tem história de internações hospitalares ou acidentes graves. Ana Maria relata ter feito exames laboratoriais há um ano sem evidência de anormalidades na criança. Sua família não tem história de doenças crônicas conhecidas, mora em uma área sem saneamento básico e refere que vários vizinhos tem apresentado um quadro semelhante desde que as chuvas começaram. Na recepção da UBS, Ana Maria é informada de que esse tipo de atendimento não era prestado na unidade e de que crianças não seriam atendidas naquele momento. Então, Ana Maria foi orientada a procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com pediatra para atender a criança.

Na UPA, João Pedro foi atendido e Ana Maria aproveitou para pedir ao médico que solicitasse os exames de rotina do filho. O médico plantonista informou que os exames não eram necessários naquele momento, pois
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Q1378602 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Ana Maria é uma mulher de 26 anos, mãe de João Pedro de 3 anos. Busca atendimento na unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua casa, preocupada, pois seu filho ficou doente nos últimos dois dias, com febre de 38 graus, vômitos, hiporexia, tendo surgido manchas avermelhadas no corpo nas últimas 24 horas. João Pedro é uma criança sem doenças crônicas; durante o pré-natal, não houve intercorrências e nasceu de parto vaginal; apresenta bom desenvolvimento neuropsicomotor para a faixa etária, mas a mãe se preocupa com o baixo peso da criança, com algumas dificuldades na aceitação da alimentação. João Pedro não faz uso regular de medicações e não tem história de internações hospitalares ou acidentes graves. Ana Maria relata ter feito exames laboratoriais há um ano sem evidência de anormalidades na criança. Sua família não tem história de doenças crônicas conhecidas, mora em uma área sem saneamento básico e refere que vários vizinhos tem apresentado um quadro semelhante desde que as chuvas começaram. Na recepção da UBS, Ana Maria é informada de que esse tipo de atendimento não era prestado na unidade e de que crianças não seriam atendidas naquele momento. Então, Ana Maria foi orientada a procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com pediatra para atender a criança.

Considerando os princípios da medicina de família e comunidade (MFC), Ana Maria não precisaria buscar a UPA, nesse caso, visto que o profissional médico dessa especialidade
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Q1378601 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Ana Maria é uma mulher de 26 anos, mãe de João Pedro de 3 anos. Busca atendimento na unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua casa, preocupada, pois seu filho ficou doente nos últimos dois dias, com febre de 38 graus, vômitos, hiporexia, tendo surgido manchas avermelhadas no corpo nas últimas 24 horas. João Pedro é uma criança sem doenças crônicas; durante o pré-natal, não houve intercorrências e nasceu de parto vaginal; apresenta bom desenvolvimento neuropsicomotor para a faixa etária, mas a mãe se preocupa com o baixo peso da criança, com algumas dificuldades na aceitação da alimentação. João Pedro não faz uso regular de medicações e não tem história de internações hospitalares ou acidentes graves. Ana Maria relata ter feito exames laboratoriais há um ano sem evidência de anormalidades na criança. Sua família não tem história de doenças crônicas conhecidas, mora em uma área sem saneamento básico e refere que vários vizinhos tem apresentado um quadro semelhante desde que as chuvas começaram. Na recepção da UBS, Ana Maria é informada de que esse tipo de atendimento não era prestado na unidade e de que crianças não seriam atendidas naquele momento. Então, Ana Maria foi orientada a procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com pediatra para atender a criança.

Ao buscar atendimento na unidade básica mais próxima de sua residência, Ana Maria está orientada pelo princípio organizativo do SUS identificado como princípio da
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Q1243701 Medicina
O lar ou domicílio tem sido palco de maus tratos contra crianças e adolescentes, muitas vezes, sendo conhecedor dos fatos o médico da Atenção Básica. Nesse sentido, pode-se afirmar que
I- A ocorrência dos maus tratos ou mesmo a suspeita de ocorrência implica na necessidade de medidas que levem à proteção da criança ou adolescente vítima. II- Em observância do disposto no artigo 13 e 56, I do ECA, constata-se que o Conselho Tutelar é mencionado explicitamente como destinatário da denúncia de maus tratos, sendo esta obrigatória. III- A interpretação extensiva e a finalística mostram-se possíveis e devem ser realizadas para alcançar o objetivo da norma menorista, consistente em socorrer a criança ou o adolescente vítima da violência, ou até prevenir a ocorrência desta. IV- Somar-se-ão ao Conselho Tutelar, como autoridades competentes para recebimento da denúncia de suspeita ou confirmação de maus tratos, o Poder Judiciário, o Ministério Público e a Polícia Civil ou Militar.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Q1243700 Medicina
M.B.A, 14 anos, feminino, procura a Unidade de Atenção Básica de Saúde com história de ardor em queimação no grande lábio esquerdo, e que de início surgiu pequenas bolhas pruriginosas. Ao exame ginecológico evidencia-se presença de lesão ulcerada, com sinais de infecção secundária. Trata-se de
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Q1243699 Enfermagem
Acerca da Regulação na Atenção Básica pode-se afirmar que:
I- Regulação do acesso é uma função de gestão através da qual se busca promover a equidade do acesso. II- É garantia da integralidade da assistência que permite ajustar a oferta assistencial disponível às necessidades imediatas do cidadão, de forma equânime, ordenada, oportuna e racional. III- Regulação se confunde com gestão, uma vez que a gestão contempla no mínimo a definição da política de saúde e do correspondente projeto tecno-assistencial, implementados por meio do planejamento, financiamento, orçamento, programação, regulação, e da(s) modalidades(s) de atenção, além do desenvolvimento de funções em saúde como gestão do trabalho e educação, informação e informática, ciência e tecnologia, além das administrativas e financeiras.

