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Q3142641 Segurança e Transporte
Em relação à segurança durante o resgate veicular, analisar os itens.

I. Como medida de proteção, é importante ter materiais de primeiros socorros disponíveis e realizar o desligamento da bateria do veículo.

II. Deve-se liberar o local do acidente para que civis possam observar a situação com mais facilidade.

III. É fundamental estabilizar o veículo para evitar movimentos inesperados durante o resgate, garantindo a segurança dos socorristas e das vítimas.


Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3142640 Segurança e Transporte
A imperícia consiste na falta de aptidão, habilidade, experiência ou de previsão no exercício de determinada função. Desse modo, assinalar a alternativa que apresenta um caso de imperícia.
Alternativas
Q3142639 Segurança e Transporte
Sobre o salvamento em altura, em relação aos nós e às amarrações, analisar os itens.

I. Os nós de emendar são utilizados para emendar cabos do mesmo diâmetro ou de diâmetro diferente.
II. Os nós de fixação são utilizados para fixar o cabo de salvamento ou para fixar o cabo da vida para dar segurança.
III. Os nós de tração são utilizados para tracionar o cabo e reduzir a força aplicada em um sistema de cabos.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3142542 Ética na Administração Pública
A ética no serviço público é relevante, uma vez que influencia diretamente a(o):
Alternativas
Q3142539 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Com base na Lei Complementar nº 76/2012 − Estatuto dos Servidores Públicos do Município, NÃO é requisito básico para investidura em cargo público:
Alternativas
Q3142538 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Segundo a Lei Orgânica do Município, os poderes do Município são: 
Alternativas
Q3142537 Direito Constitucional
Com base na Constituição Federal, é INCORRETO afirmar que, nos princípios fundamentais, a República Federativa do Brasil:
Alternativas
Q3142534 Matemática
Em um curso de música com 33 estudantes, foi feita uma pesquisa sobre quais instrumentos eles preferiam entre guitarra, bateria e teclado.

Imagem associada para resolução da questão


Baseando-se nas informações do quadro, assinalar a alternativa que corresponde ao número total de alunos que toca somente um instrumento. 
Alternativas
Q3142527 Português
Sobre conotação e denotação, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Há sentido conotativo em “Aquele jornalista é uma cobra”.
( ) Há sentido conotativo em “A tampa da panela encaixa”.
( ) Há sentido denotativo em “Ela tem um coração de pedra”.
( ) Há sentido denotativo em “Fomos ao museu semana passada”.
Alternativas
Q3142525 Português
Em relação à concordância nominal, assinalar a alternativa que apresenta erro.
Alternativas
Q3142524 Português
A floresta como pirâmide


   “A Amazônia é ocupada há mais de 10 mil anos, em alguns casos por populações de milhares de pessoas. É de se esperar, portanto, que a floresta que hoje recobre muitos sítios arqueológicos tenha, além de uma história natural, também uma história cultural.” Essa passagem aparece no livro Arqueologia da Amazônia, do pesquisador Eduardo Góes Neves, um dos responsáveis por mudar a nossa compreensão do que vem a ser uma floresta.

   Reconhecemos a obra de civilizações antigas por marcas que nos são familiares, por ruínas que lemos como encarnações antigas de estruturas contemporâneas. O templo romano é a catedral, a mesquita, a sinagoga; o anfiteatro grego é a sala de espetáculos; a pirâmide egípcia é o túmulo e o monumento. Vale também para as construções simbólicas — para as epopeias, as leis, o Estado. Não temos dificuldade em identificá-las e valorizá-las porque sabemos do que se trata: somos feitos dessas mesmas coisas [...].

    Na Amazônia não se encontraram (até agora pelo menos) indícios do uso de metal, de domesticação significativa de animais, de estruturas centrais de poder que remetam à ideia de Estado. Mais prosaicamente, não vemos pirâmides na floresta, e ainda hoje essas ausências induzem à interpretação de que as civilizações amazônidas ficaram numa espécie de estágio inaugural da aventura humana [...].

   A pedra fica, o metal fica; a madeira, o cipó, a palma retornam ao solo e são reabsorvidos pelo que nasce e vive. Ruínas de civilizações orgânicas são mais difíceis de serem reconhecidas porque se confundem com a paisagem natural.

    As civilizações amazônidas precisam ser compreendidas nos seus próprios termos, sem tomar como referência padrões exteriores à floresta, construídos como representação de cidades, palácios, templos e estátuas. Aqui, coisas diferentes importam; coisas que, tomadas em seu conjunto, configuram uma complexidade de outro tipo. Na falta de expressão melhor, pode-se chamá-la de inteligência ecológica.

    Exemplo dessa inteligência é a manipulação de espécies vegetais. “Uma das maiores contribuições dos índios das Américas para a humanidade foi a domesticação de uma série de plantas que atualmente são consumidas de diferentes modos por todo o planeta”, diz Eduardo Neves.


Fonte: Revista Brasileira. 2022. — adaptado.
Na frase “Na Amazônia não se encontraram (até agora pelo menos) indícios do uso de metal, de domesticação significativa de animais, de estruturas centrais de poder que remetam à ideia de Estado.”, a flexão da forma verbal sublinhada, na terceira pessoa do plural, justifica-se pela sua concordância com: 
Alternativas
Q3142523 Português
A floresta como pirâmide


   “A Amazônia é ocupada há mais de 10 mil anos, em alguns casos por populações de milhares de pessoas. É de se esperar, portanto, que a floresta que hoje recobre muitos sítios arqueológicos tenha, além de uma história natural, também uma história cultural.” Essa passagem aparece no livro Arqueologia da Amazônia, do pesquisador Eduardo Góes Neves, um dos responsáveis por mudar a nossa compreensão do que vem a ser uma floresta.

   Reconhecemos a obra de civilizações antigas por marcas que nos são familiares, por ruínas que lemos como encarnações antigas de estruturas contemporâneas. O templo romano é a catedral, a mesquita, a sinagoga; o anfiteatro grego é a sala de espetáculos; a pirâmide egípcia é o túmulo e o monumento. Vale também para as construções simbólicas — para as epopeias, as leis, o Estado. Não temos dificuldade em identificá-las e valorizá-las porque sabemos do que se trata: somos feitos dessas mesmas coisas [...].

    Na Amazônia não se encontraram (até agora pelo menos) indícios do uso de metal, de domesticação significativa de animais, de estruturas centrais de poder que remetam à ideia de Estado. Mais prosaicamente, não vemos pirâmides na floresta, e ainda hoje essas ausências induzem à interpretação de que as civilizações amazônidas ficaram numa espécie de estágio inaugural da aventura humana [...].

   A pedra fica, o metal fica; a madeira, o cipó, a palma retornam ao solo e são reabsorvidos pelo que nasce e vive. Ruínas de civilizações orgânicas são mais difíceis de serem reconhecidas porque se confundem com a paisagem natural.

    As civilizações amazônidas precisam ser compreendidas nos seus próprios termos, sem tomar como referência padrões exteriores à floresta, construídos como representação de cidades, palácios, templos e estátuas. Aqui, coisas diferentes importam; coisas que, tomadas em seu conjunto, configuram uma complexidade de outro tipo. Na falta de expressão melhor, pode-se chamá-la de inteligência ecológica.

    Exemplo dessa inteligência é a manipulação de espécies vegetais. “Uma das maiores contribuições dos índios das Américas para a humanidade foi a domesticação de uma série de plantas que atualmente são consumidas de diferentes modos por todo o planeta”, diz Eduardo Neves.


Fonte: Revista Brasileira. 2022. — adaptado.
Em relação ao uso do pronome oblíquo átono “as”, junto aos verbos “identificar” e “valorizar” no segundo parágrafo, é CORRETO afirmar que o pronome substitui:
Alternativas
Q3142522 Português
A floresta como pirâmide


   “A Amazônia é ocupada há mais de 10 mil anos, em alguns casos por populações de milhares de pessoas. É de se esperar, portanto, que a floresta que hoje recobre muitos sítios arqueológicos tenha, além de uma história natural, também uma história cultural.” Essa passagem aparece no livro Arqueologia da Amazônia, do pesquisador Eduardo Góes Neves, um dos responsáveis por mudar a nossa compreensão do que vem a ser uma floresta.

   Reconhecemos a obra de civilizações antigas por marcas que nos são familiares, por ruínas que lemos como encarnações antigas de estruturas contemporâneas. O templo romano é a catedral, a mesquita, a sinagoga; o anfiteatro grego é a sala de espetáculos; a pirâmide egípcia é o túmulo e o monumento. Vale também para as construções simbólicas — para as epopeias, as leis, o Estado. Não temos dificuldade em identificá-las e valorizá-las porque sabemos do que se trata: somos feitos dessas mesmas coisas [...].

    Na Amazônia não se encontraram (até agora pelo menos) indícios do uso de metal, de domesticação significativa de animais, de estruturas centrais de poder que remetam à ideia de Estado. Mais prosaicamente, não vemos pirâmides na floresta, e ainda hoje essas ausências induzem à interpretação de que as civilizações amazônidas ficaram numa espécie de estágio inaugural da aventura humana [...].

   A pedra fica, o metal fica; a madeira, o cipó, a palma retornam ao solo e são reabsorvidos pelo que nasce e vive. Ruínas de civilizações orgânicas são mais difíceis de serem reconhecidas porque se confundem com a paisagem natural.

    As civilizações amazônidas precisam ser compreendidas nos seus próprios termos, sem tomar como referência padrões exteriores à floresta, construídos como representação de cidades, palácios, templos e estátuas. Aqui, coisas diferentes importam; coisas que, tomadas em seu conjunto, configuram uma complexidade de outro tipo. Na falta de expressão melhor, pode-se chamá-la de inteligência ecológica.

    Exemplo dessa inteligência é a manipulação de espécies vegetais. “Uma das maiores contribuições dos índios das Américas para a humanidade foi a domesticação de uma série de plantas que atualmente são consumidas de diferentes modos por todo o planeta”, diz Eduardo Neves.


Fonte: Revista Brasileira. 2022. — adaptado.
Considerando-se a discussão sobre as civilizações amazônidas realizada por Eduardo Góes Neves, é CORRETO afirmar que o conceito de inteligência ecológica se refere à:
Alternativas
Q3142521 Português
A floresta como pirâmide


   “A Amazônia é ocupada há mais de 10 mil anos, em alguns casos por populações de milhares de pessoas. É de se esperar, portanto, que a floresta que hoje recobre muitos sítios arqueológicos tenha, além de uma história natural, também uma história cultural.” Essa passagem aparece no livro Arqueologia da Amazônia, do pesquisador Eduardo Góes Neves, um dos responsáveis por mudar a nossa compreensão do que vem a ser uma floresta.

   Reconhecemos a obra de civilizações antigas por marcas que nos são familiares, por ruínas que lemos como encarnações antigas de estruturas contemporâneas. O templo romano é a catedral, a mesquita, a sinagoga; o anfiteatro grego é a sala de espetáculos; a pirâmide egípcia é o túmulo e o monumento. Vale também para as construções simbólicas — para as epopeias, as leis, o Estado. Não temos dificuldade em identificá-las e valorizá-las porque sabemos do que se trata: somos feitos dessas mesmas coisas [...].

    Na Amazônia não se encontraram (até agora pelo menos) indícios do uso de metal, de domesticação significativa de animais, de estruturas centrais de poder que remetam à ideia de Estado. Mais prosaicamente, não vemos pirâmides na floresta, e ainda hoje essas ausências induzem à interpretação de que as civilizações amazônidas ficaram numa espécie de estágio inaugural da aventura humana [...].

   A pedra fica, o metal fica; a madeira, o cipó, a palma retornam ao solo e são reabsorvidos pelo que nasce e vive. Ruínas de civilizações orgânicas são mais difíceis de serem reconhecidas porque se confundem com a paisagem natural.

    As civilizações amazônidas precisam ser compreendidas nos seus próprios termos, sem tomar como referência padrões exteriores à floresta, construídos como representação de cidades, palácios, templos e estátuas. Aqui, coisas diferentes importam; coisas que, tomadas em seu conjunto, configuram uma complexidade de outro tipo. Na falta de expressão melhor, pode-se chamá-la de inteligência ecológica.

    Exemplo dessa inteligência é a manipulação de espécies vegetais. “Uma das maiores contribuições dos índios das Américas para a humanidade foi a domesticação de uma série de plantas que atualmente são consumidas de diferentes modos por todo o planeta”, diz Eduardo Neves.


Fonte: Revista Brasileira. 2022. — adaptado.
De acordo com o texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) O autor desaprova a perspectiva que associa civilizações antigas apenas às estruturas remanescentes, argumentando que a ausência dessas estruturas na Amazônia contribui para a concepção errônea de que os povos que ali viveram possuiriam valor inferior.

( ) Ao afirmar “somos feitos dessas coisas”, o autor refere-se à familiaridade da sociedade moderna com símbolos das civilizações antigas que moldaram sua identidade, o que resultou no reconhecimento e na valorização dessas marcas ao longo dos séculos.

( ) O autor sugere que, caso estruturas como pirâmides estivessem presentes na Amazônia, a população moderna agregaria menor valor ao desenvolvimento cultural dessas civilizações, permitindo comparações com aquelas amplamente reconhecidas.
Alternativas
Q3135282 Engenharia Ambiental e Sanitária
Determinada população está em condição de risco quando ocupa um terreno suscetível a desastres e de modo frágil, conforme o padrão construtivo das edificações, tornando-se, assim, vulnerável (DCES, 2023). Assinale a alternativa CORRETA que corresponde à relação entre ameaça e vulnerabilidade na definição de risco.
Alternativas
Q3135281 Engenharia Ambiental e Sanitária
Sobre o que é lixiviação urbana e qual seu impacto ambiental, julgue as afirmativas abaixo:

I.Processo de decomposição do lixo orgânico em aterros sanitários.
II.Carregamento de poluentes do solo urbano para o lençol freático e cursos d'água, contaminando-os.
III.Emissão de gases do efeito estufa por veículos automotores.
IV.Descarte inadequado de resíduos industriais em áreas urbanas.

Qual(is) a(s) afirmativa (s) está(ão) CORRETA(S)?
Alternativas
Q3135280 Engenharia Ambiental e Sanitária
Desastres Naturais são aqueles causados por fenômenos e desequilíbrios da natureza que atuam independentemente da ação humana. Assinale a alternativa CORRETA que corresponde às quatro fases da gestão de desastres naturais.
Alternativas
Q3135279 Segurança e Transporte
A ocorrência de enchentes, alagamentos e inundações em áreas urbanas pode ser explicada pelo agravamento do escoamento superficial natural.. Assinale a alternativa CORRETA que corresponde a quais cuidados devem ser tomados em operações de resgate durante enchentes.
Alternativas
Q3135278 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em relação ao colapso e subsidência, marque verdadeiro (V) ou falso (F) nas afirmativas abaixo:

(__)O processo de colapso corresponde ao movimento, relativamente lento, de afundamento de terrenos, devido à deformação ou deslocamento de direção, essencialmente, vertical descendente.
(__)A subsidência apresenta a mesma definição, porém apresenta-se como um movimento brusco do terreno.
(__)Os colapsos de terrenos são considerados os principais causadores de acidentes sérios em regiões cársticas, ocasionando mortes até pelo desaparecimento súbito de pessoas tragadas pelo afundamento.

Assinale a sequência CORRETA de cima para baixo.
Alternativas
Q3135277 Segurança Pública
De acordo com a doutrina de Defesa Civil, assinale a alternativa CORRETA que corresponde ao objetivo principal das medidas não-estruturais. 
Alternativas
Respostas
441: C
442: B
443: A
444: C
445: B
446: A
447: A
448: D
449: C
450: D
451: D
452: B
453: C
454: A
455: B
456: C
457: D
458: A
459: A
460: D