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"Já vi gente cansada de amor, de trabalho, de política, de ideais. Jamais conheci alguém sinceramente cansado de dinheiro."
(Millôr Fernandes)
Se no texto, o verbo fosse conjugado na 2a. pessoa do singular (mantendo-se o mesmo tempo verbal) e o termo "gente" fosse substituído por " mulheres e homens", estaria CORRETO o texto indicado na alternativa
"Já vi gente cansada de amor, de trabalho, de política, de ideais. Jamais conheci alguém sinceramente cansado de dinheiro."
(Millôr Fernandes)
Sobre as vírgulas existentes no texto, é CORRETO afirmar que
FUJA DO "BRANCO" NO CONCURSO
Esforço, preparo, dedicação e estudo intenso são elementos que podem ser considerados a fórmula infalível de aprovação para o candidato que pretende enfrentar uma seleção pública. Mas o que fazer quando o conteúdo não é lembrado justamente na hora da prova? O conhecido "branco", problema que acomete muitos candidatos, não é tido como um simples imprevisto. Ele pode acontecer por influência de fatores diversos que ocorrem antes ou durante o exame.
Jornal do Commercio. Emprego e Concurso. 07 de julho de 2014. p.10.
Observe o fragmento de texto abaixo:
"Mas o que fazer quando o conteúdo não é lembrado justamente na hora da prova?"
Sobre ele, analise as afirmativas abaixo:
I. O termo "Mas" é classificado como conjunção subordinativa e, nesse contexto, pode ser substituído por "desde que".
II. Classifica-se o termo "quando" como conjunção subordinativa que exprime circunstância temporal.
III. Acentua-se o "u" tônico do hiato existente na palavra "conteúdo".
IV. "Os termos "conteúdo", "hora" e "prova" são palavras invariáveis, classificadas como substantivos.
Está CORRETO apenas o que se afirma em
FUJA DO "BRANCO" NO CONCURSO
Esforço, preparo, dedicação e estudo intenso são elementos que podem ser considerados a fórmula infalível de aprovação para o candidato que pretende enfrentar uma seleção pública. Mas o que fazer quando o conteúdo não é lembrado justamente na hora da prova? O conhecido "branco", problema que acomete muitos candidatos, não é tido como um simples imprevisto. Ele pode acontecer por influência de fatores diversos que ocorrem antes ou durante o exame.
Jornal do Commercio. Emprego e Concurso. 07 de julho de 2014. p.10.
Sobre ACENTUAÇÃO, assinale a alternativa cuja tonicidade de ambos os termos sublinhados recai na antepenúltima sílaba.
FUJA DO "BRANCO" NO CONCURSO
Esforço, preparo, dedicação e estudo intenso são elementos que podem ser considerados a fórmula infalível de aprovação para o candidato que pretende enfrentar uma seleção pública. Mas o que fazer quando o conteúdo não é lembrado justamente na hora da prova? O conhecido "branco", problema que acomete muitos candidatos, não é tido como um simples imprevisto. Ele pode acontecer por influência de fatores diversos que ocorrem antes ou durante o exame.
Jornal do Commercio. Emprego e Concurso. 07 de julho de 2014. p.10.
Sobre o "branco" na hora da prova, tem-se como CORRETO que
I. "Calma, gente".
II. "Que mundo é este que chorar não é "normal"?
III. "Sustentabilidade, paradigma de vida"
IV. "Será que precisa de mais licitações? Haja licitações!"
V. "E, de repente, aquela rua se tornou um grande lago..."
Sobre eles, assinale a alternativa CORRETA.
I. "Informamos à Compesa um buraco na calçada da Av. Visconde de Albuquerque."
II. "Combate a ligações clandestinas no Recife."
III. "Currículo nacional começa a ser revisto."
IV. "Há mais de quatro meses, um esgoto corre a céu aberto..."
V. "Ficamos expostos ao empurra-empurra e às pessoas que não respeitam as filas."
Abaixo, apenas uma das alternativas apresenta uma declaração CORRETA. Assinale-a.