Está CORRETO o que se afirma em:
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Q1243697 Medicina
Senhora M.A.S, 90 anos, foi a óbito em seu lar, segundo parentes, por volta da 02:00h. Acerca da Declaração de Óbito da senhora M.A.S, pode-se afirmar que:
I- Trata-se de morte natural com assistência médica, portanto, cabe ao médico que vinha prestando assistência à paciente na Unidade de Atenção Básica declarar o óbito, e, na sua falta, o médico substituto ou plantonista. II- Trata-se de morte natural a domicilio, portanto, o médico designado pela instituição que prestava assistência deverá declarar o óbito de pacientes sob regime ambulatorial. III- O médico do P.S.F., e outros assemelhados, pode declarar o óbito de paciente em tratamento sob regime domiciliar. IV- O Serviço de Verificação de Óbito (SVO) pode ser acionado para emissão da DO, em qualquer das situações acima, caso o médico não consiga correlacionar o óbito com o quadro clínico concernente ao acompanhamento registrado nos prontuários ou fichas médicas destas instituições. V- A Lei dos Registros Públicos, de n. 6.015 de 1973, no seu Artigo 77, assevera que “Nenhum enterramento pode ser feito sem certidão do oficial do cartório, extraída após a lavratura do assento do óbito feito à vista do atestado médico”.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Q1243695 Medicina
Acerca da assistência de pré-natal na Estratégia da Saúde da Família, pode-se afirmar que:
I- O atendimento pré-natal deve ser organizado para atender às reais necessidades de toda a população de gestantes da sua área de atuação, por meio da utilização de conhecimentos técnico-científicos e dos meios e recursos adequados e disponíveis. II- Na medida do possível, o atendimento pré-natal deve proporcionar facilidade e continuidade no acompanhamento pré-natal e respostas positivas das ações de saúde sobre a saúde materna e perinatal. III- Para que os objetivos do pré-natal sejam alcançados satisfatoriamente, os seguintes elementos devem ser garantidos: a) Captação precoce da gestante na comunidade; b) Atendimento periódico contínuo e extensivo à população alvo. c) Recursos humanos tecnicamente treinados e cientificamente preparados; d) Área física adequada; e) Equipamentos e instrumentais adequados; f) Realização de exames laboratoriais obrigatórios; g) Medicamentos básicos acessíveis; h) Sistema eficiente de referência e contra-referência; i) Serviço de registro e de estatística; j) Sistema de avaliação da efetividade das ações de assistência pré-natal.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Q1243694 Medicina
M.S.A, 3 anos, é conduzida até a Unidade Básica de Saúde da Família com história recente de prurido vaginal intenso, vermelhidão em grandes e pequenos lábios, corrimento branco leitoso. A causa provável é:
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Q1243693 Medicina
Acerca da promoção da saúde da população idosa as implementações de ações locais deverão ser norteadas pelas estratégias de implementação, contempladas na Política Nacional de Promoção da Saúde (Portaria 687/GM, de 30 de março de 2006), tendo como prioridades as seguintes ações específicas:
I- Divulgação e implementação da Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS); alimentação saudável; prática corporal/atividade física. II- Prevenção e controle do tabagismo; Redução da morbi-mortalidade em decorrência do uso abusivo de álcool e outras drogas. III- Redução da morbi-mortalidade por acidentes de trânsito; Prevenção da violência e estímulo à cultura de paz; e promoção do desenvolvimento sustentável.
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
1801: C
1802: D
1803: B
1804: D
1805: B
1806: C
1807: A
1808: A
1809: D
1810: B
1811: A
1812: C
1813: A
1814: B
1815: A
1816: B
1817: B
1818: C
1819: A
1820: C