O MEU RECIFE
Temos a liberdade de nos manifestar, mas demonizar os outros nos santificando é algo ou ingênuo ou perverso. Claro que quero contribuir para o Recife melhorar e creio que o envolvimento de todas as parcelas da sociedade, sobretudo da camada menos favorecida, para a formação de um pacto de crescimento e desenvolvimento ordenado seja o único caminho. Enfrentar isso de forma objetiva é o nosso maior desafio, pois não nos reconhecemos como parte do mal, e a culpa sempre foi e ainda é do outro.
VALLE, Renato. O meu Recife. Jornal do Commercio. Opinião JC. Recife, 04 de julho de 2014. p.10.
Atente para o fragmento abaixo:
"mas demonizar os outros nos santificando é algo ou ingênuo ou perverso."
Sobre ele, está CORRETO o que se declara na alternativa
Temos a liberdade de nos manifestar, mas demonizar os outros nos santificando é algo ou ingênuo ou perverso. Claro que quero contribuir para o Recife melhorar e creio que o envolvimento de todas as parcelas da sociedade, sobretudo da camada menos favorecida, para a formação de um pacto de crescimento e desenvolvimento ordenado seja o único caminho. Enfrentar isso de forma objetiva é o nosso maior desafio, pois não nos reconhecemos como parte do mal, e a culpa sempre foi e ainda é do outro.
VALLE, Renato. O meu Recife. Jornal do Commercio. Opinião JC. Recife, 04 de julho de 2014. p.10.
Para o autor,
"Temo a tua natureza; ela está demasiado cheia do leite da ternura.”
(William Shakespeare)
Sobre ele, assinale a alternativa CORRETA.
Os nordestinos migraram para a região de Rondônia a fim de:
(Ministro Gastão Vieira.)
Em 2012, a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré completou 100 anos. Para comemorar a data foi lançada uma campanha para que a estrada de ferro seja reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade.
O órgão internacional que concede esse título é:
A opção que preenche corretamente a lacuna acima é
A Lenda da Iara – a Mãe-d’água
Os cronistas dos séculos XVI e XVII registraram essa história.
No princípio, o personagem era masculino e chamava-se Ipupiara, homem-peixe que devorava pescadores e os levava para o fundo do rio. No século XVIII, Ipupiara vira a sedutora sereia Uiara ou Iara. Todo pescador brasileiro, de água doce ou salgada, conta histórias de moços que cederam aos encantos da bela Uiara e terminaram afogados de paixão.
Ela deixa sua casa no fundo das águas no fim da tarde. Surge magnífica à flor das águas: metade mulher, metade peixe; cabelos longos enfeitados de flores vermelhas. Por vezes, ela assume a forma humana e sai em busca de vítimas.
Quando a Mãe das águas canta, hipnotiza os pescadores. Um deles foi o índio Tapuia. Certa vez, pescando, ele viu a deusa, linda, surgir das águas. Resistiu. Não saiu da canoa, remou rápido até a margem e foi se esconder na aldeia.
Mas enfeitiçado pelos olhos e ouvidos, não conseguia esquecer a voz de Uiara. Numa tarde, morto de saudade, fugiu da aldeia e remou na sua canoa rio abaixo.
Uiara já o esperava cantando a música das núpcias. Tapuia se jogou no rio e sumiu num mergulho, carregado pelas mãos da noiva. Uns dizem que naquela noite houve festa no chão das águas e que foram felizes para sempre. Outros dizem que, na semana seguinte, a insaciável Uiara voltou para levar outra vítima.
(in <http://sitededicas.ne10.uol.com.br/folk_iara.htm.> acesso 06/10/2013.Adaptado.)
O primeiro parágrafo do texto menciona: “Os cronistas dos séculos XVI e XVII registraram essa história.” A história em questão é: